Horários de Missas
14/11/2013
 
MISSAS
Terça-feira 19h
sexta-feira às 15h missa da Misericórdia
Sábados 19h
Domingos 8h,10h e 19h



SOS ORAÇÃO

Quarta-feira às 19h30

Maiores informações pelo Te. 3307 8587

Bento XVI anuncia renúncia
11/2/2013
 

Bento XVI

“Caríssimos Irmãos, convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor, quer do corpo, quer da mente; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.

Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus

FONTE:CNBB

Dia Mundial da Concientização da violência contra a pessoa Idosa!
15/6/2012
 



Vamos passar essa ideia adiante. Qualquer indicio de maus tratos, denuncie!

Igreja católica:34 mil novos membros a cada dia
5/1/2012
 



Todos os dias, 34 mil pessoas passam a fazer parte da Igreja Católica no mundo. Os dados são de um estudo revelado pelo relatório anual da ‘Situação da missão global’, realizado este ano. De acordo com o estudo, atualmente o catolicismo reúne um bilhão e 160 milhões de fiéis.

A notícia foi divulgada pela Agência Analisis Digital, depois retomada pela Agência Zenit, que destacaram, com base nos dados, que no mundo há dois bilhões de pessoas, de um total de 7 bilhões, aos quais nunca chegou a mensagem do Evangelho.

Outros dois bilhões e 680 milhões ouviram algumas vezes falar de Cristo, ou o conhecem vagamente, porém não são cristãos. “Apesar do fato de Jesus Cristo ter fundado uma só Igreja, e pouco antes de morrer, rezava para que “todos fossem um”, hoje existem muitas denominações cristãs: eram 1.600 no início do século XX, e são já 42 mil em 2011”, afirma o estudo.

Os protestantes carismáticos são 612 milhões e crescem 37 mil ao dia. Os protestantes "clássicos" são 426 milhões e aumentam 20 mil por dia. As Igrejas Ortodoxas somam 271 milhões de batizados e ganham cinco mil por dia.

Anglicanos, reunidos principalmente na África e na Ásia, 87 milhões, e três mil a mais por dia.

Aqueles que o estudo define "cristãos marginais" (Testemunhas de Jeová, Mórmons, aqueles que não reconhecem a divindade de Jesus ou da Trindade) são 35 milhões e crescem dois mil ao dia.

“A forma mais comum de crescimento é ter muitos filhos e fazê-los aderir à sua tradição religiosa. A conversão é mais rara, no entanto, acontece para milhões de pessoas todos os anos, e o mais comum é a de um cônjuge para a fé do outro”.

Em 2011, os cristãos de todas as denominações terão feito circular 71 milhões de Bíblias a mais no mundo (há hoje 1 bilhão e 741 milhões, algumas de forma clandestina).

A cada ano 409 mil cristãos partem para evangelizar um país que não é o seu de origem, distribuídos em 4.800 organizações missionárias diversas.


Fonte:CNBB

O Dízimo em nossa vida
4/1/2012
 

O Dízimo em nossa vida





O quinto mandamento da Igreja determinava, até pouco tempo, que é dever do católico "pagar o dízimo segundo o costume". Mas que costume será este?

A Igreja Católica tem se mostrado tolerante quanto à obrigação de se pagar a décima parte do que se ganha. A nova redação dada ao mandamento "pagar o dízimo segundo o costume" tornou-se "ajudar a igreja em suas necessidades".Mas o dízimo, bem entendido, exclui o egoísmo e integra o amor. Deve ser buscado com desejo constante, ou seja, sentir vontade e amor em participar de coração do dízimo que é fonte de graças, sinal de comunhão com Deus.

E inadmissível o dízimo como pagamento, ele deve ser entendido como devolução a Deus do que ele mesmo nos dá.

Nós dizimistas não podemos entender a devolução como troca de favores, devemos fazer essa devolução com amor, sem segundas intenções, sem exigirmos que a Igreja realize obras para incentivar a participação da devolução, porque mostrar obras é próprio dos políticos e não da Igreja.

Devemos participar do dízimo com apenas um sentimento - "Entrar em comunhão com Deus, participar de seu plano de salvação e estar em comum-união com a casa de Deus e a comunidade".

O dízimo é pessoal, não deve ser visto como troca mais sim: "Eu e Deus". Nós devolvendo a Deus, fazemos nossa parte, sem nos preocuparmos com o que vai ser feito do nosso dízimo. Deus faz parte dele, que é a orientação das pessoas que irão trabalhar nesta pastoral, para que o dinheiro seja empregado, obedecendo a três importantes dimensões:

1 - Dimensão religiosa: manter todos os gastos da Igreja; reformas, construções, pinturas, salários, materiais litúrgicos, água, luz, telefone, materiais de limpeza, etc...

2- Dimensão Missionária: investir nos diversos grupos (pastorais) da igreja quer seja dos jovens, adultos, crianças ou idosos...

3- Dimensão Social: Investir em obras de caridade, ajudar aos mais necessitados.

Quando permitimos sermos conduzidos por Deus, tudo acaba bem em nossas vidas. É isso que está faltando às pessoas - Fé - Entregar-se a Deus e tê-la como primeiro plano de nossas vidas.
Dízimo é a entrada em comunhão com Deus, é a partilha, mas para chegarmos a isso, precisamos educar nossa fé. Quando é Deus que pede, a oferta é conforme manda nossos corações e corações conscientizados conhecem seus deveres, conhecem as necessidades da sua paróquia, e na hora da devolução dos nossos dízimos atenderemos com amor e fidelidade ao pedido de Deus.


EQUIPE DA PASTORAL DO DÍZIMO, PARÓQUIA SÃO NICOLAU DE FLÜE


Feliz Ano Novo
1/1/2012
 

Feliz ano novo a todos!

Que as lágrimas derramadas neste ano, sirvam
para regar aquela semente da bondade.
Que a semente da bondade, seja híbrida
para ao seu lado gerar a semente da generosidade
Pois, assim, foi DEUS quando nos mandou
o seu amado filho Jesus Cristo.
Deus foi bondoso e generoso,
Humilde e amoroso
Quando tirou seu filho da manjedoura
E o colocou em nossa direção.
Sejamos dignos deste ato!!
Que este Ano seja cheio de paz e harmonia..
Saúde e prosperidade!!
As vezes as nossas atitudes
Nem sempre estão corretas portanto
O ano se acaba e renovamos td.
Na vida, td pode começar do zero,
Os erros são esquecidos, o novo ano começa e a
Vida se renova, com mt paz, amor, alegria e
Os melhores momentos estaram por vir.

São Os votos da Paróquia São Nicolau de Flue

Prepare-se para o Natal
7/12/2011
 



Passando pelas ruas notamos que em muitos lugares, casas, ruas e comércios há enfeites de Natal com bonitas luzes, se preparando e aguardando este grande dia. Realmente a cidade fica muito bonita com estes enfeites, mas será que não estamos esquecendo de preparar o mais importante para este dia? O nosso coração, o nosso ser para a chegada do menino Jesus?

A cidade fica muito bonita com as luzes, mas muito mais importante do que isso é nós nos prepararmos para este dia que nos recorda o nascimento do menino Deus no meio de nós, que veio trazer-nos esperança e remissão para os nossos pecados.

Mas então como podemos nos preparar? Simples, vamos juntos fazer uma boa reflexão de tudo o que fizemos ou deixamos de fazer durante este ano e tão logo possível fazermos uma boa confissão para vivermos bem este tempo do Advento há espera do menino Jesus!

Precisamos estar limpos de toda mancha que o pecado deixa em nossa alma para receber Jesus em nossos corações, para que Ele faça uma eterna morada e permaneça por todo o novo ano que está prestes a iniciar.

Muitos de nós não nos preparamos adequadamente para este dia de Natal e acabamos deixando Maria e José, que estão prestes a receber Jesus, batendo à porta do nosso coração sem abrir a eles.

Não abrimos a porta do nosso coração, porque nos preocupamos com muitas outras coisas que devem vir em segundo plano como presentes, enfeites, presépio, ceia de Natal etc. Não que não seja importante estas coisas, pois elas nos fazem viver em maior harmonia com nossa família e amigos, mas não deve ser a nossa busca principal.

Que hoje então façamos este compromisso como cristãos: nos preparar para receber Maria, José e Jesus na casa do nosso coração!

E na sua casa? Na sua família? No seu coração? Na sua vida? Há lugar para Maria, José e o menino Jesus?



Novena de Natal:Prepare-se
5/12/2011
 



A Novena de Natal, É um tempo especial dentro de outro tempo especial, como é o Advento. Todos estes dias estão marcados pela espera gozosa do nascimento de Nosso Senhor Jesus. Nesses nove dias, a Igreja nos exorta a nos centrarmos mais no Senhor, olhando as atitudes de Maria e de José, para aprendermos, com Ele, como se vive de acordo com a vontade do Pai.


Que estes dias de preparação ao nascimento do Filho de Deus nos ajudem a preparar nosso coração para que também nasça em cada um de nós.
E que cada um faça uma oração, pedindo a Santíssima Virgem Sua intercessão e Sua ajuda neste dias de preparação ao Natal.


Adquira seu livro da Novena de Natal na loja de conveniência da Paróquia no horário comercial e aos Finais de semana durante as Missas
Maiores informações pelo telefone (16) 3307.8587

As quatro velas do Advento
4/12/2011
 



Liturgicamente, o tempo do Advento (do latim adventus = chegada) corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal. As quatro velas representam essas quatro semanas e serão acesas, uma a uma, desde o primeiro domingo do Advento até o quarto domingo, sucessivamente. Via de regra as cores das velas devem corresponder à cor do tempo litúrgico - roxa -, diferenciando-se a terceira vela - rosa - como alegre preparação para a vinda do Senhor.

Neste sentido, relembramos que as vestes litúrgicas devem ser de cor roxa, como sinal de nossa conversão em preparação para o Natal, com exceção do terceiro domingo, onde o rosa substitui o roxo, revelando o Domingo da Alegria (ou Domingo Gaudette). O Advento deve ser tempo de celebração onde a sobriedade e a moderação são características peculiares da liturgia, evitando-se antecipar a plena alegria da festa do Natal de Jesus. Por isso, neste período não se entoa o "Glória" e nossos passos, nesse recolhimento, seguem em direção ao sublime momento do nascimento de Jesus.

AS QUATRO VELAS

Rito - Na celebração eucarística, um pequeno rito pode ser colocado no início da celebração, liturgia da palavra ou qualquer outro momento conforme o designar o celebrante. O acender das velas, normalmente é aberto com a bênção das velas, canto e oração própria. Seria também muito próprio fazer, em nossas casas, uma breve oração e acendimento das velas nos Domingos que antecedem o natal.

1º Domingo do Advento - Acende-se a PRIMEIRA VELA

A luz nascente nos conclama a refletir e aprofundar a proximidade do Natal, onde Cristo, Salvador e Luz do mundo brilhará para a humanidade. Lembra ainda o perdão concedido a Adão e Eva. A cor roxa nos recorda nossa atitude de vigilância diante da abertura e espera do Senhor que virá.

Oração:

A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!



2º Domingo do Advento - Acende-se a SEGUNDA VELA

A segunda vela acesa nos convida ao desejo de conversão, arrependimento dos nossos pecados e também o compromisso de prepararmos, assim como São João Batista, o caminho do Senhor que virá. Esta vela lembra ainda a fé dos patriarcas e de São João Batista, que anuncia a salvação para todos os povos.

Oração:

A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!

3º Domingo do Advento - Acende-se a TERCEIRA VELA (Rosa)

A terceira vela acesa nos convida à alegria e ao júbilo pela aproximação da chegada de Jesus. A cor litúrgica de hoje, o rosa, indica justamente o Domingo da Alegria, ou o Domingo Gaudette, onde transborda nosso coração de alegria pela proximidade da chegada do Senhor. Esta vela lembra ainda a alegria celebrada pelo rei Davi e sua promessa que, agora, está se cumprindo em Maria.

Oração:

Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo vos digo: Alegrai-vos! O Senhor está perto"

4º Domingo do Advento - Acende-se a QUARTA VELA

A quarta vela marca os passos de preparação para acolher o Salvador, nossa expectativa da chegada definitiva da Luz ao mundo. Simboliza ainda nossa fé em Jesus Cristo, que ilumina todo homem que vêm a este mundo e também os ensinamentos dos profetas, que anunciaram a chegada do Salvador.

Oração:

Céus, deixai cair o orvalho, nuvens, chovei o justo; abra-se a terra, e brote o Salvador!

14º Cerco de Jericó
15/9/2011
 



Acontecerá entre os dias 12 e 25 de Setembro a tradicional Festa de São Nicolau de Flüe na Diocese de São Carlos.
Participem!

Local: Paróquia São Nicolau de Flüe
Endereço: Rua Dr. Pedro Raimundo - Vila Carmem - Cep 13575-332 - São Carlos/SP

Programação
13º Cerco de Jericó
Início: 5ª feira (15/09): após SOS Oração
6ª feira (16/19): Missa às 15h
Sábado (17/09): Missa às 19h
Domingo (18/09): Missas às 8h, 10h e 19h
2ª feira (19/09): Missa às 20h
3ª feira (20/09): Missa em Italiano às 20h
4ª feira (21/09): Missa às 20h
5ª feira (22/09): Missa com o Pe. José Antonio às 19h30
6ª feira (23/09): encerramento Missa da Misericórdia às 15h

Festa de São Nicolau de Flüe
Domingo (18/09): 8º Porco no Rolete às 12h
Sábado (24/09): Bingo Eletrônico a partir das 19h
Domingo (25/09): Dia de São Nicolau de Flüe
às 6h Salva de 21 tiros
às 7h30 Bênção do Bolo São Nicolau
Missas às: 8h, 10h
Procissão às 18h (Saída Bicão)
Missa às 19h

Maiores Informações pelo tel (16)33078587 horário comercial

Nossa cidade está em festa celebramos hoje o dia de Nossa Senhora da Babilonia
15/8/2011
 



História - O Santuário é uma pequena igreja rural que guarda a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Segundo a tradição, a imagem foi encontrada intacta sob uma árvore após um incêndio destruidor no bairro da Babilônia. Diante do "milagre", foi construída uma capela no local, que hoje recebe romarias e procissões ao longo do ano.

Corpus Cristhi
23/6/2011
 




O cálice de cristal de Rocca (sec. XVII)

Todos os anos, por volta do mês de junho, sempre numa quinta-feira, dia em que Cristo instituiu a Eucaristia, nós cristãos católicos, celebramos a festa do Santíssimo Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, é a festa do Corpo de Deus!
A Eucaristia, é para nós cristãos, o centro de nossa fé. Cristo ressuscitado se faz realmente presente nas espécies do pão e do vinho e, se dá em alimento para nos fortalecer em nossa peregrinação rumo à Pátria Celeste . Jesus Cristo, na última Ceia, sabendo que ia ser entregue às autoridades de sua época, quis ficar conosco de uma maneira misteriosa, tornando-se presente nos sinais do pão e do vinho: “Isto é o meu Corpo que é dado por vós...” (1 Cor 11, 24). “Este cálice é a nova aliança, em meu sangue...” (1 Cor 11, 25). Que maravilha! Que sublime Sacramento! Que amor profundo o Filho de Deus tem por nós! “Eis que estarei com vocês todos os dias até o fim do mundo”. (Mt 28, 20). E, é verdade, Ele está no meio de nós. Ele se interessa por nós. Ele quer a nossa felicidade aqui na terra e a nossa salvação. Como nos lembra um belíssimo hino litúrgico: “No Calvário se escondia tua divindade, mas na Eucaristia se esconde tua humanidade. Cremos em ambas e pedimos como o bom ladrão, estarmos lá no céu, um dia adorando a Deus face a face”.


A festa do Corpo de Deus é uma proclamação de fé na presença real de Jesus Cristo na Eucaristia. Diversos são os milagres que atestam a presença de Cristo na Eucaristia. Chamamos atenção para um deles, que se deu por volta do ano 700, na cidade italiana de Lanciano. Nesta cidade, entre os monges de São Basílio, havia um que vacilava em sua fé na presença real de Cristo nas espécies do pão e do vinho. Certa vez, quando celebrava a Missa, proferindo as palavras da consagração, ele viu a hóstia converter-se em carne viva e o vinho em sangue vivo. Aturdido pelo milagre que acabara de ocorrer e cheio de alegria, chamou as pessoas presentes e disse: “Vinde, irmãos, e admirai o nosso Deus que se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!” As relíquias foram inicialmente guardadas num tabernáculo de marfim. A partir de 1713 até hoje, a Carne está conservada numa custódia de prata e o Sangue num cálice de cristal. Junto ao reconhecimento eclesiástico, uniu-se o pronunciamento da ciência por meio de minuciosas provas laboratoriais encaminhadas ao Vaticano. Em 1970, nova pesquisa foi realizada por dois médicos de renome internacional e idoneidade moral indiscutíveis: Dr. Linoli e Prof. Ruggero Bertelli. A ciência se pronunciou afirmando que a Carne é músculo cardíaco e o Sangue é do tipo AB e são de pessoa humana. Esses dois cientistas afirmaram: “É como o sangue de pessoa viva, como se tivesse sido colhido, de um ser vivo na mesma data”. “A conservação da carne e a conservação do sangue são um fenômeno extraordinário”. Para nós, cristãos católicos, este fenômeno atestado pela ciência é o “Milagre Eucarístico de Lanciano”.
Em 1264, o Papa Urbano IV, proclamou a festa de “Corpus Christi” com celebração especial e procissão festiva. Devemos continuar este costume de acompanhar a procissão do Corpo de Deus, como demonstração pública da nossa fé na presença de Cristo no Santíssimo Sacramento do Altar. Tão sublime Sacramento, adoremos neste altar!


Prossição ás 17h , saída do Bicão seguindo em direção a Paróquia São Nicolau, venha participar!!


Entendendo mais sobre o significado do Dìzimo
22/6/2011
 



* Dízimo é a devolução que fazemos ao nosso Senhor de tudo que ele nos dá, com carinho e muito amor. Devolver o dízimo a Deus, é o dever do bom cristão, um gesto bem generoso, prova de nossa gratidão.
* Ser dizimista é converter-se e a conversão implica em deixar de lado nosso egoísmo, o nosso "eu", renunciar a si mesmo. Somente pela conversão é que conseguimos enxergar as necessidades de nossa igreja, de nossos irmãos carentes dos bens materiais e espirituais. E somente pela conversão atingiremos as três dimensões do dízimo/ religiosa, social e missionária.


A responsabilidade pela organização do dízimo, cabe a pastoral do dízimo. Para que haja organização, é preciso muita evangelização. A equipe da pastoral do dízimo tem essa missão: conscientizar os paroquianos, sobre sua responsabilidade, para com a comunidade onde vivem, e da qual fazem parte. O objetivo primeiro da equipe da pastoral é: conscientizar os fiéis sobre a dimensão bíblica, teológica e espiritual do dízimo; mostrar que o dízimo é um ato de fé, de esperança e de caridade; testemunhar a alegria de uma vida agradecida a Deus, através da oferta mensal do dízimo; apresentar o dízimo como condição central da experiência de comunhão e participação, e portanto, da experiência de ser e de agir como igreja. O papel preponderante da equipe da pastoral do dízimo é o de ser conscientizadora. Mas há tarefas a serem executadas: tarefas de cadastro de dizimistas, preencher o relatório do dízimo ao final das missas, redação e remessa de correspondências diversas aos dizimistas, confecções de cartazes, participações eventuais nas celebrações comemorativas, e muitas outras circunstâncias, que podem surgir. Não se pode esquecer um fator muito importante, que é a prestação de contas regulares e periódicas, das arrecadações do dízimo. Você que sente vontade de se inscrever como dizimista, procure a equipe de plantão durante as missas, ou na secretaria da paróquia,pelo telefone:(16-33078587) fazendo o seu cadastro. E você que suspendeu temporariamente a sua contribuição, renove a sua aliança de gratidão, a Deus. Olha para frente, recomece a partir deste mês.


* O dízimo é uma grande semente, para você semear Deus em seu coração e no coração dos outros.


EQUIPE DA PASTORAL DO DÍZIMO, PARÓQUIA SÃO NICOLAU DE FLÜE


Postado por:Marcia Figueiredo

Cerco de Jericó de 05 a 11 de Junho
31/5/2011
 



"O Cerco de Jericó consiste em uma oração de sete dias e seis noites de Rosários consecutivos diante do Santíssimo Sacramento exposto.” (Pode-se organizar uma tabela de hora em hora de modo que em cada hora fique um grupo de pessoas rezando o Rosário diante do Santíssimo.)



“Pela fé caíram os muros de Jericó, depois de rodeados por sete dias.” Hebreus 11,30.

“Os muros de Jericó caíram ao som das trombetas da oração”, afirmava La Pira em 1959, no regresso da primeira viagem que um político ocidental efetuava à Rússia, depois da guerra.
Torna-se cada vez mais comum as comunidades adoradoras fazerem o Cerco de Jericó. De que se trata?
Esta prática nasceu na Polônia. Consiste na oração incessante de Rosários, durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo Sacramento .

Maiores informações pelo tel 16-33078587

Lava-pés: O Senhor convida-nos a imitar a sua humildade, a confiar-nos a ela
21/4/2011
 






Deus ama a sua criatura, o homem; ama-o também na sua queda e não o abandona a si mesmo. Ele ama até ao fim. Vai até ao fim com o seu amor, até ao extremo: desce da sua glória divina. Depõe as vestes da sua glória divina e reveste-se com as do servo. Desce até à extrema baixeza da nossa queda. Ajoelha-se diante de nós e presta-nos o serviço do servo; lava os nossos pés sujos, para que possamos ser admitidos à mesa de Deus, para que nos tornemos dignos de nos sentarmos à sua mesa o que, por nós mesmos, nunca podemos nem devemos fazer.


Deus não é um Deus distante, demasiado distante e grande para se ocupar das nossas insignificâncias. Deus desce e torna-se escravo, lava-nos os pés para que possamos estar na sua mesa. Exprime-se nisto todo o mistério de Jesus Cristo. Nisto se torna visível o que significa redenção. O banho no qual nos lava é o seu amor pronto para enfrentar a morte. Só o amor tem aquela força purificadora que nos tira a nossa impureza e nos eleva às alturas de Deus.

Ele é continuamente este amor que nos lava; nos sacramentos da purificação o batismo e o sacramento da penitência Ele está continuamente ajoelhado diante dos nossos pés e presta-nos o serviço do servo, o serviço da purificação, torna-nos capazes de Deus. O seu amor é inexaurível, vai verdadeiramente até ao fim.


"Vós estais limpos, mas não todos", diz o Senhor (Jo 13, 10).

Nesta frase revela-se o grande dom da purificação que Ele nos faz, porque deseja estar à mesa juntamente conosco, deseja tornar-se o nosso alimento. "Mas não todos" existe o obscuro mistério da recusa, que com a vicissitude de Judas nos torna presentes e, precisamente na Quinta-Feira Santa, no dia em que Jesus faz a oferenda de Si, nos deve fazer refletir. O amor do Senhor não conhece limites, mas o homem pode pôr-lhe um limite.


"Vós estais limpos, mas não todos": o que é que torna o homem impuro? É a recusa do amor, o não querer ser amado, o não amar. É a soberba que julga não precisar de purificação alguma, que se fecha à bondade salvífica de Deus. É a soberba que não quer confessar nem reconhecer que precisamos de purificação.

Em Judas vemos a natureza desta recusa ainda mais claramente. Ele avalia Jesus segundo as categorias do poder e do sucesso: para ele só o poder e o sucesso são realidades, o amor não conta. E ele é ávido: o dinheiro é mais importante do que a comunhão com Jesus, mais importante do que Deus e o seu amor. E assim torna-se também mentiroso, ambíguo e vira as costas à verdade; quem vive na mentira perde o sentido da verdade suprema, de Deus. Desta forma ele endurece-se, torna-se incapaz da conversão, da volta confiante do filho pródigo, e deita fora a vida destruída.


"Vós estais limpos, mas não todos". Hoje, o Senhor admoesta-nos perante aquela auto-suficiência que põe um limite ao seu amor ilimitado. Convida-nos a imitar a sua humildade, a confiar-nos a ela, a deixar-nos "contagiar" por ela. Convida-nos por muito desorientados que nos possamos sentir a voltar para casa e a permitir que a sua bondade purificadora nos reanime e nos faça entrar na comunhão da mesa com Ele, com o próprio Deus.

O Senhor limpa-nos da nossa indignidade com a força purificadora da sua bondade. Lavar os pés uns aos outros significa sobretudo perdoar-nos incansavelmente uns aos outros, recomeçar sempre de novo juntos, mesmo que possa parecer inútil. Significa purificar-nos uns aos outros suportando-nos mutuamente e aceitando ser suportados pelos outros; purificar-nos uns aos outros doando-nos reciprocamente a força santificadora da Palavra de Deus e introduzindo-nos no Sacramento do amor divino.


O Senhor purifica-nos e, por isso, ousamos aceder à sua mesa. Peçamos-lhe que conceda a todos nós a graça de podermos ser, um dia e para sempre, hóspedes do eterno banquete nupcial.

Amém!


O Encontro doloroso de Jesus e Maria...Procissão do encontro:
20/4/2011
 



Dentro da Semana Santa, na quarta-feira, dia 20 de Abril , acontece a “Procissão do Encontro” entre o Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. De um lado os homens saem com a imagem de Nosso Senhor, e de outro, as mulheres saem com a imagem da Virgem Dolorosa. Acontece, então, o doloroso encontro entre a Mãe e o Filho.
A procissão sairá de frente da Paróquia São Nicolau e seguirá até o Bicão onde se encontrará com a mãe das Dores . Os sacerdotes fazem a reflexão inicial, momentos oracionais, cantos penitenciais e a meditação dos sete sermões, as sete (e últimas) palavras pronunciadas por nosso Senhor Jesus antes de sua morte. Em clima de oração e silêncio, fiéis acompanham as meditações, entrando no mistério profundo deste tempo, desta Santa semana.

Venha partipar conosco !

A prossição sairá de frente da paróquia São Nicolau na Rua Pedro Raimundo ás 19h30 e seguirá até o Bicão onde se encontrará com a Paróquia Nossa Senhora Aparecida!

Postado por:Marcia Figueiredo

Maiores informações pelo Tel: 16-33078587


Agreja celebra hoje Santo Expedito
19/4/2011
 




Santo Expedito foi martirizado na Armênia. Ele era militar, foi decapitado no dia 19 de abril de 303, sob o imperador Dioclesiano, que subira ao trono de Roma em 284.

Ele levava uma vida devassa; mas um dia, tocado pela graça de Deus, resolveu mudar de vida. Foi então que lhe apareceu o Espírito do mal, em forma de corvo, e lhe segredou "cras....! cras....! cras....!" palavra latina que quer dizer: amanhã...! amanhã...! amanhã...!, isto é deixe para amanhã! Não tenha pressa! Adie sua conversão!

Mas Santo Expedito, pisoteando o corvo, esmagou-o, gritando: HODIE! Quer dizer: HOJE! Nada de protelações! É pra já!



É por isto que o Santo Expedito é invocado nos casos que exige solução imediata, nos negócios em que qualquer demora poderia causar prejuízo.
No Brasil, sobretudo, Santo Expedito é invocado nos negócios e dificuldades da vida. Conhecido como "o santo das causas urgentes".

Santo Expedito não adia seu auxílio para amanhã.

Ele atende sua ajuda hoje mesmo, ou na hora em que precisamos de sua ajuda. Mas ele espera que também nós não deixemos para amanhã nossa conversão.

A tradição apresenta Santo Expedito como sendo o chefe da 12ª Legião Romana, cognominada "Fulminante": nome dado em memória de uma façanha que se tornou célebre. Essa legião localizava-se em Melitene, sede de uma das províncias romanas da Armênia. Era formanda em sua maioria por soldados cristãos, sendo sua função primordial defender as fronteiras orientais contra os ataques dos bárbaros asiáticos.

Santo Expedito destacou-se no comando dessa legião por suas virtudes de cristão e de chefe ligado a sua religião, a seu dever, à ordem e à disciplina.

Terço ao Milagroso Santo Expedito

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Meu Jesus, misericórdia dos meus pecados, e libertai-me de todos o s males que me oprimem o corpo, a alma e o espírito. Daí-me vossa graça e vossa paz. Não retireis de mim o vosso Santo Espírito.

Creio em Deus Pai...

1. Na conta grande: "Ó Santo Expedito, das causas urgentes, atende o pedido de tantos irmãos. Amigo dos pobres, aflitos, doentes, concede a todos tua proteção"

• Nas contas menores (em todos os mistérios): Ó Santo Expedito, és forte, guerreiro, soldado de Cristo, fiel vencedor, na hora difícil, és o medianeiro do povo que reza com tanto fervor. (Glória ao Pai...)

2. Na conta grande: "Ó Santo Expedito, tua fé, firme e forte, ganhaste de Cristo, a coroa da glória e martirizado tiveste esta sorte, nós hoje cantamos a tua vitória.

3. Na conta grande: "Ó Santo Expedito, tu és o modelo, dos jovens, soldados e dos escolares, em nome de Cristo fazemos o apelo, semeia bondade em todos lugares.

4. Na conta grande: "Ó Santo Expedito, que os viajantes, não sofram tragédias em suas viagens, mas voltem aos lares felizes contentes com fé esperança e muita coragem.

5. Na conta grande: Ó Santo Expedito, minha conversão, de hoje não posso adiar para amanhã, eu penso um dia ter a salvação, por isso desejo a vida cristã.

• 1 Pai Nosso; 3 Ave-Marias; e Glória ao Pai

ORAÇÃO FINAL

Ó Poderoso Santo Expedito, apresentai a Deus os meus pedidos, nesta hora de aflição e desespero em que me encontro. Atendei com urgência o que vos peço com fé e confiança. Anunciarei vosso nome bendito entre os irmãos para que se convertam a Cristo seguindo vosso belo exemplo de Mártir Glorioso, não trocando Jesus por nada neste mundo.

Amém


A Ressurreição de Cristo.
18/4/2011
 






Provavelmente não existe uma única pessoa no mundo que não tenha ouvido falar a respeito da morte e Ressurreição do Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas, naquele tempo, quando os fatos de sua morte e Ressurreição foram tão amplamente conhecidos, sua essência espiritual e seu sentido interior surgem como mistério da sabedoria de Deus, justiça e Seu amor infinito. Os maiores cérebros humanos, com impotência inclinavam-se perante esse mistério inconcebível da salvação. Não obstante, os frutos espirituais da morte e Ressurreição do Salvador são acessíveis à nossa fé e sensíveis ao coração. E graças à capacidade que nos foi dada de percebermos a luz espiritual da verdade Divina, somos convictos de que o Filho Encarnado de Deus em verdade morreu voluntariamente na Cruz para a purificação dos nossos pecados e ressuscitou para nos dar a vida eterna. Sobre esta convicção está baseada toda nossa concepção religiosa.

Agora, resumindo, vamos nos recordar dos principais acontecimentos ligados à Ressurreição do Salvador. Conforme narram os evangelistas, Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na Cruz na Sexta-feira, perto das 3 horas após o almoço, na véspera da páscoa hebraica. Naquela mesma noite, José de Arimatéia, um homem rico e honrado, juntamente com Nicodemus tiraram o corpo de Cristo da Cruz, ungiram-No com substâncias aromáticas, envolveram com linho (Sudário), conforme as tradições judaicas e sepultaram numa gruta de pedra. Essa gruta foi cortada por José para seu próprio sepultamento, mas por amor a Jesus cedeu-a. A referida gruta encontra-se no jardim de José, perto de Golgotá, onde Cristo foi crucificado. José e Nicodemus eram membros de Sanedrion (a corte suprema judaica) e ao mesmo tempo eram discípulos secretos de Cristo. A entrada da gruta, onde eles sepultaram o corpo de Jesus, foi fechada com uma enorme pedra. O sepultamento foi feito rapidamente e não conforme as leis, pois nessa noite iniciava-se a celebração da páscoa hebraica.

A despeito da celebração no Sábado de manhã, os sacerdotes e escrivães foram até Pilatos e pediram sua autorização para colocar soldados romanos para guardarem o túmulo. Foi colocado um lacre na pedra que fechava a entrada do sepulcro. Tudo isto foi feito como precaução, pois eles se lembraram das predições de Jesus Cristo, que Ele ressuscitaria no terceiro dia de sua morte.

Onde esteve o Senhor e Sua alma após Sua morte? Conforme a crença da Igreja, Ele desceu ao inferno junto com Seu sermão salvador e retirou de lá aqueles que acreditavam Nele .

No terceiro dia após Sua morte, no Domingo, de manhã cedo, quando ainda estava escuro e os guardas se encontravam em seu posto na sepultura lacrada, o Senhor Jesus Cristo Ressuscitou dos mortos. O mistério da Ressurreição, assim como o mistério da encarnação, - são inconcebíveis. Com a frágil mente humana, nós entendemos esse acontecimento da seguinte maneira: que no momento da Ressurreição a alma do Filho de Deus voltou ao Seu corpo, e em conseqüência o corpo reviveu e ficou imortal, vivificado e espiritualizado. Depois disto, o Cristo ressuscitado deixou a caverna sem derrubar a pedra e sem violar o lacre. Os guardas não viram o que aconteceu na caverna, e após a Ressurreição de Cristo continuavam vigiando o túmulo vazio. Em seguida aconteceu um terremoto, e então um Anjo de Deus desceu do céu, afastou a pedra da entrada do túmulo e sentou-se sobre ela. Ele tinha a aparência de um raio e sua roupa era alva como a neve. Os guardas, assustados com o Anjo, fugiram.

Nem as esposas dos produtores de mirra, nem os discípulos de Cristo, sabiam de nada do acontecido. Como o sepultamento de Cristo foi feito rapidamente, as esposas dos produtores de mirra combinaram que iriam ao túmulo no dia seguinte ao dos festejos da páscoa hebraica, ou seja, no Domingo, e terminariam a unção do corpo do Salvador com aromas e bálsamos. Elas inclusive não tinham conhecimento dos guardas romanos nem do selo. Quando a aurora começava a surgir, Maria Madalena, "outra" Maria, Salomé e algumas outras mulheres honradas foram até o túmulo levando a mirra perfumada. Pelo caminho, elas refletiam perplexas: "Quem irá retirar a pedra do túmulo?" - pois, conforme explica o Evangelho, a pedra era imensa. A primeira que se aproximou do sepulcro foi Maria Madalena. Vendo a sepultura vazia, ela correu para trás até aos discípulos Pedro e João e contou-lhes a respeito do desaparecimento do corpo do Mestre. Um pouco mais tarde chegaram ao túmulo outras portadoras de mirra. Elas viram um jovem vestido de branco sentado do lado direito do túmulo, o qual lhes disse: "Não se assustem, posto que sei que vocês procuram pelo Cristo crucificado. Ele Ressuscitou. Andem e digam aos discípulos Dele que eles O verão na Galiléia." Emocionadas com a notícia inesperada, elas apressaram-se para ir ter com os discípulos.

Entretanto os Apóstolos Pedro e João, tendo ouvido de Maria sobre o acontecido, vieram correndo à caverna: Porém, tendo encontrado ali apenas a mortalha e o tecido o qual estava na cabeça dé Jesus, voltaram perplexos para casa. Depois disso Maria Madalena voltou ao local do sepultamento de Cristo e começou a chorar. Nesse momento ela viu na sepultura dois Anjos vestidos de branco, os quais estavam sentados - um à cabeceira, outro aos pés, de onde estivere deitado o corpo de Jesus. Os Anjos perguntaram-lhe: "Por que você está chorando?." Após ter respondido aos Anjos, Maria voltou-se e viu Jesus Cristo, mas não o reconheceu. Pensando que se tratava de um jardineiro, ela perguntou: "Meu senhor, se você O retirou (Jesus Cristo) então diga onde O colocou e eu O pegarei." Então, o Senhor disse para ela: "Maria!." Ao ouvir a voz conhecida e tendo se voltado para Ele, ela reconheceu a Cristo e gritou: "Mestre" e jogou-se a Seus pés. Mas o Senhor não permitiu que ela O tocasse, mas ordenou que fosse ter com os discípulos e lhes contasse sobre o milagre da Ressurreição.

Nessa mesma manhã os guardas chegaram até aos sumo-sacerdotes e lhes relataram a respeito da aparição do Anjo e da sepultura vazia. Essa notícia deixou as autoridades judaicas muito agitadas: Cumpriram-se seus pressentimentos inquietantes. Agora para eles antes de mais nada, era necessário preocupar-se para que o povo não acreditasse na Ressurreição de Cristo. Tendo reunido o conselho, eles deram muito dinheiro aos soldados ordenando que propagassem e espalhassem o rumor dizendo que os discípulos de Jesus à noite, na hora em que os guardas dormiam, roubaram Seu corpo. Assim fizeram todos os guardas, e o boato sobre o roubo do corpo do Salvador se manteve por longo tempo entre o povo, e até hoje é chamado o dicha mentira.

No primeiro dia de Sua Ressurreição, o Senhor apareceu algumas vezes aos seus discípulos, os quais se escondiam individualmente ou em pequenos grupos em diversos lugares de Jerusalém. De acordo com as tradições da Igreja, Cristo primeiramente apareceu à Sua Mãe e com isto consolou Sua aflição materna. Depois, o Senhor apareceu às outras esposas dos feitores de mirra, lhes dizendo: "Alegrem-se!" Elas, por sua vez, se apressaram em dividir esta alegria com outros Apóstolos. Nesse mesmo dia o Senhor apareceu ainda para o Apóstolo Pedro e a dois discípulos - Lucas e Cléofas que estavam a caminho de Emaús. À noite Ele apareceu para todos os Apóstolos, os quais estavam reunidos para condenar os boatos sobre Sua Ressurreição. Com medo dos judeus, eles se trancaram em uma das casas de Jerusalém (pela tradição na sala onde aconteceu a Santa Ceia e onde sete semanas após a Páscoa o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos).

Depois de uma semana, o Senhor novamente apareceu aos Apóstolos, incluindo Tomé, o qual estava ausente na primeira aparição do Salvador. Para dispersar as dúvidas de Tomé a respeito de Sua Ressurreição, o Senhor permitiu que ele tocasse Suas chagas, e Tomé, agora convencido, caiu aos Seus pés, exclamando: "Meu Senhor e meu Deus!" Conforme narram os evangelistas, durante o período de quarenta dias após Sua Ressurreição, o Senhor ainda apareceu algumas vezes aos Apóstolos, conversou com eles e dava-lhes as últimas instruções. Um pouco antes da Sua Ascensão o Senhor apareceu para mais de cinqüenta crentes.

No quadragésimo dia após Sua Ressurreição o Senhor Jesus Cristo, na presença dos Apóstolos subiu aos céus e desde então Ele está sentado à "direita" de Seu pai. Os Apóstolos, encorajados com a Ressurreição do Salvador e Sua gloriosa Ascensão, voltaram à Jerusalém para aguardar a descida do Espírito Santo sobre eles, conforme lhes prometeu o Senhor.


A Semana Santa: simbolos e significado
18/4/2011
 




A Igreja propõe aos cristãos os sagrados mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus, tornado Homem, para no martírio da Cruz e na vitória sobre a morte, oferecer a todos os homens a graça da salvação.



Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos dá início à Semana Santa e lembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, aclamado pelos judeus.A Igreja recorda os louvores da multidão cobrindo os caminhos para a passagem de Jesus, com ramos e matos proclamando: “Hosana ao Filho de Davi. Bendito o que vem em nome do Senhor”. (Lc 19, 38; Mt 21, 9). Com esse gesto, portando ramos durante a procissão, os cristãos de hoje manifestam sua fé em Jesus como Rei e Senhor.

Quinta-feira Santa

Celebramos a Instituição do Sacramento da Eucaristia. Jesus, desejoso de deixar aos homens um sinal da sua presença antes de morrer, instituiu a eucaristia. Na Quinta-feira Santa, destacamos dois grandes acontecimentos:

Bênção dos Santos Óleos

Não se sabe com precisão, como e quando teve início a bênção conjunta dos três óleos litúrgicos. Fora de Roma, esta bênção acontecia em outros dias, como no Domingo de Ramos ou no Sábado de Aleluia. O motivo de se fixar tal celebração na Quinta-feira Santa deve-se ao fato de ser este último dia em que se celebra a missa antes da Vigília Pascal. São abençoados os seguintes óleos:

Óleo do Crisma - Uma mistura de óleo e bálsamo, significando a plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar “o bom perfume de Cristo”. É usado no sacramento da Confirmação (Crisma), quando o cristão é confirmado na graça e no dom do Espírito Santo, para viver como adulto na fé. Este óleo é usado também no sacramento para ungir os “escolhidos” que irão trabalhar no anúncio da Palavra de Deus, conduzindo o povo e santificando-o no ministério dos sacramentos. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.

Óleo dos Catecúmenos - Catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.

Óleo dos Enfermos - É usado no sacramento dos enfermos, conhecido erroneamente como “extrema unção”. Este óleo significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus. Sua cor é roxa.

Instituição da Eucaristia e Cerimônia do Lava-pés

Com a Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde de quinta-feira, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e comemora a Última Ceia, na qual Jesus Cristo, na noite em que vai ser entregue, ofereceu a Deus Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou para os Apóstolos para que os tomassem, mandando-lhes também oferecer aos seus sucessores. Nesta missa faz-se, portanto, a memória da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Durante a missa ocorre a cerimônia do Lava-Pés que lembra o gesto de Jesus na Última Ceia, quando lavou os pés dos seus apóstolos.O sermão desta missa é conhecido como sermão do Mandato ou do Novo Mandamento e fala sobre a caridade ensinada e recomendada por Jesus Cristo. No final da Missa, faz-se a chamada Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento ao altar-mor da igreja para uma capela, onde se tem o costume de fazer a adoração do Santíssimo durante toda a noite.

Sexta-feira Santa

Celebra-se a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, ao contrário do que muitos pensam, não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna. Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, é celebrada a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Depois deste momento não há mais comunhão eucarística até que seja realizada a celebração da Páscoa, no Sábado Santo.

Sábado Santo

No Sábado Santo ou Sábado de Aleluia, a principal celebração é a “Vigília Pascal”.

Vigília Pascal

Inicia-se na noite do Sábado Santo em memória da noite santa da ressurreição gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo. É a chamada “a mãe de todas as santas vigílias”, porque a Igreja mantém-se de vigília à espera da vitória do Senhor sobre a morte. Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a bênção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a liturgia da Palavra, que é uma série de leituras sobre a história da Salvação; a renovação das promessas do Batismo e, por fim, a liturgia eucarística.

Domingo de Páscoa

A palavra “páscoa” vem do hebreu “Peseach” e significa “passagem”. Era vivamente comemorada pelos judeus do Antigo Testamento. A Páscoa que eles comemoram é a passagem do mar Vermelho, que ocorreu muitos anos antes de Cristo, quando Moisés conduziu o povo hebreu para fora do Egito, onde era escravo. Chegando às margens do Mar Vermelho, os judeus, perseguidos pelos exércitos do faraó teriam de atravessá-lo às pressas. Guiado por Deus, Moisés levantou seu bastão e as ondas se abriram, formando duas paredes de água, que ladeavam um corredor enxuto, por onde o povo passou. Jesus também festejava a Páscoa. Foi o que Ele fez ao cear com seus discípulos. Condenado à morte na cruz e sepultado, ressuscitou três dias após, num domingo, logo depois da Páscoa judaica. A ressurreição de Jesus Cristo é o ponto central e mais importante da fé cristã. Através da sua ressurreição, Jesus prova que a morte não é o fim e que Ele é verdadeiramente o Filho de Deus. O temor dos discípulos em razão da morte de Jesus, na Sexta-Feira, transforma-se em esperança e júbilo. É a partir deste momento que eles adquirem força para continuar anunciando a mensagem do Senhor. São celebradas missas festivas durante todo o domingo.

A data da Páscoa

A fixação das festas móveis decorre do cálculo que estabelece o Domingo da Páscoa de cada ano. A Páscoa deve ser celebrada no primeiro domingo após a primeira lua cheia que segue o equinócio da primavera, no Hemisfério Norte (21 de março). Se esse dia ocorrer depois do dia 21 de abril, a Páscoa será celebrada no domingo anterior. Se, porém, a lua cheia acontecer no dia 21 de março, sendo domingo, será celebrada dia 25 de abril. A Páscoa não acontecerá nem antes de 22 de março, nem depois de 25 de abril. Conhecendo-se a data da Páscoa, conheceremos a das outras festas móveis. Domingo de Carnaval - 49 dias antes da Páscoa. Quarta-feira de Cinzas - 46 dias antes da Páscoa. Domingo de Ramos - 7 dias antes da Páscoa. Domingo do Espírito Santo - 49 dias depois.Corpus Christi - 60 dias depois.

Símbolos da Páscoa

Cordeiro: O cordeiro era sacrificado no templo, no primeiro dia da páscoa, como memorial da libertação do Egito, na qual o sangue do cordeiro foi o sinal que livrou os seus primogênitos. Este cordeiro era degolado no templo. Os sacerdotes derramavam seu sangue junto ao altar e a carne era comida na ceia pascal. Aquele cordeiro prefigurava a Cristo, ao qual Paulo chama “nossa páscoa” (1Cor 5, 7).
João Batista, quando está junto ao Rio Jordão em companhia de alguns discípulos e vê Jesus passando, aponta-o em dois dias consecutivos dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jô 1, 29 e 36).Isaías o tinha visto também como cordeiro sacrificado por nossos pecados ( Is 53, 7-12). Também o Apocalipse apresenta Cristo como cordeiro sacrificado, agora vivo e glorioso no céu. ( Ap 5,6.12; 13, 8).

Pão e vinho: Na ceia do Senhor, Jesus escolheu o pão e o vinho para dar vazão ao seu amor. Representando o seu corpo e sangue, eles são dados aos seus discípulos para celebrar a vida eterna.

Cruz: A cruz mistifica todo o significado da Páscoa na ressurreição e também no sofrimento de Cristo. No Conselho de Nicéia, em 325 d.C., Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Símbolo da Páscoa, mas símbolo primordial da fé católica.

Círio Pascal: É uma grande vela que é acesa no fogo novo, no Sábado Santo, logo no início da celebração da Vigília Pascal. Assim como o fogo destrói as trevas, a luz que é Jesus Cristo afugenta toda a treva do erro, da morte, do pecado. É o símbolo de Jesus ressuscitado, a luz dos povos. Após a bênção do fogo acende-se, nele, o Círio. Faz-se a inscrição dos algarismos do ano em curso; depois cravam-se cinco grãos de incenso que lembram as cinco chagas de Jesus, e as letras “alfa” e “ômega”, primeira e última letra do alfabeto grego, que significam o princípio e o fim de todas as coisas.

Celebra-se hoje, 19 de março, a Solenidade de São José.
19/3/2011
 



Neste dia, a Igreja, espalhada pelo mundo todo, recorda solenemente a santidade de vida do seu patrono.

Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo.

Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.

No Evangelho de São Mateus vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo.

"Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa" (Mt 1,24).

O Verbo Divino quis viver em família. Hoje, deparamos com o testemunho de José, “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.

Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o patrono. E é grande intercessor de todos nós.

Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à vontade do Senhor.

São José, rogai por nós!

DOM LUIZ GONZAGA FECHIO É ORDENADO BISPO AUXILIAR DE BELO HORIZONTE
19/3/2011
 




DOM LUIZ GONZAGA FECHIO É ORDENADO BISPO AUXILIAR DE BELO HORIZONTE

A Catedral de São Carlos Borromeu, em São Carlos, foi o local escolhido para a ordenação episcopal do bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG), dom Luiz Gonzaga Fechio. Bispos de várias dioceses, padres, diáconos, autoridades e fieis lotaram a catedral para a missa de ordenação, que foi presidida pelo arcebispo de Belo Horizonte, dom Walmor de Oliveira Azevedo.

No dia 19 de janeiro, o papa Bento XVI nomeou o então padre da paróquia dos Santos Anjos, da diocese de São Carlos, Luiz Gonzaga Fechio. Nestes dois meses, a diocese de São Carlos viveu a expectativa de ver a 11º ordenação episcopal de um padre nascido na cidade paulista.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo, durante a celebração, lembrou que no mesmo dia 19, é comemorado o dia de São José, patrono da Igreja. Disse que o bispo, seguindo o exemplo de São José, deve exercer a paternidade e a irmandade. “Nosso ministério, a exemplo de José na sua paternidade, é a tarefa missionária de edificar a realeza de Cristo”. Dirigindo-se a dom Luiz Fechio, o arcebispo disse: “Vamos juntos edificar esta realeza de Cristo na arquidiocese de Belo Horizonte”. Dom Walmor ainda lembrou que a paternidade característica do ministério episcopal permite compreender que “a realeza em Cristo não é dominação, nem poder. É serviço”.

A celebração foi concluída com um pronunciamento de dom Luiz Gonzaga. O bispo pediu para que todos, especialmente aqueles que fazem parte da diocese de São Carlos e da arquidiocese de Belo Horizonte, orem por ele. “A graça que recebi não é um ponto de chegada, não é para que eu a guarde comigo, é para que o Senhor me use para distribuir muitas graças, principalmente ao pequeno”. Dom Luiz pediu a proteção de Deus, de São José e, em especial, Nossa Senhora da Piedade. “Que Nossa Senhora, que hoje lembro como Nossa Senhora da Piedade, Padroeira de Minas Gerais, me carregue em seu colo”, disse.

"Pela Graça de Deus" é o lema escolhido por dom Luiz Fechio para seu episcopado. O início das atividades do bispo auxiliará arquidiocese de Belo Horizonte será em abril.



CNBB divulga tema da Campanha da Fraternidade 2011
9/3/2011
 



Tema: “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme como em dores de parto”.



“A Campanha da Fraternidade de 2011, reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, no problema das mudanças climáticas. Ela se coloca em sintonia com uma cultura que está se expandindo cada vez mais, em todo o mundo, de respeito pelo meio ambiente e do lugar em que Deus nos coloca, não só para vivermos e convivermos, mas também para fazer deste o paraíso com o qual tanto sonhamos”, disse dom Dimas.

A Campanha da Fraternidade terá início na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março de 2011, e se estende por toda a Quaresma.

Questionado se a escolha do lema “A criação geme como em dores de parto” foi feita em virtude das discussões acerca do aborto que ocorre neste período eleitoral, o presidente da CNBB disse que não e explicou o processo de definição dos temas da Campanha da Fraternidade.

REFLEXÃO PARA O SENTIDO DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS
8/3/2011
 




Sentido litúrgico

A Quarta-feira de Cinzas é a porta de entrada da Quaresma. Com a imposição das cinzas começa oficial e solenemente o tempo de preparação para a Páscoa. Entramos no grande Templo onde se vive, de maneira mais intensa, o programa que Jesus nos propõe: oração, esmola e jejum. Nossos olhos e nosso coração estão sintonizados na Páscoa.
A oração que este tempo nos sugere vai além das simples fórmulas tão comuns em nosso cotidiano: é a oração do cego e a do publicano: “Jesus, Filho de Davi, tem piedade de mim!”. “Ó meu Deus, tem piedade de mim, pecador!”. Oração de súplica e de arrependimento. Oração de quem se reconhece pecador. Trata-se da oração do coração, que busca a união com Deus, através dela.
Leia Lc 18,1; 21,36; 1Tess 5,17; Ef. 6,18.
O jejum também vai muito além de abstenção de alimentos. O Profeta Joel nos acusa dizendo que reduzimos a exigência divina a um simples formalismo exterior: “Rasgai vossos corações e não vossas vestes”. Que valor tem deixar de comer carne, para substituí-la por um prato de bacalhau que custa muito mais caro?! Joel fala de um jejum que apela para uma conversão profunda. Entender jejuar como criar um espaço, um vazio em nós para que a graça de Deus nos refaça e nos preencha.
Leia Is 58,3-7; Joel 1,4; 2,15; Jonas 3,5.
A esmola não se reduz à oferta de dinheiro, alimentos, roupas e outros objetos: “Misericórdia eu quero e não vossos sacrifícios”. Deus espera que tiremos algo de nós mesmos para lhe oferecer. A oferta exterior precisa simbolizar e significar essa doação interior: tiramos algo de nós, um pedaço mesmo, para oferecer a Deus.
Leia Sl. 40,6 Is 43,23 Jer 6,20 Os 6,6.
A cinza na cabeça é usada em sinal de penitência, de conversão, de luto pelo pecado. É um sinal exterior que expressa o arrependimento interior e o desejo de conversão. Reconhecemos que somos pecadores e que devemos trabalhar pela mudança de vida. A cinza na testa revela sobretudo um compromisso de viver o tempo de preparação para a Páscoa.
Leia 2Sam 13,19 Est 4,1 Jó 2,8; Jon 3,6.
O Rito da Imposição das Cinzas com todo seu simbolismo nos provoca para viver o espírito quaresmal, ou seja, atitude interior, constante, permanente, preparando-nos para a Páscoa.

A história ensina

Desde o século 4º, a Igreja vem se preparando para a Páscoa com 40 dias de austeridade, à semelhança da experiência vivida por Cristo no deserto. Como na antiga disciplina os domingos não eram dias de penitência nem de jejum, a quaresma somente somava 36 dias. Sendo assim, a Igreja antecipou para Quarta-feira de Cinzas para completar os 40 dias.
A Igreja assumiu a tradição do Antigo Testamento propondo como programa para o tempo quaresmal oração, esmola e jejum. Entre os séculos 4º e 10º havia um rigor muito grande com relação aos pecadores públicos. Eles eram excluídos de participar da celebração eucarística. Vestiam uma túnica, colocavam cinzas na cabeça e eram separados da comunidade eclesial: precisavam ser reconciliados oficialmente aqueles que cometiam pecado grave de caráter público. A Cerimônia da reconciliação acontecia na 5a Feira Santa, e a da expulsão, na 4ª Feira de Cinzas.
O texto do Profeta Joel influenciou a Igreja no sentido de abrandar o rigor da disciplina: “vosso Deus é benigno e compassivo, paciente e cheio de misericórdia, inclinado a perdoar o castigo”. A partir do século 8º o rito foi tomando um caráter mais geral com a introdução de normas que permitiam a todos os cristãos receberem as cinzas como reconhecimento de nossa condição de pecadores.
Importante notar que os pecadores expulsos da assembléia continuavam assistindo as reuniões litúrgicas da Quaresma, conforme testemunha Santo Agostinho que escreveu homilias aos penitentes presentes no templo.
Hoje este sentido original da imposição das cinzas se estendeu a todos os cristãos como sinal de entrada na Quaresma e preparação para a Páscoa. Tem um sentido autenticamente penitencial que se expressa em algumas virtudes: oração, simplicidade de vida, espírito de pobreza e desapego, parcimônia no comer e no beber, cuidado com as palavras, disponibilidade de tempo para os outros, e outras virtudes penitenciais.
As Cinzas provêm dos ramos de oliveira abençoados e usados no ano anterior, no Domingo de Ramos. É colocado na testa do cristão como gesto de humildade, arrependimento, reconhecimento dos próprios erros e, ao mesmo tempo, de muita confiança em Deus. A testa aponta para o mental, o pensamento: convida a refletir, analisar, avaliar, examinar a consciência, as atitudes de vida.

Uma vida pascal

Todas as semanas da Quaresma nasceram ao mesmo tempo: de tal forma foram hoje organizadas que em conjunto com a Oração das Horas, oferecem uma verdadeira catequese pascal. Ajudam-nos a entender que a Páscoa não é uma festa, mas uma atitude de vida, um jeito de viver: somos chamados a viver uma vida pascal, de passagem, de transfiguração.
É um esforço de todos os dias para superar o egoísmo, os vícios, o ódio, a indiferença pelos irmãos, crescendo no amor, na dedicação, na doação de nossa vida. É um trabalho perseverante para vencer as injustiças, o sistema de vida baseado na ganância, no luxo, na violência, no consumismo, no aumento do capital a qualquer custo. É positivamente se unir a outras pessoas e grupos para construir uma sociedade segundo o Coração de Deus: uma sociedade justa e fraterna, baseada na partilha, na solidariedade, no respeito a cada ser humano, no amor sem exclusão e preconceito.
O documento de Medellin lembra a situação do povo que saiu das terras do Egito, fazendo a passagem pelo Mar Vermelho, para nos dizer que é preciso viver a passagem “de condições menos humanas a condições mais humanas!




VIVENDO A QUARESMA
8/3/2011
 



“Em nome de Cristo, suplicamos: reconciliem-se com Deus. Aquele que nada tinha a ver com o pecado, Deus o fez pecado por causa de nós, a fim de que por meio dele sejamos reabilitados por Deus. Visto que somos colaboradores de Deus, nós exortamos vocês para que não recebam a graça de Deus em vão. Pois Deus diz na Escritura: ‘Eu escutei você no tempo favorável, e no dia da salvação vim em seu auxílio’. É agora o momento favorável. É agora o dia da salvação” (2Coríntios 5, 20-6, 2).

O que é a Quaresma?

Do latim quadragesima, é o período de quarenta dias - da Quarta-feira de Cinzas até a Quinta-feira Santa - que antecedem a festa ápice do Cristianismo: A Ressurreição de Jesus Cristo.

Qual seu sentido?

É o período de preparação para a Páscoa, reservado para a reflexão, a conversão espiritual. O católico deve aproximar-se de Deus visando seu crescimento espiritual. É um momento voltado à reflexão, onde cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo.
A Quaresma não tem sentido isolada da Páscoa. Na caminhada quaresmal não vamos ao encontro do nada ou da morte, mas caminhamos para a ressurreição do Senhor e nossa. Quaresma é, portanto, tempo de conversão e reconciliação com Deus e com as pessoas.
“Rasguem o coração, e não as roupas! Voltem para Javé, o Deus de vocês, pois ele é piedade e compaixão, lento para a cólera e cheio de amor...” (Joel 2, 13).

Qual a origem da Quaresma?

As origens da Quaresma são antigas. Já no século IV se fala de quarentena penitencial. Antes disso, nos séculos II e III, costumava-se fazer alguns dias de jejum em preparação da Páscoa.

Qual o significado dos 40 dias?

O Número 40 é simbólico. Na Bíblia o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. A duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia: Quarenta dias do dilúvio, quarenta anos de peregrinação do povo judeu, quarenta dias de Moisés e Elias na montanha, quarenta dias de Jesus jejuando no deserto, entre outros. Esses períodos vêm antes de fatos importantes e mostram a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo nosso coração para o que há de vir.

O que fazer no tempo da Quaresma?

A Igreja propõe, por meio do Evangelho, três grandes linhas de ação: oração, penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em toda a sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus.

Quantos domingos tem a Quaresma?

A Quaresma possui cinco domingos, mais o Domingo de Ramos - início da Semana Santa. Durante toda a Quaresma a cor litúrgica é o roxo, um convite à conversão, à penitência e à fraternidade.

Por que não se canta o Aleluia?

O clima de Quaresma deve transparecer também na ausência do Aleluia e do Glória. Aleluia significa “Louvai Javé”, e é aclamação marcada pela alegria e pela festa. O Clima da Quaresma não combina com isso, pois não é tempo de festa. O Aleluia será uma explosão de alegria na Vigília Pascal. Também o Glória é omitido pelos mesmos motivos.

O que é a Via-Sacra e quando surgiu?

Nas quartas e sextas-feiras da Quaresma costuma-se fazer a Via-Sacra. A palavra significa “caminho sagrado”, e segue os passos de Jesus rumo à cruz. É um ato de piedade que se reza e se medita sobre 14 episódios da dolorosa sexta-feira santa. Tem início na primeira estação, onde Jesus é condenado à morte, até o sepultamento de Jesus. Ultimamente acrescentou-se a 15ª edição – a ressurreição de Jesus, pois a morte não o venceu ou derrotou.
A prática de percorrer esse “caminho sagrado” é antiga. Fala-se dela no século IV e pelo que tudo indica, nasceu em Jerusalém. A partir do século XVII, as estações foram fixadas em 14.

O que acontece se Solenidades caem em um domingo da Quaresma?

Tomemos por referência a Festa de São José, dia 19 de março. A Norma estabelece que festas não prevalecem sobre os mistérios da nossa redenção. Portanto, quando 19 de março for um domingo da Quaresma, a solenidade de São José é transferida e celebrada no dia seguinte, segunda-feira.

O que é a Campanha da Fraternidade?

A caminhada da Quaresma é acompanhada pela realização da Campanha da Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo Cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário. É uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem na prática a transformação da sociedade a partir de um problema específico. É um sinal altamente positivo para chamar a atenção, denunciar, convocar à conversão e suscitar gestos concretos.

Quais os objetivos da Campanha da Fraternidade?

Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade; renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade mais justa e solidária.

Como começou a Campanha da Fraternidade?

O projeto de uma campanha de fraternidade que já existia regionalmente em Natal, no Rio Grande do Norte desde 1961, tornou-se nacional pela CNBB no dia 26 de dezembro de 1963 com uma resolução do Concílio Vaticano II. O Projeto realizou-se na Quaresma de 1964. Neste ano, aconteceu a primeira Campanha da Fraternidade com o Tema: “Igreja em Renovação”, e o lema: “Lembre-se que você também é Igreja”.




O que é a CNBB?

A CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – é a instituição permanente que congrega os Bispos da Igreja Católica no País. Foi fundada de 14 a 17 de outubro de 1952 por Dom Hélder Câmara e Dom Eugênio Araújo Sales. Com o clima criado pelo Concílio Vaticano II, estimulou-se a reestruturação da CNBB, promovendo a colegialidade entre os bispos.
Todo ano, desde 1964, a CNBB promove a Campanha da Fraternidade, escolhendo temas que são sempre aspectos da realidade social, econômica e política do país.
Desta forma, a CNBB, sendo a Igreja no Brasil, celebra a Quaresma em preparação à Páscoa com a Campanha da Fraternidade, dando ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.
Sem a CNBB, a história do Brasil teria sido escrita de forma bem diferente. Comprometida com a liberdade e a justiça, sempre se colocou ao lado dos oprimidos, chamando a atenção da sociedade e do governo para a realidade do País.


Tire suas máscaras nesse carnaval
3/3/2011
 



“Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma.” (1Cor 6,12)

Está chegando aquela época do ano em que o mundo coloca sua fantasia. Época em que prega-se que o pecado é permitido. É mais um Carnaval que se aproxima.

Colocar fantasias ou adereços para uma festa não é problema algum. Pelo contrário, pode ser realmente muito divertido. O real problema está em colocar esta fantasia na alma e vesti-la de forma a ser outra pessoa, para si mesmo e para os outros. Na verdade, está se fingindo que com aquela fantasia, tudo pode, tudo é bom, afinal de contas, não é você que está ferindo o Coração de Deus, mas o seu personagem.

“O corpo, porém, não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o corpo. Deus, que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitrá a nós pelo seu poder. Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, então, os membros de Cristo e os farei membros de uma prostituta? De modo algum!” (1Cor 6,13b-15)

Nesse Carnaval, vamos fazer diferente! Que tal um Carnaval onde você pode ser você mesmo. Uma festa que não acaba quando a música para, mas que continua quando você vai para casa. Um Carnaval sem máscaras na alma, sem alegrias falsas e passageiras, mas com a verdadeira presença de Deus.

Não acredite na história de que nessa época o pecado deixa de ser pecado. Acredite sim na sua consciência e na vontade de Deus para conduzir você e sua família pelo caminho da felicidade

Postado por: Marcia Figueiredo

O QUE QUER DIZER "QUARESMA"?
24/2/2011
 



A palavra Quaresma vem do Latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a Ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.

Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal.

O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais. Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir.

A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.

Papa Bento XVI divulga mensagem para a Quaresma 2011
22/2/2011
 



A partir da quarta-feira de cinzas, dia 9 de março, a Igreja inicia o tempo da Quaresma, em preparação à Páscoa. O papa Bento XVI divulgou na manhã de hoje, terça-feira, 22, a Mensagem para Quaresma 2011. Na mensagem, o papa cita a importância do Batismo na vida do cristão e a Quaresma, como ocasião para essa reflexão.

“Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva”, diz Bento XVI, num dos trechos da mensagem.

O Papa ressalta a relevância do Batismo como sendo uma atual fonte de conversão: “O Batismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo”.

No texto, o papa afirma ainda a importância da palavra de Deus como direção para viver “com o devido empenho este tempo litúrgico precioso. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus?”.

“Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Batismo”, assim termina a mensagem do papa Bento XVI para a Quaresma 2011.

Leia o texto na íntegra:

“Sepultados com Ele no batismo, foi também com Ele que ressuscitastes” (cf. Cl 2, 12).

Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma, que nos conduz à celebração da Santa Páscoa, é para a Igreja um tempo litúrgico muito precioso e importante, em vista do qual me sinto feliz por dirigir uma palavra específica para que seja vivido com o devido empenho. Enquanto olha para o encontro definitivo com o seu Esposo na Páscoa eterna, a Comunidade eclesial, assídua na oração e na caridade laboriosa, intensifica o seu caminho de purificação no espírito, para haurir com mais abundância do Mistério da redenção a vida nova em Cristo Senhor (cf. Prefácio I de Quaresma).

1. Esta mesma vida já nos foi transmitida no dia do nosso Batismo, quando, “tendo-nos tornado partícipes da morte e ressurreição de Cristo” iniciou para nós “a aventura jubilosa e exaltante do discípulo” (Homilia na Festa do Batismo do Senhor, 10 de Janeiro de 2010).

São Paulo, nas suas Cartas, insiste repetidas vezes sobre a singular comunhão com o Filho de Deus realizada neste lavacro. O fato que na maioria dos casos o Batismo se recebe quando somos crianças põe em evidência que se trata de um dom de Deus: ninguém merece a vida eterna com as próprias forças. A misericórdia de Deus, que lava do pecado e permite viver na própria existência «os mesmos sentimentos de Jesus Cristo», é comunicada gratuitamente ao homem.

O Apóstolo dos gentios, na Carta aos Filipenses, expressa o sentido da transformação que se realiza com a participação na morte e ressurreição de Cristo, indicando a meta: que assim eu possa “conhecê-Lo, a Ele, à força da sua Ressurreição e à comunhão nos Seus sofrimentos, configurando-me à Sua morte, para ver se posso chegar à ressurreição dos mortos” (Fl 3, 10- 11). O Batismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo.

Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva. Os Padres do Concílio Vaticano II convidaram todos os Pastores da Igreja a utilizar «mais abundantemente os elementos batismais próprios da liturgia quaresmal» (Const. Sacrosanctum Concilium, 109). De fato, desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Batismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mistério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos (cf. Rm 8,).

Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: deveras eles vivem o Batismo como um ato decisivo para toda a sua existência.

2. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus? Por isso a Igreja, nos textos evangélicos dos domingos de Quaresma, guia-nos para um encontro particularmente intenso com o Senhor, fazendo-nos repercorrer as etapas do caminho da iniciação cristã: para os catecúmenos, na perspectiva de receber o Sacramento do renascimento, para quem é batizado, em vista de novos e decisivos passos no seguimento de Cristo e na doação total a Ele.

O primeiro domingo do itinerário quaresmal evidencia a nossa condição dos homens nesta terra. O combate vitorioso contra as tentações, que dá início à missão de Jesus, é um convite a tomar consciência da própria fragilidade para acolher a Graça que liberta do pecado e infunde nova força em Cristo, caminho, verdade e vida (cf. Ordo Initiationis Christianae Adultorum, n. 25). É uma clara chamada a recordar como a fé cristã implica, a exemplo de Jesus e em união com Ele, uma luta «contra os dominadores deste mundo tenebroso» (Hb 6, 12), no qual o diabo é ativo e não se cansa, nem sequer hoje, de tentar o homem que deseja aproximar-se do Senhor: Cristo disso sai vitorioso, para abrir também o nosso coração à esperança e guiar-nos na vitória às seduções do mal.

O Evangelho da Transfiguração do Senhor põe diante dos nossos olhos a glória de Cristo, que antecipa a ressurreição e que anuncia a divinização do homem. A comunidade cristã toma consciência de ser conduzida, como os apóstolos Pedro, Tiago e João, «em particular, a um alto monte» (Mt 17, 1), para acolher de novo em Cristo, como filhos no Filho, o dom da Graça de Deus: «Este é o Meu Filho muito amado: n’Ele pus todo o Meu enlevo. Escutai-O» (v. 5).

É o convite a distanciar-se dos boatos da vida quotidiana para se imergir na presença de Deus: Ele quer transmitir-nos, todos os dias, uma Palavra que penetra nas profundezas do nosso espírito, onde discerne o bem e o mal (cf. Hb 4, 12) e reforça a vontade de seguir o Senhor. O pedido de Jesus à Samaritana: “Dá-Me de beber” (Jo 4, 7), que é proposto na liturgia do terceiro domingo, exprime a paixão de Deus por todos os homens e quer suscitar no nosso coração o desejo do dom da “água a jorrar para a vida eterna” (v. 14): é o dom do espírito Santo, que faz dos cristãos “verdadeiros adoradores” capazes de rezar ao Pai “em espírito e verdade” (v. 23). Só esta água pode extinguir a nossa sede do bem, da verdade e da beleza! Só esta água, que nos foi doada pelo Filho, irriga os desertos da alma inquieta e insatisfeita, “enquanto não repousar em Deus”, segundo as célebres palavras de Santo Agostinho.

O domingo do cego de nascença apresenta Cristo como luz do mundo. O Evangelho interpela cada um de nós: ”Tu crês no Filho do Homem?”. “Creio, Senhor” (Jo 9, 35.38), afirma com alegria o cego de nascença, fazendo-se voz de todos os crentes. O milagre da cura é o sinal que Cristo, juntamente com a vista, quer abrir o nosso olhar interior, para que a nossa fé se torne cada vez mais profunda e possamos reconhecer n’Ele o nosso único Salvador. Ele ilumina todas as obscuridades da vida e leva o homem a viver como “filho da luz”.

Quando, no quinto domingo, nos é proclamada a ressurreição de Lázaro, somos postos diante do último mistério da nossa existência: “Eu sou a ressurreição e a vida... Crês tu isto?” (Jo 11, 25-26). Para a comunidade cristã é o momento de depor com sinceridade, juntamente com Marta, toda a esperança em Jesus de Nazaré: “Sim, Senhor, creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo» (v. 27).
A comunhão com Cristo nesta vida prepara-nos para superar o limite da morte, para viver sem fim n’Ele. A fé na ressurreição dos mortos a esperança da vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido derradeiro da nossa existência:

Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade doa a dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e ao seu viver social, à cultura, à política, à economia. Privado da luz da fé todo o universo acaba por se fechar num sepulcro sem futuro, sem esperança. O percurso quaresmal encontra o seu cumprimento no Tríduo Pascal, particularmente na Grande Vigília na Noite Santa: renovando as promessas batismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor da nossa vida, daquela vida que Deus nos comunicou quando renascemos “da água e do Espírito Santo”, e reconfirmamos o nosso firme compromisso em corresponder à ação da Graça para sermos seus discípulos.

3. O nosso imergir-nos na morte e ressurreição de Cristo através do Sacramento do Batismo, estimula-nos todos os dias a libertar o nosso coração das coisas materiais, de um vínculo egoísta com a “terra”, que nos empobrece e nos impede de estar disponíveis e abertos a Deus e ao próximo. Em Cristo, Deus revelou-se como Amor (cf 1 Jo 4, 7-10). A Cruz de Cristo, a “palavra da Cruz” manifesta o poder salvífico de Deus (cf. 1 Cor 1, 18), que se doa para elevar o homem e dar-lhe a salvação: amor na sua forma mais radical (cf. Enc. Deus cáritas est, 12). Através das práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do empenho de conversão, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo. O Jejum, que pode ter diversas motivações, adquire para o cristão um significado profundamente religioso: tornando mais pobre a nossa mesa aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas – e não só do supérfluo – aprendemos a desviar o olhar do nosso «eu», para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo (cf. Mc 12, 31).

No nosso caminho encontramo-nos perante a tentação do ter, da avidez do dinheiro, que insidia a primazia de Deus na nossa vida. A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha. A idolatria dos bens, ao contrário, não só afasta do outro, mas despoja o homem, torna-o infeliz, engana-o, ilude-o sem realizar aquilo que promete, porque coloca as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida.

Como compreender a bondade paterna de Deus se o coração está cheio de si e dos próprios projetos, com os quais nos iludimos de poder garantir o futuro? A tentação é a de pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos...». «Insensato! Nesta mesma noite, pedir-te-ão a tua alma...» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola é uma chamada à primazia de Deus e à atenção para com o próximo, para redescobrir o nosso Pai bom e receber a sua misericórdia.

Em todo o período quaresmal, a Igreja oferece-nos com particular abundância a Palavra de Deus. Meditando-a e interiorizando-a para a viver quotidianamente, aprendemos uma forma preciosa e insubstituível de oração, porque a escuta atenta de Deus, que continua a falar ao nosso coração, alimenta o caminho de fé que iniciamos no dia do Batismo. A oração permite-nos também adquirir uma nova concepção do tempo: de fato, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência ele cadencia simplesmente os nossos passos rumo a um horizonte que não tem futuro. Ao contrário, na oração encontramos tempo para Deus, para conhecer que “as suas palavras não passarão” (cf. Mc 13, 31), para entrar naquela comunhão íntima com Ele “que ninguém nos poderá tirar” (cf. Jo 16, 22) e que nos abre à esperança que não desilude, à vida eterna.

Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual somos convidados a contemplar o Mistério da Cruz, é «fazer-se conformes com a morte de Cristo» (Fl 3, 10), para realizar uma conversão profunda da nossa vida: deixar-se transformar pela ação do Espírito Santo, como São Paulo no caminho de Damasco; orientar com decisão a nossa existência segundo a vontade de Deus; libertar-nos do nosso egoísmo, superando o instinto de domínio sobre os outros e abrindo-nos à caridade de Cristo. O período quaresmal é momento favorável para reconhecer a nossa debilidade, acolher, com uma sincera revisão de vida, a Graça renovadora do Sacramento da Penitência e caminhar com decisão para Cristo.
Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Batismo. Renovemos nesta Quaresma o acolhimento da Graça que Deus nos concedeu naquele momento, para que ilumine e guie todas as nossas ações. Tudo o que o Sacramento significa e realiza, somos chamados a vivê-lo todos os dias num seguimento de Cristo cada vez mais generoso e autêntico. Neste nosso itinerário, confiemo-nos à Virgem Maria, que gerou o Verbo de Deus na fé e na carne, para nos imergir como ela na morte e ressurreição do seu Filho Jesus e ter a vida eterna.

FONTE:CNBB

EVANGELHO COMENTADO - VII Domingo do Tempo Comum - Evangelho: (Mt 5, 38-48)
21/2/2011
 



Disse Jesus: “Vós ouvistes o que foi dito: ‘Olho por olho e dente por dente!’ Eu, porém, vos digo: Não enfrenteis quem é malvado! Pelo contrário, se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda! Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto! Se alguém te forçar a andar um quilômetro, caminha dois com ele! Dá a quem te pedir e não vires as costas a quem te pede emprestado. Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’…

…Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons e faz cair a chuva sobre justos e injustos. Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito.

COMENTÁRIO

Perdoar a quem nos perdoa é fácil, mas para ser um verdadeiro cristão temos que perdoar aos nossos inimigos. E a ordem de Jesus é bem clara: “Acautelai-vos, se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender perdoa-lhe. Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe” (Lucas 17, 3-4). Em muitas situações somos machucados, feridos e humilhados e a maioria das vezes por pessoas que não esperávamos, pessoas próximas de nós.
Diante destas situações da vida, como agir? O que fazer? Temos de ser luz mesmo muitas vezes tendo que passar por cima do nosso orgulho que grita dentro de nós para que paguemos com a mesma moeda. Por isso temos que ter a grandeza de reconhecer que o único incapaz de cometer contra nós estas faltas é somente o Senhor que nunca nos decepcionará. Nós, seres humanos, somos imperfeitos. Muitas vezes achamos que somos melhores do que o outro que está ao nosso lado, e o ferimos. Somos incapazes de ver no outro a face do Pai, talvez se fizéssemos este exercício de lembrar que o outro é a imagem e semelhança de Deus, teríamos mais compaixão uns pelos outros. “O amor nada mais é que o brilho de Deus nos homens” (Padre Pio). Peçamos a intercessão deste Santo Padre para que consigamos enxergar no outro este brilho de Deus para que aprendamos a dar este perdão que é algo divino e que só os verdadeiros seguidores de Jesus Cristo são capazes de dar. Saibamos que o perdão não é o esquecimento do fato, não é como um passe de mágica que de repente se esquece tudo, não é esperar que tudo se resolva de uma vez, é um exercício diário. Não podemos esquecer que estamos sujeitos ao erro e que somos pecadores e necessitados do perdão divino. Da mesma forma que espero o perdão de Deus o meu próximo também precisa do meu.
Para sermos perdoados por Deus temos que dar o perdão a todos àqueles que de uma forma ou de outra nos ofenderam. Sigamos o exemplo do nosso Pai do céu que nos perdoou de nossos pecados dando seu filho único para que fossem remidas todas as nossas faltas e em nenhum momento fica nos lembrando dos pecados confessados, pois, o Senhor não os coloca de lado para sempre nos lembrar, Ele os apaga. Pecados confessados são pecados esquecidos.
Não deixemos que a mágoa ou o rancor nos corroa por dentro, nos afastando Daquele que só nos amou e continua a nos amar mesmo diante das nossas infidelidades e sabendo que nos esquecemos D’Ele com a maior facilidade e todas as vezes que desejamos voltar, Ele nos acolhe com amor verdadeiro e não nos pergunta aonde andamos e o que fizemos. Lembre-se: somente estando ao lado D’aquele que é a fonte do perdão seremos capazes de perdoar. Converse sempre com Jesus, Ele sempre te mostrará o caminho a seguir, te dará a grandeza de aprender a perdoar.
Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. (Jo 13, 35). ”
Não é bastante amar, é preciso prová-lo” (Santa Terezinha).

A Igreja celebra hoje Nossa Senhora de Lourdes
11/2/2011
 



Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu, nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras do dia de hoje.

“Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá voltei e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.

Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado. Mas em virtude dos méritos de Cristo Jesus, Nossa Senhora, nessa aparição, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles com oração, conversão, penitência.

Isso aconteceu após 4 anos da proclamação do dogma da Imaculada Conceição. Deus quis e sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja. Que chancela do céu essa aparição da Virgem Maria em Lourdes! E os sinais, os milagres que aconteceram e continuam a acontecer naquele local.

Lá, onde as multidões afluem, o clero e vários papas lá estiveram. Agora, temos a graça de ter o Papa Bento XVI para nos alertar sobre este chamado.

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

SOS ORAÇÃO INÍCIO 20 DE JANEIRO
16/1/2011
 
VENHA REZAR CONOSCO!!!

TODA QUINTA-FEIRA A PARTIR DAS 19H30 NA PARÓQUIA SÃO NICOLAU DE FLÜE EM SÃO CARLOS

TRANSMISSÃO AO VIVO!!!

ACESSE: http://www.sosoracao.com.br/radio/RadioSOSWEB.html

Mensagem de Natal
24/12/2010
 



“Jesus nasce para sua vida. Então prepare o seu coração para que Ele, trazendo a salvação, nasça em você, que é o presépio. O presépio é você!

Acolha o Menino Jesus em seu coração, Ele se compadece de você e a salvação acontece, porque você é o presépio. Ele não tem medo. Jesus nasce no meio dos seus espinhos. Ele está aí para salvar você e sua família.

Talvez você tenha que pegá-Lo no colo e apertá-Lo, porque os seus não O acolhem; mas Ele nasceu!” .

Desejamos a você internauta e a toda a sua família um Feliz e Santo Natal!!

Pe Eduardo Malaspina e Equipe SOS Oração


Ainda dá tempo de preparar o seu Natal!
22/12/2010
 



E como nos preparar para vivê-lo?
Você deve estar pensando: "Meu Deus, como passou rápido o ano, já estamos de novo no Natal! Gente, eu nem vi o ano passar! Parece que os anos estão passando mais rapidamente...". Bom, se o Natal deste ano o pegou nessa situação, certamente é porque você não encontrou tempo para se preparar para ele. Então, que tal começar agora, mesmo em cima da hora, não deixando que este ano seja somente mais um ano? Pelo tempo dedicado à preparação podemos imaginar a consideração e a importância de um acontecimento.



Se você deixa tudo para a última hora e sempre confia que no final dá tempo de improvisar e dar um jeitinho nas coisas, isso mostra que tudo o que vem pela frente tem pouca importância para você – do jeito que as coisas saírem, está bem! O contrário também é válido. Se você se prepara, com antecedência, tudo bem planejado com sentido correto e na expectativa de bem celebrar, esse acontecimento realmente é para você um fato de muita importância.



O tempo que gastamos na preparação anuncia a importância do acontecimento para nós. Por isso, vive bem o Natal quem se prepara para ele. Mas, como me preparar para o Natal? Será que é fazendo as minhas compras, escolhendo bem as roupas e presentes? Antes de tudo isso, você precisa descobrir que o Natal verdadeiro acontece de "dentro para fora". Todas as celebrações e manifestações de carinho são demonstrações externas de um Natal bem celebrado no coração. Isso significa deixar que, por primeiro, o Menino Deus nasça em seu coração. O lugar onde acontece o Natal é no seu coração e não nas vitrines das lojas.



Mas será que isso dói? Não, pode ficar tranquilo. O que sempre acontece com quem deixa o Natal ocorrer dentro de si são mudanças positivas e o amadurecimento da própria fé. Experimente, neste ano, oferecer-se ao Senhor, como o presépio do ano de 2010, dando a Ele toda a liberdade de nascer em você. Isso certamente mudará sua vida. É muito simples e, talvez, por isso, nós adultos tenhamos tanta dificuldade de cultivar em nós a alegria natalina. Nós gostamos de complicar todas as coisas e o Natal é muito simples. Tão simples que se nós não nos prepararmos, deixaremos passar despercebida a graça de ser visitados pelo nosso bom Deus.



Prepare-se e experimente! O Natal de quem acolhe o Menino Jesus é sempre um novo Natal. Deixa marcas e lembranças maravilhosas. Acontece quando a Sagrada Família encontra um coração para ficar e fazer aí sua morada. A Luz se faz presente, os anjos cantam “Glória a Deus nas Alturas...” e você se torna para os outros um presépio vivo, sendo na sua própria vida uma testemunha do nascimento de Cristo Jesus. Aí tem sentido trocar presentes e abraços, pois assim o Menino Jesus está no centro desse tempo maravilhoso.

Tenha um Feliz Natal! Isso só depende de você! Prepare-se, será inesquecível!



Padre Fabrício Andrade
Comunidade Canção Nova


Horários das Missas de Natal e Final de Ano na Paróquia São Nicolau de Flüe
20/12/2010
 



Dia 24/12 - 20h

Dia 25/12- 8h e 19h

Dia 31/12 - 20h

Dia 01/01 - 19h


O presépio é uma escola de vida
16/12/2010
 





O sinal mais significativo e bonito do Natal é o presépio. Quando criança no interior da Bahia via varias famílias se mobilizando para montar o seu na sala de sua casa, eu ajudava a minha irmã a fazer também o de nossa família. Nele os principais personagens daquela cena humilde e encantadora, Deus visita o seu povo. Colocávamos varias coisas que também falavam de nossas vidas. Depois de prontos as casas abriam suas portas para visitas de vizinhos e amigos e o Natal já começava a acontecer nos nossos corações e entre nós. Jesus quer nascer na manjedoura do seu coração, o menino Jesus era o ultimo a ser colocado naquele presépio, assim era a tradição, que neste Natal Ele seja o primeiro e o grande presente em nossas vidas e nossas famílias.

Palavra de origem latina, que significa “local onde se recolhe o gado”, o presépio é uma representação de cariz espiritual da cena do nascimento de Jesus, que assume contornos poéticos e bucólicos, em que não faltam animais de estábulo, pastores, anjos e reis magos.
Atribui-se a S. Francisco de Assis, no século XIII, a idéia de encenar o nascimento de Jesus, tal qual este se deu numa gruta em Belém. Existem registros de que o terá então feito, em 1223, numa gruta da cidade italiana de Greccio, para a qual, se diz, levou uma vaca e um burro e onde mandou instalar uma manjedoura, cheia de feno, para festejar a vinda do Filho de Deus à terra com as mesmas condições que rodearam o seu nascimento: pobreza, simplicidade, humildade, encanto e fraternidade de Deus com os homens. A sua intenção era dar um sentido de atualidade à Natividade e reviver a Eucaristia, trazer de novo o Evangelho para o espaço natural de vida dos homens. O presépio de S. Francisco não tinha, por isso, figuras, Jesus era representado pela hóstia. Veja o que disse o Papa Bento XVI sobre o presépio:


Caros irmãos e irmãs!

Já estamos no terceiro domingo do Advento. Hoje na liturgia ecoa o apelo do Apóstolo Paulo: “Alegrai-vos sempre no Senhor! Repito, alegrai-vos… o Senhor está próximo” (Filipenses 4:4-5). A mãe Igreja, enquanto nos prepara para o santo Natal, ajuda-nos a redescobrir o sentido e o sabor da felicidade cristã, tão diferente daquela do mundo. Neste domingo, dando continuidade a uma bela tradição, as crianças de Roma trazem ao Papa, para que sejam abençoadas, as pequenas estátuas do Menino Jesus, que serão depois colocadas em seus berços. E, de fato, vejo presentes, aqui na Praça de São Pedro, tantas crianças e adolescentes, juntamente com pais, professores e catequistas.

Caríssimos, vos saúdo com todo o afeto e vos agradeço por terem vindo. Para mim é motivo de grande júbilo saber que em vossas famílias se conserva a tradição de montar o presépio. Porém, ainda que importante, repetir este gesto tradicional não é suficiente. É necessário buscar viver, na realidade do dia-a-dia, aquilo que o presépio representa, isto é, o amor de Cristo, a sua humildade, sua pobreza. Foi o que fez São Francisco de Assis em Greccio: representou ao vivo a cena da Natividade, para assim poder contemplá-la e adorá-la, mas principalmente para que pudesse saber a melhor forma de pôr em prática a mensagem do Filho de Deus, que por amor a nós despojou-se de tudo e se fez uma pequena criança.

A bênção dos “Bambinelli” – como se diz em Roma – nos lembra que o presépio é uma escola de vida, do qual podemos aprender o segredo da verdadeira felicidade. Esta não consiste de muitas posses, mas em nos sentirmos amados pelo Senhor, em doar-se aos outros e no querer bem. Olhemos para o presépio: Nossa Senhora e São José não parecem uma família de muita sorte; tiveram seu primeiro filho em meio a grandes dificuldades; e, no entanto, estão plenos de alegria interior, porque se amam, se ajudam, e, principalmente, porque estão certos de que Deus está a operar em sua história, o Qual se fez presente no pequeno Jesus. E quanto aos pastores? Que motivos teriam para se alegrarem? Aquele recém-nascido não mudará sua condição de pobreza e marginalização. Mas a fé os ajuda a reconhecer no “menino envolto em faixas e deitado numa manjedoura”, o “sinal” do cumprimento das promessas de Deus para todos os homens “que são do seu agrado” (Lc 2,12. 14), inclusive para eles!

É nisto, caros amigos, que consiste a verdadeira felicidade: no sentir que nossa existência pessoal e comunitária é visitada e preenchida por um grande mistério, o mistério do amor de Deus. Para sermos felizes, necessitamos não apenas de coisas, mas também de amor e de verdade: necessitamos de um Deus próximo, que aqueça nosso coração, que responda aos nossos anseios mais profundos. Esse Deus se manifestou em Jesus, nascido da Virgem Maria. Por isso, aquele Menininho, que colocamos na cabana ou na gruta, é o centro de tudo, é o coração do mundo. Oremos para que cada homem, como fez a Virgem Maria, possa acolher, como o centro da própria vida, o Deus que se fez Menino, fonte da verdadeira felicidade.

Fonte: (ZENIT.org). - Publicamos o discurso proferido por Bento XVI neste domingo por ocasião da oração do Ângelus, junto aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

Oração: A Virgem dá hoje à luz o Eterno. E a terra oferece uma gruta ao Inacessível. Os anjos e os pastores o louvam, e os magos avançam com a estrela. Porque Tu nasceste para nós, Menino, Deus eterno! Hoje só será Natal se em ti e em tua família nasce de Maria o Senhor Jesus.



Horário de confissões para o Natal
10/12/2010
 



Teremos em nossa paróquia Confissões Comunitárias nos respectivos dias e horários:

Dia 18 sábado - 10h da manhã

Dia 19 domingo - 20h30

Dia 22 quarta-feira - 20h

Dia 23 quinta-feira - 20h

Prepare-se para o Natal!!!
Não deixe de se reconciliar com o Senhor.

Informações na secretaria da paróquia: 3307.8587

Oração a Nossa Senhora da Imaculada Conceição
8/12/2010
 



Hoje a Igreja Celebra Nossa Senhora da Imaculada Conceição
Missa às 19h30 na Paróquia São Nicolau de Flüe em São Carlos com Pe Eduardo Malaspina
TRANSMISSÃO AO VIVO PELA WEB TV

Mais do que memória ou festa de um dos santos de Deus, neste dia estamos solenemente comemorando a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos.

Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.

A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe SantAna, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: "Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós".

No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: "Maria isenta do pecado original".

A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: "Eu Sou a Imaculada Conceição".

Oração:

Virgem Santíssima, que fostes concebida sem o pecado original e por isto merecestes o título de Nossa Senhora da Imaculada Conceição e por terdes evitado todos os outros pecados, o Anjo Gabriel vos saudou com as belas palavras: "Ave Maria, cheia de graça"; nós vos pedimos que nos alcanceis do vosso divino Filho o auxílio necessário para vencermos as tentações e evitarmos os pecados e, já que vós chamamos de Mãe, atendei-nos com carinho maternal e ajudai-nos a viver como dignos filhos vossos. Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós.

Advento
28/11/2010
 








Meditando a chegada de Cristo, devemos buscar o arrependimento dos nossos pecados e preparar o nosso coração .O Ano Litúrgico começa com o Tempo do Advento; um tempo de preparação para a Festa do Natal de Jesus. Este foi o maior acontecimento da História: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. Esse acontecimento precisa ser preparado e celebrado a cada ano. Nessas quatro semanas de preparação, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e que vem no final dos tempos.


Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Um dia, o Senhor voltará para colocar um fim na História humana, mas o nosso encontro com Ele também está marcado para logo após a morte.


Nas duas últimas semanas, lembrando a espera dos profetas e de Maria, nós nos preparamos mais especialmente para celebrar o nascimento de Jesus em Belém. Os Profetas anunciaram esse acontecimento com riqueza de detalhes: nascerá da tribo de Judá, em Belém, a cidade de Davi; seu Reino não terá fim... Maria O esperou com zelo materno e O preparou para a missão terrena.


Para nos ajudar nesta preparação usa-se a Coroa do Advento, composta por 4 velas nos seus cantos – presas aos ramos formando um círculo. A cada domingo acende-se uma delas. As velas representam as várias etapas da salvação. Começa-se no 1º Domingo, acendendo apenas uma vela e à medida que vão passando os domingos, vamos acendendo as outras velas, até chegar o 4º Domingo, quando todas devem estar acesas. As velas acesas simbolizam nossa fé, nossa alegria. Elas são acesas em honra do Deus que vem a nós. Deus, a grande Luz, "a Luz que ilumina todo homem que vem a este mundo", está para chegar, então, nós O esperamos com luzes, porque O amamos e também queremos ser, como Ele, Luz.


No lº Domingo, há o perdão oferecido a Adão e Eva. Eles morreram na terra, mas viverão em Deus por Jesus Cristo. Sendo Deus, Jesus fez-se filho de Adão para salvar o seu pai terreno. Meditando a chegada de Cristo, que veio no Natal e que vai voltar no final da História, devemos buscar o arrependimento dos nossos pecados e preparar o nosso coração para o encontro com o Senhor. Para isso, nada melhor que uma boa Confissão, bem feita.


Até quando adiaremos a nossa profunda e sincera conversão para Deus?


No 2º Domingo, meditamos a fé dos Patriarcas. Eles acreditaram no dom da terra prometida. Pela fé, superaram todos os obstáculos e tomaram posse das Promessas de Deus. É uma oportunidade de meditarmos em nossa fé; nossa opção religiosa por Jesus Cristo; nosso amor e compromisso com a Santa Igreja Católica – instituída por Ele para levar a salvação a todos os homens de todos os tempos. Qual tem sido o meu papel e o meu lugar na Igreja? Tenho sido o missionário que Jesus espera de todo batizado para salvar o mundo?


No 3º Domingo, meditamos a alegria do rei Davi. Ele celebrou a aliança e sua perpetuidade. Davi é o rei imagem de Jesus, unificou o povo judeu sob seu reinado, como Cristo unificará o mundo todo sob seu comando. Cristo é Rei e veio para reinar; mas o seu Reino não é deste mundo; não se confunde com o “Reino do homem”; seu Reino começa neste mundo, mas se perpetua na eternidade, para onde devemos ter os olhos fixos, sem tirar os pés da terra.


No 4º Domingo, contemplamos o ensinamento dos Profetas: Eles anunciaram um Reino de paz e de justiça com a vinda do Messias. O Profeta Isaías apresenta o Senhor como o Deus Forte, o Conselheiro Admirável, o Príncipe da Paz. No seu Reino acabarão a guerra e o sofrimento; o boi comerá palha ao lado do leão; a criança de peito poderá colocar a mão na toca da serpente sem mal algum. É o Reino de Deus que o Menino nascido em Belém vem trazer: Reino de Paz, Verdade, Justiça, Liberdade, Amor e Santidade.


A Coroa do Advento é o primeiro anúncio do Natal. Ela é da cor verde, que simboliza a esperança e a vida, enfeitada com uma fita vermelha, simbolizando o amor de Deus que nos envolve e também a manifestação do nosso amor, que espera ansioso o nascimento do Filho de Deus.


O Tempo do Advento deve ser uma boa preparação para o Natal, deve ser marcado pela conversão de vida – algo fundamental para todo cristão. É um processo de vital importância no relacionamento do homem com Deus. O grande inimigo é a soberba, pois quem se julga justo e mais sábio do que Deus nunca se converterá. Quem se acha sem pecado, não é capaz de perdoar ao próximo, nem pede perdão a Deus.


Deus – ensinam os Profetas – não quer a morte do pecador, mas que este se converta e viva. Jesus quer o mesmo: “Eu vim para que todos tenham a vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). Por isso Ele chamou os pecadores à conversão: “Convertei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus” (Mt 4,17); “convertei-vos e crede no Evangelho” ( Mc 1,15).


Natal do Senhor, este é o tempo favorável; este é o dia da salvação!

A Esperança
24/11/2010
 



Se você está desanimado, se sente desolado; se seu coração parece não sentir nada, se está vivendo "noites escuras" e em desespero, reaviva sua esperança firme e convicta em Deus. Muitas vezes o "silêncio" de Deus acontece para te proporcionar crescimento espiritual, amadurecimento da fé e fortaleza da caridade.
Padre Pio de Pietrelcina, disse certa vez: "Se Jesus se manifesta a você, agradeça-Lhe; se Se esconde, agradeça-Lhe também. É tudo parte do jogo do amor".
Deus nos dá o nosso eixo, mas precisamos sempre esperar Nele e não colocar nossa esperança em coisas materiais, como no trabalho, no dinheiro, em certas pessoas. Cada um sabe onde costuma colocar sua esperança e sabe também o quanto se decepciona se ela não for colocada somente em Deus.
Tendo esperança pura e perfeita em Deus, nada será capaz de abalar e atrapalhar a união belíssima de criatura e criador, nem trevas e dor. Ao esperarmos pacientemente em Nosso Senhor Jesus Cristo, encontraremos força suficiente para continuar nos caminhos da vida.
Quando deixamos a esperança escapar é como se deixássemos apagar a luz de Deus que brilha em nós. E sem Ele, aí sim entraremos na real escuridão dessa existência, sentiremos frio e passaremos a viver tristemente sós. Ora, quem está só perturbar-se, não quer mais a companhia de seu único salvador, se sente excluído, quando, na verdade, foi ele mesmo que se excluiu do amor de Deus.
Ao contrário, quando temos esperança em Deus, deixamos de estar só, para vivermos em solidão, que significa "só em Deus". O solitário está com Deus, sempre em paz, sabendo que tem o amparo divino.
Nessa jornada da vida, não podemos caminhar sem esperança em Deus!
As pessoas em nossa volta muitas vezes nos auxiliam e precisamos uns dos outros, sempre nos amando mutuamente. Em certos momentos necessitamos de companhia, em outros, da solidão. Mas nossa esperança deve estar baseada em Deus. Ele é nosso amor maior, é o nosso Senhor e é nossa esperança pura e perfeita.
Por isso, espere em Deus, mesmo que pareça não haver mais esperança, numa determinação heróica de sua alma. Com discernimento o Senhor te conduzirá para o fim para o qual você foi criado: louvá-lo, reverenciá-lo e servi-lo, e, dessa forma, alcançar a salvação de sua alma. Sua esperança o levará à verdade e ela te libertará.


A igreja celebra hoje a Apresentação de Nossa Senhora no Templo
21/11/2010
 



A memória que a Igreja celebra hoje não encontra fundamentos explícitos nos Evangelhos Canônicos, mas algumas pistas no chamado proto-evangelho de Tiago, livro de Tiago, ou ainda, História do nascimento de Maria. A validade do acontecimento que lembramos possui real alicerce na Tradição que a liga à Dedicação da Igreja de Santa Maria Nova, construída em 543, perto do templo de Jerusalém.

Os manuscritos não canônicos, contam que Joaquim e Ana, por muito tempo não tinham filhos, até que nasceu Maria, cuja infância se dedicou totalmente, e livremente a Deus, impelida pelo Espírito Santo desde sua concepção imaculada. Tanto no Oriente, quanto no Ocidente observamos esta celebração mariana nascendo do meio do povo e com muita sabedoria sendo acolhida pela Liturgia Católica, por isso esta festa aparece no Missal Romano a partir de 1505, onde busca exaltar a Jesus através daquela muito bem soube isto fazer com a vida, como partilha Santo Agostinho, em um dos seus Sermões:

"Acaso não fez a vontade do Pai a Virgem Maria, que creu pela fé, pela fé concebeu, foi escolhida dentre os homens para que dela nos nascesse a salvação; criada por Cristo antes que Cristo nela fosse criado? Fez Maria totalmente a vontade do Pai e por isto mais valeu para ela ser discípula de Cristo do que mãe de Cristo; maior felicidade gozou em ser discípula do que mãe de Cristo. E assim Maria era feliz porque já antes de dar à luz o Mestre, trazia-o na mente".

A Beata Maria do Divino Coração dedicava devoção especial à festa da Apresentação de Nossa Senhora, de modo que quis que os atos mais importantes da sua vida se realizassem neste dia.

Foi no dia 21 de novembro de 1964 que o Papa Paulo VI, na clausura da 3ª Sessão do Concílio Vaticano II, consagrou o mundo ao Coração de Maria e declarou Nossa Senhora Mãe da Igreja.


Nossa Senhora da Apresentação, rogai por nós!

Neste domingo, 21, a Igreja celebra a Festa de Cristo Rei , o Divino Rei !
21/11/2010
 



A festa de Cristo Rei foi criada pelo papa Pio XI em 1925. Instituiu que fosse celebrada no último domingo de outubro. Agora, na reforma litúrgica passou ao último domingo do ano litúrgico como ponto de chegada de todo o mistério celebrado, para dar a entender que Ele é o fim para o qual se dirigem todas as coisas.

A criação desta festa tinha uma conotação política de grandiosidade. Quem, dos mais antigos, não foi da Cruzada Eucarística? Roupinha branca, fita amarela com cruz e dois traços azuis para os melhores. Qual era o comprimento? - Viva Cristo! – Rei! Este amor a Cristo Rei sustentou os cristãos na perseguição do México. Quantos mártires não entregaram a vida proclamando: Viva Cristo Rei! Quem sabe nos falte uma definição maior para o Reino de Cristo.

A oração da missa assim reza: “Deus que dispusestes restaurar todas as coisas em vosso Filho Amado, Rei do Universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade vos glorifiquem eternamente”. Vejamos os termos: Rei do Universo, vossa majestade. Para este sentido endereça a primeira leitura: A glória do Filho do Homem - “Seu poder é poder eterno que não lhe será tirado e seu reino, um reino que não se dissolverá” (Dn l7,14). Cristo com sua morte e ressurreição foi feito o Senhor da Glória. Seu Reino não tem fim.

Rei da Verdade.

Mesmo que seja um reino, o é diferente dos reinos e governos do mundo. Jesus se proclama rei diante de Pilatos: “Tu és Rei?” Pergunta Pilatos diante no tribunal. “Tu o dizes, eu sou rei. Para isso nasci e vim ao mundo, para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta minha voz” (Jo 18,37). Jesus é rei da verdade. Pilatos pergunta-lhe: “O que é a verdade?” Mas não espera a resposta. (É comum em nossa vida perguntar as coisas para Deus e não querer saber a resposta). O que é esta verdade que é a identificação com Ele próprio? “Eu sou a Verdade e a vida” (Jo 14,6). Ser verdade para Jesus é ser Ele próprio o testemunho da vontade do Pai: Estabelecer no mundo o domínio da misericórdia amorosa da qual o Pai é a fonte. “Graças a esta vontade é que somos salvos” (Hb 10.10). Durante sua vida procura unicamente fazer a vontade do Pai: “E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia” (Jo.6,39).

Um reino de sacerdotes.

Todo povo de Deus tem, como Cristo esta realeza. Esta é o domínio do amor que transforma o mundo. O amor é a primeira fonte da união com Deus. Ele faz de nossos gestos de serviço aos outros, da transformação das estruturas de escravidão em liberdade, um sacerdócio do povo de Deus e de cada um que santifica o universo. Ser cristão é já construir o reino de Cristo no mundo. A modalidade de construir este reino é o serviço fraterno, humilde como Cristo fez na sua morte que o glorificou. Unindo nossa vontade à sua e a vontade do Pai, podemos crer em verdade que Ele é Rei e Senhor.

Leituras: Daniel 7,13-14; Apocalipse 1,5-8; João 18,33-37

Contexto:

1. A festa de Cristo Rei, instituída por Pio XI, tinha uma finalidade político-religiosa de mostrar o senhorio de Jesus sobre o mundo, acima das situações de ateísmo e falta de religião. Esta festa foi colocada, na reforma litúrgica, no final do ano litúrgico para dar a perceber que Cristo é o centro do universo e para Ele tudo conflui.

2. Cristo, diante de Pilatos se declara rei da verdade. Ele conhece toda a verdade, por isso dá por ela a vida. A verdade é o desígnio do Pai de implantar no mundo o reino da misericórdia amorosa.

3. Todo o povo de Deus é sacerdotal, isto é, está unido a Cristo para a transformação do mundo em um mundo que sirva a Deus no culto verdadeiro que procede de um coração que ama.

"Peçamos, nesta Solenidade de Cristo-Rei, a graça da conversão, para compreendermos a lógica do Cristo! Como o Ladrão, supliquemos: "Lembra-te de mim, Senhor, quando vieres no teu Reino!"


Bom Domingo a todos!



Reunião da Pastoral da consolação 24 de Novembro às 19h30 na Paróquia São Nicolau de Flüe
20/11/2010
 



São poucas as situações que causam tanto desconforto quanto a morte. Ainda que se saiba que ela é inevitável e faz parte do curso natural da vida, ao acontecer na sua casa ou no seu grupo de amigos, não há quem fique indiferente.

Quando a morte inverte o curso da vida, e um filho morre antes dos seus pais, é muito comum que as pessoas não saibam o que dizer, como lidar com a situação e muitas vezes confundem-se entre seus próprios sentimentos e temores, sem saber como agir para ajudar as pessoas que sofrem.

Por isso existe em nossa paróquia a Pastoral da Consolação, ela é formada por pessoas que perderam seus entes queridos.Escutamos muitos relatos de pais e mães sobre o que os ajuda na hora em que seus filhos se vão. São inúmeras as questões que surgem diante desta situação.

Esperamos vocês para compartilhar esse momento de dor junto a nós!

Informações: (16) 33078587

Darlei:16-3374-8907


12º Cerco de Jericó – Paróquia São Nicolau de Flüe De 19 a 27 de Novembro de 2010
17/11/2010
 

Tema: “Em tudo dai graças” (1 Tes 5, 18a)


• 19/11 – Sexta-feira - Tema: Dai graças ao Senhor pela Sua infinita misericórdia
Lema: “Vossa palavra é minha herança para sempre, porque é ela que me alegra o coração” (Sl 118)
15h - Missa de Abertura
20h – Celebração Eucarística

• 20/11 – Sábado - Tema: Dai graças ao Senhor pela Divina Providência em nossas vidas
Lema: “O Senhor é meu amor, meu refúgio, fortaleza e abrigo; é meu escudo: é nele que espero” (Sl 143)
19h – Celebração Eucarística

• 21/11 – Domingo - Tema: Dai graças ao Senhor por estar presente em todos os momentos da nossa vida e não nos abandonar
Lema: “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado” (Lc 23,42)
8, 10h e 19h - Celebração Eucarística

• 22/11 – Segunda-feira - Tema: Dai graças ao Senhor pela oportunidade que temos de nos purificar de nossos pecados através do Sacramento da confissão
Lema: “Subirá até o monte do Senhor quem tem mãos puras e o coração inocente” (Sl 23)
20h – Celebração Eucarística

• 23/11 – Terça-feira - Tema: Dai graças ao Senhor por aqueles que Ele colocou em nossas vidas: familiares, amigos, irmãos de comunidade
Lema: “Cuidado para não serdes enganados” (Lc 21,8)
20h – Celebração Eucarística
• 24/11 – Quarta-feira - Tema: Dai graças ao Senhor pelo dom das nossas vidas e pelo amor que tem por cada um de nós
Lema: “É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida eterna” (Lc 21, 19)
20h – Celebração Eucarística

• 25/11 – Quinta-feira - Tema: Dai graças ao Senhor por Ele ter chamado a cada um de nós O termos atendido
Lema: “ Bem-aventurados os que foram convidados para a Ceia Nupcial das bodas do Cordeiro” (Sl 99)
18h – Celebração Eucarística
19h30 – SOS Oração

• 26/11 – Sexta-feira - Tema: Dai graças ao Senhor por ter nos propiciado alegria e força para superarmos as dores e os sofrimentos
Lema: “Meu coração exulta de alegria no Deus vivo” (Sl 83)
15h – Missa da Misericórdia
20h – Celebração Eucarística

• 27/11 – Sábado - Tema: Dai graças ao Senhor por Sua mão estar sempre sob nós
Lema: “Ficai atentos e orai a todo momento” (Lc 21,36a)
3h – Encerramento do Cerco de Jericó com Celebração Eucarística

Minoria Diferente
19/10/2010
 



“Ora, a vida eterna consiste em que conheçam a ti, um só Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo que enviaste.” (João 17, 3)

E fácil ser honesto no mundo programado para a desonestidade? É fácil manter-se puro, num mundo poluído pela imoralidade e arrasado por filosofias existencialistas, que pregam e ensinam que tudo o que conta na vida é o “aqui e agora”?
A revista Vogue aumentou consideravelmente o número de seus leitores depois de uma grande campanha publicitária que declara: “Vogue é lida pela esmagadora minoria”. A mensagem transmitia a idéia de que o importante não era o número de leitores, mas a qualidades destes. Ser minoria não pe problema se a minoria se tornar esmagadora.
O que Jesus estava querendo dizer em Sua oração intercessória, é justamente que Seu povo sempre seria a minoria, mas devia ser uma minoria esmagadora, capaz de revolucionar o mundo, Uma minoria que não fosse contaminada, mas que “contaminasse”, que não fosse influenciada, mais que influenciasse.
Repetidas vezes Ele afirmou essa mensagem ao usar as figuras do sal, que sendo a minoria em meio aos elementos que formam uma comida, é capaz de mudar completamente o sabor dela. Outra vez usou a figura da luz, que sendo apenas um raio insignificante, pode romper o poder das trevas que reinam num quarto escuro.
A esmagadora minoria!
A esmagadora minoria de Gideão foi capaz de derrotar o inimigo. A esmagadora minoria dos cristãos primitivos foi capaz de levar o evangelho para todos os cantos do mundo conhecido daquele tempo.
Não tenha medo de formar parte da minoria, mas tenha certeza de que ela é “esmagadora”. Não tenha medo de que todos os seus colegas na faculdade saibam que você não fuma, não bebe e não usa drogas porque ama a Jesus. Não tenha vergonha de que todos os seus colegas de trabalho saibam que você não pode ter “aventuras” imorais porque ama a Jesus. Não sinta vergonha de ser honesto, de defender a virtude, de valorizar princípios, mesmo vivendo num mundo que o faz sentir-se na contramão da vida.
Faça de Jesus o centro de sua vida e permita que Ele viva em você as grandes virtudes do evangelho, sem falso moralismo, mas de maneira natural e autêntica.

Pedro Napoleão Jr. - http://vidajovemcrista.com.br

Pastoral dos Surdos
6/10/2010
 






Ao contrário do que muitos imaginam a Linguagem de Sinais não são simplesmente mímicas e gestos soltos, utilizados pelos surdos para facilitar a comunicação. São línguas com estruturas gramaticais próprias.

O objetivo da Pastoral dos Surdos da Paróquia São Nicolau de Flüe é incluir a pessoa com deficiência auditiva nas Igrejas Católicas, levar ao surdo a possibilidade de chegar mais próximo de Deus, entender a Palavra e conhecer seus ensinamentos.
Temos projetos para catequizar pessoas surdas também tanto adultos como crianças.
Conseqüentemente o surdo aprende ou melhora o uso das LIBRAS nas conversas, pelo convívio durante a pastoral.
As reuniões são às sextas-feiras das 20h às 21h30.
As missas com acompanhamento em libras são sempre aos domingos às 19h.
A coordenação da pastoral dos surdos é composta por quatro pessoas:
- 1º ouvinte (interprete): Michele Toso;
- 1º surdo: Renato Mendes;
- 2º ouvinte (interprete): Amana Cristina;
- 2º Surdo: Fátima Segundo;


Para obter mais informações ou detalhes, entre em contato conosco:

- Pelo nosso e-mail: pastoraldosurdosc@yahoo.com;
- Na secretaria da Paróquia São Nicolau no horário comercial pelo telefone (16) 3307.8587;
- Venha falar conosco! Nas missas de domingo a noite com a ouvinte e interprete Michele Toso ou nas missas das crianças das 10h da manhã também aos domingos com a ouvinte e interprete: Amana Cristina.







Libras... Você sabe o que é?????
6/10/2010
 







Libras é a sigla da Língua Brasileira de Sinais.

As Línguas de Sinais (LS) são as línguas naturais das comunidades surdas.
Ao contrário do que muitos imaginam, as Línguas de Sinais não são simplesmente mímicas e gestos soltos, utilizados pelos surdos para facilitar a comunicação. São línguas com estruturas gramaticais próprias.
Atribui-se às Línguas de Sinais o status de língua porque elas também são compostas pelos níveis lingüísticos: o fonológico, o morfológico, o sintático e o semântico.
O que é denominado de palavra ou item lexical nas línguas oral-auditivas são denominados sinais nas línguas de sinais.
O que diferencia as Línguas de Sinais das demais línguas é a sua modalidade visual-espacial.
Assim, uma pessoa que entra em contato com uma Língua de Sinais irá aprender uma outra língua, como o Francês, Inglês etc.
Os seus usuários podem discutir filosofia ou política e até mesmo produzir poemas e peças teatrais.
Informações Técnicas

1 LIBRAS

A LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) tem sua origem na Língua de Sinais Francesa.
As Línguas de Sinais não são universais. Cada país possui a sua própria língua de sinais, que sofre as influências da cultura nacional.
Como qualquer outra língua, ela também possui expressões que diferem de região para região (os regionalismos), o que a legitima ainda mais como língua.

2 Sinais

Os sinais são formados a partir da combinação da forma e do movimento das mãos e do ponto no corpo ou no espaço onde esses sinais são feitos. Nas línguas de sinais podem ser encontrados os seguintes parâmetros que formarão os sinais:
2.1 Configuração das mãos: São formas das mãos que podem ser da datilologia (alfabeto manual) ou outras formas feitas pela mão predominante (mão direita para os destros ou esquerda para os canhotos), ou pelas duas mãos.
Os sinais DESCULPAR, EVITAR e IDADE, por exemplo, possuem a mesma configuração de mão (com a letra y). A diferença é que cada uma é produzida em um ponto diferente no corpo.

2.2 Ponto de articulação: é o lugar onde incide a mão predominante configurada, ou seja, local onde é feito o sinal, podendo tocar alguma parte do corpo ou estar em um espaço neutro.

2.3 Movimento: Os sinais podem ter um movimento ou não. Por exemplo, os sinais PENSAR e EM-PÉ não têm movimento; já os sinais EVITAR e TRABALHAR possuem movimento.

2.4 Expressão facial e/ou corporal: As expressões faciais / corporais são de fundamental importância para o entendimento real do sinal, sendo que a entonação em Língua de Sinais é feita pela expressão facial.

2.5 Orientação/Direção: Os sinais têm uma direção com relação aos parâmetros acima. Assim, os verbos IR e VIR se opõem em relação à direcionalidade.

3 Convenções da LIBRAS

3.1 A grafia: os sinais em LIBRAS, para simplificação, serão representados na Língua Portuguesa em letra maiúscula. Ex.: CASA, INSTRUTOR.

3.2 A datilologia (alfabeto manual): usada para expressar nomes de pessoas, lugares e outras palavras que não possuem sinal, estará representada pelas palavras separadas por hífen. Ex.: M-A-R-I-A, H-I-P-Ó-T-E-S-E.

3.3 Os verbos: serão apresentados no infinitivo. Todas as concordâncias e conjugações são feitas no espaço. Ex.: EU QUERER CURSO.

3.4 As frases: obedecerão à estrutura da LIBRAS, e não à do Português. Ex.: VOCÊ GOSTAR CURSO? (Você gosta do curso?)

3.5 Os pronomes pessoais: serão representados pelo sistema de apontação. Apontar em LIBRAS é culturalmente e gramaticalmente aceito.

Para conversar em LIBRAS não basta apenas conhecer os sinais de forma solta, é necessário conhecer a sua estrutura gramatical, combinando-os em frases.


Fonte: www.libras.or.bg

SOS ORAÇÃO
6/10/2010
 



Momento de espiritualidade, reconciliação com Deus, oração, adoração ao Santíssimo Sacramento comandado pelo Pe Eduardo Malaspina.

Viva momentos de profunda intimidade com Deus toda quinta-feira a partir das 19h30 na Paróquia São Nicolau de Flüe em São Carlos - SP, localizada na Rua Dr Pedro Raimundo, 80 Vila Carmem, Botafogo.

Venha rezar conosco!! Participe!!!

Acompanhe-nos pelo link:

http://www.sosoracao.com.br/radio/RadioSOSWEB.html

Instalação de Novos Ministros
28/9/2010
 



"Guarda o teu mandato íntegro e sem mancha até a manifestação gloriosa de nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Tm 6,14).

Sob a ordem de Deus na liturgia da segunda leitura do último domingo, 26 de setembro, encerrando as Festividades do Santo Padroeiro, São Nicolau de Flüe, a comunidade de São Nicolau juntamente com os sacerdotes Pe Eduardo malaspina e Pe Oswaldo Pereira, recebe como presente de Deus quatorze novos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão que estarão a serviço da Igreja, da Eucaristia e da comunidade.

Que Deus abençõe o Ministério de todos os novos ministros e fortalece o dos que estão já a serviço.

Pastoral de Surdos da Paróquia São Nicolau em destaque na EPTV São Carlos
27/9/2010
 
"É no silêncio exterior, mas sobretudo, no interior, que se consegue ouvir a voz de Deus” (Papa Bento XVI)

A Celebração Eucarística do último domingo, 26 de setembro, teve destaque especial à Pastoral dos Surdo em comemoração ao Dia nacional do Surdo.
O grupo formado há um ano e meio e sob a coordenação da fonoaudióloga Michele Toso conta com 20 participantes.
O encontro da Pastoral de Surdos acontece semanalmente nas dependências da Paróquia São Nicolau às sextas-feiras às 20h onde há o estudo de sinais católicos em libras e preparação para a missa dominical sempre ás 19h.
Em destaque a esse belíssimo trabalho de inclusão na comunidade Paroquial de São Nicolau de Flüe a EPTV São Carlos esteve presente na Celebração Eucarística e veiculou nas edições dessa segunda-feira a reportagem que podemos assistir acessando o link:

http://eptv.globo.com/emc/VID,0,1,22944;2,missa+em+libra.aspx.

O vídeo com a Mensagem da Equipe de Coordenação Nacional de surdos transmitido
antes da missa também pode ser assistido através do link:

http://www.sosoracao.com.br/videos/video.asp?IdV=124.

Texto: Claudia Nogueira
Foto: Waltinho Milanetto
Fonte: Equipe Site SOS Oração

11º Cerco de Jericó – Paróquia São Nicolau de Flüe
16/9/2010
 



De 18 a 25 de Setembro de 2010
Tema: “Tomai-me todo Senhor, e fazei-me inteiramente vosso”
Lema: “Em Deus está a minha salvação e a minha glória” (Sl 62,7a)

• 18/09 – Sábado
Tema: "Porei em vós meu Espírito para que voltem à vida" (Ez 37:14b)
15h - Missa de Abertura
16h30 – Pregação com Marcio Mendes – Tema: “Ossos ressequidos, ouvi a palavra do Senhor” (Ez 37, 4b)
19h – Celebração Eucarística
22h – Vigília e Adoração com Marcio Mendes
• 19/09 – Domingo
Tema: “Não desanimem, nem desistam” (Hb 12, 3b)
8 e 10h - Celebração Eucarística
16h – Pregação com Marcio Mendes - Tema: Desistir? Jamais!
19h – Celebração Eucarística

• 20/09 – Segunda-feira
Tema: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo”. (Jo 16,33b)
20h – Celebração Eucarística

• 21/09 – Terça-feira
Tema: “Sede fortes e revigore o vosso coração, vós todos que esperais no Senhor” (Sl 31,24)
20h – Celebração Eucarística

• 22/09 – Quarta-feira
Tema: “Confia os teus cuidados ao Senhor, e Ele te sustentará” (Sl 55,22a)
20h – Celebração Eucarística

• 23/09 – Quinta-feira
Tema: “Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares” (Js 1,9)
18h – Celebração Eucarística
19h30 – SOS Oração

• 24/09 – Sexta-feira
Tema: “Não tenhas medo, Eu estou convosco”. (Mt 28,20)
15h – Missa da Misericórdia
20h – Celebração Eucarística

• 25/09 – Sábado – Dia de São Nicolau de Flüe
Tema: “Eu sou o Senhor que faço todas as coisas” (Is 44, 24b)
3h – Encerramento do Cerco de Jericó com Celebração Eucarística
11, 15 e 18h – Missa do Padroeiro

PREGAÇÕES COM MARCIO MENDES DA CANÇÃO NOVA NA PARÓQUIA SÃO NICOLAU
16/9/2010
 



Tema: “Tomai-me todo Senhor, e fazei-me inteiramente vosso”
Lema: “Em Deus está a minha salvação e a minha glória” (Sl 62,7a)

18/09 – Sábado

16h30 – Pregação com Marcio Mendes – Tema: “Ossos ressequidos, ouvi a palavra do Senhor” (Ez 37, 4b)

22h – Vigília e Adoração com Marcio Mendes
19/09 – Domingo
16h – Pregação com Marcio Mendes - Tema: Desistir? Jamais!

PARTICIPE!!!





A fé que nasce do amor tem o poder de realizar milagres
16/9/2010
 





Mensagem do missionário Márcio Mendes no programa "Sorrindo pra Vida" da TV Canção Nova de segunda a sexta-feira das 8 às 9h da manhã






Eu quero convidar você para abrir a Palavra de Deus em:
Mateus 5,43-48..


Nós não nos ancoramos numa mera sabedoria humana, nós agimos também à luz da fé, à luz do Espírito Santo.



A religião de Jesus Cristo é a religião do amor: “Amai os vossos inimigos”. Santo Agostinho


dizia que um homem sem religião é um viajante que não sabe aonde vai, quando questionado não tem resposta, é um lutador sem vitória, um doente sem chance de se recuperar. É triste uma pessoa achar que não precisa ter uma Religião, quando até os pagãos reconhecem que o homem é um ser religioso.



A religião de Jesus Cristo é a religião do amor, Deus quer que tudo que façamos seja por amor. As pessoas com quem vamos nos encontrar, que cada gesto, que cada suspiro seja feito no amor. Ame o seu inimigo e reze por aquela pessoa que persegue você.



Amar o inimigo como inimigo é loucura, mas amá-lo como irmão é caridade. Nós que desejamos tanto alcançar a Deus, temos um caminho para alcançá-Lo.



Quem ama a Deus tem coração jovem. A inquietação traz velhice antes do tempo, mas o amor apazigua o coração, traz sossego, renova a nossa alma, prolonga a nossa vida, porque o amor e a alegria vêm sempre de mãos dadas. E alegria do coração é a vida do homem.



O amor é o único poder real, a única força capaz de derrotar o mal; o amor tem força para transformar o mundo.



Um segredo de espiritualidade: Para que sua oração transforme o coração do seu irmão, esta precisa estar acompanhada de gestos de amor concretos por ele.



O amor muda tudo. Há uma palavra poderosa: A fé que nasce do amor tem o poder de realizar milagres. Ela tem o poder de mover montanhas.



O caminho da salvação é "asfaltado", com dias de lutas e sofrimentos, mas nunca nos falta a luz da alegria. Os dias difíceis estão aí, as pessoas difíceis parece que não nos deixam, mas parece que elas são a oportunidade dada a nós por Deus para que possamos amar. O Senhor nos dá consolo e nos sustenta. É escola de sabedoria para nós.



A função da fé é nos dar forças, é renovar as forças do nosso coração e nos dar a solução. Não adianta ser uma simples fé ou uma fé somente do nosso esforço, mas uma fé que nasce do amor. Porque nós cremos, nós amamos.



Márcio Mendes
Comunidade Canção Nova


Pastoral dos Surdos Paróquia São Nicolau de Flüe
30/8/2010
 



Todos sentem a necessidade de ser entendidos. Aparentes inabilidades podem empanar as verdadeiras habilidades e criatividades do surdo.
Comunicam-se fluentemente entre si, desenvolvem auto-estima e têm bom desempenho acadêmico, social e espiritual.
Infelizmente, os maus-tratos que muitos surdos sofrem levam alguns deles a suspeitar dos ouvintes. Contudo, quando os ouvintes interessam-se sinceramente em entender a cultura surda e a língua de sinais natural, e encaram os surdos como pessoas “capacitadas”, todos se beneficiam.

PASTORAL DOS SURDOS

ENCONTRO TODAS AS SEXTAS-FEIRAS ÀS 20H NAS DEPENDÊNCIAS DA PARÓQUIA SÃO NICOLAU DE FLÜE

MISSA COM ACOMPANHAMENTO EM LIBRAS TODO DOMINGO ÀS 19H NA PARÓQUIA SÃO NICOLAU DE FLÜE COM ESPAÇO RESERVADO PARA A PASTORAL
AJUDE-NOS A DIVULGAR!

Protejo Minha Família,Rezo por ela!
9/8/2010
 

Sagrada Família

A Semana Nacional da Família vai acontecer, neste ano, entre os dias 9 e 15 de agosto, com o tema “Família, Igreja doméstica, caminho para o discipulado”, e vai destacar também o Ano Catequético.
“Com a Semana Nacional, a Igreja quer, uma vez mais, salientar a importância da família, que, talvez mais que outras instituições, tem sido posta em questão pelas amplas, profundas e rápidas transformações da sociedade e da cultura”, esclarece o assessor da Comissão para a Vida e Família da CNBB, padre Luiz Antônio Bento.

“O contexto atual exige da nossa ação evangelizadora um profundo ardor missionário para ajudar as famílias a não perderem de vista a sua missão primordial de ser a primeira escola das virtudes sociais de que as sociedades têm necessidade”




Oração pela Família

Que nenhuma família comece em qualquer de repente
Que nenhuma família termine por falta de amor
Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente
E que nada no mundo separe um casal sonhador!

Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte
Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois
Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte
Que eles vivam do ontem, do hoje, e em função de um depois!

Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!

Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)

Que marido e mulher tenham força de amar sem medida
Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão
Que as crianças aprendam no colo, o sentido da vida
Que a família celebre a partilha do abraço e do pão!

Que marido e mulher não se traiam, nem traiam seus filhos!
Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois!
Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho,
seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois!

Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!

Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)

(Padre Zezinho)

Feliz Dia dos Pais
6/8/2010
 



Quem disse
que por de trás daquela barba
que nos arranha o rosto
não tem um coração moleque
querendo brincar?
Quem disse
que por detrás daquela voz grossa
não tem um menino criativo querendo falar?

Quem foi que falou
que aquelas mãos grandes
não sabem fazer carinho se o filho chorar?

Quem foi que pensou,
que aqueles pés enormes,
não deslizam suaves na calada da noite,
para o sono do filho velar?

Quem é que achou
que no fundo do peito largo e viril
não tem um coração de pudim,
quando o filho amado,
com um sorriso largo se põe a chamar?


Quem foi que determinou
que aquele coroa,
de cabelos brancos não sabe da vida
para querer me ensinar


Feliz Dia dos Pais

ANIVERSÁRIO PE EDUARDO MALASPINA
12/7/2010
 



DIA 12, ANIVERSÁRIO NATALÍCIO DO PE EDUARDO MALASPINA MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS PELO DOM DA SUA VIDA.

19H30 NA PARÓQUIA SÃO NICOLAU

A comunidade de São Nicolau convida vocês a participarem da grandiosa quermesse
8/7/2010
 



Nesse sábado dia 10 de Julho, a comunidade de São Nicolau realiza a grandiosa quermesse no pátio da paróquia .O evento inicia-se a partir das 20h e terá bebidas como: chocolate quente, vinho quente, quentão, cerveja, refrigerante; e contará com um belo cardápio contendo: Frango assado, Churrasco,cachorro quente,doces diversos etc... Teremos também bingos durante a quermesse com muitos premios!

Prestigie nossa Quermesse.

Particpe da Santa Missa Sertaneja às 19h


Maiores informações pelo telefone 16.33078587




Porque vale a pena ser cristão?
1/7/2010
 



Possuir um lugar no céu – é isso que realmente importa! A Bíblia nos mostra a condição para recebê-lo: ter genuína unidade de vida com Jesus! Isso acontece através do novo nascimento (veja João 3.1-8). Nascemos de novo espiritualmente pela fé pessoal em Jesus Cristo, e assim nos tornamos filhos de Deus: "Mas, a todos quantos o receberam (a Jesus), deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus (renascerem espiritualmente), a saber, aos que crêem no seu nome" (João 1.12). Freqüentemente se ouve: "Afinal, todos são filhos de Deus!" Mas, conforme a Bíblia, isso não é verdade! Trata-se realmente de um grande engano, que leva muitas pessoas a se acomodarem e tranqüilizarem numa falsa segurança com relação ao seu destino eterno. Todos os homens são criaturas de Deus, mas filhos de Deus – os únicos que terão um lugar no céu – são somente aqueles que nasceram de novo através do Espírito Santo, como Jesus disse: "Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito Santo não pode entrar no reino de Deus" (João 3.5).

Quem nasceu de novo, como Jesus explicou, tem a confirmação e o testemunho do Espírito Santo em seu coração: "Agora sou um filho de Deus!" Isso não é sinal de orgulho, e sim de humildade, pois a pessoa salva não se baseia mais em suas próprias obras, mas unicamente no Senhor Jesus Cristo. Tal pessoa reconheceu que era pecadora e que não podia ser salva por boas obras, nem por qualquer outra coisa. Foi por isso que ela chegou-se a Jesus com o pedido: "Meu Salvador, por favor, salve-me!" O Senhor não apenas ouve essa oração, Ele também a atende: Jesus regenera – faz renascer espiritualmente – quem O aceita como Salvador em seu coração. Em Apocalipse 3.20 Ele diz: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo." Se você abrir a porta da sua vida para Jesus, Ele entrará e a transformará. Como conseqüência, o Espírito Santo lhe dará a certeza: "Agora sou propriedade de Jesus, agora estou salvo, agora vou para o céu!"


Jesus: único, incomparável, maravilhoso

Jesus não pode ser comparado a nada, nem a ninguém! Ele é o Cristo, o Filho do Deus vivo – e por isso vale a pena segui-lO e ser cristão!

Vamos ler apenas alguns dos muitos textos da Bíblia sobre Jesus Cristo:

•Jesus "é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis... Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste" (Colossenses 1.15-17).
•"Pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2.6-11).

Pentecostes
23/5/2010
 



Os judeus celebravam a chamada Festa das Semanas após a colheita do trigo. Tinha esse nome pois acontecia 7 semanas (5o dias) a festa dos Pães sem fermento.

Era uma festa agrária, a qual também era conhecida sob o nome de “festa da Ceifa” ou festa dos primeiros frutos (veja Êxodo 23,16; 34,22). Os judeus agradeciam pela colheita de trigo e ofereciam a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido.

Mais tarde recebeu o nome de Pentecostes que significa qüinquagésimo, pois era celebrada 5o dias depois da oferta do primeiro feixe de espigas de orgiem agrária. Na época pós exílica começou a ser celebrada nessa festa a promulgação da Lei de Moisés.

Jesus, antes de subir aos prometeu enviar o Espírito Santo (ver Lucas 24,49) aos apóstolos e cumpriu. Foi justamente no dia de Pentecostes que Ele O enviou. Eles e Maria receberam forças do alto e apartir dessas forças eles começaram a evangelizar os povos com mais fervor e deram início ao Cristianismo. Apartir desse dia o auxílio do Espírito de Deus deixou de ser um “privilégio” dos profetas e passou a ser derramado sobre todos os servos dEle.

Celebramos hoje Santa Rita de Cássia
22/5/2010
 



Nasceu na Itália, em Cássia, no ano de 1380. Seu grande desejo era consagrar-se numa vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio para Paulo Ferdinando.

Tiveram dois filhos, e ela como mãe buscou educá-los na fé e no amor. Porém, eles foram influenciados pelo pai, que antes de se casar se apresentava com uma boa índole, mas depois se mostrou fanfarrão, traidor, entregue aos vícios. E seus filhos o acompanharam.

Rita então, chorava, orava, intercedia e sempre dava bom exemplo.

Seu esposo acabou sendo assassinado. Não demorou muito, seus filhos também morreram.

Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor.

Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa.

Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito, devido a humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava aos outros. E teve que viver resguardada.

Morreu com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez sofrer por 4 anos.

Hoje ela intercede pelos impossíveis de nossa vida.


Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

Está acontecendo na Paróquia São Nicolau de Flüe o 10ºCerco de Jericó
20/5/2010
 



De 16 à 23 de Maio acontece o cerco de Jericó,Venha quebrar as muralhas com o poder a da oração!

Missa todos os dias:

Segunda-feira às 20h
terça-feira às 20h
Quarta-feira às 20h
Quinta-feira às 18h Santa Missa e logo após às 19h30 o SOS Oração
Sexta-feira Santa Missa da misericórdia às 15h e às 20h Missa do Cerco de Jericó
Na Madrugada de Domingo Missa às 03h da madrugada encerramento do cerco de Jericó

Para obter uma vitória certa, alguns piedosos poloneses organizaram em seu país aquilo a que chamam o Cerco de Jericó. O Cerco de Jericó consiste num incessante “assalto” de rosários, durante sete dias e seis noites, rezados diante do Santíssimo exposto. Por que “Cerco de Jericó”?
No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus acolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse a Josué que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da terra prometida. Ora, a cidade de Jericó era uma fortaleza inexpugnável. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas. Josué e todo Israel executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram…

O Santo Padre devia ir à Polônia a 8 de maio de 1979, para o 91º aniversário do martírio de Santo Estanislau, bispo de Cracóvia. Em fins de novembro de 1978, sete semanas depois do Conclave que havia eleito João Paulo II, a Rainha Vitoriosa do Santo Rosário, Maria Santíssima, deu uma ordem precisa a uma alma privilegiada da Polônia: “Para a preparação da primeira peregrinação do Papa à sua Pátria, deve´se organizar na primeira semana de maio de 1979, em Jasna Gora, um Congresso do Rosário: sete dias e seis noites de rosários consecutivos diante do Santíssimo Sacramento exposto.” No dia da Imaculada Conceição (8 de dezembro de 1978), Anatol Kazczuck, daí em diante promotor desses Cercos, apresentou a ordem da Rainha do Céu a Monsenhor Kraszewski, bispo auxiliar da Comissão Mariana do Episcopado. Ele respondeu: “É bom rezar diante do Santíssimo Sacramento exposto; é bom rezar o terço pelo Papa; é bom rezar em Jasna Gora. Podeis fazê´lo.” Anatol apresentou também a mensagem de Nossa Senhora a Monsenhor Stefano Barata, bispo de Czastochowa e presidente da Comissão Mariana do Episcopado. Ele alegrou´se com o projeto, mas aconselhou´os a não darem o nome de “congresso”, para maior facilidade na sua organização. Como esse “assalto”de rosários devia durar sete dias, e, tal como em Jericó, tinha´se certeza da vitória, deu´se´lhe o nome de Cerco de Jericó.

O padre diretor de Jasna Gora aprovou o projeto, mas não queria que se realizasse em maio por causa dos preparativos para a visita do Santo Padre. Dizia ele: “Seria melhor em abril.” “Mas a Rainha do Céu deu ordens para se organizarem esses rosários permanentes na primeira semana de maio”, respondeu o Sr. Anatol. O padre aceitou, recomendando´lhe que fossem evitadas pertubações. A Santíssima Virgem sabia bem que o Cerco de Jericó em maio não iria perturbar a visita do Papa, porque ele não viria. E, logo a seguir, as autoridades recusaram o visto de entrada no país ao Santo Padre, como tinham feito a Paulo VI em 1966. Consternação geral em toda a Polônia!

O Papa não poderia visitar a sua Pátria. Foi, então, com redobrado fervor que se organizou o “assalto” de rosários. E, no dia 7 de maio, ao mesmo tempo que terminava o Cerco, caíram “as muralhas de Jericó”. Um comunicado oficial anunciava que o Santo Padre visitaria a Polônia de 2 a 10 de junho. Sabe´se como o povo polonês viveu esses nove dias com o Papa, o “seu”Santo Padre, numa alegria indescritível! No dia de 10 de junho, João Paulo II terminava a sua peregrinação,consagrando, com todo Episcopado polonês, a nação polaca ao Coração Doloroso e Imaculado de Maria, diante de um milhão e quinhentos mil fiéis reunidos em Blonic Kraskoskic. Foi a apoteose! Depois dessa estrondosa vitória, a Santíssima Virgem ordenou que se organizassem Cercos de Jericó todas as vezes que o Papa João Paulo II saísse em viagem apostólica. “O rosário tem um poder de exorcismo”, dizem os nossos amigos da Polônia, “ele torna o demônio impotente.” Por ocasião do atentado contra o Papa, em 13 de maio de 1981, os poloneses lançaram de novo um formidável “assalto” de rosários e obtiveram o seu inesperado restabelecimento. Mais uma vez, as muralhas de ódio de satanás se abatiam diante do poder da Ave´Maria.

Em várias partes do mundo estão sendo realizados agora Cercos de Jericó. A 2 de fevereiro de 1986, aquela mesma alma privilegiada recebia outra mensagem da Rainha Vitoriosa do Santíssimo Rosário: “Ide ao Canadá, aos Estados Unidos, à Inglaterra e à Alemanha para salvar o que ainda pode ser salvo.” Nossa Senhora não pede, mas ordena que se organizem os rosários permanentes e os Cercos de Jericó, se queremos ter certeza da vitória.

A Igreja celebra hoje Nossa Senhora de Fátima
13/5/2010
 



Segundo as memórias da Irmã Lúcia, podemos dividir a mensagem de Fátima em 3 ciclos: Angélico, Mariano e Cordimariano.

O ciclo Angélico se deu em 3 momentos: quando o anjo se apresentou como o Anjo da Paz, depois o Anjo de Portugal e por fim o Anjo da Eucaristia.

Depois das aparições do anjo, no dia 13 de maio de 1917, começa o ciclo Mariano, quando aquela que se apresentou mais brilhante do que o sol a 3 crianças: Lúcia, 10 anos, modelo de obediência e seus primos Francisco, 9, modelo de adoração e Jacinta, 7, modelo de acolhimento.

Na Cova da Iria aconteceram 6 aparições de Nossa Senhora do Rosário. A sexta, sendo somente para a Irmã Lúcia, assim como aquelas que ocorreram na Espanha, compondo o Ciclo Cordimariano.

Em agosto, devido às perseguições que os Pastorinhos estavam a sofrer por causa da mensagem de Fátima, a Virgem do Rosário não pôde aparecer para eles na Cova da Iria. No dia 19 de agosto ela aparece a eles então no Valinhos.

Algumas características em todos os ciclos: o mistério da Santíssima Trindade, a reparação, a oração, a oração do santo Rosário, a conversão, a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria.

Enfim, através dos Pastorinhos, a Virgem de Fátima nos convoca à vivência do Evangelho, centralizado no mistério da Eucaristia. A mensagem de Fátima está a serviço da Boa Nova de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A Virgem Maria nos convida para vivermos a graça e a misericórdia.

A mensagem de Fátima é para o mundo, por isso, lá é o Altar do Mundo.

Expressão do Coração Imaculado de Maria que no fim irá triunfar é a jaculatória ensinada por Lúcia:
"Ó Meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do Inferno, levai as almas todas para o Céu; socorrei principalmente as que mais precisarem!"

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

Feliz Dias das Mães!
9/5/2010
 



Eternamente Mãe

MÃE...
que na presença constante me ensinou
na pureza do seu coração a vislumbrar
caminhos...

MÃE...
dos primeiros passos, das primeiras
palavras...

MÃE...
do amor sem dimensão, de cada momento,
dos atos de cada capítulo de minha vida
não ensaiados, mas vividos em cada
emoção...

MÃE...
da conversa no quintal, do acalanto do
meu sono aquecido de amor, aninhada
em seu coração...


MÃE ...
do abraço, do beijo que levo na
lembrança...

MÃE...
é você que me inspira a caminhar...

MÃE...
a presença de cada passo que o
tempo não apaga: por mais longo
e escuro que seja o caminho, haverá
sempre um horizonte...

MÃE...
Mulher a quem devemos a vida,
que merece o nosso respeito,
nossa gratidão e nosso afeto.

Feliz Dias das mães é o que deseja todas as Pastorais de movimentos da Paróquia São Nicolau de Flüe

Vai começar a 48ª Assembleia Geral da CNBB
3/5/2010
 
Nesta terça-feira 4 de maio, começa a 48ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Hoje, 3, estão sendo organizados os últimos preparativos para a realização do evento. Salas de assessorias, salão das plenárias, sala de imprensa, estúdios; estão entre os locais que recebem nesta segunda-feira, os últimos detalhes para que a Assembleia possa ocorrer bem.

Alguns bispos já começaram a chegar no Centro de Eventos e Treinamentos (CET) da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC), que fica na W5 – SGAS 902 Sul – Bloco C, em Brasília, para conferir as instalações do palco da 48ª AG. Durante os dias 4 a 13 de maio, devem circular diariamente pelo local, mais de 1.200 pessoas.

A 48ª AG, que este ano acontece extraordinariamente em Brasília, por ocasião do 16º Congresso Eucarístico Nacional, que celebra o jubileu de ouro da arquidiocese de Brasília, bem como os 50 anos da capital federal, vai contar com a participação de mais de 300 bispos, sendo 283 ativos e 26 eméritos (aposentados). Além dos prelados, o evento também contará com a participação de 37 assessores, 17 secretários dos regionais da CNBB, 29 funcionários, 354 pessoas do serviço de apoio, 17 instituições eclesiais de hospedagem aos bispos, nove ônibus para traslado dos participantes, 14 convidados e 16 organismos. Somando-se esses números contabiliza-se cerca de 790 pessoas.

Além dos participantes que trabalharão na realização da Assembleia, outro número importante é o da imprensa presente na cobertura do evento. Todos os dias estarão no local cerca de 130 jornalistas de 28 veículos de imprensa, divididos entre os meios jornal impresso, TV, web e rádio. Esses profissionais poderão cobrir todo o evento, com entrevistas coletivas e exclusivas com os bispos. Para acolher os comunicadores, foi montado no local um aquário, com ar condicionado, além de alguns estúdios para TV.

É importante destacar que só terão acesso ao local da Assembleia os profissionais da imprensa credenciados, portanto, o credenciamento deve ser feito antes do início do evento. Jornalistas, cinegrafistas e demais profissionais credenciados devem estar, durante toda a Assembleia, devidamente identificados com o crachá da empresa para a qual trabalham.

Expectativas

O presidente da CNBB e arcebispo de Mariana (MG), dom Geraldo Lyrio Rocha, já se encontra no local da Assembleia. Para ele, as expectativas para a 48ª edição do evento são “muitas e belas”. Ele explica por que. “Muitas porque temos uma pauta enorme com muitos assuntos de extrema importância para o momento em que vivemos no Brasil e no mundo. Assuntos que dizem respeito à vida da Igreja e também à sua presença pública na sociedade. O evento será belo porque se realiza na moldura dos 50 anos da arquidiocese de Brasília, que se coincide com os 50 anos da capital federal. Por isso a Assembleia se realiza aqui antecedendo o 16º Congresso Eucarístico Nacional, que é o momento marcante do cinqüentenário da arquidiocese de Brasília. O evento, pois, acontece em clima eucarístico”.

O bispo diocesano de Bauru (SP), dom Caetano Ferrari, diz que o momento é único, porque discute uma temática que se preocupa com a presença da vida da Igreja no mundo, e celebra os 50 anos da arquidiocese e cidade de Brasília. “O tema central ‘Discípulos e servidores da Palavra de Deus e a Missão da Igreja no Mundo’ é envolvente e trata justamente da presença da Igreja na sociedade. Isso é muito importante e atual, além de celebrarmos, em ação de graças, os 50 anos da arquidiocese e cidade de Brasília. Portanto, trata-se de um momento ímpar para a Igreja no Brasil”, disse o bispo.

Já o arcebispo de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, dom Joviano de Lima Júnior, acredita que o encontro, mais uma vez, é um momento indispensável de se conhecer a ‘ampla’ realidade da Igreja no Brasil, o corpo da atual sociedade brasileira, e a vida e a missão da Igreja a partir do tema central. “A temática estudada este ano na Assembleia Geral vai nos ajudar na vida e na missão da Igreja, nas nossas diversas pastorais, para vivermos a grande missão continental, que se faz a partir da Palavra. Teremos também a oportunidade de olhar para a vida social e econômica de nosso país, como evangelizar o mundo da cultura e, na parte eclesial, teremos um estudo aprofundado sobre o papel das Comunidades Eclesiais de Base (CEB’s) na Igreja”.


Fonte:CNBB

Maio mês Mariano
2/5/2010
 



Ao longo da História, foram poucas as mulheres que romperam com o preconceito e conseguiram participar efetivamente dos fatos e acontecimentos significativos de seu tempo, alcançando seus objetivos e ganhando o devido reconhecimento. Maria foi uma dessas mulheres, senão, a principal delas.

Ainda muito jovem, ficou noiva de José, um homem honesto e bem mais velho do que ela, que não tardaria em tomá-la como esposa. Vivendo em uma sociedade judaica que estava sob a dominação dos romanos, onde a mulher pouco ou quase nada valia, esta jovem percebe, em um momento de inconfundível beleza, a presença de Deus em sua vida. E Deus a convida para ser a mãe de seu Filho predileto, Jesus Cristo, que assumiu a condição humana e veio ao mundo para nos ensinar que o amor é o único caminho que, verdadeiramente, nos leva à felicidade.

Maria disse "sim" a Deus e levou este "sim" às últimas conseqüências. Por ação direta e exclusiva do Espírito Santo, ficou grávida antes de se casar e correu o risco de ser apedrejada, conforme mandava a lei daquela época. Suportou a desconfiança de seu esposo; suportou as dificuldades inerentes à pobreza; suportou a perseguição de homens poderosos e cruéis, como Herodes, que tentou matar Jesus ainda quando criança. Por fim, suportou a dor de ver seu Filho inocente ser condenado, cruelmente agredido e crucificado. Suportou tudo isso sem perder a fé, a confiança, a dignidade e a esperança em seu Deus. Suportou tudo por amor, já que o amor tudo suporta (1°Coríntios 13,7). Suportou tudo em silêncio. Silêncio que não significa covardia e omissão, mas que se traduz em serviço constante, em humildade, em entrega total e absoluta ao papel que lhe havia sido reservado por Deus na história da humanidade. Em silêncio Maria viveu sua opção por Cristo. E, agindo assim, deu exemplo de fé, de coragem, de conversão autêntica, de adesão absoluta ao plano de Deus para a salvação dos homens. Ao mesmo tempo iniciou uma luta pelo resgate da dignidade da mulher, perdida em meio aos abusos de uma sociedade patriarcal, preconceituosa e machista. Essa luta sobreviveu até hoje e se fortaleceu ao longo de inúmeras gerações. Muitas vitórias já foram conquistadas. Entretanto, muita coisa precisa melhorar.

Existem no mundo milhões de "Marias" que, a despeito de toda a evolução política, econômica, social e tecnológica, ainda não conseguiram um local digno para morar, assistência médica eficiente, emprego e salários compatíveis com suas necessidades, respeito profissional e igualdade de direitos e deveres em relação aos homens. A mulher segue sendo marginalizada, discriminada e explorada. Muitas ainda comercializam seus corpos e até mesmo seus filhos para conseguirem um mísero pedaço de pão.
Ao dizer a Deus "Faça-se em mim segundo a vossa palavra", Maria revolucionou a História. Em seu silêncio, disse mais do que ninguém que é preciso lutar constantemente pelo estabelecimento da justiça, da paz, da liberdade, da fraternidade e da igualdade em nosso mundo. Ao abrir seu coração a Cristo, ela rompeu com as barreira do egoísmo humano e nos ensinou que é preciso amar a todos, independente da raça, da cor da pele e do sexo.

Apesar de todo o sofrimento que vivenciou, Maria tornou-se uma mulher vitoriosa e feliz. Nós a chamamos de bendita e bendizemos também a seu Filho, Jesus, que num gesto de amor, fez com que ela se tornasse mãe de todos nós (João 19, 25-27).

Em maio, o desabrochar das flores manifesta com originalidade e beleza o milagre da vida. A tradição católica escolheu este período do ano para venerar com especial devoção a Maria, que, com simplicidade e fidelidade inimitáveis, vivenciou os ensinamentos de Cristo, caminho, verdade e vida. Rezemos com fé renovada a Ave Maria, oração que exprime com perfeição o mistério da serva bem-aventurada de Deus.

NOSSO CULTO A MARIA, MÃE DE JESUS
Depois da ascensão de Jesus ao céu, Maria permaneceu no cenáculo juntamente com os apóstolos e discípulos, aguardando a vinda do Espírito Santo. Podemos dizer que ela continuava sua maternidade, agora, na Igreja nascente. O autor do livro dos Atos dos Apóstolos, São Lucas, nos oferece uma passagem que é, ao mesmo tempo, de profundo significado teológico: “Todos eles, unânimes, perseveravam na oração, com algumas mulheres, entre as quais Maria, a mãe de Jesus” (Atos dos Apóstolos 1,14). Vemos, neste trecho, não apenas a presença de Maria mas sua perseverante oração. Ela intercedia junto ao seu Filho por aquela pequena comunidade no Cenáculo, nos primórdios de sua caminhada.

Sua presença intercessora continuará, ao longo da história da Igreja, ímpar e singular. Encontramos no Cemitério de Priscila, na via Salária em Roma, a mais antiga imagem de Maria, com o menino Jesus em seus braços, demonstrando assim que os antigos cristãos, no final do segundo século, já veneravam sua memória com grande devoção.

Quando os primeiros concílios definiam as verdades da fé e se organizavam as primeiras formulações do “Creio”, o nome de Maria era inserido em todos os documentos: “Nasceu da Virgem Maria!”.

Os grandes teólogos dessa época como Hipólito, Ambrósio, Agostinho, Ildefonso de Toledo e tantos outros, transmitem as verdades reveladas e inserem o nome da Virgem Maria em seus tratados sobre as Profissões de Fé.

No dia 22 de junho de 431, no Concílio de Éfeso, era lida a carta de Cirilo de Alexandria a Nestório, onde ele transmitia aquilo que os padres conciliares haviam definido: a Santa Virgem Maria é Mãe de Deus. Dela nasceu o santo corpo de Jesus dotado de alma racional, ao qual o Verbo está unido substancialmente.

Ela é Mãe de Deus e, mesmo depois do parto, permanece sempre Virgem. Jesus nasceu segundo a natureza humana, porém, como Pessoa divina.

O culto a Maria é fundamentado na Sagrada Escritura, na tradição litúrgica e no magistério da Igreja. A religiosidade popular colhe nestas grandes fontes as suas mais autênticas expressões. Basta considerarmos o número de paróquias, santuários, igrejas e capelas consagrados a Maria Santíssima. Quantas arquidioceses e dioceses na América Latina e, particularmente no Brasil, a têm por padroeira! Quantos profissionais a escolhem por protetora! Quantas congregações religiosas e sociedades de vida apostólica a têm por inspiradora!

Todas essas evidências nos colocam diante de uma realidade que precisa ser considerada: se o Salvador da humanidade cumulou sua Mãe de predicados tão excelentes e ela, por sua vez, colaborou com a graça a ponto de ser chamada de “plena de graça” pelo arcanjo São Gabriel, tudo isso nos mostra um caminho de esperança. Podemos, contemplando Maria, alcançar a salvação em Jesus e por Jesus.

Em 29 de abril de 1965, no segundo ano do pontificado, Paulo VI promulgou a encíclica “Mês de Maio”, dedicada a Maria Santíssima. A Igreja estava vivendo o Concílio Vaticano II e o Papa se preocupava com a paz no mundo. Nessa encíclica de apenas doze parágrafos, Paulo VI pedia orações por dois motivos: o êxito do Concílio e um apelo à paz do mundo.

Maria, diz o Papa Paulo VI, foi constituída administradora e dispensadora generosa dos tesouros da divina misericórdia. Nessa mesma carta incentiva o Papa a prática da reza do Santo Rosário, oração tão agradável à Virgem Maria. Nove anos depois, o mesmo Paulo VI promulgava a Exortação Apostólica “Marialis Cultus”: para a reta compreensão e desenvolvimento verdadeiro do culto à Bem-aventurada Virgem Maria.

A Sagrada Escritura traz muitos exemplos de figuras de linguagem com motivos florais que os Padres da Igreja, sem muita dificuldade, aplicaram a Maria: Cântico dos cânticos, Provérbios, Eclesiástico, etc.

O mês de Maio se tornou mês de Maria, como sabemos, por causa das oferendas florais, muito comuns na Europa com a chegada da primavera, que no hemisfério norte acontece neste mês.

Seguindo o conselho da Igreja, procuremos imitar a Virgem Maria não apenas por atos de piedade, que são muito edificantes, mas sobretudo por atitudes.

Buscamos em Maria um modelo a ser imitado: modelo de mulher, enquanto “filha de Sião”, sempre consciente de seu papel de cidadã; modelo de esposa, que partilhou com São José as tarefas quotidianas de um lar comum para o seu tempo; modelo de mãe que não apenas se dedica, com o mesmo São José, à educação de Jesus, mas o prepara para assumir seu ministério.

Finalmente, o Concílio Vaticano II, na Constituição Dogmática “Lumen Gentium” lhe confere o título de “Mãe de Deus e Mãe dos Homens”. E por isso, o culto à Santíssima Virgem Maria deve ser equilibrado e digno. O texto conciliar nos alerta sobre o perigo de um estéril e transistório afeto. A verdadeira devoção deve proceder da fé verdadeira que nos leva a contemplar a Virgem Mãe de Deus para lhe dedicar o nosso amor e nossa filial devoção em decorrência do mistério de Cristo.

Enquanto sinal de esperança e de conforto ao peregrinante povo de Deus, convidam-se os cristãos a suplicar, instantemente, até que todas as famílias dos povos, tanto as que estão ornadas com o nome de cristãos, como as que ainda ignoram o seu Salvador, sejam felizmente congregadas na paz e na concórdia (GS 69).

Na exortação apostólica pós sinodal “Evangelii Nuntiandi”, Maria é assim invocada: “Que seja Maria a estrela da evangelização. Que a Igreja, obediente ao mandato do Senhor, promova e realize, sobretudo nestes tempos difíceis, cheios de esperanças, essa grandiosa obra da Evangelização!


Vamos então rezar!!!



Ó MAria, Mãe de Jesus, Flôr do Céu, Flôr da Santidade, ajudai-nos hoje e sempre, em especial neste mês de Maio que consagramos e dedicamos a Ti, Senhora e Mãe do Povo, Intercede por Nós!!!


1ºde Maio dia do Trabalhador
1/5/2010
 



Ao celebrar o Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, a CNBB reafirma seu compromisso de colaborar na construção de uma sociedade politicamente democrática, economicamente justa, ecologicamente sustentável e culturalmente plural. Afirmam os bispos na Conferência de Aparecida: “Com sua voz, a Igreja unida à de outras instituições nacionais e mundiais, tem ajudado a dar orientações prudentes e a promover a justiça, os direitos humanos e a reconciliação dos povos” (Documento de Aparecida, 98).
A Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010 denunciou os desvios decorrentes de um modelo econômico voltado para o lucro e para o acúmulo de bens, sem considerar o valor da pessoa humana e sem estar a serviço do bem comum. Entre os desvios encontra-se a prioridade do capital sobre a pessoa humana e, em decorrência disso, do trabalho.
No Brasil e em outros países, o mundo do trabalho continua dividido em categorias: a dos integrados, em número reduzido, com bons salários e vínculo aos círculos mundiais da produção; os semi-integrados, trabalhadores em situação de risco, aqueles que trabalham precariamente e de forma intermitente; e os excluídos, trabalhadores que estão fora da sociedade salarial ou dos vínculos de proteção dos direitos sociais, os desempregados, sub-empregados. Há que se lembrar também dos aposentados e aposentadas, nem sempre reconhecidos pelo bem que fizeram e ainda podem fazer pelo País, e convivendo, tantas vezes, com graves perdas salariais. O direito de todos ao trabalho e a inclusão universal na rede de proteção social tornam-se objetivos obrigatórios para todos os que buscam construir uma sociedade justa e solidária.
Em sua saudação neste 1º de maio, a CNBB faz ressoar as aspirações dos trabalhadores e trabalhadoras pelo reconhecimento de seus direitos, e expressa seu apoio em favor da consolidação e ampliação dos direitos trabalhistas em nosso país. Entre esses direitos, destacamos, sobretudo, o combate ao trabalho escravo pela aprovação da PEC 438/0; a reforma agrária e o limite da propriedade da terra; o incentivo à agricultura familiar e camponesa nos contornos de cada bioma brasileiro; a diminuição da jornada de trabalho sem redução de salários; a ampliação dos fundos solidários e a construção do marco da economia solidária; a implementação de uma política de emprego para a juventude; a correção das perdas nas aposentadorias e a indexação justa de seus benefícios; a universalização da proteção social previdenciária para todo o mundo do trabalho, de sorte que o Brasil possa incluir totalmente a força de trabalho no seguro social.
A CNBB convida todos os trabalhadores e trabalhadoras, que participam da obra criadora de Deus pela dignidade de seu trabalho, a manterem viva a fé em Jesus Cristo, na busca de relações justas e solidárias no mundo do trabalho e no conjunto da sociedade brasileira.
Que Nossa Senhora Aparecida e São José Operário acompanhem todas as pessoas que, pelo seu trabalho, constroem condições dignas para sua família, buscam o bem comum e protegem a vida em nosso Planeta.


Fonte:CNBB

A igreja celebra hoje Santa Catarina de Sena
29/4/2010
 



Neste dia, celebramos a vida de uma das mulheres que marcaram profundamente a história da Igreja: Santa Catarina de Sena. Reconhecida como Doutora da Igreja, era de uma enorme e pobre família de Sena, na Itália, onde nasceu em 1347.

Voltada à oração, ao silêncio e à penitência, não se consagrou em uma congregação, mas continuou, no seu cotidiano dos serviços domésticos, a servir a Cristo e Sua Igreja, já que tudo o que fazia, oferecia pela salvação das almas. Através de cartas às autoridades, embora analfabeta e de frágil constituição física, conseguia mover homens para a reconciliação e paz como um gigante.

Dotada de dons místicos, recebeu espiritual e realmente as chagas do Cristo; além de manter uma profunda comunhão com Deus Pai, por meio da qual teve origem sua obra: “O Diálogo”. Comungando também com a situação dos seus, ajudou-o em muito, socorrendo o povo italiano, que sofria com uma peste mortífera e com igual amor socorreu a Igreja que, com dois Papas, sofria cisão, até que Catarina, santamente, movimentou os céus e a terra, conseguindo banir toda confusão. Morreu no ano de 1380, repetindo: "Se morrer, sabeis que morro de paixão pela Igreja".


Santa Catarina de Sena, rogai por nós!

Mensagem do Papa para o 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações .
25/4/2010
 




.O 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no 4º Domingo de Páscoa, dia 25 de abril, oferece-me a oportunidade de propor à vossa reflexão um tema que se enquadra bem com o Ano Sacerdotal: O testemunho suscita vocações. De fato, a fecundidade da proposta vocacional depende primariamente da ação gratuita de Deus, mas é favorecida também – como o confirma a experiência pastoral – pela qualidade e riqueza do testemunho pessoal e comunitário de todos aqueles que já responderam ao chamamento do Senhor no ministério sacerdotal e na vida consagrada, pois o seu testemunho pode suscitar noutras pessoas o desejo de, por sua vez, corresponder com generosidade ao apelo de Cristo. Assim, este tema apresenta-se intimamente ligado com a vida e a missão dos sacerdotes e dos consagrados. Por isso, desejo convidar todos aqueles que o Senhor chamou para trabalhar na sua vinha a renovarem a sua fidelidade de resposta, sobretudo neste Ano Sacerdotal que proclamei por ocasião dos 150 anos de falecimento de São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, modelo sempre atual de presbítero e pároco.

Já no Antigo Testamento os profetas tinham consciência de que eram chamados a testemunhar com a sua vida aquilo que anunciavam, prontos a enfrentar mesmo a incompreensão, a rejeição, a perseguição. A tarefa, que Deus lhes confiara, envolvia-os completamente, como um «fogo ardente» no coração impossível de conter (cf. Jr 20,9), e, por isso, estavam prontos a entregar ao Senhor não só a voz, mas todos os elementos da sua vida. Na plenitude dos tempos, será Jesus, o enviado do Pai (cf. Jo 5,36), que, através da sua missão, testemunha o amor de Deus por todos os homens sem distinção, com especial atenção pelos últimos, os pecadores, os marginalizados, os pobres. Jesus é a suprema Testemunha de Deus e da sua ânsia de que todos se salvem. Na aurora dos novos tempos, João Baptista, com uma vida gasta inteiramente para preparar o caminho a Cristo, testemunha que, se cumprem, no Filho de Maria de Nazaré, as promessas de Deus. Quando O vê chegar ao rio Jordão, onde estava a batizar, João indica-O aos seus discípulos como «o cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo» (Jo 1,29). O seu testemunho é tão fecundo que dois dos seus discípulos, «ouvindo o que ele tinha dito, seguiram Jesus» (Jo 1,37).

Também a vocação de Pedro, conforme no-la descreve o evangelista João, passa pelo testemunho de seu irmão André; este, após ter encontrado o Mestre e aceite o seu convite para permanecer com Ele, logo sente necessidade de comunicar a Pedro aquilo que descobriu «permanecendo» junto do Senhor: «“Encontramos o Messias” (que quer dizer Cristo). E levou-o a Jesus» (Jo 1,41-42). O mesmo aconteceu com Natanael – Bartolomeu –, graças ao testemunho doutro discípulo, Filipe, que cheio de alegria lhe comunica a sua grande descoberta: «Acabamos de encontrar Aquele de quem escreveu Moisés na Lei e que os Profetas anunciaram: é Jesus, o filho de José, de Nazaré» (Jo 1,45). A iniciativa livre e gratuita de Deus cruza-se com a responsabilidade humana daqueles que acolhem o seu convite, e interpela-os para se tornarem, com o próprio testemunho, instrumentos do chamamento divino. O mesmo acontece, ainda hoje, na Igreja: Deus serve-se do testemunho de sacerdotes fiéis à sua missão, para suscitar novas vocações sacerdotais e religiosas para o serviço do seu Povo. Por esta razão, desejo destacar três aspectos da vida do presbítero, que considero essenciais para um testemunho sacerdotal eficaz.

Elemento fundamental e comprovado de toda a vocação ao sacerdócio e à vida consagrada é a amizade com Cristo. Jesus vivia em constante união com o Pai, e isto suscitava nos discípulos o desejo de viverem a mesma experiência, aprendendo d’Ele a comunhão e o diálogo incessante com Deus. Se o sacerdote é o «homem de Deus», que pertence a Deus e ajuda a conhecê-Lo e a amá-Lo, não pode deixar de cultivar uma profunda intimidade com Ele e permanecer no seu amor, reservando tempo para a escuta da sua Palavra. A oração é o primeiro testemunho que suscita vocações. Tal como o apóstolo André comunica ao irmão que conheceu o Mestre, assim também quem quiser ser discípulo e testemunha de Cristo deve tê-Lo «visto» pessoalmente, deve tê-Lo conhecido, deve ter aprendido a amá-Lo e a permanecer com Ele.

Outro aspecto da consagração sacerdotal e da vida religiosa é o dom total de si mesmo a Deus. Escreve o apóstolo João: «Nisto conhecemos o amor: Jesus deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3,16). Com estas palavras, os discípulos são convidados a entrar na mesma lógica de Jesus que, ao longo de toda a sua vida, cumpriu a vontade do Pai até à entrega suprema de Si mesmo na cruz. Manifesta-se aqui a misericórdia de Deus em toda a sua plenitude; amor misericordioso que derrotou as trevas do mal, do pecado e da morte. A figura de Jesus que, na Última Ceia, Se levanta da mesa, depõe o manto, pega numa toalha, ata-a à cintura e Se inclina a lavar os pés aos Apóstolos, exprime o sentido de serviço e doação que caracterizou toda a sua vida, por obediência à vontade do Pai (cf. Jo 13,3-15). No seguimento de Jesus, cada pessoa chamada a uma vida de especial consagração deve esforçar-se por testemunhar o dom total de si mesma a Deus. Daqui brota a capacidade para se dar depois àqueles que a Providência lhe confia no ministério pastoral, com dedicação plena, contínua e fiel, e com a alegria de fazer-se companheiro de viagem de muitos irmãos, a fim de que se abram ao encontro com Cristo e a sua Palavra se torne luz para o seu caminho. A história de cada vocação cruza-se quase sempre com o testemunho de um sacerdote que vive jubilosamente a doação de si mesmo aos irmãos por amor do Reino dos Céus. É que a presença e a palavra de um padre são capazes de despertar interrogações e de conduzir mesmo a decisões definitivas (cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 39).

Um terceiro aspecto que, enfim, não pode deixar de caracterizar o sacerdote e a pessoa consagrada é viver a comunhão. Jesus indicou, como sinal distintivo de quem deseja ser seu discípulo, a profunda comunhão no amor: «É por isto que todos saberão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13,35). De modo particular, o sacerdote deve ser um homem de comunhão, aberto a todos, capaz de fazer caminhar unido todo o rebanho que a bondade do Senhor lhe confiou, ajudando a superar divisões, sanar lacerações, aplanar contrastes e incompreensões, perdoar as ofensas. Em Julho de 2005, no encontro com o Clero de Aosta, afirmei que os jovens, se virem os sacerdotes isolados e tristes, com certeza não se sentirão encorajados a seguir o seu exemplo. Levados a considerar que tal possa ser o futuro de um padre, vêem aumentar a sua hesitação. Torna-se importante, pois, realizar a comunhão de vida, que lhes mostre a beleza de ser sacerdote. Então, o jovem dirá: «Isto pode ser um futuro também para mim, assim pode-se viver» (Insegnamenti, vol. I/2005, 354). O Concílio Vaticano II, referindo-se ao testemunho capaz de suscitar vocações, destaca o exemplo de caridade e de fraterna cooperação que devem oferecer os sacerdotes (cf. Decreto Optatam totius, 2).

Apraz-me recordar o que escreveu o meu venerado predecessor João Paulo II: «A própria vida dos padres, a sua dedicação incondicional ao rebanho de Deus, o seu testemunho de amoroso serviço ao Senhor e à sua Igreja – testemunho assinalado pela opção da cruz acolhida na esperança e na alegria pascal –, a sua concórdia fraterna e o seu zelo pela evangelização do mundo são o primeiro e mais persuasivo fato de fecundidade vocacional» (Pastores dabo vobis, 41). Poder-se-ia afirmar que as vocações sacerdotais nascem do contacto com os sacerdotes, como se fossem uma espécie de patrimônio precioso comunicado com a palavra, o exemplo e a existência inteira.

Isto aplica-se também à vida consagrada. A própria existência dos religiosos e religiosas fala do amor de Cristo, quando O seguem com plena fidelidade ao Evangelho e assumem com alegria os seus critérios de discernimento e conduta. Tornam-se «sinais de contradição» para o mundo, cuja lógica frequentemente é inspirada pelo materialismo, o egoísmo e o individualismo. A sua fidelidade e a força do seu testemunho, porque se deixam conquistar por Deus renunciando a si mesmos, continuam a suscitar no ânimo de muitos jovens o desejo de, por sua vez, seguirem Cristo para sempre, de modo generoso e total. Imitar Cristo casto, pobre e obediente e identificar-se com Ele: eis o ideal da vida consagrada, testemunho do primado absoluto de Deus na vida e na história dos homens.

Fiel à sua vocação, cada presbítero, cada consagrado e cada consagrada transmite a alegria de servir Cristo, e convida todos os cristãos a responderem à vocação universal à santidade. Assim, para se promoverem as vocações específicas ao ministério sacerdotal e à vida consagrada, para se tornar mais forte e incisivo o anúncio vocacional, é indispensável o exemplo daqueles que já disseram o próprio «sim» a Deus e ao projeto de vida que Ele tem para cada um. O testemunho pessoal, feito de opções existenciais e concretas, há de encorajar, por sua vez, os jovens a tomarem decisões empenhativas que envolvem o próprio futuro. Para ajudá-los, é necessária aquela arte do encontro e do diálogo capaz de os iluminar e acompanhar sobretudo através do exemplo de vida abraçada como vocação. Assim fez o Santo Cura d’Ars, que, no contacto permanente com os seus paroquianos, «ensinava sobretudo com o testemunho da vida. Pelo seu exemplo, os fiéis aprendiam a rezar» (Carta de Proclamação do Ano Sacerdotal, 16/06/2009).

Que este Dia Mundial possa oferecer, uma vez mais, preciosa ocasião para muitos jovens refletirem sobre a própria vocação, abrindo-se a ela com simplicidade, confiança e plena disponibilidade. A Virgem Maria, Mãe da Igreja, guarde o mais pequenino gérmen de vocação no coração daqueles que o Senhor chama a segui-Lo mais de perto; faça com que se torne uma árvore frondosa, carregada de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade. Por esta intenção rezo, enquanto concedo a todos a Bênção Apostólica.


Fonte: CNBB

Vontade de Cristo para o homem é abraço seguro que o leva a vida eterna, diz o Papa Bento XVI
21/4/2010
 

Papa Bento XVI

VATICANO, 20 Abr. 10 / 12:46 pm (ACI).- Ao pronunciar esta manhã um elogio fúnebre ao Cardeal Tomas Spidlík, sacerdote jesuíta falecido no dia 16 de abril aos 90 anos, o Papa Bento XVI explicou que "a vontade de Jesus coincide com a de Deus Pai e com a obra do Espírito Santo, constitui para o ser humano uma espécie de abraço seguro, forte e doce que o conduz à vida eterna".

Ao final da Missa de exéquias celebrada na Basílica de São Pedro pelo Cardeal Angelo Sodano, Decano do Colégio Cardinalício, o Santo Padre assinalou que "os grandes homens de fé que vivem imersos nesta graça, têm o dom de perceber com uma força particular esta verdade e, assim, podem atravessar duras provas, como as atravessou o Padre Tomas Spidlík, sem perder a confiança e conservando, ao contrário, um vivo senso de humor, que é certamente um sinal de inteligência, mas também de liberdade interior".

"Neste aspecto era evidente a semelhança entre nosso chorado Cardeal e o venerável Papa João Paulo II: ambos tinham o dom da ocorrência divertida e a brincadeira, embora quando eram jovens passaram situações difíceis e, em alguns casos, parecidas. A Providência fez que se encontrassem e colaborassem para o bem da Igreja; especialmente para que Ela aprenda a respirar plenamente ‘com seus dois pulmões’, como gostava de dizer o Papa eslavo".

Bento XVI disse logo que "essa liberdade e essa presença de espírito têm seu fundamento objetivo na ressurreição de Cristo. A esperança e a alegria de Jesus ressuscitado são também a esperança e a alegria de seus amigos, graças à ação do Espírito Santo. Demonstrava-o habitualmente o Padre Tomas Spidlík com sua forma de viver, e seu testemunho se tornava cada vez mais eloqüente com o passar dos anos porque apesar da idade avançada e os inevitáveis achaques seu espírito seguia sendo fresco e jovem. O que é isso senão a amizade com o Senhor Ressuscitado?".

Ao escolher como lema de seu escudo cardinalício, "Ex todo corde": com todo o coração, o Cardeal, sublinhou o Papa Bento, "punha, por dizer assim, sua vida dentro do mandamento do amor, inscrevia-a no primado de Deus e da caridade". As palavras "phos" e "zoe" -"luz" e "vida"-, que se encontram no escudo, "são nomes de Deus. Portanto, o ser humano que acolhe plenamente, ‘ex todo corde’, o amor de Deus, acolhe a luz e a vida, e é à sua vez luz e vida na humanidade e no universo".

Finalmente o Papa recordou que o Cardeal Spidlík era membro da Companhia de Jesus, "quer dizer, um filho espiritual daquele São Ignácio que pôs no centro da fé e da espiritualidade a contemplação de Deus no mistério de Cristo. Neste símbolo do coração se encontram Oriente e Ocidente, em um sentido não devoto, mas profundamente cristológico".

90 crianças receberam a primeira Eucaristia nesse Domingo dia 18 de Abril
19/4/2010
 



A Paróquia São Nicolau de Flüe celebrou nesta manhã de domingo 18, a “Primeira Comunhão” para 90 crianças , o evento religioso foi celebrado pelo padre Eduardo Malaspina .

Primeira comunhão é uma celebração religiosa de algumas denominações cristãs, nomeadamente da Igreja Católica Romana, em que os cristãos participantes desta cerimônia recebem pela primeira vez o "Corpo e Sangue de Cristo sob a forma de pão e vinho", respectivamente (hóstia). Esta celebração também se chama de "Primeira Eucaristia" visto que os participantes recebem pela primeira vez os sacramento de Eucaristia.

Normalmente, antes de os cristãos receberem a Primeira Comunhão, eles têm que saber e compreender alguns princípios e conhecimentos fundamentais da Igreja, nomeadamente os 10 Mandamentos, também os mandamentos da Madre Igreja, as principais orações, os 7 sacramentos, etc. Para se realizar este rito religioso é necessário que o catequizando faça a confissão dos pecados particularmente com o sacerdote, o que irá se repetir sempre que, o já catequizado, peque gravemente, para assim tornar a receber a Sagrada Eucaristia.

15h Celebração da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo
2/4/2010
 







Sexta Feira da Paixão

Paixão de Cristo"Chegado ao meio-dia, houve trevas por toda a terra, até às três da tarde. Às três horas, Jesus exclamou em alta voz: "Eloì, Eloì, lema sabactàni?" que quer dizer: Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste? (...)Soltando um grande brado, Jesus expirou. (...)Ao vê-Lo expirar daquela maneira, o centurião, que se encontrava em frente dEle, exclamou: "Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus". Jesus, pregado na Cruz, imobilizado nesta terrível posição, invoca o Pai (cf. Mc 15, 34; Mt 27, 46; Lc 23, 46). Todas as suas invocações testemunham que Ele está unido com o Pai. "Eu e o Pai somos um" (Jo 10, 30); "Quem Me vê, vê o Pai" (Jo 14, 9); "Meu Pai trabalha continuamente e Eu também trabalho" (Jo 5, 17).

Aconteceu nessa noite na Paróquia São Nicolau de Flüe a Encenação da Paixão de Cristo
2/4/2010
 






O grupo de jovens Kadosh da Paróquia São Nicolau de Flüe,realizou nessa noite a encenação da Paixão de Cristo!

Jesus é entregue aos soldados Romanos, que O espancam brutalmente. Ele é então levado de novo a Pilatos, que O apresenta para a multidão, esperando que isso já seria o suficiente, mas não era. Pilatos lava suas mãos do dilema, e ordena que seus homens façam com Jesus o que a multidão queria.

Jesus é apresentado à sua própria cruz e é ordenado a carregá-la pelas ruas de Jerusalém para o Calvário. Lá Ele é pregado à cruz e percebe que Seu Pai Celestial O tem abandonado por causa do pecado do mundo que Ele (Cristo) carregou em Si mesmo. Depois de horas de tortura, Cristo proclama: "Está consumado", e depois: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!"

No momento da morte de Jesus, há um grande terremoto, o véu do santuário é rasgado ao meio de cima a baixo, e uma escuridão toma conta da terra por três horas.

Três dias depois, Jesus Cristo ressuscita dos mortos, combatendo o pecado e a morte, e providenciando o único caminho para a humanidade se reconciliar com Deus Pai.

Confira as fotos da encenação na galeria de imagens .


Postado por: Marcia Figueiredo Liani




Procissão do Encontro
31/3/2010
 




Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores

Dentro da Semana Santa, também chamada de “A Grande Semana”, em muitas paróquias, especialmente no interior, realiza-se a famosa “Procissão do Encontro” entre: o Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores.

Os homens saem de uma igreja com a imagem de Nosso Senhor dos Passos e as mulheres saem de outra igreja com Nossa Senhora das Dores. Acontece então o doloroso encontro entre a Mãe e o Filho. O padre, então, proclama o célebre Sermão das Sete Palavras, que na verdade são sete frases:

1. Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. (Lc 23,34 a);
2. Hoje estarás comigo no paraíso. (Lc 23,43);
3. Mulher eis aí o teu filho, filho eis aí a tua mãe. (Jo 19,26-27);
4. Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonastes?! (Mc 15,34);
5. Tenho sede. (Jo 19,28 b);
6. Tudo está consumado. (Jo 19,30 a);
7. Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito. (Lc 23,46 b).

O sacerdote, diante das imagens, faz uma reflexão com estas frases, chamando o povo à conversão e à penitência. O silêncio é grande, já que a imagem de Nosso Senhor dos Passos mostra-o com a cruz às costas.

A expressão dos rostos das imagens é de dor e sofrimento. Algumas imagens de Nossa Senhora das Dores mostram-na abraçada a uma espada, lembrando certamente a profecia de Simeão: “Uma espada de dor te traspassará a alma”.

Quando estive na Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém, fiquei muito emocionado quando vi a imagem de Nossa Senhora das Dores.
No local onde, segundo a tradição, foi colocado Jesus crucificado, tem um buraco no chão. Onde foi colocada a cruz de Jesus, está embaixo um altar. A gente precisa ajoelhar-se para colocar a mão lá dentro. Imagine a emoção...

Só que antes de chegar a este lugar santo, a gente passa em frente à imagem de Nossa Senhora das Dores. Belíssima... Quem a fez conseguiu como que umedecer o seu rosto, e é como se ela estivesse chorando, mas com o rosto sereno. Sofrido, mas sereno. Chorei muito ao contemplá-la.

É tudo isso que vivemos neste tempo de profunda reflexão.
Nossa fé é pascal, passa pelo sofrimento, morte e ressurreição do Senhor.

Sigamos os passos de Jesus, sempre com Maria.


Ofício de Trevas antecede tríduo pascal
30/3/2010
 




RELIGIÃO - Durante a celebração, igreja fica iluminada apenas pelas luzes de quinze velas colocadas no altar Uma celebração tradicional, cheia de ritos e significados. É assim o “Ofício de Trevas”, rezado há séculos pela igreja Católica em vários países do mundo, sempre à quarta-feira que precede o Tríduo Pascal (quinta-feira, sexta e sábado santos). Na noite de ontem, dezenas de fiéis foram até a Paróquia São Nicolau de Flüe.

O ofício é marcado pelo clima de introspecção. A igreja é mantida quase que às escuras, e a única iluminação vem de quinze velas colocadas sobre o altar. Ao longo da celebração são cantados quinze salmos da Bíblia e a cada um rezado, uma vela é apagada. Ao final, somente um círio é mantido aceso, e é levado para a parte de trás do altar, a escuridão simboliza a condição do ser humano, diante de Jesus, que se faz luz. “Nós nos colocamos como pecadores, arruinados. Diante daquele que é a luz que salva”.

porém, que o reconhecimento dos fiéis como “escuridão”, não é no sentido de derrotismo, de negatividade, mas sim, de humildade em relação à santidade de Jesus, o filho de Deus que nasceu homem e morreu para salvar o mundo. “Jesus torna nossa vida luminosa para que nós sejamos luz no mundo”.

Os fiéis podem tornar-se luz praticando a caridade, a justiça, o acolhimento, o testemunho cristão, entre outras atitudes. O círio que é levado para trás do altar no fim da celebração simboliza Jesus que se recolhe em tristeza por três dias, para renascer em resplendor no Domingo de Páscoa.


Programação da Semana Santa na Paróquia São Nicolau de Flüe
29/3/2010
 



"Economia e vida"
Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro(mt 6,24)
Campanha da fraternidade-2010



DIA 28 DE MARÇO:DOMINGO DE RAMOS

8h30-Benção,procissão e Missa de ramos(saída da procissão no final da Rua Pedro Raimundo,ao lado do Bicão)

*Não haverá a Missa das 10h


DIA 29 DE MARÇO:Segunda-Feira Santa

20h Confissão comunitária
Reunião com as Equipes de celebração(comentaristas,leitores,músicos,salmista,ministério da acolhida,coordenadores de ministro da sagrada comunhão e dos acólitos e acolitas)


DIA 30 DE MARÇO:TERÇA-FEIRA SANTA

15h-Missa com os doentes
19h30- Ofício das Trevas


DIA 31 DE MARÇO
10h-Missa dos Santos Óleos (Consagrações dos Santos óleos e Renovação das promessas sacerdotais)
ATENÇÂO: Você está convidado a participar representar sua paróquia nesta celebração da unidade e da comunhão.Estarão presente o povo de Deus, o nosso Bispo,mais de 90 padres de nossa Diocese,Diáconos e seminaristas.

19h30-Procissão do encontro doloroso da Paróquia até o Bicão onde encontraremos com a Paróquia Nossa senhora Aparecida.Celebraremos o encontro da mãe das Dores com o Senhor dos Passos.(LEVAR VELAS E ROSAS)


TRIDUO PASCAL

DIA 01 DE ABRIL:QUINTA-FEIRA SANTA

"Eucaristia:Fraternidade,Amor,Serviço"
20h-Missa do lava- Pés:
SOLENE ADORAÇÃO DO SANTISSÍMO SACRAMENTO:
22h - RCC(grupo de Oração)
23h - Acólitos,acólitas,jovens do grupo Kadoshi e Shekynah,Pastoral do canto Litúrgico (DOMINGO A NOITE)

DIA 02 DE ABRIL: SEXTA-FEIRA SANTA

7h30: Via Sacra: Saída em frente a chácara do Japonês- Via sacra em direção ao Centro de Tratamento de Esgoto

10h : Confissão comunitária
13h30: Confissão comunitária
15h: Celebração da Paixão e Morte do Nosso Senhor Jesus Cristo;Adoração do Cristo na Cruz.Comunhão Eucaristica.
19h30: Procisão do Senhor morto,com o canto da Verônica
SAÍDA DA PROCISSÃO(DA IGREJA SÃO NICOLAU)
ATENÇÃO:VELAS SERÃO USADAS NA PROCISSÃO-ADQUIRI-LAS NA IGREJA


DIA 03 DE ABRIL:SÁBADO SANTO
"A MORTE NÃO PODE MAIS OPOR-SE À VIDA"

20h- Solene Vigília pascal-"A maior e mais importante celebração Cristã".

DIA 04 DE ABRIL: DOMINGO DE PÁSCOA

"O seprulco está vazio! O senhor ressuscitou!Aleluia,Aleluia!"

8h -Santa Missa
10h- Missa da Páscoa com as crianças
11h30- Batizado
19h -Santa Missa de Páscoa



Domingo de Ramos na Paróquia São Nicolau de Flüe
28/3/2010
 



Jesus entra em Jerusalém

Missa e Procissão de Ramos:Saída da procissão no Final da Rua Pedro Raimundo às 08h30
Missa e Bênção dos Ramos: 19h

O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a recordação da entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de morrer. O domingo é de “ramos” porque o povo que recebeu Jesus cobriu o chão com folhas, ramagens de oliveiras e palmeiras para que Ele passasse, montado em um jumento. Jesus era aclamado por todos: “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”.

Essa reação popular despertou nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança e medo de perder o poder, o que depois levaria Jesus à morte de cruz.

A celebração do Domingo de Ramos é marcada pela Procissão, quando os fiéis se reúnem em sinal de fé e esperança pela chegada do Messias. Neste dia são proclamados dois Evangelhos.

O primeiro narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém. O segundo é sobre a Paixão de Jesus, e relata seu julgamento.

Amanhã dia 27 de Março Show com Dalvimar Gallo...
26/3/2010
 



1º SOS Evangeliza Show com Dalvimar Gallo (ex vocalista da banda Anjos de Resgate) Dia 27 de Março às 20h no Ginásio Salesianos na Vila Nery .

"Abertura com a Banda Shekynah".


Preço único R$10,00
venda de ingressos com agentes de pastorais de sua paróquia ou pelo telefone (16)3376.2364.



Sobriedade, a virtude prática na vida
24/3/2010
 






A reconstrução do novo homem

Muitos de nós já ouvimos alguém dizer, mesmo em tom de brincadeira, que a sobriedade é uma escolha. Se a brincadeira for levada ao pé da letra, a pessoa escolhe, conscientemente, por não querer ter atitudes e pensamentos centrados e equilibrados, pelo menos durante um período de tempo. Ironicamente, outras pessoas enfrentam grandes dificuldades em viver na própria sobriedade. São pessoas que se veem amarradas a algum tipo de vício. Elas se sentem envolvidas por uma necessidade compulsiva de fumar, beber ou se drogar. Sem forças para lutar contra um desejo nocivo, essas pessoas se intoxicam até perderem os sentidos básicos que as diferenciam de um ser irracional. Para essas pessoas, optar pela sobriedade é mais que uma questão de honra, é um motivo para conquistar a vida.

A pessoa envolvida na dependência química vive também outras dificuldades que refletem em seu caráter. Sua autoestima praticamente desaparece. Em muitas ocasiões, até mesmo os cuidados com sua hiegiene pessoal fica deficitária. É preocupante constatar o quão fácil é para alguém se tornar vítima de um vício, mesmo sendo uma situação tão delicada de se resolver.

Às vezes, a pessoa, fingindo não ter problemas, foge de sua própria realidade, desviando-se das responsabilidades e afogando o seu próprio estado de lucidez. Outras, desejando somente esquecer de seus problemas domésticos ou simplesmente querendo se tornar mais comunicativo numa roda de amigos, começam a fazer uso de drogas para provocar a sensação de liberdade ou extroversão. Elas preferem viver num mundo em que os efeitos alucinógenos da bebida, ou de qualquer outra droga, as fazem acreditar que seus sofrimentos são menores.

Ao voltar da sua “viagem psicodélica”, a pessoa frustra-se mais uma vez quando percebe que nada foi mudado em seu mundo real. Desta maneira, a vítima se sentirá cada vez mais tentada a lançar mão dos artifícios que a conduzem para uma dependência cada vez mais crônica. Como num círculo vicioso, a pessoa voltará a se intoxicar.

Saciar o desejo da sua dependência é a sua prioridade, mesmo que para isso tenha que despojar de tudo aquilo que lhe é precioso.

Como resultado, vamos testemunhar, além da deterioração de sua saúde, também as crises em seus relacionamentos. Casamentos que são destruídos, famílias fragilizadas, filhos com problemas psicológicos, entre muitos outros desequilíbrios causados pelo vício.

Sabemos o quanto é difícil a convivência com alguém que vive às voltas por um “trago”. Numa família, todos sofrem; tanto o viciado – seja no álcool ou na dependência química –, quanto os demais membros da casa. Pessoas que trabalham na recuperação de outras, com problemas de envolvimento com qualquer tipo de droga licita ou ilícita, dizem que somente é possível a sua recuperação quando a própria pessoa manifesta o desejo de sair dessa deplorável situação. Na maioria das vezes, é praticamente impossível alguém conseguir a cura por si própria. A ajuda profissional e o apoio de familiares é fundamental neste lento processo de recuperação que se inicará a partir do resgate da sua autoestima e a reconstrução do novo homem, tornando-o capaz de dominar a si próprio.

Somente por meio do resgate de suas virtudes a pessoa deixará de ser vítima daquelas coisas que a leva a renunciar o próprio uso da razão. Esta virtude é chamada de “sobriedade”; ela nos indica os limites que não devemos ultrapassar. Do contrário, se desrespeitarmos essas regras, já não seremos mais capazes de dominar a nós mesmos e seremos dragados por outras paixões.




-12 passos para viver a sobriedade



Os 12 passos da Pastoral da Sobriedade são vivenciados, periódica e ciclicamente, traduzindo um programa de vida nova que cumpre a primeira missão da Igreja: a evangelização.

São eles:

1 - Admitir
2 - Confiar
3 - Entregar
4 - Arrepender-se
5 - Confessar-se
6 - Renascer
7 - Reparar
8 - Professar a fé
9 - Orar e vigiar
10 - Servir
11 - Celebrar
12 - Festejar


Reze a Oração da Sobriedade:

"Senhor, admito minha dependência dos vícios e pecados, e que sozinho não posso vencê-los. Liberta-me!

Senhor, confio em Ti, ouve o meu clamor. Cura-me!

Senhor, entrego minha vida e minhas dependências em Tuas mãos. Espero em Ti. Aceita-me!

Senhor, arrependido de tudo que fiz, quero voltar para a Tua graça, para a casa do Pai. Acolhe-me!

Senhor, confesso meus pecados e, publicamente, peço Teu perdão e o perdão dos meus irmãos. Absolve-me!

Senhor, renasço no Teu Espírito para a Sobriedade. O homem velho passou, eis que sou uma criatura nova. Batiza-me!

Senhor, reparo financeira e moralmente a todos que, na minha dependência, eu prejudiquei. Ajuda-me a resgatar minha dignidade e a confiança dos meus. Restaura-me!

Senhor, professo que creio na Santíssima Trindade e peço a ajuda da Igreja com a interceção de todos os santos. Instrui-me na Tua Palavra!

Senhor, orando e vigiando para não cair em tentação seremos perseverantes nos Teus ensinamentos. Dá-me a Tua Paz!

Senhor, servindo, a exemplo de Maria, nossa mãe e de todos, queremos, gratuitamente, fazer dos excluídos os nossos preferidos através da Pastoral da Sobriedade.

Senhor, celebrando a Eucaristia em comunidade com os irmãos, teremos força e graça para perseverarmos nesta caminhada. Alimenta-nos no Corpo e Sangue de Jesus!

Senhor, festejando os 12 passos para a Sobriedade Cristã, irmanados com todos, na mesma esperança, por um século sem drogas, queremos partilhar e anunciar Jesus Cristo Redentor pelo nosso testemunho". Amém.

"Piedade Redentora de Cristo, dai-nos a Sobriedade." (3x)

"Sobriedade e Paz, só por hoje, graças a Deus."


Pastoral da sobriedade na Paróquia São Nicolau de Flüe, maiores informações sobre as reuniões pelo telefone (16) 3307.8587 no horário comercial.








São Nicolau de Flue
21/3/2010
 

São Nicolau de Flüe



Comemoramos a vida santa de um eremita, São Nicolau de Flue, que nasceu na Suíça em 1417 e passou sua juventude ajudando o pai em trabalhos práticos, sempre inclinado à vida religiosa.

A pedido do pai, casou-se com Dorotéia que muito o levou para Deus, tanto que juntos educaram os dez filhos para a busca da santidade. Aconteceu que, em comum acordo e, com os filhos já educados, Nicolau retirou-se na solidão, perto de sua casa, porém com o propósito de se dedicar exclusivamente a Deus, ele que era um homem popular devido a diversos cargos públicos e administrativos que ocupara na sociedade.

São Nicolau entregou-se totalmente à vida de oração, penitência e jejuns, sem deixar de participar nas santas missas de domingo e dias santos, além de ter assumido uma tábua como cama; por travesseiro uma pedra e de primeiro frutas e ervas como alimento, isto até chegar a se alimentar somente da Eucaristia, todo este processo estendeu-se progressivamente por 33 anos. Nicolau, que morreu com setenta anos, ao ir para o eremitério com 37 anos, em nada se alienou ao mundo. Pôde ele servir com conselhos e interferir pacificamente nas dificuldades entre Católicos e protestantes, a ponto de ser amado e tomado como modelo de pacificador e pai da pátria.


São Nicolau de Flue, rogai por nós!


Hoje Santa Missa às 19h com a ENTRONIZAÇÃo da Imagem de São Nicolau de Flüe.

O gesto de Entronização consiste em colocar a imagem em um lugar especial da Paróquia, para recordar a sua presença permanente .. É um sinal que nos lembra a entrega de de um homem a vida de oração, penitência e Jejun.

A Igreja celebra hoje São José
19/3/2010
 



Celebra-se hoje, 19 de março, a Solenidade de São José. Neste dia, a Igreja, espalhada pelo mundo todo, recorda solenemente a santidade de vida do seu patrono.

Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo.

Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.

No Evangelho de São Mateus vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo.

"Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa" (Mt 1,24).

O Verbo Divino quis viver em família. Hoje, deparamos com o testemunho de José, “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.

Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o patrono. E é grande intercessor de todos nós.

Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à Vontade do Senhor.

São José, rogai por nós!

Padre Eduardo Malaspina lança livro sobre a vida de São Nicolau de Flüe
15/3/2010
 

Pe Eduardo Malaspina






Quando se ouve uma história com tanta piedade e devoção, imagina-se logo tratar da vida de um padre ou religioso. No caso de Nicolau não foi assim; Deus o chamou primeiro à realização através da constituição de uma família. A ele reservou uma mulher de grandes virtudes: Dorotéia, que com ele constitui família e o fez pai de dez filhos.

Excelente pai de família Nicolau educou os filhos na fé e na virtude da oração e do trabalho.
Homem santo, que em sua vida trouxe uma história de piedade, devoção, amor ao próximo e essencialmente a Deus.

Homem de oração, cujo centro de sua vida foi a Eucaristia, único alimento que recebera nos anos que viveu como eremita.

Meu Senhor e meu Deus, tirai de mim tudo quantoPossa afastar-me de Vós!Meu Senhor e meu Deus, concedei-me tudo quantoPossa atrair-me a Vós!Meu Senhor e meu Deus, tomai-me todo e fazei-me Inteiramente Vosso!

Oração que em sua essência traduz a história daquele que escolheu viver em Deus, por Deus e para Deus.

Uma de suas frases marcantes:
"... a obediência é a maior honra no céu e na Terra, por isso, deveis aspirar serem obedientes uns aos outros. ... a paz está sempre com Deus, porque Deus é a paz." - A paz não se pode ordenar. É um presente. Os conflitos só podem ser resolvidos com pleno respeito mútuo. Não há paz sem justiça. Por isso, a paz apela ao mais profundo das pessoas e pede o nosso maior esforço. Finalmente, a paz se baseia no "ser unido", no ser uno com Deus.

São Nicolau de Flüe, O divino no humano... O eterno no tempo. A mais nova obra do Pe. Eduardo Malaspina que amparado pelo magistério da Igreja Católica reverencia e homenageia aquele que tem nos ensinado e conduzido ao caminho da adoração, da Eucaristia, da santidade. Fiel intercessor junto a Deus Pai, soube viver “Em tudo, por Tudo, em todos”. São Nicolau de Flüe.

Fonte: Assessoria de Imprensa Pe Eduardo Malaspina


Por que se confessar com um padre?
13/3/2010
 







Cada pecado é um ato de orgulho e desobediência

ACUSAÇÃO: “Quem pode perdoar os pecados senão Deus? ” (Mc 2,7).

RESPOSTA : Quem negava a Jesus o poder de perdoar os pecados e até O tachava de blasfemador eram os orgulhosos escribas. Jesus, porém, lhes respondeu: “Para que saibais que o Filho do homem tem na terra o poder de perdoar os pecados […]” (Mc 2,10) e curou o paralítico, que foi perdoado à vista deles.

Esse poder de perdoar os pecados, o Senhor o confiou aos homens pecadores, aos Apóstolos e a seus legítimos sucessores, no dia mais solene: na Ressurreição quando lhes apareceu e disse: “Assim como o pai me enviou, também eu vos envio a vós. Tendo dito estas palavras, soprou sobre eles e disse-lhes: “Recebei o Espírito Santo. Àquele a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20,21-23).

Não resta dúvida de que o sopro de Cristo ressuscitado e as palavras: “Recebei o (dom do) Espírito Santo […]” expressam claramente que os Apóstolos não obtiveram o poder de perdoar os pecados em virtude de sua santidade ou impecabilidade, mas como um dom especial, merecido por Cristo e a eles conferido em favor das almas, remidas pelo sangue derramado na cruz. Daí dizer: “Eu não me confesso com os padres, porque eles também são pecadores” demonstra igual insensatez ao se afirmar: “Eu não vou, com minha doença, procurar conselho e remédio dos médicos, porque eles também ficam doentes”.

Por isso, os católicos, mesmo que sejam, cardeais e reis, dobram humildemente suas cabeças diante de tão claras palavras de Jesus e confessam seus pecados diante dum simples sacerdote, para receber o perdão de Deus. Os outros crentes, porém, preferem ignorar essas palavras de Cristo e desprezar o grande dom do Senhor no sacramento da penitência. Para motivar esse procedimento, procuram na Bíblia vários textos no sentido: “Convertei-vos… fazei penitência… arrependei-vos, para que vossos pecados sejam perdoados,… para que sejais salvos”.

Ninguém duvida de que o sincero arrependimento dos pecados, com firme propósito de não pecar mais, e a satisfação feita a Deus e aos prejudicados, eram no Antigo Testamento condições necessárias e suficientes para obter perdão do Altíssimo. O mesmo vale ainda hoje para todos os que desconhecem a Jesus e o Evangelho, para os que não têm nenhuma ocasião de se confessar; são ainda condições necessárias para obter perdão na boa confissão. Mas quem no seu orgulho não acredita na veracidade e obrigatoriedade das palavras de Cristo Ressuscitado, com as quais Ele instituiu o sacramento da penitência, e por isso não quer se confessar, dificilmente receberá perdão!

Cada pecado é um ato de orgulho e de desobediência contra Deus. Por isso “Cristo se humilhou e tornou-se obediente até a morte na cruz” (Fl 2,8) para expiar o orgulho e a desobediência dos nossos pecados e nos merecer o perdão. Por essa razão, Ele exige de nós confissão sacramental, na qual confessamos os nossos pecados diante do Seu representante, legitimamente ordenado. Conforme a Sua promessa: “Pois todo o que se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado” (Lc 18,14).

Alguns “crentes” aliciam os católicos para sua crença, com a promessa de que, depois do batismo (pela imersão), estes estarão livres de qualquer pecado e nem poderão mais pecar! (Conseqüentemente, não precisarão mais de nenhuma confissão). Apóiam essa afirmação nas palavras bíblicas de I Jo 3, 6 e 9 “Quem permanece NEle não peca; quem peca não O viu, nem O conheceu” e “Todo aquele que é gerado por Deus, não comete pecado, porque nele permanece o germe divino” (a graça santificante).

Em resposta, lembro o princípio bíblico de que entre as verdades bíblicas, reveladas por Deus, não pode haver contradições. Por isso, as palavras menos claras devem ser esclarecidas por palavras mais claras ou pela autoridade estabelecida por Deus (Magistério da Igreja). Ora, o próprio apóstolo escreve em (I Jo 1,8-10): “Se dizemos que não temos pecado algum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se reconhecemos os nossos pecados, (Deus aí está) fiel e justo para nos perdoar os pecados e para nos purificar de toda a iniquidade. Se pensamos não ter pecado, nós O declaramos mentiroso e a sua palavra não está em nós”.

Por isso, a Tradição Apostólica interpreta as palavras de I Jo 3,9: “Todo aquele que é gerado por Deus não peca” no sentido de “não deve pecar gravemente”, já que possuindo a graça de Deus, tem suficiente força para vencer as tentações. Enquanto as claras palavras em I Jo 1,8-10 falam dos pecados leves – veniais; sendo somente Maria Imaculada livre de qualquer mancha do pecado original e pessoal, em previsão dos méritos antecipados de Jesus Cristo que a escolheu por sua Mãe. Portanto, todos os homens adultos necessitam de Misericórdia Divina; e os sinceros seguidores da Bíblia receberam-na, agradecidos, no sacramento da confissão.

Papa pede que padres usem a internet para evangelizar
12/3/2010
 



Papa diz que a Igreja entrou em uma nova era e pede a padres que usem a internet


O papa Bento XVI anunciou em sua mensagem destinada ao 44º Dia das Comunicações, o início de “uma nova era” para a Evangelização, que exigirá dos padres uma presença maior na internet.

No texto, divulgado , Bento XVI convida a Igreja a acompanhar a internet com entusiasmo e audácia, e lança como desafio aos sacerdotes a necessidade de se utilizar as redes sociais para levar “a Palavra de Deus” ao “grande continente digital”.

“O desenvolvimento das novas tecnologias e, na sua dimensão complexa, todo o mundo digital representam um grande recurso para a humanidade”, diz o Papa em seu texto. Um espaço que deve ser utilizado também para demonstrar que “a terna atenção de Deus em Cristo para nós não é uma coisa do passado e nem uma teoria erudita, mas uma realidade concreta e atual”, continua.

Hoje, os sacerdotes estão no “início de uma nova história” e devem ser os “animadores” da “comunidade que se expressa agora por meio das tantas vozes presentes no mundo digital”, devem oferecer aos homens que vivem neste “tempo digital”, principalmente aos jovens e também aos que não-crentes, “os sinais necessários para reconhecer o Senhor”, orienta o Pontífice.

Segundo explicou o presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, ao apresentar o texto, o Papa tem uma visão “positiva” e não “ingênua” dos meios de comunicação, como alguns veículos chegaram a cogitar.

No ciberespaço, o Pontífice deverá abordar questões gerais, como a segurança dos menores na rede, a coordenação de assuntos relacionados à Igreja e aos meios de comunicação.

A mensagem do Papa sobre as mídias é divulgada todos os anos junto à festa de São Francisco de Sales, o padroeiro dos jornalistas. A celebração é festejada todo dia 24 de janeiro.

O 44º Dia Mundial das Comunicações acontecerá em 16 de maio, sob o tema: “O padre e a pastoral no mundo: as novas mídias a serviço da Palavra de Deus”.

Amanhã sexta-feira dia 12 de Março às 19h30 haverá confissão na Paróquia São Nicolau de FLüe
11/3/2010
 






Neste tempo da quaresma somos chamados à conversão, e a confissão é o primeiro passo para buscarmos o perdão a Deus e a Igreja.

A confissão, também é conhecida como Sacramento da conversão ou Sacramento da Penitencia, é o próprio Jesus que nos convida a despojar do homem velho e revestir do homem novo, a caminharmos de volta ao Pai, do qual nos afastamos pelo pecado.

Muitos, ainda, pensam que podem confessar-se diretamente com Deus, sem precisar do intermédio dos sacerdotes. De fato, é Deus quem perdoa os pecados, só Ele tem poder para esquecer nossas faltas, só Nele há misericórdia capaz de nos purificar de nossas imundícies, de transformar o nosso coração de pedra num coração de carne – (Ez 36,25-28).

Entretanto, foi a vontade Dele que o perdão Divino fosse confiado como autoridade e como serviço à Igreja na pessoa dos sacerdotes – “Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20,23). Portanto, os sacerdotes são instrumentos da misericórdia Divina.

E para fazermos uma boa confissão, seguiremos cinco passos, primeiro, é necessário iniciar com um exame de consciência, depois arrepender-se das faltas cometidas, comprometendo-se a mudar de vida, confessar os pecados e cumprir com a “penitência,” ou seja, concretizar o arrependimento transformando-o em ação.

Vale ressaltar, que confessar alguns pecados e omitir outros, é mesmo que não confessar, já que demonstra falta de arrependimento e de confiança em Deus, diferente dos pecados que foram esquecidos, onde os mesmos serão perdoados junto com os que foram confessados.

A confissão além do perdão nos dá a graça de tornamos mais fortes e perseverantes. Assim quanto mais consciente é a confissão mais ela terá proveito para nós.

Um dia Santa Teresa viu muitas almas caindo no inferno. Ela perguntou a Jesus por que aquelas almas caíam no inferno. Jesus respondeu: "Por causa das confissões mal feitas". Então Santa Teresa escreveu logo a um padre: "Padre, pregue muitas vezes contra as confissões mal feitas, porque é esse o laço do demônio para pegar as almas".

Aproveitemos irmãos e irmãs, esse tempo de purificação e procuremos a Confissão para podermos assim nos aproximar mais dignamente do Sacramento da Eucaristia.

Haverá confissão Sexta-feira dia 12 de Março às 19h30 na Paróquia São Nicolau de Flüe.
Maiores informações pelo telefone:(16)3307.8587

Partilhar o que temos
11/3/2010
 






"Deixarmo-nos trabalhar pela sede de Deus não nos desliga das preocupações do mundo que temos à nossa volta. Pelo contrário, esta sede leva-nos a fazer o impossível para que outras pessoas possam tirar proveito dos bens da Criação e encontrem uma alegria de viver.

Fazer uma escolha dos nossos desejos, aceitarmos não ter tudo, leva-nos a não monopolizarmos as riquezas para nós próprios. Santo Ambrósio já dizia no século IV: «Não são os teus bens que distribuis ao pobre, apenas lhe dás o que lhe pertence.»

Aprender a não termos tudo preserva-nos do isolamento. As facilidades materiais levam muitas pessoas a fecharem-se sobre si mesmas, descurando as verdadeiras formas de comunicação. Bastaria muito pouco para que as coisas não fossem assim.

Há muitas iniciativas de partilha que estão ao nosso alcance: desenvolver redes de entreajuda; favorecer uma economia solidária; acolher os imigrantes; viajar para compreender por dentro outras culturas e outras situações humanas; promover geminações de cidades, de vilas, de paróquias, para ajudar aqueles que precisam de auxílio; utilizar bem as novas tecnologias para criar laços de apoio...

Permaneçamos atentos para não nos deixarmos invadir por uma visão pessimista do futuro, focando-nos nas más notícias. A guerra não é inevitável. O respeito pelos outros é um bem inestimável para prepararmos a paz. As fronteiras dos países mais ricos devem poder abrir-se mais. É possível haver mais justiça na terra. As análises e os apelos com vista a promover a justiça e a paz não faltam. O que falta é a motivação necessária para perseverar para lá das boas intenções."

Conheça o livro do Pe Eduardo Malaspina"São Nicolau de Flüe"O divino no humano o eterno no tempo
11/3/2010
 



A venda na secretaria da sua Paróquia e nas livrarias!
maiores informações pelo telefone:(16) 3376.2364

Vocação - uma flor a ser cultivada
10/3/2010
 



Antes de qualquer reflexão, é necessário que saibamos o que significa a palavra vocação. A palavra vocação vem do latim vocare que significa chamado. Todos nós somos chamados, de uma forma ou de outra à fazer algo, à alguma coisa. Antigamente este termo significava qualquer espécie de aptidão. Por exemplo: aptidão para medicina, música, artes, etc.. Depois ele foi adquirindo um significado religioso passando a designar o chamado de Deus.


Vocação sempre indica um chamado. E quem chama sempre deseja alguma resposta da pessoa a quem chama.
Deus não age de forma diferente. Só que, ao chamar, Deus, antes de pedir Ele dá. Deus chamando o homem lhe dá a vida, a existência, e com a vida, dá-lhe também a liberdade.


Depois de ter chamado o homem para a vida, Deus torna a chamá-lo, porque há muitas coisas que Deus deseja fazer no mundo através do homem. Deus não quer mais agir sozinho. Por isso, quando Deus chama, Ele chama para pedir alguma coisa, confiar alguma missão. O chamado de Deus é sempre um desafio:

1. Ao sermos chamados à vida, nos comprometemos a cumprir uma determinada missão que todos os outros possam viver bem.

2. Ao sermos chamados à fé, pelo batismo, nos comprometemos a seguir os ensinamentos de Jesus Cristo e a colaborar com os homens na busca da verdade e do bem vivendo como irmãos.


3. Ao sermos chamados a qualquer estado de vida (sacerdotal, religiosa, matrimonial) assumimos um compromisso específico com a comunidade humana, de ajudá-la a encontrar a felicidade.

Para que isso aconteça é indispensável que cada um faça desabrochar e fortificar a vocação que está em seu interior (Mt 25,14-30).
As capacidades e dons que temos devem estar voltados para as necessidades dos outros. Quanto mais o homem está voltado para o outro, mais realizado e feliz será. O verdadeiro amor é o que busca a felicidade do outro e não a própria.
Podemos dizer que, vocação é a oferta divina que exige uma resposta e um compromisso com Deus. Nesta definição percebemos três aspectos:

1. oferta (chamado) de Deus;
2. resposta do homem;
3. compromisso com Deus e com o irmão

A resposta do homem deve ser constantemente reassumida. É no dia-a-dia que se deve ir fazendo caminho e assumindo os riscos do nosso SIM.
Vocação é descoberta do próprio ser pessoal. Todo homem é chamado a aperfeiçoar a bondade que existe, em germe, em seu interior, a descobrir a sua vocação, a construir um mundo fraterno onde haja sol para todos, vida para todos.
A vida não é feita só de momentos claros, nos quais se percebe perfeitamente a vontade de Deus. Muitas vezes é necessário seguir por caminhos escuros e até incomuns. Muitos devem lutar duramente para seguir sua vocação. "A Palavra de Deus não dispensa ninguém de pensar, de tatear, de buscar, de tomar decisões".
Vocação é convite pessoal que Deus dirige a cada um. Cada ser humano tem algo de pessoal, e uma maneira pessoal de realizá-lo. Ao descobrir sua vocação, o homem está se descobrindo a si mesmo. Daí a necessidade de permanecer atento a tudo, para perceber sua própria vocação.


Seguir uma vocação é buscar incansavelmente uma resposta aos próprios anseios.

Todo homem é chamado a decidir-se, a assumir os valores descobertos em si e não poupar esforços para alcançar os objetivos propostos.


Nossa vocação é como uma flor que precisa ser cultivada. Quando cuidada é um presente para o mundo e bela de ser contemplada. Como você tem cuidado de sua vocação? Seja ela qual for: matrimonial, sacerdotal, consagrada, celibatária? Como você tem cuidado dela?

A Igreja celebra hoje São Domingos Sávio
9/3/2010
 



O santo de hoje vivieu o lema “Antes morrer do que pecar”.

Nascido em Turim, na Itália, no ano de 1842, Domingos conheceu muito cedo Dom Bosco e participou do Oratório – lugar de formação integral - onde seu coração se apaixonou por Jesus e Nossa Senhora Auxiliadora.

Pequeno na estatura, mas gigante na busca de corresponder a vocação a santidade, foi um ícone da alegria de ser santo. Um jovem comum, que buscava cumprir os seus deveres e amava a vida de oração.

Com a saúde fragilizada, faleceu com apenas 15 anos.

São Domingos Sávio, rogai por nós.

Origem do Dia Internacional da Mulher
8/3/2010
 



O dia 8 de Março é, desde 1975, comemorado pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher

Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias, que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.

Em 1903, profissionais liberais norte-americanas criaram a Womens Trade Union League. Esta associação tinha como principal objetivo ajudar todas as trabalhadoras a exigirem melhores condições de trabalho.

Em 1908, mais de 14 mil mulheres marcharam nas ruas de Nova Iorque: reivindicaram o mesmo que as operárias no ano de 1857, bem como o direito de voto. Caminhavam com o slogan "Pão e Rosas", em que o pão simbolizava a estabilidade econômica e as rosas uma melhor qualidade de vida.

Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher".


A Paciência
6/3/2010
 





.A vitória é fruto de um trajeto de espera, de paciência e de certezas. É uma via de alegrias e tristezas, de ânimos, desânimos, mas que não pára por isto. Uma força positiva se faz sempre presente, não deixando que tudo termine antes da hora.

Assim acontece na quaresma, num caminho de paciência e de conversão, na espera da inauguração do Reino proposto por Deus. Em sintonia com a Campanha da Fraternidade, esse Reino é constituído pela prática de uma economia de solidariedade.
O mundo é chamado a cuidar da natureza, a valorizar a vida como o bem mais precioso. Isto só acontece quando temos em mente o verdadeiro sentido e valor da pessoa humana, que deve ser preservada como imagem e semelhança do Criador.

Não podemos eliminar a vida só porque ela é improdutiva, ou porque vive na situação de sofrimento. A atitude deve ser de solidariedade e paciência, levando em conta que “quem pensa estar de fé tome cuidado para não cair”.

No mundo, ninguém é melhor do que o outro. Todos nós devemos produzir frutos bons, cada um dentro de suas condições, mesmo levando consigo alguns traços de egoísmo e de falta de amor. É por isto que na quaresma se diz que “todos devemos converter-nos sempre”.

A celebração da Páscoa exige de nós pureza de coração e eliminação do orgulho, ambição, inveja, exploração, intenções ambíguas, traição e tudo aquilo que mancha nosso ser é o nosso fazer. É realmente um caminho paciente de purificação do coração.

Nem sempre somos tão pacientes como acontece com a ação de Deus na História da Salvação. Temos em nós a presença do trigo e do joio, atitudes boas e más. O tempo é de purificação e de luta pela realização daquilo que gera e promove a vida.


Fonte: CNBB

Jesus é aquele que tira a divisão do mundo
3/3/2010
 



O pecado, origem da divisão

Qualquer um de nós experimenta dentro de si e em sua vida pessoal uma divisão que não nos deixa ser felizes.

São muitas as ocasiões nas quais queremos amar, dar espaço ao outro, sofrer com o irmão, escutar a pessoa necessitada, especialmente nas relações com aqueles que nos rodeiam e estão mais próximos, o que se dá no matrimônio, na família, no local de trabalho, no centro de estudos ou em casa.

Em todos nós se produz esta luta interna que não nos deixa viver em paz e que antecede às divisões externas que hoje contemplamos nas lutas entre os poderosos deste mundo. Não podemos enganar-nos: o homem realmente quer fazer o bem e todas as suas ações são orientadas para a consecução da sua realização plena. Porque Deus criou o homem a sua imagem e semelhança, o homem tem o amor dentro de si, não se busca a si mesmo, pelo contrário, se disponibiliza a perder-se a si mesmo em favor do outro.

No entanto, o fato é que o homem se depara diante da sua incapacidade, porque justamente, sabendo que se realiza na medida em que renuncia a si mesmo para doar-se totalmente ao próximo no amor livre e gratuito, há uma força dentro dele que o impede de viver aberto para Deus e para os irmãos: o pecado. Se o amor nos faz ser dom para Deus e para o nosso irmão, o pecado é justamente a força que produz no homem a ruptura interior com Deus, e consequentemente consigo mesmo e com os outros homens. Pecar significa fazer experiência do mal, isto é, desviar-nos do caminho traçado por Deus para sermos livres e felizes conforme a sua vontade amorosa.

Porque nós fomos criados por Deus, por e para o amor, a nossa vida e o nosso existir só terão sentido na medida em que amemos na dimensão em que Ele nos amou: até o extremo de morrer na cruz. Porque esta é a verdade do amor: só tem verdadeiro amor aquele que ama morrendo a si mesmo para que o outro, sendo livre e com a sua forma de ser, receba a vida. O amor é a única força capaz de transformar o pecador em santo, o ódio em perdão, a tristeza em alegria. Qual é a mãe que deseja que o seu filho morra de câncer ou assassinado? Pois nisso consiste o amor que Deus tem e sente por cada um de nós. É preciso que o homem se depare e deteste suas misérias para que Deus possa fazer-lhe enxergar o caminho que inicia no alto da Cruz, lugar esse que o Senhor se entregou por inteiro, que as coisas todas se fizeram novas, e se restaurou a unidade primordial da criação, sobretudo do homem com Deus, com o próximo e consigo mesmo.

Sorteados da Campanha premiada da Paróquia São Nicolau de Flüe
1/3/2010
 
Estimado Colaborador



Um coração generoso é aquele que dá sem reservas e sem interesses, aquele que se deixa tocar pela providência e tem a ousadia de viver o “dai e vos será dado”.
Deus nos deu a graça de ter entre nós pessoas como você que não só acredita na evangelização, mas que deixou-se tocar por Ele e abraçou conosco mais um desafio, desta vez o de dar continuidade as obras da Igreja Matriz de São Nicolau.
Creia, além de colaborar, você está fazendo parte da história da nossa paróquia. Todos que por aqui passarem estarão rezando por você e por toda a sua família.
Deus lhes pague pela generosidade e largueza do seu coração.
Nas coisas da fé e nas causas do Reino, estaremos diariamente unidos.
Um abraço amigo e fraterno,


Pe Eduardo Malaspina
Pároco



Colaboradores sorteados:

SETEMBRO:
Sorteio: 26/09/09 / Carnê: 391 – 891/ Milvia Laís Marrara Ranciaro
Prêmio: R$ 1.000,00

OUTUBRO
Sorteio: 31/10/2009 Carnê: 074 – 574 / Carlos Eduardo Gomes
Prêmio: R$ 1.000,00

NOVEMBRO:
Sorteio: 28/11/2009 / Carnê: 405 – 905: Ana Cecília Passucci
Prêmio R$1.000,00

DEZEMBRO:
Sorteio: 26/12/2009 / Carnê: 473 – 973: Marciel Rodrigo Brandão
Prêmio R$1.000,00

JANEIRO:
Sorteio:30/01/2010 / Carnê: 112 - 612: Padre Eduardo Malaspina
Prêmio R$1.000,00

FEVEREIRO:
Sorteio:27/02/2010/ Carnê: 109- 609: Maria José de Lima Martins
Prêmio R$ 1.000,00

Ministério da Intercessão da Paróquia São Nicolau de Flüe
26/2/2010
 

Ministério de Intercessão.

"A Intercessão é uma só oração de pedido que nos conforma perfeitamente com a oração de Jesus. Interceder é pedir, suplicar em favor de outro. Desde Abraão, é próprio de um coração que está em consonância com a misericórdia de Deus”. (Catecismo nº 2634,2635)

A palavra INTERCESSÃO, em si, quer dizer: a ação de “por-se entre”. O intercessor é aquele que se engaja numa batalha espiritual em favor das necessidades de alguém, de algum grupo, família, país, paróquia.

O DEVER DO INTERCESSOR

O dever de orar sempre e sem cessar - Orar deve ser uma prática que, de tão necessária torne-se um estilo de vida e não só orarmos porque precisamos.
Nós devemos chegar a um nível com Deus que não seja só por interesses, mas muito mais por amor e anseio da nossa alma em tê-lo cada dia mais.
No (Sl 42) Davi fala sobre a necessidade de intimidade com Deus; assim como a corça anseia pelas águas, assim anseia meu coração por ti ó Deus.
Dele temos todas as coisas e sem Ele nada somos e nada temos.

Ministério de Intercessão.

A Pastoral do Dízimo da Paróquia São Nicolau de Flüe ,propõe a vocês as Obras de Misericórdia !
25/2/2010
 



"Dai de Beber a quem tem Sede"

Todo aquele que der ainda que seja somente água fresca a um destes pequeninos,porque é meu discípulo,em verdade eu vos digo:Não perderá sua recompensa."(Mt 10,42)

Tal como a corsa que suspira pelas fontes da águas,assim minha alma tem sede do senhor,do Deus vivo.(Sl 41,2)

Não acredito que haja dentro de nós alguém que tenha negado um copo de água quem quer que fosse.Dar de beber a quem tem sede pode,de início,parecer a mais simples obras demisericórdia.Será?
Ha quem se redimensionar essa proposta de Deus.Na maioria do território brasileiro somos agraciados pela abundância de manaciais de água doce.Outras regiões,porém,padecem pela falta dela.Despreocupados,nos esquecemos que a água é um recurso natural limitado.De toda água do planeta,apenas 2% é doce. Cada vez que despercimas,seja na lavagem do carro,nos banhos demorados em nossos chuveiros,ou na torneira aberta desnecessariamente na cozinha,estamos determinando a falta de água para milhares,talvez milhões de pessoas.O Assoreamento e a poluição dos rios condenam a humanidade à morte.Uma morte lenta.
Podemos oferecer um copo de água a quem quer que seja e isso será uma prática de generosidade e acolhida bem vinda as virtudes de santidade.Porém,quando a desperdiçamos fazemos parte dessa destruição.O mundo tem sede de Deus.Somos chamados a sermos leitos da graça aos sequiosos do amor divino.Desejar ser canal da graça é ao mesmo tempo não se tornar responsável pela natureza,é contradição.
A prática o dízimo desperta a conciência comunitária.

Seja você também um agente da paz e da justiça e que a igreja seja sempre porto seguro aos que estão a deriva no oceano da vida.
Seja voz daqueles que a perderam devico às injustiças.

"Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça,porque serão saciaodos" (Mt 5,6)


Crie você, em sua casa, meios e regras de preservação e economia: Estipule tempo para os banhos; feche torneiras e evite lavar calçadas com água tratada; varra o chão antes de lavá-lo

.Pastoral do Dízimo da Paróquia São Nicolau de Flüe.

Seja um Dízimista,procure pela nossa Equipe de plantão da Pastoral do Dízimo em todas as missas !

Terças-feiras às 19h15
Quartas-feiras às 19h15
Quintas-feiras Sos Oração às 19h30
Sextas-feiras às 19h15
Sábados às 19h15
Domingos às 8h, 10h e 19h

Postado por: Marcia Figueiredo Liani

Inicia-se hoje em nossa Paróquia a Via Sacra (meditar na paixão, morte e ressurreição de Cristo)
24/2/2010
 



Hoje 24/02 às 19h30, inicia-se a Via sacra na Paróquia São Nicolau de Flüe, saída de frente a Paróquia.

O QUE É A VIA SACRA?



A Via Sacra é uma oração que tem como objectivo meditar na paixão, morte e ressurreição de Cristo. É o reviver dos últimos momentos da sua vida na Terra. São 15 estações, que nos ajudam a percorrer um caminho espiritual e a compreender melhor a pessoa de Jesus e o amor que teve por nós ao ponto de se deixar matar, sofrendo muito, para que todos nós aprendêssemos o que é verdadeiramente amar.


REALIZAÇÃO DA VIA SACRA

A pessoa que preside à celebração, lê a frase que está marcada com V/

Quando são todos a responder, a frase está marcada com R/

Todos os textos restantes, devem ser distribuídos antes de começar a celebração.

A celebração da Via Sacra pode ser feita dentro de uma Igreja, e o caminho é percorrido com uma cruz e duas velas que dão a volta à Igreja parando nas cruzes ou ícons que estão nos pilares ou paredes. É habitual haver 14 cruzes, de modo que a 15ª estação, a da Ressurreição, possa ser feita à frente do altar ou do Santíssimo.

A celebração da Via Sacra pode também ser feita em qualquer outro lugar, rua, montanha, praia, ... os lugares onde se pára, podem estar afastados de metros ou quilómetros (no caso de uma peregrinação a pé). Se possível, devem ser preparados antes, de modo a criar um ambiente de interiorização e evitar distracções durante a realização da via sacra.

Entre as estações pode rezar-se o Pai Nosso ou até uma dezena ou terço no caso de uma grande peregrinação a pé.

Também se podem intercalar cânticos em qualquer momento da via sacra.

Todas as estações têm uma estrutura esquemática semelhante, o que facilita a compreensão da celebração e permite adicionar cânticos ou outras orações.

À frente segue uma pessoa com a cruz, e duas pessoas cada uma com uma vela acesa ao lado da da cruz. Seguidos da pessoa que preside e depois por todas as outras pessoas.

Quando se lê a frase no início da estação "Nós vos adoramos e bendizemos ó Jesus", ajoelham-se todos e levantam-se após responderem "Que remistes o mundo pela vossa santa cruz".

Na estação em que Jesus morre na cruz, ajoelham-se todos no fim da leitura, por uns breves instantes; o que preside deve dar o exemplo.



APRESENTAÇÃO



ORAÇÃO INICIAL



PRIMEIRA ESTAÇÃO - Jesus é condenado à morte


SEGUNDA ESTAÇÃO - Jesus carrega a cruz


TERCEIRA ESTAÇÃO - Jesus cai pela primeira vez



QUARTA ESTAÇÃO - Jesus encontra sua Mãe



QUINTA ESTAÇÃO - Jesus é ajudado pelo Cireneu a levar a cruz



SEXTA ESTAÇÃO - Verónica limpa o rosto de Jesus


SÉTIMA ESTAÇÃO - Jesus cai pela segunda vez



OITAVA ESTAÇÃO - Jesus encontra as mulheres de Jerusalém



NONA ESTAÇÃO - Jesus cai pela terceira vez



DÉCIMA ESTAÇÃO - Jesus é despojado das suas vestes



DÉCIMA PRIMEIRA ESTAÇÃO - Jesus é pregado na Cruz


DÉCIMA SEGUNDA ESTAÇÃO - Jesus morre na Cruz


DÉCIMA TERCEIRA ESTAÇÃO - Jesus é descido da Cruz



DÉCIMA QUARTA ESTAÇÃO - Jesus é depositado no sepulcro

Ainda dá tempo de viver bem a Quaresma
24/2/2010
 



O Tempo da Quaresma, é uma oportunidade de preparação para a celebração solene do Tríduo Pascal: Quinta Feira Santa, Sexta Feira Santa e Sábado Santo.
Convém recordar: este é um tempo penitencial que nos prepara para a mais alegre possível celebração pascal. Durante a Quaresma não se diz o Aleluia, os instrumentos musicais podem ser tocados somente para acompanhar os cantos, evite-se adornar as igrejas com flores.
A Quaresma nos permiti aquela abertura de coração para penetrarmos com maior profundidade no Mistério do Ressuscitado, nosso Salvador.
A Comunidade Coração Fiel vive com muita peidade e amor os tempos liturgicos da Igreja.

Queremos convidar você para fazer essa experiência durante o tempo que ainda temos de Quaresma, e seguir os passos do Jejum, Esmola, Oração.



Pastoral familiar da Paróquia São Nicolau de Flüe
23/2/2010
 






ORGANIZAÇÃO DA PASTORAL FAMILIAR

Um dos setores importantes da vida da Igreja é a Pastoral Familiar. Embora a realidade da família esteja presente em muitos campos da ação da Igreja, necessário se faz organizá-la, sem o que ela se dilui entre as outras pastorais e não conseguirá a eficácia que dela se espera.

Evidentemente a organização por si só não garante a concretização dos objetivos e metas estabelecidos. Somente assim, no entanto, se poderá dar passos controláveis e seguros na direção do atendimento da famifia. Junto com a organização se faz necessária a presença de agentes de pastoral abertos à ação do Espfrito na Igreja: pobres, despojados, missionários, disponíveis à ação do Senhor. Este é um pressuposto que não pode ser negligenciado.

Um mínimo de organização deverá estar presente a nível nacional, regional, diocesano e paroquial (também em comunidades eclesiais de base). Sua estruturação inicial se faz sob a forma de uma comissão ou equipe.

Essa comissão (ou equipe) é instrumento de que se serve a Igreja para cumprir sua missão na ação evangelizadora no acompanhamento, orientação, ajuda e apoio às famílias. Focalizaremos aqui as comissões ou equipes diocesanas e paroquiais.

Caráter das comissões e equipes

Trata-se de comissões e equipes de reflexão, animação, planejamento e coordenação da Pastoral Familiar em sua área de abrangência, isto é, na paróquia ou na diocese.
Não é um novo movimento ou associação que surge, nem são criadas para competir com os movimentos e serviços familiares já existentes.

São suas principais características:

• acolher com amor e simplicidade todas as pessoas, casais, movimentos, serviços, instituições e organizações que trabalham em prol da família ou se empenham em sua promoção;
• animar, estimular e apoiar o trabalho de todos na Pastoral Familiar diocesana ou paroquial,
• estabelecer orientações e linhas comuns para a ação pastoral;
• servir de elo de ligação entre as diversas estruturas existentes: família-grupo-comunidade; comunidade-paróquia; paróquia-setores das dioceses; pastorais, movimentos, associações.

Objetivos das Comissões Diocesanas

A realidade e os problemas das diferentes dioceses brasileiras são extremamente diversificados. Cabe, por conseguinte, a cada comissão de coordenação da Pastoral Familiar traçar seus objetivos próprios.
Os objetivos que apresentamos a seguir deveriam ser adotados, gradativamente, por todas as comissões diocesanas.
As equipes paroquiais teriam também seus objetivos específicos que poderiam ser concretizados a partir das características que abaixo elencamos, de modo particular, para as comissões em nível diocesano:
Conhecer a realidade familiar através de estudos feitos a respeito da situação e das necessidades das famílias; fazer um levantamento do que já está sendo feito em prol da família e planejar um trabalho pastoral que será executado de maneira eficaz e adequado; refletir constantemente sobre a problemática familiar à luz do Evangelho e dos ensinamentos do Magistério, a fim que as ações pastorais que venham a ser empreendidas possam realizar uma evangelização atualizada e correta da família; promover a formação e capacitação de agentes de Pastoral Familiar;

•articular e apoiar e ação pastoral dos movimentos, serviços e institutos familiares, visando coordenar esforços e realizar os grandes objetivos da Pastoral Familiar com todas as forças vivas da comunidade;
• estar em ligação constante com as comissões regionais Pastoral Familiar da CNBB e as comissões ou equipes das paróquias;
• manter contato com todos aqueles que trabalham com famílias ou exercem influência sobre elas, sejam pessoas e profissionais, sejam instituições, grupos de estudo, reflexão ou de promoção humana, meios de comunicação social ou entidades sociais, visando somar esforços, buscar cooperação, partilhar experiências, aproveitar recursos e realizar possíveis ações comuns:
• defender a família, seus valores, sua importância básica para a sociedade e para a Igreja;
• promover a formação, apoiar e fortalecer as equipes de Pastoral Familiar nas paróquias;
• integrar a Pastoral Familiar com outras pastorais que tenham incidência sobre a família, dentro do plano de pastoral de conjunto da diocese;
• colocar-se a serviço da vida, preparação de agentes que defendam a vida em todos os seus aspectos;
• realizar avaliações regulares das próprias atividades, de modo a aperfeiçoar o trabalho realizado e alcançar mais plenamente os objetivos traçados.
Constituição da comissão cabe ao Bispo diocesano constituir a Comissão Diocesana de Pastoral Familiar.

O Bispo poderá formá-la de muitas maneiras:

• escolhendo ele mesmo os nomes que a comporão;
• aproveitando motivação existente em alguns casais da diocese;
•nomeando uma comissão provisóna que depois se tornaria definitiva com eventuais mudanças;
• convocando uma reunião ou encontro para conversar sobre a família, com casais representantes das paróquias e comunidades de base, movimentos e serviços familiares, alguns sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas: ao final dessa reunião seria tomada a decisão de formação da equipe e escolhida a maneira como seria constituída; convocando casais das paróquias e comunidades de base bem como membros de movimentos e serviços familiares;
• exigindo-se que normalmente os casais deverão tercerta liderança, serem pessoas que acreditam na família e tenham alguma experiência pastoral no campo familiar, bem como possam oferecer belo testemunho de vida cristã e familiar.

Para que a comissão possa cumprir seus objetivos toma-se necessário criar uma estrutura mínima, na qual cada membro tenha tarefas e responsabilidades definidas. Assim, deverá haver:

• uma coordenação exercida por um casal que: presidirá a comissão procurando com entusiasmo criar um clima de comunhão e participação; organizará, planejará e avaliará a Pastoral Familiar juntamente com os outros membros da comissão; se ocupará com o relacionamento permanente da comissão com o Bispo, conselho pastoral diocesano e outras estruturas da diocese;
• uma vice-coordenação, exercida por um casal;
• um sacerdote (ou diácono) com a função de assessor ou assistente;
• que seja um assessor doutrinal e pastoral; um animador da Pastoral Familiar e da espiritualidade dos membros da comissao;
• uma secretaria sob a responsabilidade de um casal, de uma religiosa ou de uma pessoa especialmente designada para tato;
• um setor de Formação de Agentes de Pastoral, a cargo de dois casais, para organizar cursos, encontros, retiros, palestras, debates, troca de informações, divulgação de bibliografia e outros materiais de Pastoral Familiar;
• um setor de Pastoral Pré-Matrimonial, sob a responsabilidade de dois casais, que poderá ser subdividido em preparação remota para o matrimônio e preparação próxima, conforme as funçôes descritas nas etapas da Pastoral Familiar em números precedentes;
• um setor de Pastoral Pós-Matrimonial, sob a responsabilidade de dois casais, que poderá se subdividir em equipe de pastoral dos recém-casados; equipe voltada para famílias de batizandos, famílias cujos filhos estão freqüentando a catequese de primeira eucaristia e crisma bem como pais de batizandos; equipe de pastoral para atuar nas escolas;
• um setor de Pastoral para os casos difíceis, com a participação de dois casais e, eventualmente, de um religioso ou uma religiosa.

Obs: À medida que a Comissão Diocesana de Pastoral Familiar for se desenvolvendo, sentirá necessidade de outros serviços e tarefas tanto na pastoral pré-matrimonial, como na pastoral da celebração do sacramento e na pastoral pós-matrimonial;

Pensamos sobretudo nos encontros e acompanhamentos de namorados firmes, na realização de eventos como a Semana Nacional da Família e outros serviços. No organograma que segue poder-se-á visualizar melhor a estrutura da Comissão Diocesana:




Equipe de Pastoral Familiar da Paróquia

A paróquia tem importância capital na realização e desenvolvimento da Pastoral Familiar. E em tomo da paróquia, de suas capelas, comunidades de bairros e, eventualmente, comunidades de base a ela ligádas, que se reúnem os fiéis entre os quais estão as famflias. Ela representa a expressão mais imediata, visível e próxima da Igreja. E na paróquia que a Pastoral Familiar tem mais oportunidade de ser bem sucedida.

Normal que na paróquia as pessoas se conheçam mais e melhor. Pároco, agentes de Pastoral Familiar têm conhecimento mais global e preciso das urgências da família. São as equipes paroquiais de Pastoral Familiar que entrarão em contato mais direto com as famílias, suas esperanças e seus problemas.

Características da Equipe Paroquial de Pastoral Familiar

É equipe de reflexão, de estudo, de planejamento a seu nível. Além disso:
• coordena e executa a Pastoral Familiar em sua área;
• organiza a Pastoral Familiar em sua área que é a paróquia, atingindo, aos poucos, todas as comunidades, partindo sempre do conhecimento da realidade local;
• leva em conta e torna mesmo participantes da Pastoral Familiar Paroquial todos os membros dos movimentos e serviços familiares;
• auxilia, de modo particular, os dirigentes das comunidades eclesiais de base para que estes possam também animar as famílias de seu local;
• faz o planejamento e estabelece prioridades não podendo deixar de levar em consideração as diretrizes e orientações traçadas pela Comissão Diocesana da Pastoral Familiar para toda a diocese, inserindo-se assim no Plano de Pastoral de Conjunto da Igreja local;
• mantém, assim, constantes contatos com a Comissão Diocesana onde buscará suprimento para suas necessidades em termos de formação de agentes de Pastoral Familiar, informações e subsídios. bem como auxilio para todas as iniciativas que deseja ou precisa tomar e não disponha de recursos e condições.

Constituição da Equipe Paroquial de Pastoral Familiar

A composição da Equipe de Pastoral Familiar, à semelhança da Comissão Diocesana, e consideradas as caraaerízas peculiares da realidade paroquial, poderia ter uma estrutura como a seguinte:
• uma Coordenação exercida por um casal;
• uma vice-coordenação também sob a responsabilidade de um casal;
• um Assistente ou Assessor que pode ser o próprio pároco:
• uma Secretaria, sob a responsabilidade de um casal ou de .ssoa habilitada e designada para a tarefa;
• um Setor de Pastoral Pré-Matrimonial, a cargo de um casal e que poderá ser sub-dividido em dois: da preparação próxima ao matrimônio (cursos ou encontros de noivos e o da preparação remota, através de cursos de educacão para o amor e outras atividades descritas em capítulo anterior quando se abordou a questão dos campos de atuação da pastoral pré-matrimonial remota.
• um Setor de Pastoral Pós-Matrimonial, sob a responsabilidade de um casal. Este, sim, poderia ser desdobrado em: equipe de pastoral para recém-casados; equipe de pastoral dirigida aos pais de crianças e adolescentes que estão se preparando para a primeira eucaristia e crisma; equipe de pastoral direcionada aos pais com filhos em escolas;
• um Setor de Pastoral para os casos difíceis, a cargo de um casal.


Obs.: Evidentemente, à medida que a- Equipe de Pastoral Familiar paroquial for se desenvolvendo serão necessárias mais subdivisões nos Setores acima mencionados. No organograma seguinte tem-se uma visualização da estrutura da Equipe Paroquial de Pastoral Familiar:


Maiores informações pelo telefone:(16)3307.8587


Hoje a Igreja comemora a Festa da Cátedra de São Pedro
22/2/2010
 






“Dareis à luz um filho e este será grande e chamá-lo-ão: Filho do Altíssimo. Ele reinará eternamente sobre a casa de Jacó e o seu reino não terá fim”. Com estas palavras o Arcanjo São Gabriel anunciou a Maria o reino eterno de seu filho. Orientados por uma estrela, chegaram os Magos e renderam homenagens ao Menino Deus. Quando o governador romano Pilatos perguntou a Jesus: “És de fato rei ?” Jesus lhe respondeu: “ Tu o dizes, mas meu reino não é deste mundo”. Quando Jesus Cristo, quarenta dias depois de sua gloriosa ressurreição, se preparou para voltar ao Pai, deu o caráter visível de sua dignidade real a um homem, para lhe servir de substituto até o fim dos séculos.

Para este elevado cargo Jesus Cristo escolheu Simeão, filho de Jonas, cujo nome mais tarde foi mudado em Pedro. “Tu és Pedro e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus. Rezei por ti, para que tua fé não desfaleça; tu, porém, confirma teus irmãos. Apascenta minhas ovelhas, apascenta meus cordeiros”.

São Pedro, fiel à ordem recebida do Mestre, trabalhou pela propagação da doutrina do Messias. Depois de ter fundado diversas Igrejas na Palestina e na Ásia Menor, dirigiu os passos para Roma, metrópole do mundo civilizado. Foi no ano de 42, que o príncipe dos Apóstolos chegou à capital dos Césares. Achou agasalho na casa do senador Cornélio, parente daquele capitão ilustre de Cesaréia de nome Cornélio, também que, por uma graça especial divina, recebeu de São Pedro o batismo, ele, com toda a família.

Roma achava-se no auge do poder, mas também da corrupção. Nos palácios, templos, parques e teatros reinavam um luxo desmedido. Com as riquezas das províncias mais longínquas, tinham chegado a Roma os ídolos, a supertição e os vícios de outras nações. Se de um lado havia incalculável riqueza, grande parte da população gemia debaixo do jugo da mais vil escravidão. O imperador era considerado “Deus e Senhor”, e como tal recebia dos aduladores as supremas homenagens. O vício, sob as formas mais hediondas, se ostentava publicamente e, para justificá-lo, não faltavam divindades a que se oferecesse incenso.

Foi neste antro de podridão, que o Vigário de Jesus Cristo veio pregar o Evangelho; foi ali que fundou uma Igreja que perdura já vinte séculos e forneceu milhares de mártires; foi aí que estabeleceu a cadeira da verdade e foi aí que, igual ao divino Mestre, exalou a vida no patíbulo da cruz.

São Pedro morreu, mas vive ainda nos seus sucessores. Quem é o sucessor de São Pedro ? A esta pergunta responde a cristandade toda unanimente: o sucessor de São Pedro, na sua dignidade e poder, é o bispo de Roma. O bispo de Roma é o legítimo representante de Cristo na terra; o bispo de Roma é o chefe de todos os fiéis.

O protestantismo tem ido à cata de provas, para mostrar que São Pedro nunca esteve em Roma. Se não esteve em Roma – assim calcula logicamente – os Papas não são sucessores de São Pedro na Cátedra de Roma, e não podem atribuir-se a dignidade apostólica. Não foram felizes os amigos de Lutero nesta campanha, pois tudo diz contra o que asseveram. O resultado de sérios estudos, feitos por historiadores católicos e protestantes sobre o assunto, tem sido este: que São Pedro esteve em Roma. Historiador nenhum cristão pôs em dúvida este fato, que é comprovado pelos escritores dos primeiros séculos, por Caio, presbítero romano, São Dionísio de Corinto, Hegésipo, Justino, Tertuliano, Cipriano, Orígenes, Eusébio, Arnóbio e outros.

Desde imemoráveis tempos é na Igreja celebrado o dia de hoje, em que São Pedro fundou a diocese de Roma. Santo Agostinho, num dos seus sermões, se refere a esta festa. Os calendários e martirológicos mais antigos a mencionam.

Se é festejado na cristandade toda o aniversário da eleição do Papa, se cada diocese celebra o aniversário da sagração do seu bispo, justo é que a Igreja inteira solenize o aniversário da Cátedra de São Pedro em Roma e neste dia dirija preces ao Altíssimo, pela prosperidade do Sumo Pontífice.(*)

(*) A Cátedra, isto é, o trono de São Pedro, até o século 5, guardado no batistério de São Pedro, se acha hoje na abside da Basílica Vaticana. Consta apenas de alguns pedaços de tábuas, ligadas por placas de marfim. Desde o tempo da Renascença está encerrada num grande relicário, obra de Bernini.

Reflexões:

Com que sentimentos celebras hoje a festa da fundação da santa Igreja romana? É com satisfação íntima de tua alma que te dizes filho dessa Igreja? Tens amor a esta tua mãe espiritual, que é a esposa imaculada de Cristo, e a mestra de todos os homens? Sabes que ela é a coluna e o fundamento da verdade? De Cristo lhe veio o poder, que Ele mesmo recebera do Eterno Pai, para o bem e a salvação dos homens. Da Sua assistência gozará até o fim dos séculos. O Espírito Santo governa-a com sabedoria divina, habilitando-a a conduzir os homens à eterna salvação. A Igreja é tua mãe. Foi ela que logo à tua entrada na vida, te recebeu com carinho maternal e tirou de tua alma a lepra do pecado original, e te revestiu com a roupa cândida da graça santificante. Nos santos Sacramentos ela te ofereceu os meios necessários para conservar-te na graça de Deus. Se a Igreja é tua mãe, se lhe deves tudo o que de riqueza e ornamento espiritual possuis, a gratidão exige, que lhe sejas bom filho, que mostres interesse por tudo o que diz respeito a tua Mãe. Com seus triunfos e vitórias deves alegrar-te; com seus padecimentos, humilhações e perseguições deve teu coração encher-se de tristeza e pesar. A Deus deves pedir, dia por dia, que proteja, defenda sua obra na terra, e de à Igreja a vitória sobre os inimigos, que são numerosos e poderosos. Sempre que as circunstâncias o exigirem e tua posição o permitir, deves entrar na luta, para a defesa de tua Mãe contra os assaltos dos inimigos. Os inimigos da Igreja são inimigos da obra de Deus, portanto, de Deus próprio. Cultiva e conserva em teu coração um amor terno e vivo à santa Igreja, para que sejam a expressão também dos teus sentimentos as palavras, que um santo Bispo escreveu: Ó Santa Igreja Católica Romana, Mãe das Igrejas e Mãe de todos os fiéis, Igreja por Deus estatuída para reunir todos os seus filhos na mesma fé e na mesma caridade, hoje e sempre nos declaramos em favor de tua unidade. Mais fácil seja esquecer-me de mim do que de ti, ó Santa Igreja Romana ! Que antes seque a minha língua, do que eu não mais me lembrar de ti, e em ti procurar toda a minha alegria.


Dia 26 de Fevereiro às 20h acontece o Encontro de Pessoas que têm ou tiveram câncer
19/2/2010
 



Convidamos vocês portadores de câncer,cuidadores e familiares para a participação no grupo de de apoio que acontecerá nessa sexta-feira dia 26 de Fevereiro na Paróquia São Nicolau de Flüe.

Em nenhuma situação, temos saída, a não ser confiar em Deus com todas as nossas forças, com todo o nosso coração, porque quando buscamos soluções fáceis e do nosso jeito, nada dá certo, somente de joelhos diante de Deus, é que obteremos dele, as respostas e as graças que necessitamos.

Você está passando por esso momento tão difícil na luta contra o câncer, não se deixe desanimar,"Deus está contigo"


Venha participar conosco estamos esperando por você conte com nosso apoio!!

Maiores informações no horário comercial no telefone (16)3307.8587

CF2010: SISTEMA ECONÔMICO A SERVIÇO DA VIDA
18/2/2010
 
Brasília, 18 fev (RV) - A celebração ecumênica que marcou a abertura da Campanha da Fraternidade 2010 foi presidida pelo presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), Pastor Carlos Möller. Ao falar sobre o tema da Campanha, Economia e vida, o pastor criticou o sistema econômico mundial e denunciou o aumento do número de famintos no mundo.

"Precisamos ter a coragem de afirmar que o sistema econômico atual é imoral e insuficiente" – disse. "A Campanha da Fraternidade nos deve fazer ousados para rever os conceitos econômicos que imperam no mundo e no nosso país" – completou. Ele condenou, por exemplo, as altas taxas de juros e o lucro dos banqueiros.

"Todo e qualquer sistema econômico deve estar a serviço da vida e não do lucro e dos bancos."

Segundo Möller, a meta estabelecida pela ONU de reduzir pela metade o número de famintos e empobrecidos no mundo até 2015 está longe de ser alcançada. "Dez anos se passaram e o número de pobres aumentou.".

Para o pastor, o Brasil será viável na medida em que aplicar os impostos arrecadados naquilo a que se destinam. Ele cobrou ainda "honestidade e melhor distribuição de renda" no país.

A celebração ecumênica no Santuário Dom Bosco contou a presença de representantes das Igrejas Católica, Síria-Ortodoxa, Anglicana e Presbiteriana Unida. Um grupo de aproximadamente 150 fiéis participou da cerimônia, que durou uma hora e meia. (BF-CNBB)


Campanha da Fraternidade 2010 refletirá sobre “Economia e Vida”
17/2/2010
 



Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”.

Este é o objetivo da Campanha da Fraternidade que será aberta em todo o Brasil na quarta-feira de cinzas, 17. A abertura nacional será em Brasília com uma coletiva de imprensa convocada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), responsável pela Campanha deste ano. A coletiva será às 14h, na Comunidade Evangélica de Confissão Luterana de Brasília, na Quadra 406 Sul. À noite, os presidentes das cinco Igrejas membros do Conic presidirão uma celebração ecumênica no Santuário Dom Bosco, em Brasília, com a presença de fieis de todas as Igrejas cristãs. A celebração será às 19:30h.

Criada pela Igreja Católica em 1964, a Campanha da Fraternidade de 2010 será ecumênica, a exemplo do que ocorreu em 2000 e 2005. Neste ano as Igrejas do Conic propõem uma reflexão sobre o sistema econômico vigente no país, inspirada no versículo bíblico “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24)

Para divulgar a Campanha foram produzidos cartazes, folders, DVDs além de um livro de 80 páginas, conhecido com o Texto Base, carro chefe de todos os materiais confeccionados. Ele traz todo o conteúdo que deverá ser refletido nas comunidades das Igrejas membros do Conic.

O Texto Base faz uma análise da economia do país e insiste que ela deve estar a serviço da vida. “A economia não é uma estrutura autônoma. Ela faz parte das prioridades políticas. As políticas econômicas e as instituições devem ser julgadas pela maneira delas protegerem ou minarem a vida e a dignidade da pessoa humana, sustentarem ou não as famílias e servirem ao bem comum de toda a sociedade”, diz o texto em seu parágrafo 26.

O Texto sugere também ações concretas a serem assumidas pelas comunidades como, por exemplo, a educação para a solidariedade e uma economia solidária com compromisso social.

A Campanha da Fraternidade é realizada durante toda a quaresma e, no Domingo de Ramos, 28 de março, será feita a Coleta da Solidariedade como gesto concreto da Campanha. Os valores arrecadados serão aplicados em projetos que visem a superação da exclusão social e econômica no país. (CNBB-CM)

O Sentido da Quarta feira de Cinzas
17/2/2010
 

“convertei-vos e crede no Evangelho”.




A quarta-feira de Cinzas é o início da Quaresma, preparação para a Páscoa. O rito da imposição das cinzas lembra as palavras de Jesus: “convertei-vos e crede no Evangelho”.

No tempo quaresmal, voltamos especialmente o coração para o Senhor. Permanecemos atentos à sua Palavra, em atitude de conversão sincera, em espírito de Penitência, no cultivo da Oração, na prática da Caridade e do Jejum em busca da santidade. Para nós, os cristãos, Jejum é sinal de disponibilidade e solidariedade de quem quer se entregar totalmente nas mãos de Deus.



Com a imposição das cinzas, se inicia uma estação espiritual particularmente relevante para todo cristão que quer se preparar dignamente para viver o Mistério Pascal, quer dizer, a Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus.

Este tempo vigoroso do Ano litúrgico se caracteriza pela mensagem bíblica que pode ser resumida em uma palavra: " matanoeiete", que quer dizer "Convertei-vos". Este imperativo é proposto à mente dos fiéis mediante o austero rito da imposição das cinzas, o qual, com as palavras "Convertei-vos e crede no Evangelho" e com a expressão "Lembra-te de que és pó e para o pó voltarás", convida a todos a refletir sobre o dever da conversão, recordando a inexorável caducidade e efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte.

A sugestiva cerimônia das cinzas eleva nossas mentes à realidade eterna que não passa jamais, a Deus; princípio e fim, alfa e ômega de nossa existência. A conversão não é, com efeito, nada mais que um voltar a Deus, valorizando as realidades terrenas sob a luz indefectível de sua verdade. Uma valorização que implica uma consciência cada vez mais diáfana do fato de que estamos de passagem neste fadigoso itinerário sobre a terra, e que nos impulsiona e estimula a trabalhar até o final, a fim de que o Reino de Deus se instaure dentro de nós e triunfe em sua justiça.


Sinônimo de "conversão", é assim mesmo a palavra "penitência" …
Penitência como mudança de mentalidade. Penitência como expressão de livre positivo esforço no seguimento de Cristo.

Tradição

Na Igreja primitiva, variava a duração da Quaresma, mas eventualmente começava seis semanas (42 dias) antes da Páscoa.


Isto só dava por resultado 36 dias de jejum (já que se excluem os domingos). No século VII foram acrescentados quatro dias antes do primeiro domingo da Quaresma estabelecendo os quarenta dias de jejum, para imitar o jejum de Cristo no deserto.


Era prática comum em Roma que os penitentes começassem sua penitênica pública no primeiro dia de Quaresma. Eles eram salpicados de cinzas, vestidos com saial e obrigados a manter-se longe até que se reoconciliassem com a Igreja na Quinta-feira Santa ou a Quinta-feira antes da Páscoa. Quando estas práticas caíram em desuso (do século VIII ao X) o início da temporada penitencial da Quaresma foi simbolizada colocando cinzas nas cabeças de toda a congregação.


Hoje em dia na Igreja, na Quarta-feira de Cinzas, o cristão recebe uma cruz na fronte com as cinzas obtidas da queima das palmas usadas no Domingo de Ramos do ano anterior. Esta tradição da Igreja ficou como um simples serviço em algumas Igrejas protestantes como a anglicana e a luterana. A Igreja Ortodoxa começa a quaresma desde a segunda-feira anterior e não celebra a Quarta-feira de Cinzas

Entenda o significado da Quaresma
15/2/2010
 



Chama-se Quaresma os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa. Essa preparação existe desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias , em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O "Glória", o "Aleluia" e o "Te Deum".


Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Nesse tempo santo, a Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade.


Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa.

Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo.


Por que a cor roxa?


A cor litúrgica deste tempo é o roxo que simboliza a penitênica e a contrição. Usa-se no tempo da Quaresma e do Advento.


Nesta época do ano, os campos se enfeitam de flores roxas e róseas das quaresmeiras. Antigamente, era costume cobrir também de roxo as imagens nas igrejas. Na nossa cultura, o roxo lembra tristeza e dor. Isto porque na Quaresma celebramos a Paixão de Cristo: na Via-Sacra contemplamos Jesus a caminho do Calvário


Qual o significado destes 40 dias?


Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.


O Jejum


A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa.


Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.

O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.


Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?


A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.


Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.


Quais são os rituais e tradições associados com este tempo?


As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da semana santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.


Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira Santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e portanto, o resgate dos pecadores.


Depois, vem a missa da Sexta-feira da paixão, também conhecida como Sexta-feira Santa, que celebra a morte do Senhor, às 15h00. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.


No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no Domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo


Como participar da Santa Missa
14/2/2010
 






Assim como todo evento ou reunião tem seu traje específico, uma postura a seguir e um tipo de comportamento a adotar, a Santa Missa também é regida por regras de comportamento que, às vezes, passam despercebidas por muitas pessoas.Em alguns casos, isso acontece pelo desconhecimento da liturgia, já que muitos não têm acesso a uma catequese adequada ou até a um estudo mais amplo sobre o assunto. Em outros, o problema está no bom senso ou na falta dele.O trajeÀs vezes parece desnecessário abordar o assunto "roupa adequada", mas muita gente ainda peca nesse sentido. Decotes, saias curtas, shorts, barrigas à mostra... Você iria de terno para a praia? É claro que não! Da mesma forma, a igreja é um lugar sagrado e a Missa é a expressão maior do amor de Deus para conosco. Vale a pena caprichar no visual, mas não é preciso colocar roupas chiques e caras. Apenas zele para que seu traje esteja comportado, adequado ao ambiente e que não chame a atenção. Isso vale para todos os presentes, incluindo os que exercem algum serviço no rito litúrgico. O que deve prender a atenção é a Palavra de Deus e não a roupa das pessoas.A conversaA liturgia da Missa é rica em leituras, canções e orações. No folheto que é entregue para que acompanhemos os ritos, estão determinados os momentos em que cada um deve participar. Portanto, fale apenas na hora em que a assembléia deve responder ou cantar. Não tente rezar a Missa junto com o padre. Você tira a concentração daqueles que querem prestar atenção. O momento da Homilia, quando o sacerdote traz para o nosso cotidiano os ensinamentos das leituras do dia, é de puro silêncio, de atenção total ao que está sendo dito. Conversar com a pessoa do lado pode fazer com que todos ao seu redor fiquem irritados com o burburinho, sem se fixar na mensagem importante que está sendo passada e, ainda por cima, prestando atenção no seu papo.A posturaOs gestos também compõem o ritual da Santa Missa, colaborando para que expressemos, com corpo e alma, nossa alegria de estar ali, participando do Banquete do Senhor. Assim, devemos ficar atentos aos momentos em que devemos levantar, mostrando nossa disposição; aos momentos em que devemos estar sentados, ouvindo e refletindo sobre o que está sendo dito; aos momentos em que devemos ficar de joelhos, adorando o Senhor e nos mostrando disponíveis a Ele. Outro gesto muito importante na Missa é o Sinal-da-Cruz. Ele é sempre feito no início e no final da celebração. É o sinal do cristão. Portanto, não é preciso repeti-lo quando você se dirige ao altar para colocar sua oferta ou receber a comunhão. Apenas faça uma rápida reverência, inclinando a cabeça, em sinal de respeito.O comportamentoEvite pequenos gestos que incomodam muito e sinalizam a falta de respeito ao templo e ao mistério celebrado: a) mascar chicletes; b) usar boné ou touca; c) ficar andando durante a missa; d) distrair-se com algum objeto: e) alimentar-se no interior do templo; f) rezar o terço durante a missa; g) não desligar ou atender o celular.A atençãoSe você tem dúvidas sobre como se comportar em determinado instante da Missa, não tenha medo de perguntar. Observe os gestos dos sacerdotes, coroinhas e ministros da Eucaristia, que são preparados para a celebração e podem explicar o que acontece e como devemos proceder para vivenciar melhor cada momento. Prevalecem sempre o bom senso e a educação.


Dr. Nelson Arns Neumann é nomeado Coordenador da Pastoral da Criança Internacional
12/2/2010
 

Dr. Nelson Arns Neumann

A Diretoria do Conselho de Administração da Pastoral da Criança Internacional reunida no dia 01 de fevereiro de 2010 nomeou o Dr. Nelson Arns Neumann como coordenador da Pastoral da Criança Internacional.
A indicação do nome do Dr. Nelson foi ratificada por Cardeal Geraldo Majella Agnelo – Fundador e membro do conselho diretor da Pastoral da Criança Internacional conforme preveem os Estatutos da Pastoral da Criança Internacional. Presentes nesta reunião os seguintes membros: Monseñor Luis del Castillo – Bispo Emérito de Melo, Sra. María Laura Bulanti e o Sr. Maurilio Leopoldo Schmitt que aprovaram por unanimidade a indicação do Dr. Nelson.

Nelson Arns Neumann - 44 anos, casado, nasceu em Curitiba, possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Paraná (1988), mestrado em Epidemiologia pela Universidade Federal de Pelotas (1997) e doutorado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (2000). Atuou como médico, missionário leigo, na Diocese de Bacabal - Maranhão, em 1988 e 1989. Desde 1990 é Coordenador Nacional Adjunto da Pastoral da Criança - Organismo de Ação Social da CNBB (Conferência Nacional de Bispos do Brasil).

“O Dízimo é a sustentação da comunidade”,
8/2/2010
 











Prezados Amigos em CRISTO JESUS, que o ESPÍRITO SANTO nos ilumine para sermos FERMENTO, SAL e LUZ na PASTORAL DO DIZIMO !

Quanto devo ofertar no Dízimo?
Efetivamente, dízimo significa a décima parte, como
já se ofertava no tempo do Antigo Testamento.
Contudo, longos anos afastados da prática do
dízimo, poucos são ainda os cristãos católicos,
que o têm como compromisso. Assim, é difícil
reconhecer que de uma hora para outra,
separar os dez por cento de Deus, de um salário
pequeno já comprometido com um orçamento
apertado. Devemos contribuir com o máximo
que o nosso orçamento possa suportar. Assim,
quem pode dar os 10% não contribua com
menos. Quem pode dar 5% não dê 4, quem
pode dar 3% não dê 2. Deus há de entender e
perdoar, enquanto sentir o esforço e o propósito
de cada um. São Paulo (II Cor 9, 7) orienta: “Dê
cada um conforme o impulso do seu coração,
sem tristeza nem constrangimento. Deus ama
o que dá com alegria”. Se seu salário representa
trinta dias do seu tempo, da sua existência, na
verdade ele contém uma parcela da sua vida.
Dessa forma você não deve ver o dízimo apenas
como dinheiro, mas sim como um pouco
de si mesmo que é ofertado a Deus. É muito
importante o cristão ter essa compreensão no
momento de definir quanto vale o seu dízimo.
Note que a igreja recebe uma parcela de sua
vida na forma de dízimo e transforma esse
dízimo ministrando cada Sacramento, que é
vida, prestando assistência aos necessitados,
valorizando a vida e anunciando Jesus que é o
Caminho, a Verdade e a VIDA. O católico deve
banir do pensamento a ideia errada de que seu
dízimo não é importante para a comunidade.
Esse é um pensamento nocivo que impede
a igreja de Cristo de anunciar o evangelho,
porque faz o cristão ficar desestimulado, não
ter compromisso, inerte... e o mundo está desse
jeito não pela ação dos maus... mas pela omissão
dos bons! Cada dízimo é muito importante SIM!
(não importa o valor). O rico dê o dízimo de sua
riqueza, o pobre dê o dízimo de sua pobreza!
Deus não aprecia a quantia e sim a generosidade!
Lembre-se que bastou um jovem desprendido
ofertar cinco pães e dois peixes para que Jesus
operasse o milagre da multiplicação (Jo 6,5-13).
Assim fará com o dízimo em nossa paróquia.



Seja um Dízimista,procure pela nossa Equipe de plantão da Pastoral do Dízimo em todas as missas !

Terças-feiras às 19h15
Quartas-feiras às 19h15
Quintas-feiras Sos Oração às 19h30
Sextas-feiras às 19h15
Sábados às 19h15
Domingos às 8h, 10h e 19h

Equipe da Pastoral do Dízimo da Paróquia São Nicolau de Flue
Cordenadores :Silvia e Osvaldo


Postado por: Márcia Figueiredo Liani

Orientação para o Batismo!
4/2/2010
 



“Ide por todo mundo... batizai todas as gentes...” (Mt 28,19).


O Batismo é o fundamento de toda a vida cristã e a porta que dá acesso aos demais sacramentos. Pelo Batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornando-nos membros de Cristo e de sua Igreja. O Batismo é vida nova em Deus e o ingresso na Comunidade Eclesial. Os símbolos utilizados no Batismo são: a água, a vela, o óleo e a veste branca.
A responsabilidade pela educação cristã da criança em primeiro lugar é dos pais e a seguir dos padrinhos. Por isso, pais e padrinhos devem conhecer bem os fundamentos de nossa fé e viver de acordo com os mesmos. Quando os pais não são casados na igreja, aumenta a responsabilidade de escolherem padrinhos que sejam casados na igreja, ou pessoas solteiras de boa conduta moral e vivência cristã.
Antes do Batismo é necessário que os pais e padrinhos participem de um encontro de preparação. No ato da inscrição do Batismo deverá ser apresentada a fotocópia dos seguintes documentos:
1. Registro de nascimento da criança; 2. Fornecer seus dados pessoais e dos padrinhos como: nome, endereço, telefone, data do nascimento, naturalidade, estado civil, local do casamento religioso; 3. Certidão de casamento dos pais e dos padrinhos; 4. Se os pais forem de outra paróquia, trazer a transferência da paróquia de origem; 5. Certificado do curso de Batismo dos pais e padrinhos. 6. O Sacramento do Batismo nesta paróquia é realizado todo o segundo e quarto final de semana em todas as Celebrações Eucarísticas.
É obrigatória a ENTREVISTA dos pais com o pároco, antes do Batismo.


Pastoral do Batismo

Maiores informações pelo telefone (16) 3307.8587 no horário comercial

Hoje a igreja celebra São Brás
3/2/2010
 

São Brás, rogai por nós

O santo de hoje nasceu na cidade de Sebaste, Armênia, no final do século III. São Brás, primeiramente, foi médico, mas entrou numa crise, não profissional, pois era bom médico e prestava um ótimo serviço à sociedade. Mas nenhuma profissão, por melhor que seja, consegue ocupar aquele lugar que é somente de Deus. Então, providencialmente, porque ele ia se abrindo e buscando a Deus, foi evangelizado. Não se sabe se já era batizado ou pediu a graça do Santo Batismo, mas a sua vida sofreu uma guinada. Esta mudança não foi somente no âmbito da religião, sua busca por Nosso Senhor Jesus Cristo estava ligada ao seu profissional e muitas pessoas começaram a ser evangelizadas através da busca de santidade daquele médico.

Numa outra etapa de sua vida, ele discerniu que precisava retirar-se. Para ele, o retiro era permanecer no Monte Argeu, na penitência, na oração, na intercessão para que muitos encontrassem a verdadeira felicidade como ele encontrou em Cristo e na Igreja. Mas, na verdade, o Senhor o estava preparando, porque, ao falecer o bispo de Sebaste, o povo, conhecendo a fama do santo eremita, foi buscá-lo para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo; não por gosto dele, mas por obediência.

Sucessor dos apóstolos e fiel à Igreja, era um homem corajoso, de oração e pastor das almas, pois ele cuidava da pessoa na sua totalidade. Evangelizava com o seu testemunho.

São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. Por motivos políticos e por ódio, Licínio começou a perseguir os cristãos, porque sabia que Constantino era a favor do Cristianismo. O prefeito de Sebaste, dentro deste contexto e querendo agradar o imperador, sabia da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar que São Brás fez de sua casa episcopal. Dali, ele governava a Igreja, embora não ficasse apenas naquele local.

São Brás foi preso e sofreu muitas chantagens para que renunciasse à fé. Mas por amor a Cristo e à Igreja, preferiu renunciar à própria vida. Em 316, foi degolado.

Conta a história que, ao se dirigir para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou e Nosso Senhor curou aquela criança.

Peçamos a intercessão do santo de hoje para que a nossa mente, a nossa garganta, o nosso coração, nossa vocação e a nossa profissão possam comunicar esse Deus que é amor.

São Brás, rogai por nós



A importância da família
2/2/2010
 



O relato de São João sobre as bodas de Caná (Cap.2,1-11) mostra claramente como Jesus valoriza a família. Foi o seu primeiro milagre, abençoando com sua presença os noivos, que pretendiam iniciar uma nova família. Ele quis iniciar o anúncio do Reino em um casamento, mostrando que a família é importante para Ele.

A família é a base, o esteio, o sustento de uma sociedade mais justa. Ao longo da história da humanidade, assistimos à destruição de nações grandiosas por causa da dissolução dos costumes, que foi motivada pela desvalorização da família.

No nosso mundo de hoje, depois que ficou liberado o divórcio indiscriminadamente, a família ficou ameaçada em sua estrutura e é por isto que vemos, através dos meios de comunicação e até na comunidade em que vivemos, cenas terríveis. Filhos drogados matam ou mandam matar os pais, pais matam filhos por motivos fúteis, mães se desfazem de seus bebês, quando não cometem o crime hediondo do aborto quando a criança não tem como se defender. Há problemas seríssimos. Quando os pais se separam, alguma coisa se parte no íntimo dos filhos. Eles não sabem se é melhor ficar com o pai ou com a mãe. No fundo, eles gostariam de ficar com os dois. Em paz e harmonia, é claro.

O amor está sendo retirado do coração dos homens e das mulheres. E, em conseqüência disto, a família está perdendo a sua unidade e a sua dignidade. Isto acarreta a dissolução dos costumes. A família decai e a sociedade decai. Precisamos compreender e nos lembrar sempre de que Deus nos deu uma família a fim de que, num âmbito menor, nós pudéssemos aprender a amar todos os nossos semelhantes.

O desenvolvimento tecnológico tem seus pontos benéficos. Facilitou a vida das pessoas. Mas facilitou de tal modo que a humanidade ficou mal acostumada. Só quer o que é fácil. Não se interessa pelo que exige esforço, luta. No entanto, o que conquistamos com esforço tem um sabor muito melhor. Parece que nos esquecemos disto.

Na passagem das bodas de Caná, Jesus transformou a água em vinho, em bom vinho. Ele poderia ter tirado o vinho do nada, mas Ele quis a participação humana. Por isto, mandou que enchessem as talhas de água.

Hoje também, Ele quer que nós enchamos a talha de nossa vida, a nossa existência, de água que Ele transformará no melhor vinho.

Que é que isto quer dizer? Quer dizer que precisamos colocar amor em nossa vida, em nossa família, para que Ele transforme esse amor humano em amor divino, o mesmo amor que une as pessoas da Santíssima Trindade e que é tão grande e tão repleto de felicidade, que extravasa, explode e quer ser espalhado entre nós. E é por meio dele que encontraremos a plenitude da felicidade.

Não é fácil cultivar o amor às vezes, é até difícil. Mas o difícil, quando conquistado tem um valor inestimável. Temos prova disto. Em uma competição esportiva, por exemplo, o vencedor fica mais satisfeito quando enfrenta adversários mais difíceis.

Viver em família, viver em união dentro da família não é fácil. Mas fácil não é sinônimo de bom. Talvez seja até o contrário.

A família precisa de amor, para ser bem estruturada. A sociedade precisa das famílias para realizar a justiça e a paz porque a sociedade é uma família amplificada.

Falta o vinho para as nossas famílias. Esse vinho é o amor. É preciso que cada membro da família se esforce. Que os pais assumam verdadeiramente o seu papel. Apesar de ser bem árdua a tarefa dos pais, no mundo de hoje, não se pode desanimar. É necessária e urgente a ação dos pais. O jovem é, por natureza, rebelde, quer ser independente. Desperta para o mundo e seus problemas e questiona tudo. Mas os pais precisam participar de sua vida, de uma maneira ou de outra, porque, mesmo errando, algumas vezes, ainda assim, os pais têm capacidade de orientar e ajudar os filhos. Não podemos deixar tudo por conta dos companheiros, da escola, da sociedade ou de sua própria solidão.

Os pais devem fazer o acompanhamento dos filhos, procurar saber o que está acontecendo com eles, tentar ajudar de várias maneiras: com orientações, com atitudes exemplares, com o diálogo, com orações. Sempre. Tanto em casa, como na escola, na vida religiosa e social, nos namoros, etc.

Muitas vezes, os pais se sentem impotentes. Muitas vezes, achamos que já fizemos tudo e que nada conseguimos. Entretanto, esforçando-nos ao máximo, dando o melhor de nós por uma família mais feliz, estaremos enchendo de água a nossa talha.

E Maria já estará falando com o Filho: "Eles não têm vinho." E Jesus virá nos transformar, transformar a nossa água em bom vinho, transformar a nossa dificuldade em vitória.

Aliás nestes dias estou tendo a alegria de participar no Rio de Janeiro, sob a orientação de nosso venerando amigo e dileto irmão Dom Orani João Tempesta, O. Cist, Arcebispo de São Sebastião, de mais um curso para bispos analisando o “cambiamento de época”. Nesse sentido a família não pode ser afetada pelos modismos, porque nela reside a grande esperança de um mundo melhor, de amor verdadeiro e de Igreja comprometida em valorizar a família humana, rosto da família divina

Hoje celebramos a Festa de Nossa Senhora da Luz
2/2/2010
 



A origem da devoção à Senhora da Luz tem os seus começos na festa da apresentação do Menino Jesus no Templo e da purificação de Nossa Senhora, quarenta dias após o seu nascimento (sendo celebrada, portanto, no dia 2 de Fevereiro). De acordo com a tradição mosaica, as parturientes, após darem à luz, ficavam impuras, devendo inibir-se de visitar ao Templo até quarenta dias após o parto; nessa data, deviam apresentar-se diante do sumo-sacerdote, a fim de apresentar o seu sacríficio (um cordeiro e duas pombas ou duas rolas) e assim purificar-se. Desta forma, José e Maria apresentaram-se diante de Simeão para cumprir o seu dever, e este, depois de lhes ter revelado maravilhas acerca do filho que ali lhe traziam, teria-lhes dito: «Agora, Senhor, deixa partir o vosso servo em paz, conforme a Vossa Palavra. Pois os meus olhos viram a Vossa salvação que preparastes diante dos olhos das nações: Luz para aclarar os gentios, e glória de Israel, vosso povo» (Lucas, 2, 29-33).

Com base na festa da Apresentação de Jesus / Purificação da Virgem, nasceu a festa de Nossa Senhora da Purificação; do cântico de São Simeão (conhecido pelas suas primeiras palavras em latim: o Nunc dimittis), que promete que Jesus será a luz que irá aclarar os gentios, nasce o culto em torno de Nossa Senhora da Luz/das Candeias/da Candelária, cujas festas eram geralmente celebradas com uma procissão de velas, a relembrar o facto.


Nessa Sábado dia 6 de Fevereiro às 8h30 inicia a Catequese infantil da Paróquia São Nicolau de Flüe
1/2/2010
 



A catequese é a parte principal do rito de iniciação cristã, em que a pessoa iniciada ouve o anúncio do Evangelho. Portanto, a catequese e as celebrações formam uma unidade no processo de iniciação a vida cristã. A pessoa é instruída para bem celebrar.



A palavra "catecismo" origina-se do termo grego katecheo que significa informar, instruir e ensinar. Aparece, na bíblia, na Carta aos Gálatas 6.6, a palavra "catequizando" significando aquele que está sendo instruído na palavra de Deus. Assim, em Lucas 1.4, se diz que Teófilo "foi catequizado".

O Catecismo da Igreja Católica é uma exposição da fé católica e da doutrina da Igreja Católica, fiel e iluminado pela Sagrada Escritura, pela Tradição apostólica e pelo Magistério da Igreja.

Trata-se de um texto de referência, seguro e autêntico, para o ensino da doutrina católica, com o qual pode-se conhecer o que a Igreja professa e celebra, vive e reza em seu cotidiano. Ele foi organizado de maneira a expor em linguagem contemporânea os elementos fundamentais e essenciais da fé cristã. Neste livro encontram-se orientações para o católico comprometido com sua fé. É também oferecido a todo homem que deseja perguntar à Igreja e conhecer o que a Igreja crê.

O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, que foi publicado em 2005, é uma versão concisa, em forma de perguntas e respostas, do Catecismo. O texto está disponível em nove línguas, no website do Vaticano, o qual também possui o texto do Catecismo em seis línguas.

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Jesus revela a vida trinitária
29/1/2010
 

Santíssima Trindade

Tratar da Trindade pode ser enfadonho para um mundo neo-pagão que preza tanto a técnica e valoriza tudo conforme a sua utilidade.

De fato Ela se faz incompreensível àqueles que não conhecem pessoalmente a Jesus. Ora, por conceitos teológicos chegamos por analogia a vislumbrar de alguma forma aquilo que é o mistério trinitário. Mas isto também porque o Filho tem nos revelado a Trindade. Como Ela é? É doação comunhão, uma pessoa que passa à outra: o Pai que gera o Filho e o envia, o Filho que aceita com docilidade a vontade do Pai, encarna-se e doa sua vida pela vida dos homens, e ambos que se amam mutuamente, donde provém o Espírito Santo.


Agora, só podemos de fato ter uma experiência daquilo que é a Trindade quando temos um encontro pessoal com Jesus Cristo, uma vez que Ele é um com o Pai e o Espírito Santo. Deus revelou-se comunidade de comunhão em Jesus Cristo, que clamava Abba! Papaizinho! Além disso, prometeu-nos enviar o Defensor e Santificador, o que se dá em Pentecostes. Olhar a vida de Jesus é conhecer a vida trinitária. Viver nos passos de Jesus é viver trinitariamente.


Para que possamos entender, vejamos um exemplo: a perda de Jesus aos 12 anos e seu o reencontro no templo por José e Maria. Como conduziu Jesus? Fazendo amorosamente a vontade do Pai do céu em primeiro lugar, que naquele momento se tratava de estar entre os doutores. A reação de preocupação de Maria e de José é natural? Parece-nos que sim. Estabelecem um diálogo sobre a atitude do menino, suscitando-lhe uma reflexão: “Teu pai e eu ficamos preocupados...” Contudo a resposta de Jesus vai testificar uma relação filial trinitária: “Não sabeis que tenho que cuidar das coisas de meu Pai?” Com simplicidade o Filho responde a sua mãe e a seu pai adotivo, falando-lhes a verdade, usando de caridade, a que ambos não têm uma resposta, senão uma acolhida.


Esta atitude faz-nos pensar na educação que temos hoje na sociedade: muitos pais projetam nos seus filhos seus ideais frustrados, por vezes dando-lhes tudo o que não tiveram, inclusive uma falsa liberdade -que por vezes podemos traduzir como falta de educação-, ou ainda, restringindo-lhes de fato a liberdade, exigindo que sigam uma carreira profissional, que façam esta ou aquela faculdade, passem em um concurso, enfim, obrigando-lhes que realizem as suas expectativas, não colocando a vontade do Pai do céu em primeiro lugar. Como reagiriam estes pais, que muitas vezes se dizem cristãos, se um filho optasse pelo sacerdócio ou pela vida religiosa? Trinitariamente, assumindo uma postura de reflexão a fim de ajudar o filho a entender a vontade do Pai para realizá-la, ou simplesmente defendo um ponto de vista de seu interesse? Algo a refletir.



Este é só um exemplo, mas podemos ver em cada fato da vida de Jesus um exemplo do que significa a Trindade. Sua conduta será sempre um caminho a seguir nas nossas relações com as pessoas – amigos ou inimigos-, com o dinheiro, nos nossos trabalhos e estudos, na política, na economia, etc., sabendo que por fundamento sempre será a Verdade e Caridade, tendo por critério a Vontade do Pai.

Hoje a Igreja Celebra Santo Tomas de Aquino
28/1/2010
 








Dominicano, Doutor da Igreja e um dos grandes teólogos e filósofos da historia da igreja. Ele nasceu em Roccasecca em 1225, Itália de uma família nobre e seu pai era o Conde Landulf de Aquino- um parente do imperador Romano e Rei de França e de sua mãe era Teodora de Teano.
Na idade de 5 anos foi enviado para estudar na Ordem Beneditina de Monte Cassino. Ele era muito inteligente e os beneditinos ficaram admirados pelo seu raciocínio brilhante. Algum tempo depois os monges beneditinos foram desalojados da Abadia pelas tropas do Imperador Frederico II. No mesmo ano em 1239 ele começou a estudar na Universidade de Nápoles, concentrando seus estudos em filosofia, gramática, retórica e lógica.
Ele já estava atraído pela Ordem Dominicana e expressou o desejo de se tornar um frade, o que era totalmente inaceitável pela sua família. Alguns membros de sua família até contrataram uma linda mulher para tenta-lo, mas seus esforços foram em vão e Tomas perseverou na sua vocação e como recompensa por isto, foi conferido a ele anos mais tarde o titulo de "Doutor Angélico". Em seguida ele foi raptado pelos seus irmãos e aprisionado no Monte São Giovanni de 1244 até 1245. Seus pais finalmente aceitaram a derrota e Tomas foi solto e voltou para Roma e depois para Paris onde entrou na Universidade. Tomas estudou em Paris de 1245 a 1248 sob a direção de São Alberto Magnus que o acompanhou em 1248 ao Novo Colégio Dominicano de Colonha (Alemanha), onde ele foi ordenado. Voltando, dois anos mais tarde para Paris, ele ensinou teologia, e continuou seus estudos e escreveu um notável comentário sobre as sentenças de São Pedro Abelardo. Em 23 de outubro de 1257 ele e seu amigo São Boaventura receberam seus doutorados em teologia e Tomas fez o seu sermão inaugural " A Majestade de Cristo" baseada nos Salmos 104:13 .
Dois anos mais tarde ele foi indicado como assistente teológico da corte papal, ficando muito tempo como residente papal em Anagni e Orveto.
A pedido do papa Urbano IV ele escreveu um grande número de teses inclusive o " O Oficio para a Festa de Corpus Christie "; a "Catena Áurea"(A Corrente de Ouro) e os "Contra Errores Graecorum " (Contra os Erros dos Gregos). De 1265 a 1267 Tomas ensinou em Roma no Colégio Dominicano de Santa Sabina. Foi durante este tempo que ele começou o seu trabalho mais famoso o "Magnus Opus" chamado "Summa Thelogiae". Em 1267 foi para Viterbo e trabalhou com o Papa Clemente IV, recusando o posto de arcebispo de Nápoles. Dois anos mais tarde retornou a Paris e aceitou a posto de catedrático de teologia para os Dominicanos. Sua indicação foi num momento muito útil porque, ele foi forçado a devotar toda a sua energia para derrotar a oposição que havia emergido na universidade da Ordem dos Medicants (em particular dos Dominicanos) com os ensinamentos de Aristóteles e assegurar a condenação das idéias controvertidas do teólogo Siger de Brabant,e ainda dos chamados "Averroists", que advogavam uma forma extrema de Aristotelismo. Renomado em toda a cristandade, o Papa ordenou a ele que organizasse uma escola em Nápoles. Ali ele deu sermões, pregou perante grandes multidões e continuou o seu trabalho de pesquisa para terminar a sua "Summa Theologiae". Muito doente e exausto do seus incessantes trabalhos Tomas, não obstante, obedeceu ao pedido do Papa Gregório X de participar no Concílio de Lyon. Na França ele teve um colapso em janeiro de 1274 e morreu no Monastério Cisterciense de Fossanova em 7 de março de 1274.
Ele é comparado a São Paulo e a Santo Agostinho, como um dos maiores teólogos da Cristandade. Ele conseguiu sintetizar o pensamento Aristoteliano com os Dogmas Cristãos e fazer da teologia uma ciência.
Ele é conhecido especialmente por harmonizar a razão e a fé ,enquanto mantém a precisa distinção entre os dois: a razão ajuda a descobrir a existência de Deus, mas é insuficiente como guia para as ações humanas, alcançada pela fé, que é necessária para a descoberta de verdades mais elevadas reveladas pelo consentimento Divino.
O corpo teológico que Tomas formulou em seus escritos, veio a ser chamado Tomismo e é considerado a coroação da Escolástica.
Inicialmente com muita objeção na igreja, (alguns até o condenaram em Paris em 1277) o Tomismo foi abraçado como um todo e em 1567 o Papa Pio V o declarou Doutor da Igreja e os Dominicanos impuseram seus ensinamentos. Em 1879, o Papa Leão XIII promulgou a Encíclica Aeterni Patris, ordenando que os escritos de São Tomas fossem estudo obrigatório a todos os padres e estudantes de teologia.
Seus escritos incluem toda a doutrina cristã, cobrindo teologia, filosofia e as escrituras. O seu mais famoso trabalho a "Summa Teologiae" , é o uma exposição extremamente coerente da fé cristã. Feita por ele para ser um manual para os estudantes, provou ser a mais complexa e a o mais esclarecedor tratado em teologia cristã já escrito. Apesar de não o ter terminado, Tomas o organizou em três partes e tem um total de 38 tratados separados, 612 questões, 3.120 artigos e aproximadamente 10.000 objeções individuais.
Seus escritos incluem ainda : Um comentário sobre a sentença de Pedro Lombardi "De Ente et Essentia" (Da Essencia do Ser); Comentários Bíblicos, De Regimine Principium (Em Ser Rei) ; Contra Impugnantes Religionem,(na defesa da Ordem dos Mendicantes) ; De Perfectae Vitae Spiritualis (sobre a vida espiritual); De Unitate Intellectus Contra Averroistas,( contra os Averroistas) ; Comentários sobre Aristóteles ; Quaestiones Disputatae e Quaestiones Quodlibetales, (uma coleção e debate de questões a serem examinadas nas salas de leituras) e a " Summa Contra Gentiles (Summa de Veritate Catholicae Fidei Contra Gentiles), que é um manual que converte para a fé cristã os escritos de São Raymond Peñafort. Tomas o fez para ser usado pelos missionários entre os judeus e os muçulmanos.
São Tomas foi canonizado pelo Papa João XXII em 1323 e conhecido como Doutor Angelicus e Doutor Communis em honra da sua enorme contribuição aos ensinamentos católicos. Em 1880 o Papa Leão XIII honrou São Tomas como o patrono das escolas, colégios e universidades.

É ainda o padroeiro da castidade entre os jovens. Entre as jovens é a Santa Maria Goretti.

Na liturgia ele é mostrado como um Dominicano, segurando um livro com raios de luz emanando do seu peito

Os Dreitos da Pessoa Idosa
27/1/2010
 

O IDOSO TEM DIREITO À VIDA


O IDOSO TEM DIREITO À SAÚDE

Todos têm algo para oferecer, independentemente da idade. As crianças, ainda que não cooperem com sua força física, contribuem com a alegria em uma casa. E com o passar dos dias, os nossos pequenos irão fazer novas descobertas, adquirindo uma nova percepção a respeito do mundo. Após alguns anos, eles passarão pela puberdade, entrarão na vida adulta e, pouco a pouco, a presença deles se tornará mais participativa na sociedade.
No ciclo da vida, como todas as coisas, aquelas crianças, que um dia encantaram a família com sua destreza, também vão adentrar na terceira fase da vida e já não chamarão mais a atenção como antes. Por terem se tornado pessoas “velhas”, nem o conhecimento absorvido ao longo dos anos as tirará do “exílio” social

Os direitos da pessoa idosa

A família, a sociedade e o Estado, tem o dever de amparar o idoso garantindo-lhe o direito à vida;

· Os filhos maiores tem o dever de ajudar a amparar os pais na velhice, carência ou enfermidade;

· Poder público deve garantir ao idoso condições de vida apropriada;

· A família, a sociedade e o poder público, devem garantir ao idoso acesso aos bens culturais, participação e integração na comunidade;

·Idoso tem direito de viver preferencialmente junto a família;

· Idoso deve ter liberdade e autonomia
Idoso não pode sofrer discriminação de qualquer natureza;

· A família, a sociedade e o Estado tem o dever de:
assegurar ao idoso os direitos de cidadania;

· Assegurar sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem estar;

· Os idosos devem ser respeitados pelos motoristas de ônibus, que devem atender suas solicitações de embarque e desembarque, aguardando sua entrada e saída com o ônibus parado;

· Todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviço deverão dar preferência ao atendimento ao idoso, devendo ter placas afixadas em local visível com os seguintes dizeres: "Mulheres gestantes, mães com criança de colo, idosos, e pessoas portadoras de deficiência têm atendimento preferencial";

A aposentadoria após completar o tempo de serviço de 35 anos para os homens e 30 anos para a mulher;

· A aposentadoria proporcional por idade 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres;


· Ao benefício de prestação continuada, se tiver idade superior a 67 anos e não possuir outras rendas e sua família não dispuser de meios para assisti-lo;
· receber apoio jurídico do Estado, se não tiver meios de provê-los;

· Acolhimento provisório através de Centros-Dia, e /ou Casas-Lares;


· Ser atendido nos plantões sociais da Secretaria Municipal da Família e Bem-Estar Social,
recebendo orientação, encaminhamentos, óculos e documentação;

· Os idosos inscritos no Programa de Atendimento à Terceira Idade da Secretaria Municipal da Família e Bem-Estar Social – FABES – têm o direito de receber "O Leite para a Vovó".

O poder público deve:

·Garantir ao idoso acesso à saúde;

· Criar serviços alternativos de saúde para o idoso;

· Prevenir, promover, proteger e recuperar a saúde do idoso;

· Idoso tem direito ao atendimento preferencial nos postos de saúde e hospitais municipais, juntamente com as gestantes, deficientes, devendo os mesmos serem adaptados para o seu atendimento;

· Iidoso tem direito de ser vacinado anualmente contra gripe e pneumonia;

· Idoso deve ser informado sobre a prevenção e controle da osteoporose.
· Dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria;

· Aos órgãos estaduais e municipais de educação compete:


· Implantar programas educacionais voltados para o idoso, estimulando e apoiando assim, a admissão do idoso na universidade;

· Incentivar o desenvolvimento de programas educativos voltados para a comunidade, ao idoso e sua família, mediante os meios de comunicação de massa;

· Incentivar a inclusão nos programas educacionais de conteúdo sobre o envelhecimento;


·Incentivar a inclusão de disciplinas de Gerontologia e Geriatria nos currículos dos cursos superiores;

· Idoso tem o direito de participar do processo de produção, reelaboração e fruição dos bens culturais;

· Saber do idoso deve ser valorizado, registrado e transmitido aos mais jovens como meio de garantir a sua continuidade, preservando-se a identidade cultural
Aos órgãos públicos, no âmbito estadual e municipal, cabe:
· Destinar, nos programas habitacionais, unidades em regime de comodato ao idoso, na modalidade de casas-lares;

· Incluir nos programas de assistência ao idoso formas de melhoria de condições de habitabilidade e adaptação de moradia, considerando o seu estado físico e sua independência de locomoção;

· Elaborar critérios que garantam o acesso da pessoa idosa à habitação popular;

· Diminuir barreiras arquitetônicas e urbanas.

Todo cidadão tem o dever de denunciar à autoridade competente qualquer forma de negligência ou desrespeito ao idoso;
· Ao Ministério da Justiça (nos âmbitos estadual e municipal) compete zelar pela aplicação das normas sobre o idoso, determinando ações para evitar abusos e lesões a seus direitos, assim como acolher as denúncias para defender os direitos da pessoa idosa junto ao Poder Judiciário.



O idoso, homem com 65 anos e mulher com 60 anos, está isento do pagamento de tarifa em todas as linhas urbanas de ônibus e trolebus operados pela SP Transporte e empresas particulares permissionárias de serviço de transporte coletivo;
· Todos os veículos empregados nas linhas de transporte coletivo de passageiros, no município de São Paulo, deverão ter os quatro primeiros lugares sentados, da sua parte dianteira, reservado para uso por gestantes, mulheres portando bebês ou crianças de colo, idosos e deficientes físicos.

Os aposentados e idosos têm direito a meia-entrada para ingresso nos cinemas, teatros, espetáculos e eventos esportivos realizados no âmbito do município de São Paulo;

· Foi instituído, no âmbito do município de São Paulo, o passeio turístico gratuito para as pessoas com mais de 65 anos de idade.
· As unidades esportivas municipais deverão estar voltadas ao atendimento esportivo, cultural, de recreação e lazer da população, destinando atendimento específico às crianças, aos adolescentes, aos idosos e aos portadores de deficiência;
· O município deve destinar recursos orçamentários para incentivar a adequação dos locais já existentes e a previsão de medidas necessárias quando da construção de novos espaços, tendo em vista a prática de esportes, de recreação e de lazer por parte dos portadores de deficiências, idosos e gestantes de maneira integrada aos demais cidadãos;



Em nossa Paróquia existe a Pastoral da Pessoa Idosa que tem como objetivo assegurar a dignidade e a valorização integral das pessoas idosas, através da promoção humana e espiritual, respeitando seus direitos, num processo educativo de formação continuada destas, de suas famílias e de suas comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político, para que as famílias e as comunidades possam conviver respeitosamente com as pessoas idosas, protagonistas de sua auto-realização” (Estatuto da Pastoral da Pessoa Idosa, artigo 2º).

Eucaristia e Missões
26/1/2010
 






A Igreja é essencialmente missionária e não mede esforços para anunciar corajosamente, na sua íntegra, o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Somos chamados a testemunhar que a “Eucaristia é a fonte e o ápice de toda evangelização”. (Presbyterorum Ordinis, 5). “A Eucaristia é o coração pulsante da missão; é a sua fonte e o seu único fim”. (Instrumentum Laboris, 88).

É na celebração da Santa Missa que renovamos nossos ideais de testemunhar ao mundo nossa pertença a Cristo. É da constante participação na Eucaristia que, com docilidade, vamos deixando Cristo agir em nossas almas. Quando participamos retamente da Sagrada Comunhão, sentimos em nosso íntimo a necessidade de se levar ao outro a graça de poder vivenciar, em plenitude, a maravilha de ser filho de Deus. Ao final da Santa Missa, o sacerdote realiza o envio missionário, dizendo-nos: “Ide em paz e o Senhor vos acompanhe!” Esse mandato missionário deve nos levar a partir para nossas famílias e nossos ambientes, refletindo: O que posso e devo fazer para que Cristo seja amado e reconhecido como único e verdadeiro Deus?

Diante da Mesa Eucarística, somos Igreja, comunidade orante e missionária, que se reúne para participar da fração do pão. Mediante a fração do pão, realizamos um encontro com Jesus Cristo. “O encontro com Cristo, continuamente aprofundado na intimidade eucarística, suscita na Igreja e em cada cristão a urgência de testemunhar e evangelizar”.(João Paulo II, Mane Nobiscum Domine, 24). Esse encontro com Cristo Eucarístico nos faz sair de nosso comodismo e nos leva ao encontro do outro. A Eucaristia nos faz anunciar a grandeza de Deus. A Eucaristia nos faz perceber que “nós não anunciamos a nós próprios. Anunciamos o Cristo. Isto exige nossa humildade, a cruz de seguimento. Mas é justamente isto que nos liberta, enriquece e engrandece”. (Cardeal Joseph Ratzinger, homilia pronunciada no Seminário Maior de Filadélfia, em janeiro de 1990).

O Cristo Eucarístico nos leva a refletir sobre como, na condição de amantes da Eucaristia, podemos demonstrar hoje, nas realidades cotidianas, o que acreditamos e, assim, expressar as boas coisas que Deus opera em nós. Em ação de graças, devemos reconhecer que “o principal dever dos homens e das mulheres é dar testemunho de Cristo pelo exemplo e pela palavra, na família, no ambiente social e no âmbito da profissão. Importa que neles transpareça o novo homem, criado segundo Deus na justiça e na santidade da verdade”. (Ad Gentes, 21). A maior parte de nosso tempo é gasto no desempenho de nossas atividades profissionais, estudantis e familiares e é nesses ambientes que devemos demonstrar uma plena coerência de vida que demonstre sem necessidade de palavras que somos discípulos de Jesus Cristo. Mas, se for preciso, recorramos às palavras para bradar que “o que nós vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também vós estejais em comunhão conosco!” (1 Jo 1,3). Em comunhão sentimos que “a celebração eucarística é a fonte das diversas obras de caridade e de ajuda recíproca, da ação missionária e das várias formas de testemunho cristão”. (Papa João Paulo II, Audiência em 02 de dezembro de 1998).

Por meio da Eucaristia, adquirimos a convicção de que devemos nos interessar pela salvação de todos os homens e de que é nosso dever atuar como missionários. Como missionários sentimos a necessidade de conhecer profundamente a Boa Nova de Cristo. Como missionários temos a plena certeza de que a Eucaristia nos prepara para o anúncio e nos dá a disposição de proclamar a justiça e a verdade. Nossa missão terá crédito quando pudermos demonstrar que é o Cristo Eucarístico que nos conduz em direção a novas messes. Nossa missão terá crédito todas as vezes que propusermos aos homens os grandes valores humanos que Cristo nos outorgou, pois “em uma comunidade sedenta de autênticos valores humanos e que sofre tantas divisões e fraturas, a comunidade dos fiéis há de ser portadora da luz do Evangelho, com a certeza de que a caridade é antes de tudo comunicação da verdade”. (Papa Bento XVI a peregrinos madrilenos em 04 de julho de 2005).

A Eucaristia nos faz perceber que cada discípulo de Jesus Cristo tem a sua parte na tarefa de propagar a fé e divulgar o Evangelho. É ao redor da Mesa Eucarística que Cristo nos diz: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura”. (Mc 16,15). Amparados no Cristo Eucarístico, sigamos em frente, pois há um imenso campo onde podemos e devemos realizar um fecundo apostolado, uma fecunda obra missionária. É nossa missão repassar, transmitir o Cristo inteiro com suas exigências e compromissos.
Nós devemos cada vez mais crer que “todos necessitam do Evangelho. O Evangelho está destinado a todos e não apenas a um grupo determinado, e por isso devemos buscar novos caminhos para levar o Evangelho a todos. (...) A Igreja sempre evangeliza e nunca interrompeu o seu caminho de evangelização. Celebra diariamente o mistério eucarístico, administra os sacramentos, anuncia a palavra da vida, a Palavra de Deus, e compromete-se em favor da justiça e da caridade. E essa evangelização produz frutos: dá luz e alegria, mostra o caminho da vida a um imenso número de pessoas”. (Cardeal Joseph Ratzinger, Mensagem no Congresso de catequistas e professores de religião, Roma, dezembro de 2000).

Graças à Eucaristia, o ardor missionário constantemente renasce. Na Eucaristia, encontramos a fortaleza necessária para seguir em frente, com esperança, testemunhando com entusiasmo, “as razões da nossa fé”, (1 Pd 3,15). A Eucaristia nos faz missionários. Missionários da Boa Nova de Cristo que reconhecem que “a santidade é a manifestação plena da salvação. Só vivendo como salvados é que nos tornamos arautos credíveis da salvação. Por outro lado, cada vez que tomamos consciência da vontade de Cristo de oferecer a todos a salvação, não pode deixar de se reavivar no nosso espírito o ardor missionário, incitando cada um de nós a fazer-se ‘tudo, para todos, para salvar alguns a todo o custo’”. (Carta do Santo Padre João Paulo II aos sacerdotes por ocasião da Quinta-Feira Santa de 2005).

A igreja celebra hoje a Solenidade da Conversão de São Paulo Apóstolo
25/1/2010
 



A festa litúrgica de 25 de janeiro foi instituída pela Igreja para dar graças a Deus pelos imensos benefícios que ela recebeu de Deus através de São Paulo. O seu martírio é celebrado junto com São Pedro no dia 29 de junho. Em primeiro lugar a Igreja quer agradecer a Deus a sua conversão, depois, a sua vocação e a missão de pregar o Evangelho aos Gentios.

São Paulo (ou Saulo) nasceu em Tarso (Município de Roma) na Cilícia (Ásia menor) no início da era cristã, de família israelita, da tribo de Benjamim; muito fiel à doutrina e à tradição judaica; seu pai comprara a cidadania romana, o que era possível naquele tempo, então Saulo nasceu como cidadão romano, legalmente.

Aos 15 anos de idade foi enviado para Jerusalém onde recebeu a formação do rabino Gamaliel (At 22,3; 26,4; 5,34), e foi formado na arte rabínica de interpretar as Escrituras, e deve ter aprendido a profissão de curtidor de couro, seleiro.

Por volta do ano 36 era severo perseguidor dos cristãos, mas se converteu espetacularmente quando o próprio Senhor lhe apareceu na estrada de Jerusalém para Damasco, onde foi batizado por Ananias. Em seguida permaneceu num lugar perto de Damasco chamado Arábia.

São Paulo esteve no apedrejamento de Santo Estevão, e sem dúvida as orações desse Santo na hora da morte foram fundamentais para a graça da conversão de São Paulo.

No ano 39 se encontrou com Pedro e Tiago em Jerusalém (Gal 1,18) e depois voltou para Tarso (At 9,26-30) acabrunhado pelo fracasso do seu trabalho em Jerusalém. Ali ficou por cerca de 5 anos, até o ano 43. Nesta época, Barnabé, seu primo, que era discípulo em Antioquia, importante comunidade cristã fundada por S.Pedro, o levou para lá.

Em 44 Paulo e Barnabé foram encarregados pela comunidade de Antioquia para levar a ajuda financeira aos irmãos pobres de Jerusalém. No ano 45, por inspiração do Espírito Santo, Paulo e Marcos (o evangelista) foram enviados a pregar aos gentios (At 13,1-3).

A primeira viagem durou cerca de 3 anos (45-48) percorrendo a ilha de Chipre e parte da Ásia Menor. No ano de 49 Paulo e Barnabé vão a Jerusalém para o primeiro Concílio da Igreja, para resolver a questão da circuncisão, surgida em Antioquia. Esta presença de São Paulo em Jerusalém foi fundamental para que o Cristianismo não ficasse dependente do antigo judaísmo, como uma “seita” a mais. Graças a ele os pagãos ficaram livres da circuncisão e o Cristianismo surgiu com nova força.

A segunda viagem apostólica de São Paulo foi de 50 a 53, durante a qual Paulo escreveu, em Corinto, as duas Cartas aos Tessalonicenses (At 15,36-18,22). São as primeiras Cartas de Paulo.

A terceira viagem foi de 53 a 58. Neste período ele escreveu “as grandes epístolas”, Gálatas e I Coríntios, em Éfeso; II Coríntios, em Filipos; e aos Romanos, em Corinto. No final desta viagem Paulo foi preso por ação dos judeus e entregue ao tribuno romano Cláudio Lísias, que o entregou ao procurador romano Felix, em Cesaréia. Aí Paulo ficou preso dois anos (58-60), onde apelou para ser julgado em Roma; tinha direito a isso por ser cidadão romano. Partiu de Cesaréia no ano 60 e chegou em Roma em 61, após sério naufrágio perto da ilha de Malta.

Em Roma ficou preso domiciliar até 63. Neste período ele escreveu as chamadas “cartas do cativeiro” (Filemon, Colossenses, Filipenses e Efésios). Depois deste período Paulo deve ter sido libertado e ido até a Espanha, “os confins do mundo” (Rom 15,24), como era seu desejo. Em seguida deve ter voltado da Espanha para o oriente, quando escreveu as Cartas pastorais a Tito e a Timóteo, por volta de 64-66.

Foi novamente preso no ano 66, no oriente, e enviado a Roma, sendo morto em 67 face à perseguição de Nero contra os cristãos desde o ano 64. S. Paulo foi um dos homens mais importantes do cristianismo. Deixou-nos 14 Cartas.

A festa litúrgica da conversão de são Paulo apareceu no século VI e é própria da Igreja latina. O martírio do Apóstolo dos gentios é comemorado no dia 29 de junho. A celebração do dia 25 de janeiro tem por finalidade considerar as várias facetas do Apóstolo por excelência. Ele diz de si mesmo: “Eu trabalhei mais que todos os apóstolos…”, mas também: “Eu sou o menor dos apóstolos… não sou digno de ser chamado apóstolo”.

Apresenta, ele mesmo, as credenciais: viu o Senhor, Cristo ressuscitado lhe apareceu, ele é testemunho da Ressurreição de Cristo, foi enviado diretamente por Cristo. É como um dos Doze. Pertence a Jesus desde aquela hora em que, no caminho de Damasco, vencido por Cristo e prostrado em terra perguntou-lhe: “Senhor, que queres que eu faça?” Paulo então passou a pregar e propagar a fé que desejava exterminar. Em poucos segundos de contato direto Jesus o transformou de um ferrenho perseguidor no maior Apóstolo do seu Evangelho em todos os tempos.

São Paulo tirou da sua experiência esta consoladora conclusão: “Jesus veio a esta mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o primeiro. Precisamente por isso encontrei misericórdia. Em mim especialmente Jesus Cristo quis mostrar toda a sua longanimidade, para que eu sirva de exemplo a todos aqueles que pela fé nele alcançarão a vida eterna.” “Conheço um homem em Cristo que foi arrebatado até ao terceiro céu. Se no corpo ou fora do corpo, não sei. Deus o sabe. Só sei que esse homem ouviu palavras inefáveis…” (2Cor 12,2).

São Paulo foi um Apóstolos de “fogo”; apaixonado por Jesus Cristo até a última fibra do seu corpo. Cristo era tudo para ele: “Para mim no viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fil 1, 21). “Tudo posso Naquele que me dá forças” (Fil 4,13). “Estou pregado à cruz de Cristo. Eu vivo, mas já não sou que vivo, é Cristo que vive em mim”. (Gal 2, 19-20).

Terminou a vida dizendo: “Combati o bom combate, terminei minha carreira, guardei a fé” (1Tm 4,7) São Pedro e São Paulo foram as grandes colunas da Igreja em Roma; martirizados pelo mesmo Nero derramaram o seu sangue em Roma. Desde então a Sede da Igreja está em Roma.

Queremos ver Jesus
24/1/2010
 



Evangelizar é nosso dever.

Dever daqueles que já acolheram a Palavra em sua vida, Jesus em seu coração.

No entanto, nem sempre temos sucesso ao anunciar a Palavra de Deus, e percebemos que apesar do nosso esforço as pessoas não conseguem perceber a graça de Deus, o Emanuel, Deus conosco, a Boa Nova da Salvação e com isso, acabam não acolhendo Jesus em seus corações.
A eficácia da evangelização é obstruída, prejudicada porque alguma coisa em nós, nas circunstâncias ou nas pessoas, não permitiu que estas vissem Jesus.
Evangelizar é mostrar Jesus, como João Batista: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” Jo 1,29. E “importa que Ele cresça e eu diminua” Jo 3,30.
Sim, é preciso que Jesus cresça e que nós diminuamos.
As pessoas não podem parar em nós, precisamos ser transparentes para que elas vejam Jesus através de nós e passem por nós a Jesus. E esse passar não significa que sejamos caminho obrigatório, mas uma entre as infinitas opções de Deus, que Ele resolveu dispor em determinada situação.
Precisamos resplandecer a face de Jesus. Não basta falarmos do amor de Deus, é preciso mostrar com a vida, com o testemunho. E ser o amor de Jesus para o outro. Ser coerente com o que diz, ser coerente com a fé que professamos. É preciso ter Jesus no coração e deixar-se ficar no coração de Jesus.
Porque ninguém pode mostrar o que não viu, nem dar o que não tem.
É preciso ser o barro nas mãos do oleiro, ser o vaso que carrega a água do Espírito Santo e a distribui. Mas é necessário encher primeiro este vaso, para depois poder servir a água, e enchê-lo com a água do Espírito repetidas vezes.
É preciso buscar ver Jesus, como Zaqueu, deixá-lo entrar e transformar nossa vida. Lc 19, 1-9

Mensagem para o 44º Dia Mundial das Comunicações - 2010
23/1/2010
 








Queridos Irmãos e Irmãs,

O tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais - "O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra" - insere-se perfeitamente no trajeto do Ano Sacerdotal e traz à ribalta a reflexão sobre um âmbito vasto e delicado da pastoral como é o da comunicação e do mundo digital, que oferece ao sacerdote novas possibilidades para exercer o seu serviço à Palavra e da Palavra. Os meios modernos de comunicação fazem parte, desde há muito tempo, dos instrumentos ordinários através dos quais as comunidades eclesiais se expressam, entrando em contato com o seu próprio território e estabelecendo, muito frequentemente, formas de diálogo mais abrangentes, mas a sua recente e incisiva difusão e a sua notável influência tornam cada vez mais importante e útil o seu uso no ministério sacerdotal.

A tarefa primária do sacerdote é anunciar Cristo, Palavra de Deus encarnada, e comunicar a multiforme graça divina portadora de salvação mediante os sacramentos. Convocada pela Palavra, a Igreja coloca-se como sinal e instrumento da comunhão que Deus realiza com o homem e que todo o sacerdote é chamado a edificar n’Ele e com Ele. Aqui reside a altíssima dignidade e beleza da missão sacerdotal, na qual se concretiza de modo privilegiado aquilo que afirma o apóstolo Paulo: "Na verdade, a Escritura diz: "Todo aquele que acreditar no Senhor não será confundido". [...] Portanto, todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Mas como hão-de invocar Aquele em quem não acreditam? E como hão-de acreditar n’Aquele de quem não ouviram falar? E como hão-de ouvir falar, se não houver quem lhes pregue? E como hão-de pregar, se não forem enviados?" (Rm 10,11.13-15).

Hoje, para dar respostas adequadas a estas questões no âmbito das grandes mudanças culturais, particularmente sentidas no mundo juvenil, tornaram-se um instrumento útil as vias de comunicação abertas pelas conquistas tecnológicas. De fato, pondo à nossa disposição meios que permitem uma capacidade de expressão praticamente ilimitada, o mundo digital abre perspectivas e concretizações notáveis ao incitamento paulino: "Ai de mim se não anunciar o Evangelho!" (1 Cor 9,16). Por conseguinte, com a sua difusão, não só aumenta a responsabilidade do anúncio, mas esta torna-se também mais premente reclamando um compromisso mais motivado e eficaz. A este respeito, o sacerdote acaba por encontrar-se como que no limiar de uma "história nova", porque quanto mais intensas forem as relações criadas pelas modernas tecnologias e mais ampliadas forem as fronteiras pelo mundo digital, tanto mais será chamado o sacerdote a ocupar-se disso pastoralmente, multiplicando o seu empenho em colocar os media ao serviço da Palavra.

Contudo, a divulgação dos "multimídia" e o diversificado "espectro de funções" da própria comunicação podem comportar o risco de uma utilização determinada principalmente pela mera exigência de marcar presença e de considerar erroneamente a internet apenas como um espaço a ser ocupado. Ora, aos presbíteros é pedida a capacidade de estarem presentes no mundo digital em constante fidelidade à mensagem evangélica, para desempenharem o próprio papel de animadores de comunidades, que hoje se exprimem cada vez mais frequentemente através das muitas "vozes" que surgem do mundo digital, e anunciar o Evangelho recorrendo não só aos media tradicionais, mas também ao contributo da nova geração de audiovisuais (fotografia, vídeo, animações, blogues, páginas internet) que representam ocasiões inéditas de diálogo e meios úteis inclusive para a evangelização e a catequese.

Através dos meios modernos de comunicação, o sacerdote poderá dar a conhecer a vida da Igreja e ajudar os homens de hoje a descobrirem o rosto de Cristo, conjugando o uso oportuno e competente de tais meios - adquirido já no período de formação - com uma sólida preparação teológica e uma espiritualidade sacerdotal forte, alimentada pelo diálogo contínuo com o Senhor. No impacto com o mundo digital, mais do que a mão do operador dos media, o presbítero deve fazer transparecer o seu coração de consagrado, para dar uma alma não só ao seu serviço pastoral, mas também ao fluxo comunicativo ininterrupto da "rede".

Também no mundo digital deve ficar patente que a amorosa atenção de Deus em Cristo por nós não é algo do passado nem uma teoria erudita, mas uma realidade absolutamente concreta e atual. De fato, a pastoral no mundo digital há de conseguir mostrar, aos homens do nosso tempo e à humanidade desorientada de hoje, que "Deus está próximo, que, em Cristo, somos todos parte uns dos outros" [Bento XVI, Discurso à Cúria Romana na apresentação dos votos de Natal: "L’Osservatore Romano" (21-22 de Dezembro de 2009) pág. 6].

Quem melhor do que um homem de Deus poderá desenvolver e pôr em prática, mediante as próprias competências no âmbito dos novos meios digitais, uma pastoral que torne Deus vivo e atual na realidade de hoje e apresente a sabedoria religiosa do passado como riqueza donde haurir para se viver dignamente o tempo presente e construir adequadamente o futuro? A tarefa de quem opera, como consagrado, nos media é aplanar a estrada para novos encontros, assegurando sempre a qualidade do contato humano e a atenção às pessoas e às suas verdadeiras necessidades espirituais; oferecendo, às pessoas que vivem nesta nossa era "digital", os sinais necessários para reconhecerem o Senhor; dando-lhes a oportunidade de se educarem para a expectativa e a esperança, abeirando-se da Palavra de Deus que salva e favorece o desenvolvimento humano integral. A Palavra poderá assim fazer-se ao largo no meio das numerosas encruzilhadas criadas pelo denso emaranhado das auto-estradas que sulcam o ciberespaço e afirmar o direito de cidadania de Deus em todas as épocas, a fim de que, através das novas formas de comunicação, Ele possa passar pelas ruas das cidades e deter-se no limiar das casas e dos corações, fazendo ouvir de novo a sua voz: "Eu estou à porta e chamo. Se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo" (Ap 3, 20).

Na Mensagem do ano passado para idêntica ocasião, encorajei os responsáveis pelos processos de comunicação a promoverem uma cultura que respeite a dignidade e o valor da pessoa humana. Este é um dos caminhos onde a Igreja é chamada a exercer uma "diaconia da cultura" no atual "continente digital". Com o Evangelho nas mãos e no coração, é preciso reafirmar que é tempo também de continuar a preparar caminhos que conduzam à Palavra de Deus, não descurando uma atenção particular por quem se encontra em condição de busca, mas antes procurando mantê-la desperta como primeiro passo para a evangelização. Efetivamente, uma pastoral no mundo digital é chamada a ter em conta também aqueles que não acreditam, caíram no desânimo e cultivam no coração desejos de absoluto e de verdades não caducas, dado que os novos meios permitem entrar em contato com crentes de todas as religiões, com não-crentes e pessoas de todas as culturas. Do mesmo modo que o profeta Isaías chegou a imaginar uma casa de oração para todos os povos (cf. Is 56,7), não se poderá porventura prever que a internet possa dar espaço - como o "pátio dos gentios" do Templo de Jerusalém - também àqueles para quem Deus é ainda um desconhecido?

O desenvolvimento das novas tecnologias e, na sua dimensão global, todo o mundo digital representam um grande recurso, tanto para a humanidade no seu todo como para o homem na singularidade do seu ser, e um estímulo para o confronto e o diálogo. Mas aquelas apresentam-se igualmente como uma grande oportunidade para os crentes. De fato nenhum caminho pode, nem deve, ser vedado a quem, em nome de Cristo ressuscitado, se empenha em tornar-se cada vez mais solidário com o homem. Por conseguinte e antes de mais nada, os novos media oferecem aos presbíteros perspectivas sempre novas e, pastoralmente, ilimitadas, que os solicitam a valorizar a dimensão universal da Igreja para uma comunhão ampla e concreta; a ser no mundo de hoje testemunhas da vida sempre nova, gerada pela escuta do Evangelho de Jesus, o Filho eterno que veio ao nosso meio para nos salvar. Mas, é preciso não esquecer que a fecundidade do ministério sacerdotal deriva primariamente de Cristo encontrado e escutado na oração, anunciado com a pregação e o testemunho da vida, conhecido, amado e celebrado nos sacramentos sobretudo da Santíssima Eucaristia e da Reconciliação.

A vós, queridos Sacerdotes, renovo o convite a que aproveiteis com sabedoria as singulares oportunidades oferecidas pela comunicação moderna. Que o Senhor vos torne apaixonados anunciadores da Boa Nova na "ágora" moderna criada pelos meios atuais de comunicação.

Com estes votos, invoco sobre vós a proteção da Mãe de Deus e do Santo Cura d’Ars e, com afeto, concedo a cada um a Bênção Apostólica.

Vaticano, 24 de Janeiro - dia de São Francisco de Sales - de 2010




Fonte: cancaonova.com

Hoje a igreja celebra a festa de São Vicente
22/1/2010
 



Nossa Igreja comemora hoje dois santos com o mesmo nome, São Vicente Zaragoza que, nasceu em Huesca, na Espanha, mais viveu desde menino em Zaragoza, na Espanha. Estudou com o bispo Valério e como era bom comunicador, foi destacado para ser orador, pregando o evangelho e o cristianismo.

São Vicente Zaragoza foi um mártir perseguido durante o império de Diocleciano que o mandou para sessões de torturas em Valência, também Espanha. Mas nenhum castigo conseguiu que ele negasse sua fé. Seu martírio aconteceu por volta do ano 305, depois de muitos suplícios.

São Vicente Palotti era natural de Roma e nasceu em 1795, era formado em Filosofia e Teologia na escola de São Pantaleão. Fundou escolas para que as pessoas pudessem aprender mais sobre agricultura, conseguindo instituir aulas noturnas para os operários que desejam estudar e cursos para carpinteiros, cordoeiros ou alfaiates. Ele também foi o fundador da Sociedade do Apostolado Católico, uma comunidade de padres e leigos que ainda hoje existe e conta com adeptos espalhados por todo o mundo. São conhecidos como palotinos.

Entre seus grandes feitos, podemos salientar sua importante participação no combate à epidemia de cólera que quase dizimou a população de Roma em 1837.

São Vicente Palotti morreu no ano de 1850. Ele também foi o confessor do Papa Pio IX.

Haiti,há milagres no meio da desolação!
21/1/2010
 

Resgate no Haiti

Nos últimos dias, todos nós estivemos horrorizados pelas cenas de morte e destruição no Haiti. Milhões de pessoas como nós buscam formas de aliviar o sofrimento do povo haitiano. Não há dúvida de que, nos próximos dias, serão pronunciadas milhares de homilias para nos ajudar a compreender porque um Deus de amor pode permitir tamanho sofrimento. Hoje nesta quinta-feira de Adoração rezemos pelos nossos irmãos do Haiti.

Quando o silêncio era rompido pelas lágrimas, e meus olhos teimavam em ver toda aquela situação. A luta dos guerreiros chamados bombeiros, soldados e voluntários, salva vidas.
Para resgatar, quem sabe encontrar um sinal de vida no meio de tanta destruição.
Não precisa ter tanta fé, para ver o milagre.
Eu posso afirmar com certeza: Deus não queria isso não!
Pois diz a Sua palavra: “Não tenho prazer na morte do pecador, mas que ele se converta e viva” (cf. Ezequiel 33,11).
Deus me chama a conversão, mudar de vida.
E me faz refletir, é preciso estar sempre preparado, não posso perder tempo.
Enquanto muitos ficavam fixados na tragédia, na dor, na indignação.
Eu via muitos milagres que aconteceram ao redor, dos escombros dos olhos que não querem ver, nem ouvir.
Da enfermeira grávida que foi salva pela equipe de resgate dias depois, da menina que o mundo inteiro conheceu sua fé de que iria sobreviver. Daquele homem que embaixo do seu mercado viveu de esperança e pasta de amendoim, daquela idosa de mais de 70 anos que encheu de lagrimas os olhos dos “Anjos de resgate”…
Os olhos assustados da menina agradeciam pela vida.
Isso sim não tem explicação, isso é milagre!
Isso é ver com outros olhos, é enxergar com o coração.
Aquela tragédia, que mexeu com o nosso coração,
Mas que no meio de tantos destroços, para quem quer ver e ouvir;
Encontrão - se milagres, sinal de esperança no meio da desolação!
Há quanto tempo aquele povo sofre, o país mais pobre das Américas, nisto sim precisa acontecer um milagre, as nações que não se entenderão em Copenhague, agora se unem em favor dos irmãos. Prova para todos nós que a “natureza” que dividiu, agora pode unir as forças.
Mas não julguemos não, pois quem abre os olhos é Deus.
Como da mesma forma, só Ele consegue tirar de um grande mal um bem ainda maior.
Cabe a nós, disso tudo tirar uma grande lição, eu já tenho tirado a minha e você?
Continuemos a rezar, pois a revolta não levará a nada,
Mas o milagre da vida pode mudar o destino do nosso mundo e daquelas pessoas.
Convido você a ver diferente, a enxergar com o coração, a continuar tento fé.
arregacemos as mangas e ajudemos nosso Deus a promover mais milagres naqueles haitianos que vem tentando sobreviver muito antes do terremoto.
Qual o milagre Já se realizou ou precisa se realizar em sua vida?


Padre Luizinho
Fonte: canaonova.com

A igreja celebra hoje Santa Inês ou Agnes
21/1/2010
 





Virgem e mártir do século III e de família nobre e rica. Segundo a tradição a medida que crescia se tornava uma linda donzela de sedutora beleza. Seus cabelos vermelhos e longos acendia os desejos dos jovens romanos. Mas ela, havia prometido castidade perpétua e sofreu várias tentativas de violações, sempre orando a Jesus para protegê-la.Assim, o primeiro homem que a quis violar foi cegado por um raio de luz. Santa Inês o perdoou e ele pode ver de novo.


Foi então denunciada como sendo cristã. Prenderam-na e a torturam para que ela oferecesse sacrifícios aos desuses romanos e como ela recusasse, levaram-na para um bordel, mas o homem que tentou violentá-la foi morto por um raio de luz (este bordel ainda existe, com uma inscrição do Papa Damasus I; assim, é provável que esta história seja verdadeira).
O bordel ficava debaixo do arco onde é hoje a Praça Navona. O arco forma a cripta da Igreja de Santa Agnes em Agone.


Diz a tradição que foi aceso uma fogueira para ela ser queimada, e quando colocada na pira ela orou e o fogo milagrosamente se extinguiu. Colocada para ser desmembrada por cavalos, os seus punhos eram muito pequeninos e não havia grilhões de ferros para ela. Tentaram amarrá-la com correntes mas estas escorregavam em seu corpo ou simplesmente arrebentavam. Finalmente foi decapitada com espada. Por causa da influência de sua família, seu corpo não foi atirado no rio (como era costume) e foi enterrado no cemitério da família. Hoje forma a catacumba de Santa Inês ao lado da igreja dedicada a ela, na Via Nomentana.


Vários milagres foram reportados em sua tumba e creditados à sua intercessão, e sua fama se espalhou rapidamente.
Quando o Imperador Constantino quis ter sua filha batizada, ele o fez perto do local da igreja de Santa Inês fora dos muros, que foi erigida por ele sobre sua tumba. Em 382 o Papa Damasus I, que foi o primeiro a chamar Roma de "Sé Apostólica", restaurou a igreja de Santa Inês.
Durante o reinado do Papa Paulo V as relíquias de Santa Inês foram encontradas no santuário da igreja.


Agnes significa, em grego, casta; e em latim, ovelha. Talvez por isto na arte litúrgica da Igreja ela é representada sempre segurando uma ovelha.
Na sua festa, uma ou duas ovelhas são abençoados na sua igreja em Roma e de sua lã se faz alguns "palliuns" (duas tiras de lã branca) que o Papa confere aos Arcebispos como símbolo de sua jurisdição.


Ela é mencionada na Primeira Prece Eucarística. Segundo a tradição, Santa Inês ajuda a encontrar um noivo para um feliz casamento. É padroeira da pureza e da castidade, e é invocada na proteção da castidade.


São Sebastião
20/1/2010
 



O santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais oriundos de Milão, na Itália, no século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à de seus irmãos!

Ao entrar para o serviço no império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do império. Sebastião ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas do mistério da Trindade.

Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.

São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. Mas um apóstata denunciou-o para o império e lá estava ele, diante de um imperador muito triste, porque era uma traição ao império. Mas ele deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o império era este serviço. Denunciou o paganismo e a injustiça.

São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensar que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem. Evangelizou, testemunhou, mas, desta vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.

São Sebastião, rogai por nós!

Pastoral da Criança informa:A Paz começa em casa!
19/1/2010
 



Missão
A Pastoral da Criança é uma organização comunitária, de atuação nacional, que tem seu trabalho baseado na solidariedade e na partilha do saber, para a vida plena das crianças.

Objetivo
O objetivo da Pastoral da Criança é o desenvolvimento integral das crianças, da concepção aos seis anos de idade, promovendo, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político.

Atividades
Os seus líderes visitam mensalmente as famílias acompanhadas, orientando-as sobre o desenvolvimento da criança desde o útero materno, o valor nutritivo dos alimentos e do aleitamento materno, controle da desnutrição, obesidade, doenças respiratórias, diarréia, uso do soro caseiro, prevenção de acidentes domésticos, controle social, entre outras ações.

Educação de Jovens e Adultos – alfabetização e mães e moradores das comunidades acompanhadas..

Brinquedos e Brincadeiras – para aumentar o interesse pelo brincar e pelo lazer nas comunidades, favorecendo a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento e educação das crianças.

Controle Social das Políticas Públicas - junto aos conselhos municipais de saúde, conselhos dos direitos da criança e do adolescente, conselho de segurança alimentar, entre outros.

Geração de Renda – projetos para promover a auto-sustentabilidades das famílias acompanhadas.

Rede de Comunicadores Populares em Rádio – para divulgar ações da Pastoral da Criança em todo o país



Todos os meses, milhares de líderes da Pastoral da Criança levam às
famílias acompanhadas a mensagem da paz e da esperança. Os líderes
da Pastoral da Criança sabem que a paz começa em casa. Por isso, nas
visitas domiciliares conversam com as famílias sobre a importância de
uma convivência harmoniosa entre os familiares para que as crianças
possam crescer em um ambiente de paz. Além disso, entregam para
as famílias o folheto com os 10 Mandamentos para a Paz na Família.


Hoje, crianças se tornam passíveis de abuso
sexual. Idosos sofrem agressões físicas e
privações morais. Não raro a criança e a pessoa
idosa são negligenciadas ou agredidas de forma
direta. Desapareceu o espírito de dedicação e
sacrifício pelos outros. Dois extremos da
sociedade estão profundamente fragilizados:
crianças e pessoas idosas, muitas delas usáveis e
descartáveis.
Para combater abusos e maus tratos
precisamos reaprender a conviver em família. Os
pais precisam ser educados para conseguir
educar os filhos. Todos nós precisamos aprender
a amar sem egoísmo. Somente assim as famílias
poderão se relacionar bem, com afeto e
segurança.
A Pastoral da Criança e a Pastoral da Pessoa
Idosa contam com voluntárias/os que visitam as
famílias. Nosso segredo é ir ao encontro delas e
orientá-las com os exemplos de Jesus. Resultados positivos alcançados se devem ao
cultivo da espiritualidade e também dos conhecimentos básicos de pediatria e
gerontologia.
Nossas voluntárias são capacitadas para trabalhar em equipe e tentar envolver as
famílias na busca de soluções para vários problemas. Esse trabalho corresponde às
políticas públicas de prevenção de doenças, de maus tratos, de abandono e de outros
males que agravam a situação de desprezo ou de morte aos seres indefesos.
A proposta da Pastoral da Criança visa o seu desenvolvimento pleno, assim como a
Pastoral da Pessoa Idosa visa o envelhecimento saudável. Salvar vidas é o nosso ideal,
superando a violência que contamina as estruturas do lar e da sociedade.
O amor verdadeiro é recurso básico que as famílias não podem deixar de oferecer às
crianças e às pessoas idosas. Esses dois extremos exigem de cada um de nós, além dos
cuidados essenciais, o espírito humanitário e o preparo espiritual. Ainda que não se
possua tantos recursos materiais, a dedicação depende do amor que cada um tem no
coração.
Estamos dispostos a fazer da
nossa vida um dom de amor pelos
que se encontram fragilizados? É
preciso renunciar aos gostos pessoais
para conseguir atender aos interesses
da coletividade, começando em casa.
Comecemos aprendendo a cultivar o
carinho familiar, sem deixar de contar
com políticas sociais inadiáveis.

"O amor verdadeiro é
recurso básico que as
famílias não podem deixar
de oferecer às crianças e às
pessoas idosas”


“Aproveite este momento
tão especial para ser ou convidar
mais pessoa para ser
líder da Pastoral da
Criança, bem como mais
famílias e gestantes
para fazerem parte
desta grande família”

Informações no telefone (16) 3307.8587

A Pastoral da criança e a Pastoral da pessoa Idosa convida todos para a Missa em memória a Dra Zilda
18/1/2010
 



A missa em memória da Dra. Zilda Arns será realizada dia 20 de Janeiro as 19h na Catedral de São Carlos.
A Pastoral da Pessoa Idosa e a Pastoral da Criança convida todos para juntos rezarmos por essa mulher que tanto nos deixou de ensinamentos .

Por favor Coordenadoras de Paróquia avise seus líderes para comparecerem .
Venham com a camiseta da Pastoral .

Cordenadora Diocesa da Pastoral da Pessoa Idosa

EM ÚLTIMO DISCURSO, DRA ZILDA PEDIU PROTEÇÃO PARA CRIANÇAS.
18/1/2010
 



"A construção da paz começa no coração das pessoas e tem seu fundamento no amor, que tem suas raízes na gestação e na primeira infância, e se transforma em fraternidade e responsabilidade social. A paz é uma conquista coletiva. Tem lugar quando encorajamos as pessoas, quando promovemos os valores culturais e éticos, as atitudes e práticas da busca do bem comum", disse ela, a uma plateia de 150 pessoas.



Antes de morrer no terremoto que abalou o Haiti, na terça-feira, a médica Zilda Arns Neumann, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, pediu, no que foi o último discurso, que os agentes sociais locais se engajassem na luta pela proteção à infância e na cobrança do governo por ações nas áreas de saúde e educação. Zilda viajou ao país para participar da Assembleia da Conferência dos Religiosos, realizada em Porto Príncipe, região mais atingida pelo tremor.

"A construção da paz começa no coração das pessoas e tem seu fundamento no amor, que tem suas raízes na gestação e na primeira infância, e se transforma em fraternidade e responsabilidade social. A paz é uma conquista coletiva. Tem lugar quando encorajamos as pessoas, quando promovemos os valores culturais e éticos, as atitudes e práticas da busca do bem comum", disse ela, a uma plateia de 150 pessoas.

Pediatra especializada em saúde pública, Zilda Arns recordou o início da carreira como médica e o engajamento na criação da Pastoral da Criança, a pedido do irmão, o arcebispo emérito de São Paulo, d. Paulo Evaristo Arns. Aos haitianos, contou como a Pastoral se desenvolveu no Brasil desde Florestópolis, no norte do Paraná, no início dos anos 1980, até chegar a todo o País.

"Por força da solidariedade fraterna, uma rede de 260 mil voluntários, dos quais 141 mil são líderes que vivem em comunidades pobres, 92% são mulheres e participam permanentemente da construção de um mundo melhor, mais justo e mais fraterno, em serviço da vida e da esperança", disse. "Hoje, a Pastoral está se estendendo a 20 países."

Após explicar detalhes e exemplificar as diversas campanhas realizadas pela entidade para melhorar a qualidade de vida das mulheres grávidas, famílias e crianças, Zilda Arns destacou o papel das ações da entidade na melhora dos indicadores sociais e econômicos brasileiros. Por fim, deixou a última mensagem. "Como os pássaros, que cuidam de seus filhos ao fazer um ninho no alto das árvores e nas montanhas, longe de predadores, ameaças e perigos, e mais perto de Deus, deveríamos cuidar de nossos filhos como um bem sagrado, promover o respeito a seus direitos e protegê-los. Muito obrigada."

Fonte: Estadão

OS PECADOS CONTRA O ESPÍRITO SANTO
17/1/2010
 







Todo o que tiver falado contra o Filho do Homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não alcançará perdão nem neste século nem no século vindouro. (Mt. 12,32)

Quanto pior castigo julgais que merece quem calcar aos pés o Filho de Deus, profanar o sangue da aliança, em que foi santificado, e ultrajar o Espírito Santo, autor da graça! (Hb. 10,29)

O pontificado do Papa São Pio X de 1903 a 1914 – em seu Catecismo Maior, ensinou que são seis os pecados contra o Espírito Santo:

O pecado contra o Espírito Santo consiste na rejeição da graça de Deus; é a recusa da salvação. Implica numa rejeição completa à ação, ao convite e à advertência do Espírito Santo.

1º – Desesperar da salvação: quando a pessoa perde as esperanças na salvação, achando que sua vida já está perdida e que ela se encontra condenada antes mesmo do Juízo. Julga que a misericórdia divina é pequena. Não crê no poder e na justiça de Deus.

2º – Presunção de salvação, ou seja, a pessoa cultiva em sua alma uma idéia de perfeição que implica num sentimento de orgulho. Ela se considera salva, pelo que já fez. Somente Deus sabe se aquilo que fizemos merece o prêmio da salvação ou não. A nossa salvação pode ser perdida, até o último momento da nossa vida, e Deus é o nosso Juiz Eterno. Devemos crer na misericórdia divina, mas não podemos usurpar o atributo divino inalienável do Juízo.

O simples fato de já se considerar eleito é uma atitude que indica a debilidade da virtude da humildade diante de Deus. Devemos ter a convicção moral de que estamos certos em nossas ações, mas não podemos dizer que aos olhos de Deus já estamos definitivamente salvos.

Os calvinistas, por exemplo, afirmam a eleição definitiva do fiel, por decreto eterno e imutável de Deus.

A Igreja Católica ensina que, normalmente, os homens nada sabem sobre o seu destino, exceto se houver uma revelação privada, aceita pelo sagrado magistério. Por essa razão, os homens não podem se considerar salvos antes do Juízo.

3º - Negar a verdade conhecida como tal pelo magistério da Santa Igreja, ou seja , quando a pessoa não aceita as verdades de fé (dogmas de fé), mesmo após exaustiva explicação doutrinária. É o caso dos hereges.

Considera o seu entendimento pessoal superior ao da Igreja e ao ensinamento do Espírito Santo que auxilia o sagrado magistério.

4º – Inveja da graça que Deus dá aos outros. A inveja é um sentimento que consiste em irritar-se porque o outro conseguiu algo de bom. Mesmo que você possua aquilo ou possa ganhar um dia. É o ato de não querer o bem do semelhante. Se eu invejo a graça que Deus dá a alguém, estou dizendo que aquela pessoa não merece tal graça, me tornando assim o juiz do mundo. Estou me voltando contra a vontade divina imposta no governo do mundo. Estou me voltando contra a Lei do Amor ao próximo. Não devemos invejar um bem conquistado por alguém. Se este bem é fruto de trabalho honrado e perseverante, é vontade de Deus que a pessoa desfrute daquela graça.

5º – A obstinação no pecado é a vontade firme de permanecer no erro mesmo após a ação de convencimento do Espírito Santo. É não aceitar a ética cristã. Você cria o seu critério de julgamento ético. Ou simplesmente não adota ética nenhuma e assim se aparta da vontade de Deus e rejeita a Salvação.

6º – A Impenitência final é o resultado de toda uma vida de rejeição a Deus: o indivíduo persiste no erro até o final, recusando arrepender-se e penitenciar-se, recusa a salvação até o fim. Consagra-se ao Adversário de Cristo. Nem mesmo na hora da morte tenta se aproximar do Pai, manifestando humildade e compaixão. Não se abre ao convite do Espírito Santo definitivamente.

Igrejas no Brasil lança campanha "SOS Haiti" para ajudar as vítimas do Terremoto
16/1/2010
 



Urgência! É com esse sentimento que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira, organismo vinculado a CNBB, está lançando uma Campanha de ajuda às vítimas do terremoto que atingiu o país caribenho, na noite do dia 12, vitimando milhares de pessoas, dentre elas a fundadora da Pastoral da Criança, Drª Zilda Arns.

Diante das consequências desta tragédia, a CNBB, em conjunto com a Cáritas Brasileira, lança a Campanha SOS HAITI em socorro à população atingida pelo terremoto.

Com esta campanha, a Igreja pretende fazer um apelo a todas as comunidades, paróquias, dioceses e a sociedade em geral para que organizem coletas em favor do povo haitiano, sugerindo que o dia 24 de janeiro, domingo, seja dedicado a orações pelas vítimas, reflexões e coletas em dinheiro.

O resultado da campanha brasileira SOS HAITI se integra a campanha mundial promovida pela Caritas Internacionalis em resposta ao chamado do papa Bento XVI para a solidariedade da Igreja ao povo haitiano.

As doações em dinheiro podem ser depositadas nas contas bancárias abertas exclusivamente para a campanha e serão destinadas às ações de socorro imediato, reconstrução e recuperação das condições de vida do povo haitiano.

“Tanto mais urgente se apresenta agora o desafio da solidariedade, para um país que já vivia em condições de extrema precariedade. O apelo precisa ser respondido, sobretudo pelo Brasil, em vista de duas vinculações especiais que neste episódio ligam nosso país com o Haiti, primeiro é a presença do contingente do Exército brasileiro, segundo é o falecimento da doutora Zilda Arns”, foi o que expressou, em artigo enviado a CNBB, dom Demétrio Valentine, bispo de Jales (SP), a respeito da urgência em ajudar o povo haitiano.

As contas para depósito são: Banco Bradesco, Agência: 0606 Conta Corrente: 70.000-2; Caixa Econômica Federal OP: 003, Agência: 1041 Conta Corrente: 1132-1; ou Banco do Brasil, Agência: 3475-4 Conta Corrente: 23.969-0

Mais informações acesse o site da Cáritas Brasileira, www.caritas.org.br ou ligue (61) 3214-5400.

Solidariedade em BH

A arquidiocese de Belo Horizonte, à frente o arcebispo Metropolitano, dom Walmor Oliveira de Azevedo, sensibilizada com o sofrimento do povo do Haiti, concentra esforços e investimentos em uma campanha de solidariedade que será realizada por suas instituições: Vicariato de Ação Social e Política (que tem entre as suas atividades sociais a Pastoral da Criança e da Pessoa Idosa) e as paróquias.

A campanha é uma iniciativa que será realizada ao longo de todo este ano. Todos podem contribuir com qualquer quantia financeira.

Banco do Brasil Agência: 3494-0 Conta Corrente: 24847-9

Em nome do Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política

Outras informações pela Assessoria de Comunicação e Marketing da Arquidiocese de Belo Horizonte: (31) 3269-3138 / 3109 / 3189, pelo site www.arquidiocesebh.org.br e pelo Vicariato para Ação Social e Política: (31) 3422-7033 / 6122 / 4430 e 3428 8046.


Fonte:cnbb.org.br

A Igreja celebra hoje Santo Amaro
15/1/2010
 



Nasceu em Roma e entrou muito cedo para a vida religiosa. Filho espiritual e grande amigo de São Bento, tornou-se um beneditino com apenas 12 anos de idade. Realidades daquele tempo,mas que apontam para uma necessidade dos tempos atuais. Ele foi apontado, desde muito cedo, como um exemplo de silêncio e também de correspondência às exigências da vida monarcal. Vida de austeridade, de ação, de oração; “ora et labora” de fato.

Grande amigo de São Bento, viveu momentos que ficaram registrados. São Gregório foi quem deixou o testemunho de que, certa vez, São Bento, por revelação, soube que um jovem estava para se afogar em um açude. Disse ao então discípulo Amaro que fosse ao encontro daquele jovem. Ele foi. Sem perceber, com tanta obediência, ele caminhou sobre as águas e salvou aquele jovem; depois que ele percebeu que havia acontecido aquele milagre. Retribuíram a ele, mas, claro, ele atribuiu a São Bento, pois só obedeceu.

História ou lenda, isso demonstra como Deus pode fazer o impossível aos olhos humanos na vida e através da vida naqueles que acreditam e buscam corresponder à vocação. Todos nós temos uma vocação comum, a mesma que Santo Amaro teve: a vocação à santidade. Esse santo foi quem sucedeu São Bento em Subiaco, quando este foi para Monte Casino. Ele foi exemplo de virtude, obediência e abertura à ação do Espírito Santo.

Santo Amaro, rogai por nós

Nota da CNBB em solidariedade ao povo do Haiti
15/1/2010
 



A Igreja no Brasil está se mobilizando em favor dos necessitados no Haiti. Em nota divulgada hoje, o presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, e o presidente da Cáritas Brasileira, dom Demétrio Valentim, lançam oficialmente a Campanha SOS Haiti, em solidariedade ao povo caribenho, atingido pelo pior terremoto dos últimos 200 anos.

”Neste momento, são necessárias iniciativas que demonstrem solidariedade internacional”, diz um trecho da nota. A Cáritas Brasileira esta produzindo o material publicitário a ser divulgado nas rádios e Tvs de todo o país.

Leia a íntegra da nota abaixo:

SOLIDARIEDADE AO POVO DO HAITI

“Esperando contra toda esperança” (Rm 4,18)

Em meio às desalentadoras notícias que chegam a cada momento, dando conta das trágicas consequências do terremoto que afligiu o Haiti, ceifando tantas vidas e colocando abaixo trabalhos e sonhos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se une à multidão de homens e mulheres que, nestas circunstâncias, têm “a ousadia de quem se atreve a esperar contra toda esperança”, para apresentar à Igreja e a todo povo do Haiti a solidariedade em orações, palavras e gestos.

Neste momento, são necessárias iniciativas que demonstrem solidariedade internacional, como, por exemplo, o perdão imediato de toda a dívida externa do Haiti, que corresponde a 30% do seu pobre orçamento, e ações humanitárias que amenizem a dor e reanimem a esperança do povo haitiano.

Movida por este sentimento de solidariedade, a CNBB e a Cáritas Brasileira lançam a Campanha SOS HAITI, em socorro à população atingida pelo terremoto.

Conclamamos todas as comunidades eclesiais, paróquias e dioceses a promoverem, no próximo domingo, dia 17, ou no dia 24 de janeiro, ou em outra data conveniente, orações e coletas em dinheiro para as vítimas do terremoto no Haiti. Assim, nos unimos à campanha mundial promovida pela Caritas Internationalis em resposta ao apelo do papa Bento XVI.

As doações poderão ser depositadas nas contas: Banco do Brasil - Agência: 3475-4 - Conta Corrente: 23.969-0; Caixa Econômica Federal - OP: 003 - Agência: 1041 - Conta Corrente: 1132-1; Banco Bradesco - Agência: 0606 - Conta Corrente: 70.000-2.

Que a graça de Deus fortaleça nosso compromisso de caridade fraterna, inspire nossa generosidade e anime quem está a serviço das vítimas no Haiti.



Brasília, 15 de janeiro de 2010
D. Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

D. Demétrio Valentim
Bispo de Jales
Presidente da Cáritas Brasileira

Ações de Zilda Arns se estenderam pelo mundo
14/1/2010
 



A Coordenação Diocesana da Pastoral da Pessoa Idosa de São Crarlos SP e todos seus integrantes, diante do triste acontecimento no Haiti nesse dia 12/01/10, manifestam seu pesar aos familiares de todas as vítimas dessa catástrofe, .

Que Deus lhes dê o conforto necessário nessa hora tão difícil.

Deixa-nos um legado de força, coragem e a certeza de que o trabalho junto aos idosos e as crianças deverá se intensificar para que “tenham vida plena”, assim como nosso Pai o quer.

Temos orgulho de fazer parte dessa grande família iniciada por Dra. Zilda.

Ela estará no céu intercedendo pelas pessoas idosas e pelas crianças e voluntários desta pastoral. Louvado seja Deus pelos feitos dessa mulher incansável.





Dra. Zilda Arns Neumann, 75 anos, é médica pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa,organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Dra. Zilda Arns também é representante titular da CNBB, do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

Nascida em Forquilhinha (SC), reside em Curitiba (PR), é mãe de cinco filhos e avó de dez netos. Escolheu a medicina como missão e enveredou pelos caminhos da saúde pública. Sua prática diária como médica pediatra do Hospital de Crianças Cezar Pernetta, em Curitiba (PR), e posteriormente como diretora de Saúde Materno-Infantil, da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, teve como suporte teórico diversas especializações como Saúde Pública, pela Universidade de São Paulo (USP) e Administração de Programas de Saúde Materno-Infantil, pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS). Sua experiência fez com que, em 1980, fosse convidada a coordenar a campanha de vacinação Sabin para combater a primeira epidemia de poliomielite, que começou em União da Vitória (PR), criando um método próprio, depois adotado pelo Ministério da Saúde.

Em 1983, a pedido da CNBB, a Dra. Zilda Arns cria a Pastoral da Criança juntamente com Dom Geraldo Majela Agnello, Cardeal Arcebispo Primaz de São Salvador da Bahia, que na época era Arcebispo de Londrina. Foi então que desenvolveu a metodologia comunitária de multiplicação do conhecimento e da solidariedade entre as famílias mais pobres, baseando-se no milagre da multiplicação dos dois peixes e cinco pães que saciaram cinco mil pessoas, como narra o Evangelho de São João (Jo 6, 1-15). A educação das mães por líderes comunitários capacitados revelou-se a melhor forma de combater a maior parte das doenças facilmente preveníveis e a marginalidade das crianças. Após 25 anos, a Pastoral acompanha mais de 1,9 milhões de gestantes e crianças menores seis anos e 1,4 milhão de famílias pobres, em 4.063 municípios brasileiros. Seus mais de 260 mil voluntários levam fé e vida, em forma de solidariedade e conhecimentos sobre saúde, nutrição, educação e cidadania para as comunidades mais pobres.

Em 2004, a Dra. Zilda Arns recebeu da CNBB outra missão semelhante, fundar, organizar e coordenar a Pastoral da Pessoa Idosa. Atualmente mais de 129 mil idosos são acompanhados todos os meses por 14 mil voluntários.

Pelo seu trabalho na área social, Dra. Zilda Arns recebeu condecorações tais como: Woodrow Wilson, da Woodrow Wilson Fundation, em 2007; o Opus Prize, da Opus Prize Foundation (EUA), pelo inovador programa de saúde pública que ajuda a milhares de famílias carentes, em 2006; Heroína da Saúde Pública das Américas (OPAS/2002); 1º Prêmio Direitos Humanos (USP/2000); Personalidade Brasileira de Destaque no Trabalho em Prol da Saúde da Criança (Unicef/1988); Prêmio Humanitário (Lions Club Internacional/1997); Prêmio Internacional em Administração Sanitária (OPAS/ 1994); títulos de Doutor Honoris Causa das Universidades: Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade do Extremo-Sul Catarinente de Criciúma, Universidade Federal de Santa Catarina e Universidade do Sul de Santa Catarina. Dra. Zilda é Cidadã Honorária de 10 estados e 35 municípios; e foi homenageada por diversas outras Instituições, Universidades, Governos e Empresas

Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da pessoa Idosa , morre em terremoto
13/1/2010
 

Zilda Arns


Zilda Arns

Morreu durante o forte terremoto no Haiti nesta terça-feira (12), a médica pediatra e sanitarista Zilda Arns, 73, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança. A informação foi divulgada na manhã desta quarta-feira (13) pelo gabinete em Curitiba do senador Flávio Arns, sobrinho de Zilda.

Arns embarcou em Brasília às 11 horas com destino ao Haiti em um avião presidencial, acompanhado de outras autoridades. O senador foi informado do falecimento aproximadamente às 10h30 pelo chefe de Gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho.

Além de coordenar a Pastoral da Criança, Zilda também é fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa, organismo de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A médica ainda foi representante titular da CNBB, do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

Trajetória

Zilda nasceu em Forquilhinha, em Santa Catarina, é mãe de cinco filhos e avó de dez netos. Escolheu a medicina como missão e enveredou pelos caminhos da saúde pública. Sua prática diária como médica pediatra do Hospital de Crianças Cezar Pernetta, em Curitiba, e posteriormente como diretora de Saúde Materno-Infantil, da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, teve como suporte teórico diversas especializações como Saúde Pública, pela Universidade de São Paulo (USP) e Administração de Programas de Saúde Materno-Infantil, pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS).

Sua experiência fez com que, em 1980, fosse convidada a coordenar a campanha de vacinação Sabin para combater a primeira epidemia de poliomielite, que começou em União da Vitória (PR), criando um método próprio, depois adotado pelo Ministério da Saúde.

Em 1983, a pedido da CNBB, Zilda Arns cria a Pastoral da Criança juntamente com Dom Geraldo Majela Agnello, Cardeal Arcebispo Primaz de São Salvador da Bahia, que na época era Arcebispo de Londrina. Foi então que desenvolveu a metodologia comunitária de multiplicação do conhecimento e da solidariedade entre as famílias mais pobres, baseando-se no milagre da multiplicação dos dois peixes e cinco pães que saciaram cinco mil pessoas, como narra o Evangelho de São João (Jo 6, 1-15).

A educação das mães por líderes comunitários capacitados revelou-se a melhor forma de combater a maior parte das doenças facilmente preveníveis e a marginalidade das crianças. Hoje, a Pastoral acompanha mais de 1,9 milhões de gestantes e crianças menores seis anos e 1,4 milhão de famílias pobres, em 4.063 municípios brasileiros. Seus mais de 260 mil voluntários solidariedade e conhecimentos sobre saúde, nutrição, educação e cidadania para as comunidades mais pobres.

Em 2004, a Dra. Zilda Arns recebeu da CNBB outra missão semelhante, fundar, organizar e coordenar a Pastoral da Pessoa Idosa. Atualmente mais de 129 mil idosos são acompanhados todos osmeses por 14 mil voluntários.

Pelo seu trabalho na área social, Dra. Zilda Arns recebeu condecorações tais como: Woodrow Wilson, da Woodrow Wilson Fundation, em 2007; o Opus Prize, da Opus Prize Foundation (EUA), pelo inovador programa de saúde pública que ajuda a milhares de famílias carentes, em 2006; Heroína da Saúde Pública das Américas (OPAS/2002); 1º Prêmio Direitos Humanos (USP/2000); Personalidade Brasileira de Destaque no Trabalho em Prol da Saúde da Criança (Unicef/1988); Prêmio Humanitário (Lions Club Internacional/1997) e Prêmio Internacional em Administração Sanitária (OPAS/ 1994).

Zilda também conquistou títulos de Doutor Honoris Causa em diversas instituições de ensino superior como Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade do Extremo-Sul Catarinente de Criciúma, Universidade Federal de Santa Catarina e Universidade do Sul de Santa Catarina.
Ela ainda é Cidadã Honorária de 10 estados e 35 municípios; e foi homenageada por diversas outras Instituições, Universidades, Governos e Empresas.






Fonte:paranaonline.com.br

Caridade, origem e forma de todas as virtudes
12/1/2010
 



“Se vês a caridade, vês a Trindade” — escrevia Santo Agostinho.
Jesus falava aos seus discípulos “Permanecei no meu amor”. Ser uma pessoa virtuosa é agir bem em cada coisa que se faz dando o melhor de si com amor e por amor a Deus, ao próximo e a nós mesmos. Ser uma pessoa caridosa é vincular-se a perfeição, é participar da natureza divina.
Santo Afonso de Ligório, Bispo e Doutor da Igreja dizia: “A caridade faz com que o homem creia, não só com a inteligência, mas também com a vontade”.
Toda a finalidade da doutrina e do ensinamento deve ser posta no amor que não acaba. Com efeito, pode-se facilmente expor o que é preciso crer, esperar ou fazer; mas sobretudo é preciso fazer sempre com que apareça o Amor de Nosso Senhor, para que cada um compreenda que cada ato de virtude perfeitamente cristão não tem outra origem senão o Amor, e outro fim senão o Amor. (1)

A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e a nosso próximo como a nós mesmos, por amor de Deus (Catec §1822).

Jesus fez da caridade o novo mandamento. Amando os seus “até o fim” (Jo 13,1), manifesta o amor do Pai que Ele recebe. Amando-se uns aos outros, os discípulos imitam o amor de Jesus que eles também recebem. Por isso diz Jesus: “Assim como o Pai me amou, também eu vos amei. Permanecei em meu amor” (Jo 15,9). E ainda: “Este é o meu preceito: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15,12). (2)

Cristo morreu por nosso amor quando éramos ainda “inimigos” (Rm 5,10). O Senhor exige que amemos, como Ele, mesmo os nossos inimigos, que nos tornemos o próximo do mais afastado, que amemos como Ele as crianças e os pobres. O apóstolo São Paulo traçou um quadro incomparável da caridade: “A caridade é paciente, a caridade é prestativa, não é invejosa, não se ostenta, não se incha de orgulho. Nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (l Cor 13,4-7). (3)

Diz ainda o apóstolo: “Se não tivesse a caridade, nada seria…”. E tudo o que é privilégio, serviço e mesmo virtude… “se não tivesse a caridade, isso nada me adiantaria”. A caridade é superior a todas as virtudes. E a primeira das virtudes teologais “Permanecem fé, esperança, caridade, estas três coisas. A maior delas, porém, é a caridade” (1 Cor 13,13). (4)

O exercício de todas as virtudes é animado e inspirado pela caridade, que é o “vinculo da perfeição” (Cl 3,14); é a forma das virtudes, articulando-as e ordenando-as entre si; é fonte e termo de sua prática cristã. A caridade assegura purifica nossa capacidade humana de amar, elevando-a à feição sobrenatural do amor divino.(5 )“Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.” (I Cor 13,2)

A caridade tem como frutos a alegria, a paz e a misericórdia exige a beneficência e a correção fraterna; é benevolência; suscita a reciprocidade; é desinteressada e liberal; é amizade e comunhão.

A finalidade de todas as nossas obras é o amor. Este é o fim, é para alcançá-lo que corremos, é para ele que corremos; uma vez chegados, é nele que repousaremos.(6)

Hoje a Igreja celebra São Bernardo
12/1/2010
 

São Bernardo

O santo de hoje nasceu no ano de 1605 em Corleone, Sicília, na Itália. Como é belo poder perceber o testemunho de hoje! Como a misericórdia de Deus fez maravilhas a partir do arrependimento!

São Bernado foi crescendo numa vida longe do relacionamento com Deus e com a Igreja. Logo, distante de si e do amor aos irmãos, o orgulho foi tomando conta do seu coração. Então, decidiu entrar para a vida militar; não para servir a sociedade, mas para dominá-la. De fato, ele estava longe de Deus. Resultado: numa das muitas discussões que viraram briga, ele acabou num duelo, ferindo de morte um companheiro seu da vida militar. Foi neste momento trágico de sua história que ele abriu o coração para Deus, pois sua consciência foi pesando. Embora ele tenha fugido e recorrido a um chamado “direito de asilo”, não foi preso, mas estava preso a uma vida de pecado. Quem poderia resgatá-lo? Nosso Senhor Jesus Cristo, o Verbo encarnado que veio nos assumir na nossa fragilidade e nos revelar este amor que redime, que salva e é a nossa esperança.

Assim, arrependeu-se e começou a busca de uma vida em Deus, uma vida de Igreja, sacramental. Discerniu um chamado à vida religiosa, buscou a família franciscana e ali tornou-se irmão religioso, fiel às regras. De fato, se antes expressava arrogância, agora comunicava paz, penitência, luta contra o pecado.

Ele foi se santificando também no serviço ao próximo. "Santidade sem serviço aos outros pode ser apenas um ideal, mas, no concreto, esta luta, este bom combate é para sermos melhores em Deus, melhores uns para os outros".

Religioso, capuchinho, modelo de vida na pobreza, na castidade e na obediência. Este santo do século XVII nos convida, neste novo milênio, a sermos sinais no poder que a misericórdia divina tem de, com a nossa ajuda e nosso sim, fazer-nos santos.

São Bernardo, rogai por nós!

Virtudes - Viver bem a cada dia
11/1/2010
 



"O objetivo da vida virtuosa é tornar-se semelhante a Deus"



“Ocupai-vos com tudo o que é verdadeiro, nobre, justo, puro, amável, tudo o que há de louvável, honroso, virtuoso ou de qualquer modo mereça louvor” (Fl 4,8)
A prática das virtudes é o “agir bem” do ser humano. Viver bem é a cada dia aplicar as virtudes na nossa vida.


A virtude é uma disposição habitual e firme para fazer o bem. Permite à pessoa não só praticar atos bons, mas dar o melhor de si. Com todas as suas forças sensíveis e espirituais, a pessoa virtuosa tende ao bem, procura-o e escolhe-o na prática.

Assim como lavar as mãos, tomar banho, alimentar-se são hábitos diários, imagine se cada um de nós praticássemos, diariamente, pelo menos uma de todas as virtudes, a começar pela caridade?

Pela caridade, amamos a Deus sobre todas as coisas e a nosso próximo como a nós mesmos por amor a Deus. Ela é o “vínculo da perfeição” (Cl 3,14) e a forma de todas as virtudes.

“Empenhai-vos em procurar a caridade. Tudo o que fazeis, fazei-o na caridade.” (I Cor 14,1. 16,14).

A caridade assegura, purifica nossa capacidade humana de amar, elevando-a à feição sobrenatural do amor divino.

Que possamos a cada dia nos dispor à pratica das virtudes, deixando florescer na nossa alma aquilo que temos de bom, dando a nós mesmos o nosso melhor e buscando a cada instante viver a caridade amando a Deus acima de tudo.

O Batismo de Jesus.
10/1/2010
 



Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judéia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder….” Atos 10, 37-38


“Naqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João no rio Jordão.” Mc 1,9

A festa do Batismo de Jesus celebra-se no domingo após a EPIFANIA(entre os dias 9 e 13 de Janeiro) como encerramento do CICLO DE NATAL, se não há domingo nesses dias, celebra-se a festa na segunda feira depois da EPIFANIA.

é momento
de
recordar o
nosso próprio batismo”A vida pública de Jesus tem início com seu Batismo por João, no rio Jordão… Uma multidão de pecadores, de publicamos e soldados Fariseus e saduceus e prostitutas vem fazer-se batizar por ele. Jesus aparece, o Batista hesita, mas Jesus insiste. E ELE recebe o Batismo. Então, o Espírito Santo, sob a forma de pomba, vem sobre Jesus e a voz do céu proclama:Este é o meu filho bem amado. É a manifestação (EPIFANIA) de Jesus como Messias de Israel e filho de Deus.” CIC 535
A voz vinda do céu é a voz do Pai proclamando a missão de Cristo.
Rei e Servo, o rei-servidor.
A festa do batismo do Senhor é também o momento de recordar nosso próprio Batismo, pois nele somos adotados como filhos de Deus e recebemos o Espírito para realizar nossa missão.

“Nosso Senhor submeteu-se voluntariamente, ao Batismo se São João, destinado aos pecadores, para cumprir toda a justiça. Este gesto de Jesus é uma manifestação. O Espírito que pairava sobre as águas da 1ª criação desce então, sobre Cristo, preludiando a nova criação e o Pai manifesta Jesus como seu filho amado.” CIC 12,24
É o Batismo de João, um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados.
Evidentemente, Jesus não precisava desse batismo.
Esse batismo foi uma “desculpa” para algo maior: o Batismo no Espírito Santo.
O verdadeiro Batismo do senhor é quando o Espírito Santo desce sobre ele. “(João havia declarado: vi o Espírito descer do céu em forma de pomba e repousar sobre Ele.) eu não o conhecia, mas aquele que me mandou batizar em água disse-me: Sobre quem vires descer e repousar o Espírito, este é quem batiza no Espírito Santo. Eu o vi e dou testemunho de que ele é o filho de Deus.” Jô 1, 32- 34

CORES E OBJETOS UTILIZADOS NA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA:
8/1/2010
 



AS CORES, NA IGREJA:

Quando vamos à igreja, notamos que o altar, o tabernáculo, o ambão, e até mesmo a estola e a casula usadas pelo sacerdote, combinam todos com uma mesma cor. Percebemos também que, a cada semana, essa cor pode permanecer a mesma ou variar. Se acontecer de no mesmo dia irmos a duas igrejas diferentes, comprovaremos que ambas usam a mesma cor, com exceção, é claro, da igreja que celebra o seu padroeiro. Na verdade, a cor usada um certo dia é válida para a Igreja em todo o mundo, que obedece a um mesmo calendário litúrgico. Conforme a missa do dia, indicada pelo calendário, fica estabelecida uma determinada cor.

Desta forma, concluímos que as diferentes cores possuem algum significado para a Igreja: elas visam manifestar externamente o caráter dos Mistérios celebrados e também a consciência de uma vida cristã que progride com o desenrolar do Ano Litúrgico. Manifesta também, de maneira admirável, a unidade da Igreja. No início havia uma certa preferência pelo branco. Não existiam ainda as chamadas cores litúrgicas. Estas só foram fixadas em Roma no século XII. Em pouco tempo, devido ao seu alto valor teológico e explicativo, os cristãos do mundo inteiro aderiram a esse costume, que tomou assim, caráter universal. As cores litúrgicas são seis, como veremos a seguir.

Branco - Usado na Páscoa, no Natal, nas Festas do Senhor, nas Festas de Nossa Senhora e dos Santos, exceto dos mártires. Simboliza alegria, ressurreição, vitória e pureza.Sempre é usado em missas festivas.

Vermelho - Lembra o fogo do Espírito Santo. Por isso é a cor de Pentecostes. Lembra também o sangue. É a cor dos mártires e da sexta-feira da Paixão e do Domingo de Ramos. Usado nas missas de crisma, em pentecostes e martirios.

Verde - Se usa nos domingos e dias da semana do Tempo Comum. Está ligado ao crescimento, à esperança.

Roxo - Usado no Advento e na Quaresma. É símbolo da penitência e da serenidade. Também pode ser usado nas missas dos defuntos e na celebração da penitência.

Róseo - O rosa pode ser usado no 3º domingo do Advento (Gaudete) e 4º domingo da Quaresma (Laetare). Simboliza uma breve pausa, um certo alívio no rigor da penitência da Quaresma e na preparação do Advento.

Preto - É sinal de tristeza e luto. Hoje está praticamente em desuso na liturgia.

Azul - Usa-se ou não na Solenidade da Imaculada Conceição; representa o manto azul de Nossa Senhora. Ainda não é usado por muitos padres! (Sua Santidade o Papa Bento XVI, usou recentemente em Mariazell, na Austria)



Objetos litúrgicos católicos

Alfaias: Designam todos os objetos utilizados no culto, como por exemplo, os paramentos litúrgicos.

Altar: Mesa onde se realiza a ceia Eucarística; ela representa o próprio Jesus na Liturgia.

Ambão: Estante onde é proclamada a palavra de Deus.

Âmbula: recipiente onde se guarda as hóstias.

Andor: Suporte de madeira, enfeitado com flores. Utilizados para levar os santos nas procissões.

Asperges: Utilizado para aspergir o povo com água-benta. Também conhecido pelos nomes de aspergil ou aspersório.

Bacia: Usada com o jarro para as purificações litúrgicas.

Báculo: Bastão utilizado pelos bispos. Significa que ele representa Cristo Pastor.

Batistério: O mesmo que pia batismal. É onde acontecem os batismos.

Bursa ou bolsa: Bolsa quadrangular para colocar o corporal.

Caldeirinha: Vasilha de água-benta.

Cálice: Taça onde se coloca o vinho que vai ser consagrado.

Campainha: Sininhos tocados pelo acólito no momento da consagração.

Castiçais: Suportes para as velas.

Cibório: recipiente onde se guarda as hóstias.

Círio Pascal: Uma vela grande onde se pode ler ALFA e ÔMEGA (Cristo: começo e fim) e o ano em curso. Tem grãos de incenso que representam as cinco chagas de Cristo. Usado na Vigília Pascal, durante o Tempo Pascal, e durante o ano nos batismos. Simboliza o Cristo, luz do mundo.

Colherinha: Usada para colocar a gota de água no vinho e para colocar o incenso no turíbulo.

Conopeu: Cortina colocada na frente do sacrário.

Corporal: Pano quadrangular de linho com uma cruz no centro; sobre ele é colocado o cálice, a patena e a âmbula para a consagração.

Credência: Mesinha ao lado do altar, utilizada para colocar os objetos do culto.

Crucifixo: Fica sobre o altar ou acima dele, lembra a Ceia do Senhor é inseparável do seu Sacrifício Redentor.

Cruz Peitoral: Crucifixo dos bispos.

Cruz Processional: Cruz com um cabo maior utilizada nas procissões.

Esculturas: Existem nas Igrejas desde os primeiros séculos. Sua única finalidade litúrgica é ajudar a mergulhar nos mistérios da vida de Cristo. O mesmo se pode dizer com relação às pinturas.

Galhetas: Recipientes onde se coloca a água e o vinho para serem usados na Celebração Eucarística.

Genuflexório: Faz parte dos bancos da Igreja. Sua única finalidade é ajudar o povo na hora de ajoelhar-se.

Hóstia Grande: É utilizada pelo celebrante. É maior apenas por uma questão de prática. Para que todos possam vê-la na hora da elevação, após a consagração.

Hóstia: Pão Eucarístico. A palavra significa "vítima que será sacrificada".

Incenso: Resina de aroma suave. Produz uma fumaça que sobe aos céus, simbolizando as nossas preces e orações à Deus.

Jarro: Usado durante a purificação.

Lamparina: É a lâmpada do Santíssimo.

Lecionários: Livros que contém as leituras da Missa. Lecionário ferial (leituras da semana); lecionário santoral (leitura dos santos), lecionário dominical (leituras do Domingo).

Livros Litúrgicos: Todos os livros que auxiliam na liturgia: lecionário, missal, rituais, pontifical, gradual, antifonal.

Luneta: Objeto em forma de meia-lua utilizado para fixar a hóstia grande dentro do ostensório.

Manustérgio: Toalha usada para purificar as mãos antes, durante e depois do ato litúrgico.

Matraca: Instrumento do madeira que produz um barulho surdo. Substitui os sinos durante a semana santa.

Missal: Livro que contém o ritual da missa, menos as leituras.

Naveta: Objeto utilizado para se colocar o incenso, antes de queimá-lo no turíbulo.

Ostensório ou Custódia: Objeto utilizado para expor o Santíssimo, ou para levá-lo em procissão.

Pala: Cobertura quadrangular para o cálice.

Patena: Prato onde é colocada a Hóstia Grande que será consagrada e apresentada aos fiéis. Acompanha o estilo do cálice, pois é complemento.

Piscina: antigo nome da pia da sacristia.

Píxide: O mesmo que cibório.

Pratinho: Recipiente que sustenta as galhetas.

Purificatório: O mesmo que sanguinho.

Relicário: Onde são guardados as relíquias dos santos.

Sacrário: Caixa onde é guardada a Eucaristia após a celebração. Também é conhecida como TABERNÁCULO.

Sanguíneo: Pequeno pano utilizado para o celebrante enxugar a boca, os dedos e o interior do cálice, após a consagração.

Santa Reserva: Eucaristia guardada no Sacrário.

Sédia: Cadeira no centro do presbitério, usada pelo celebrante, que manifesta a função de presidir o culto.

Tabernáculo: O mesmo que Sacrário.

Teca: Pequeno recipiente onde se leva a comunhão para pessoas impossibilitadas de ir a missa.

Turíbulo: Recipiente de metal usado para queimar o incenso.

Véu Do Cálice: Pano utilizado para cobrir o cálice.

Véu Do Cibório: Capinha de seda branca que cobre a âmbula. É sinal de respeito para com a Eucaristia.

CONSAGRAÇÃO À SAGRADA FAMÍLIA:
8/1/2010
 



Preparação:

Pelo sinal da santa Cruz...

Para que nossa consagração seja mais agradável a Sagrada Família, Jesus, Maria e José, purifiquemos antes nossa alma de pecados e faltas fazendo de todo coração um Ato de contrição.

Ato de Consagração:
Oh! Jesus, Redentor nosso, que havendo vindo a iluminar ao mundo com a doutrina e com o exemplo, haveis querido passar a maior parte de vossa vida, humilde e sujeito a Maria e a José na pobre casa de Nazaré, santificando a aquela família que havia de ser o modelo de todas as famílias cristãs; acolhei benigno a nossa, que agora se dedica e consagra-se a vós. Dignai-vos protege-la, guarda-la e estabelecer nela vosso santo temor, com a paz e concórdia da caridade cristã, para que imitando o exemplo Divino de vossa família, possa alcançar toda inteira, sem faltar um só, a eterna bem-aventurança. Maria, Mãe de Jesus e Mãe nossa, com vossa piedosa intercessão fazei que seja aceitável a Jesus esta humilde oferenda, e obtende-nos sua graça e benção. Oh! São José, custodio santíssimo de Jesus e de Maria, socorrei a nós com vossas preces em todas as necessidades espirituais e temporais, a fim de que em união com Maria e convosco, possamos bendizer eternamente a nosso Divino Redentor Jesus. Amém.


Pai-Nosso,

Ave-Maria e

Glória.

Invocações:

Jesus, José e Maria, vos dou meu coração e a minha alma.

Jesus, José e Maria, assisti-me em minha ultima agonia.

Jesus, José e Maria, convosco descanse em paz a minha alma


Oremos:
Deus, Pai nosso, que tens proposto a Sagrada família como maravilhoso exemplo aos olhos de vosso povo: concedei-nos, vos rogamos, que, imitando suas virtudes domésticas e sua união no amor, cheguemos a gozar dos prêmios eternos no lugar do céu. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém.

Concedei-nos, oh! Jesus, Senhor nosso, que continuamente imitemos os exemplos de vossa Sagrada família; para que na hora de nossa morte, acudindo a vossa gloriosa Mãe, a Virgem Maria, com São José, mereçamos ser recebidos por Vós nos eternos palácios do céu. Vós que vives e reinas pelos séculos dos séculos. Amém.

Pastoral da Pessoa Idosa na Paróquia São Nicolau.
7/1/2010
 



Qualquer pessoa pode ser um voluntário em sua comunidade ou em seu prédio para acompanhar os idosos através da Pastoral da Pessoa Idosa.

Venha ser um líder você também


Missão
É Evangelizar, através das ações de seus líderes comunitários que são capacitados para realizarem as visitas domiciliares às Pessoas Idosas. A Pastoral zela pela formação contínua dos lideres voluntários, que unem fé e vida.

Objetivo
Assegurar a dignidade e a valorização integral das pessoas idosas, através da promoção humana e espiritual, respeitando seus direitos, num processo educativo de formação continuada destas, de suas famílias e de suas comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político, para que as famílias e as comunidades possam conviver respeitosamente com as pessoas idosas, protagonistas de sua auto-realização” (Estatuto da Pastoral da Pessoa Idosa, artigo 2º).

Atividades
Acompanhando pessoas idosas com 60 anos ou mais, preferencialmente as vulnerabilizadas pela pobreza e abandono.Para uma comunidade com Pastoral da Pessoa Idosa é preciso reconhecer as ações básicas que asseguram a dignidade e a valorização integral do idoso. É necessário ter os instrumentos básicos para a multiplicação do saber e da solidariedade.

I – Promover o desenvolvimento físico, mental, social, espiritual, cognitivo e cultural dos idosos;


II – Promover o respeito à dignidade e à cidadania das pessoas idosas, colaborando para a divulgação e implementação do Estatuto do Idoso - Lei nº.10.741, de 1º de outubro de 2003;


III – Promover o convívio das pessoas idosas com as demais gerações, estimulando uma velhice ativa e buscando uma longevidade digna;


IV – Estimular e respeitar a espiritualidade das pessoas idosas;


V – Valorizar a história de vida, as experiências, o ser biográfico, a sabedoria adquirida ao longo da vida de cada pessoa idosa, respeitando-a como guardiã da memória coletiva;


VI – Capacitar agentes de pastoral para o acompanhamento das pessoas idosas nas visitas domiciliares e nas outras atividades complementares afins;


VII – Organizar redes de solidariedade humana nas comunidades e nos diferentes níveis para promover o bem-estar dos idosos;


VIII – Incentivar a criação e participação nos conselhos de direitos do idoso em todos os níveis;


IX – Realizar parcerias, somando esforços com outras pastorais, comunidade científica, associações de geriatria e gerontologia, organizações de defesa dos direitos dos idosos, de assistência social e outras entidades afins;


X – Manter um sistema de informação sobre a situação das pessoas acompanhadas;


XI – Democratizar notícias e informações sobre os idosos nos meios de comunicação social;


XII – Promover esclarecimentos sobre os preconceitos contra as pessoas idosas, a fim de que sejam superados;


XIII – Somar esforços com iniciativas de educação continuada para cuidadores de idosos;


XIV – Valorizar a vida até sua fase final, apoiando os programas de cuidados paliativos, que assegurem o caráter espiritual da existência humana.



Líderes

O Líder Comunitário da Pastoral da Pessoa Idosa é uma pessoa voluntária, que mora na mesma comunidade e que recebeu capacitação para isso. Na capacitação que dura em média 12 horas, a pessoa recebe orientação sobre como fazer uma visita domiciliar, sobre cada indicador do acompanhamento às pessoas idosas, sobre vários temas que estão implicados em cada indicador do acompanhamento e sobre o sistema de informação: caderno do líder e a FADI - Folha de Acompanhamento Domiciliar do Idoso.

Maiores informações pelo Telefone 3307.7970 falar com Ermínia, cordenadora Diocesana da Pastoral da Pessoa Idosa



Postado por: Márcia Figueiredo Liani

POR QUE A FESTA DE SANTOS REIS?
6/1/2010
 




Em 6 de janeiro, desde os primeiros séculos, a Igreja celebra a festa da Epifania, ou seja, a visita dos Reis, também chamados de Magos ou Sábios, que foram adorar o Menino Deus.Epifania, em grego, significa manifestação, ou também revelação esplendorosa.De início, a festa celebrava-se no próprio dia de Natal. O mais antigo registro dela é do historiador romano Ammianus Marcellinus no ano 361.Foi na Idade Média, precisamente no ano de 534, que a Igreja separou as duas festas para comemorá-las com mais pompa, e fixou o dia 6 de janeiro como da Epifania ou da Adoração dos MagosA visita significou a manifestação de Nosso Senhor não somente aos judeus, mas a todas as nações da Terra, representados pelos Reis Magos.Segundo a tradição seus nomes eram Melchior, Gaspar e Balthazar (habitualmente representado como preto). Segundo São Mateus, eles vieram do Leste de Jerusalém, o que leva a pensar que fossem patriarcas, ou reis, vindos da área cultural da Caldéia.Os caldeus tinham grandes conhecimentos de astronomia, de ali que os Reis fossem também chamados de Magos, nome que no caso no contém nenhuma conotação desdourante, e também de Sábios.Conta-se que eles pertenciam a estirpes de reis locais que tiveram a intuição de que o mundo, tendo chegado a uma situação de decadência sem saída, precisaria de um Redentor que haveria de nascer dos judeus.Pelos seus cálculos astronômicos, o nascimento haveria de ser sinalizado por uma estrela no Céu.A tradição passou de geração em geração nas famílias desses reis, até que cumpriram-se os tempos.E a estrela anunciada apareceu e os guiou até Belém.Eles levaram um rico cortejo e presentes preciosos para o Salvador da humanidade.Como foi possível tanta ciência astronômica? Não houve também um auxílio sobrenatural? Qual?É fato que a arqueologia revela que povos antiqüíssimos possuíam conhecimentos que hoje a ciência mais avançada recupera com ingentes e admiráveis esforços e imensas aplicações de dinheiro e tecnologia. A matéria é ampla e apaixonante demais para tratá-la agora. O faremos mais adiante.Entrementes, eis como o episódio sagrado é descrito pelo Evangelho de São Mateus (2; 1-18):1. Tendo, pois, Jesus nascido em Belém de Judá, no tempo do rei Herodes, eis que magos vieram do oriente a Jerusalém.
2. Perguntaram eles: Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo.3. A esta notícia, o rei Herodes ficou perturbado e toda Jerusalém com ele.4. Convocou os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo e indagou deles onde havia de nascer o Cristo.5. Disseram-lhe: Em Belém, na Judéia, porque assim foi escrito pelo profeta:6. E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará Israel, meu povo(Miq 5,2).7. Herodes, então, chamou secretamente os magos e perguntou-lhes sobre a época exata em que o astro lhes tinha aparecido.8. E, enviando-os a Belém, disse: Ide e informai-vos bem a respeito do menino. Quando o tiverdes encontrado, comunicai-me, para que eu também vá adorá-lo.9. Tendo eles ouvido as palavras do rei, partiram. E eis que e estrela, que tinham visto no oriente, os foi precedendo até chegar sobre o lugar onde estava o menino e ali parou.10. A aparição daquela estrela os encheu de profunda alegria.11. Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se diante dele, o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra.12. Avisados em sonhos de não tornarem a Herodes, voltaram para sua terra por outro caminho.13. Depois de sua partida, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse: Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para o matar.14. José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito.15. Ali permaneceu até a morte de Herodes para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta: Eu chamei do Egito meu filho (Os 11,1).16. Vendo, então, Herodes que tinha sido enganado pelos magos, ficou muito irado e mandou massacrar em Belém e nos seus arredores todos os meninos de dois anos para baixo, conforme o tempo exato que havia indagado dos magos.17. Cumpriu-se, então, o que foi dito pelo profeta Jeremias:18. Em Ramá se ouviu uma voz, choro e grandes lamentos: é Raquel a chorar seus filhos; não quer consolação, porque já não existem (Jer 31,15)!Aquelas infelizes, mas gloriosas vítimas do ódio a Jesus Cristo, rei de Israel e Redentor do mundo são lembradas pela Igreja como o Santos Inocentes.A Igreja comemora os Santos Inocentes no dia 28 de dezembro.Sobre o rei Herodes ver: Enquanto os Santos Inocentes reinam no Céu, o túmulo de Herodes segue envolto numa lembrança horrorizada ***
Tranqüilidade sobrenatural e oração diante do Menino-DeusNo afresco do famoso pintor italiano Giotto (*), Nossa Senhora, segura seu Divino Filho no colo. Ela aparece sentada numa espécie de troneto colocado sobre um estradozinho ricamente atapetado, e ricamente vestida. Para receber os Reis, compreende-se que Ela se vestiu com aparato.Atrás de Nossa Senhora aparecem um anjo, São José, santos e outras pessoas do Templo que o autor quis representar. Ou talvez sejam pessoas que no futuro contemplariam tal cena em espírito e em oração.Um dos reis adora o Menino Jesus e osculando seus pés. Os dois outros monarcas estão tranqüilos, comprazidos em oração diante de Nossa Senhora e do Menino-Deus, vendo seu irmão na realeza, adorar o Divino Infante.Estão contentes com tudo o que se passa, aguardando chegar a vez deles. Mas sem impaciência, com a tranqüilidade e a serenidade medieval, que exprimia bem a presença de Deus, o espírito e a graça divinos na alma desses personagens.Logo atrás dos dois Reis, um pagem está freando ou subjugando o camelo, para que este não crie problemas. Esse personagem é um animalis homo, sem nada de sobrenatural, de tranqüilo e sereno. É um homem bruto, agitado e prestando atenção em tudo, de nariz pontudo, de olhos saltados e mandão. Está bem à altura de um tratador de camelos.

A Epifania do Senhor "Jesus veio para Todos"
4/1/2010
 



Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua Mãe Prostrando-se diante dele, o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra” Mt 2,11
Epifania - a palavra vem do grego e significa- manifestação.
“Epifania é a manifestação de Jesus como Messias de Israel, filho de Deus e salvador do mundo.”
CIC 528

É a manifestação do Senhor, o dia em que o Senhor Jesus se deu a conhecer e foi reconhecido pelos pagãos.

Popularmente, EPIFANIA recebe outros nomes, como DIA DE REIS.

Ás igrejas do Oriente celebravam essa solenidade como sendo o dia de Natal. Mais tarde, com influências das igrejas da Europa, começaram a festejar em datas diferentes e o Natal começou a ser celebrado em 25 de dezembro.

Epifania é a comemoração do encontro do Salvador com os não – judeus, episódio narrado por Mateus em seu evangelho como “Adoração dos magos.” Mt 2,1-12

A tradição popular classifica os “magos” como reis, dizendo que são três e dando-lhes nomes: Baltazar, Melquior e Gaspar.
Jesus veio
para todosOs “magos” representam todos os que não são Judeus, mas que querem ver Jesus, querem adorá-lo, querem Lhe entregar os seus mais preciosos tesouros. Acolhendo os “magos”, Jesus mostra que veio para todos, sem exclusões.

Porém, nem todos querem estar com Jesus, como rei Herodes, agarrado ao poder. Capaz de matar inocentes para se manter no poder.

Apesar de não serem judeus, não serem do povo de Deus e muito menos ainda, Cristãos, os “magos” tiveram um comportamento exemplar: não se deixaram enganar por Herodes e nem se associaram a ele.

“Avisados em sonhos de não tornarem a Herodes, voltaram para sua terra por outro caminho.” Mt 2,12
Imitemos esta atitude dos “magos”. Todo encontro pessoal com Jesus deve levar a um voltar por outro caminho, a uma conversão de vida.

O Sacramento do Batismo
3/1/2010
 





O Batismo é o nascimento. Como a criança que nasce depende dos pais para viver, também nós dependemos da vida que Deus nos oferece. No Batismo, a Igreja reunida celebra essa experiência de sermos dependentes, filhos de Deus. Pelo Batismo, participamos da vida de Cristo. Jesus Cristo é o grande sinal de que Deus cuida de nós.

O santo Batismo é o fundamento de toda a vida cristã, a porta da vida no Espírito e a porta que abre o acesso aos demais sacramentos. Pelo Batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornamo-nos membros de Cristo, somos incorporados à Igreja e feitos participantes de sua missão: "Baptismus est sacramentum regenerationis per aquam in verbo - O Batismo é o sacramento da regeneração pela água na Palavra".

Quando recebemos o Sacramento do Batismo, transformamo-nos de criaturas para Filhos Amados de Deus. Muitos pensam que os sacramentos em geral são obras eclesiásticas, ou seja, os sacramentos são "invenções" da Igreja. Isso não é verdade, os sacramentos são sem sombra de dúvidas criadas por Jesus Cristo, o próprio Deus Encarnado.

O profeta João Batista, primo de Jesus, que veio ao mundo para preparar os caminhos para a vinda do Messias, foi quem batizava as pessoas para a vinda de Cristo (Mc 1, 2s). Ele sabia que o seu Batismo era temporário, pois logo depois dele viria o seu primo Jesus que batizaria no Espírito Santo, ou seja, o profeta batizava com água e Jesus batizava com o Espírito Santo. A Bíblia sugere o batismo de todos, o que inclui as crianças.

Atos 2, 38-39: "Disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo. A promessa diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos que estão longe - a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar." E também outras passagens. (ver Atos 16, 15; Atos 16, 33; Atos 18, 8; 1Coríntios 1, 16)



Quando o batismo é válido?
O batismo é ordinariamente válido quando o ministro (bispo, presbítero, diácono) - ou, em caso de necessidade qualquer pessoa (batizada) - derrama água sobre batizando, enquanto diz: "N..., eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". Isso supõe a fé em Jesus Cristo, pois sem a fé o batismo não passa de uma encenação.

Mas não só o batismo na Igreja Católica é válido. O batismo de crianças ou de adultos realizados em algumas outras também o é. Batizam validamente: as Igrejas Orientais; a Igreja Vetero-Católica; a Igreja Episcopal (Anglicana) do Brasil; a Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB); a Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB); e a Igreja Metodista.

O batismo em outras Igrejas é válido se realizado com águas e na mesma fé, utilizando a fórmula trinitária. Por razões teológicas, ou pelo sentido que dão ao sacramento, a Igreja Católica tem reservas quanto à validade do batismo realizado em algumas Igrejas e considera inválido o batismo de certas expressões religiosas.

Jesus disse aos discípulos: "Vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que ordenei a vocês" (Mt 28, 19-20). O Cristo Ressuscitado envia sua Igreja ao mundo, pois a salvação é oferecida a todos.

Para ser salvo, é preciso Ter fé em Jesus e segui-lo, mas ninguém segue Jesus sozinho. Pelo batismo passamos a fazer parte da comunidade dos seguidores de Jesus, participantes da vida de Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo.

O batismo é um Dom de Deus para nós. Dom que nos torna filhos amados, e não apenas simples criaturas. Ele nos mostra que fomos feitos para a comunhão com aquele que é o Senhor de tudo e com o nossos irmãos, incluindo aquelas que acreditam em Jesus Cristo, mas não são católicos como nós.

O Batismo é o sacramento da comunhão de todos no Cristo. É isso que nos diz São Paulo: "Pois todos vocês, que foram batizados em Cristo, se revestiram de Cristo. Não há mais diferenças entre judeu e grego, entre escravo e homem livre, entre homem e mulher, pois todos vocês são um só em Jesus Cristo" (Gl 3, 27-28)



Para que existe o Batismo?
Adão e Eva pecaram gravemente, desobedecendo a Deus, querendo ser iguais a Deus. Foram, por isso, expulsos do Paraíso. Passaram a sofrer e a morrer. Deus castigou-os e transmitiu a todos os filhos de Adão, ou seja, a todos os homens, o pecado original. Mas Deus prometeu a Adão e Eva que enviaria seu próprio Filho, segunda Pessoa da Santíssima Trindade, que seria igualmente homem, para morrer na Cruz e pagar assim o pecado de Adão e Eva e todos os outros pecados.

Mas não basta que Jesus tenha morrido na Cruz. É preciso ainda que essa morte de Jesus seja aplicada sobre as almas para que elas reencontrem a amizade de Deus, ou seja, se tornem filhos de Deus e tenham apagado o pecado original. Foi então para aplicar seu Sangue derramado na Cruz sobre nossas almas que Jesus instituiu o Sacramento do Batismo.



Quando foi que Jesus instituiu o Batismo?
Jesus instituiu o Batismo logo no início da sua pregação, quando entrou no rio Jordão para ser batizado por São João Batista. O Batismo de João não era um Sacramento. Só quando Jesus santifica as águas do Jordão com sua presença e que a voz do Pai se faz ouvir: "Este é meu Filho bem amado, em quem pus minhas complacências", e que o Espírito Santo aparece sob a forma de uma pomba (foi então uma visão da Santíssima Trindade), é que fica instituído o Batismo.

Essa instituição será confirmada por Jesus quando Ele diz a seus Apóstolos: "Ide e ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo." Leia na Bíblia, no Evangelho de São Mateus, o Capítulo 3, Versículo 13.



Matéria e Forma
Jesus instituiu, então, o Batismo e determinou que seria usada a água como matéria desse Sacramento. Foi também Jesus quem determinou a forma: "Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém." O rito da Batismo consiste assim em derramar água na cabeça da pessoa que vai ser batizada, ao mesmo tempo em que se diz a forma. Mas só isso não basta. É preciso ainda que o ministro tenha a intenção de fazer o que faz a Igreja Católica no Sacramento do Batismo.

A Santa Igreja acrescentou também diversas orações preparatórias que completam a cerimônia. Quem já assistiu a um Batismo sabe que o Padre usa o sal bento, o óleo dos catecúmenos, o Santo Crisma, entrega a vela acesa aos padrinhos, veste a roupa branca no batizado e, principalmente, reza as orações contra o demônio, para que o pai da mentira nem se aproxime do batizado. Esse é o batismo Católico, o único instituído por Jesus, o único capaz de nos tornar filhos de Deus.



O Ministro do Batismo
Normalmente, o ministro do Batismo é um Padre. É ele quem recebeu de Deus o poder de trazer a Fé ao coração da pessoa batizada, tornando-a filha de Deus. Mas pode acontecer que seja preciso batizar às pressas alguém. Se não houver um Padre por perto, qualquer pessoa pode batizar, desde que queira fazer o que a Igreja Católica faz no Batismo, que use água e diga as palavras da forma do Batismo.

Além da pessoa que está sendo batizada, do ministro que batiza, há também, na cerimônia do Batismo, os padrinhos, que seguram a criança. Normalmente escolhe-se para padrinhos um homem e uma mulher. Eles devem ser bons católicos, pois a função dos padrinhos é dar o exemplo, ajudar aos afilhados a aprender o Catecismo, a rezar, a conhecer e amar a Deus. São os padrinhos que respondem no nosso lugar as perguntas que o ministro faz durante a cerimônia.



Os efeitos do Batismo
O Batismo nos dá, pela primeira vez, a graça santificante, que é a amizade e a presença de Deus no nosso coração. Junto com a graça recebemos o dom da Fé, da Esperança e da Caridade, assim como todas as demais virtudes, que devemos procurar proteger no nosso coração. Apaga o pecado original. Apaga os pecados atuais e todas as penas ligadas aos pecados. Imprime na nossa alma o caráter de cristão, fazendo de nós, filhos de Deus, membros da Santa Igreja Católica e herdeiros do Paraíso. Nos torna capazes de receber os outros Sacramentos.

Por isso tudo, vemos que o Batismo é absolutamente necessário para a salvação. Só entra no Céu quem for batizado. Mas para as crianças que morrem ser terem sido batizadas e não têm culpa, a Igreja as confia à misericórdia de Deus e na sua promessa de que queria que todos se salvassem (1Tim 2, 4) principalmente quando chama para si as crianças, que são praticamente os únicos seres puros de coração (Mc 10, 14). Isso é chamado Limbo. (ver CIC 1261


Pastoral do Batismo na Paróquia São Nicolau de Flüe
Maiores informações pelo telefone :(16) 3307.8587 no horário comercial

Feliz 2010 é o que deseja toda comunidade de São Nicolau de Flüe!
31/12/2009
 

Feliz Ano Novo!!!!

Ano Novo, vida nova.
Tempo de avaliar o que passou,
para repetir os acertos e corrigir as falhas,
para perdoar e esquecer as mágoas.

É hora de recomeçar.
Tantas coisas aconteceram e,
no meio da pressa,
parece que nunca temos tempo para realizar nossos sonhos e projetos.

Mais um ano se passou.
Foi tudo tão rápido.

Você olha para trás e vê sucessos e decepções, tristezas e alegrias, fantasias e realidades.

O peso do ano velho ainda está em seus ombros, em sua vida, em seu coração.

É tempo de parar.
Decrete alguns dias de paz.
Dê férias ao coração.
Aceite meia hora de silêncio.
Contemple uma flor.
Deixe que sua voz interior grite.

Nosso complexo de onipotência cria a ilusão de que podemos funcionar sempre, sem descanso. O resultado é trágico: estresse, o mal do século.

Pare um minuto.

Reze.

Olhe para o Universo e veja o que existe de bom.

Exercite-se na arte de ser feliz.

Confraternize com todas as pessoas de todo o mundo.


Feliz Ano Novo!!

A igreja celebra hoje a Sagrada Família
30/12/2009
 

Sagrada Família

Se o Natal tiver sido ao domingo; não tendo sido assim, a Sagrada Família celebrar-se-á no domingo dentro da Oitava do Natal.

Da alocução de Paulo VI, Papa, em Nazaré, 5.1.1964:

O exemplo de Nazaré:

Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia o conhecimento do Evangelho. Aqui se aprende a observar, a escutar, a meditar e a penetrar o significado tão profundo e misterioso desta manifestação do Filho de Deus, tão simples, tão humilde e tão bela. Talvez se aprenda também, quase sem dar por isso, a imitá-la.
Aqui se aprende o método e o caminho que nos permitirá compreender facilmente quem é Cristo. Aqui se descobre a importância do ambiente que rodeou a sua vida, durante a sua permanência no meio de nós: os lugares, os tempos, os costumes, a linguagem, as práticas religiosas, tudo o que serviu a Jesus para Se revelar ao mundo. Aqui tudo fala, tudo tem sentido. Aqui, nesta escola, se compreende a necessidade de ter uma disciplina espiritual, se queremos seguir os ensinamentos do Evangelho e ser discípulos de Cristo. Quanto desejaríamos voltar a ser crianças e acudir a esta humilde e sublime escola de Nazaré! Quanto desejaríamos começar de novo, junto de Maria, a adquirir a verdadeira ciência da vida e a superior sabedoria das verdades divinas!
Mas estamos aqui apenas de passagem e temos de renunciar ao desejo de continuar nesta casa o estudo, nunca terminado, do conhecimento do Evangelho. No entanto, não partiremos deste lugar sem termos recolhido, quase furtivamente, algumas breves lições de Nazaré.
Em primeiro lugar, uma lição de silêncio. Oh se renascesse em nós o amor do silêncio, esse admirável e indispensável hábito do espírito, tão necessário para nós, que nos vemos assaltados por tanto ruído, tanto estrépito e tantos clamores, na agitada e tumultuosa vida do nosso tempo. Silêncio de Nazaré, ensina-nos o recolhimento, a interioridade, a disposição para escutar as boas inspirações e as palavras dos verdadeiros mestres. Ensina-nos a necessidade e o valor de uma conveniente formação, do estudo, da meditação, da vida pessoal e interior, da oração que só Deus vê.
Uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, a sua comunhão de amor, a sua austera e simples beleza, o seu caráter sagrado e inviolável; aprendamos de Nazaré como é preciosa e insubstituível a educação familiar e como é fundamental e incomparável a sua função no plano social.
Uma lição de trabalho. Nazaré, a casa do Filho do carpinteiro! Aqui desejaríamos compreender e celebrar a lei, severa mas redentora, do trabalho humano; restabelecer a consciência da sua dignidade, de modo que todos a sentissem; recordar aqui, sob este teto, que o trabalho não pode ser um fim em si mesmo, mas que a sua liberdade e dignidade se fundamentam não só em motivos econômicos, mas também naquelas realidades que o orientam para um fim mais nobre. Daqui, finalmente, queremos saudar os trabalhadores de todo o mundo e mostrar-lhes o seu grande Modelo, o seu Irmão divino, o Profeta de todas as causas justas que lhes dizem respeito, Cristo Nosso Senhor.

João Paulo II, na Carta dirigida à família, por ocasião do Ano Internacional da Família, 1994, escreve:
A Sagrada Família é a primeira de tantas outras famílias santas. O Concílio recordou que a santidade é a vocação universal dos batizados (LG 40). Como no passado, também na nossa época não faltam testemunhas do "evangelho da família", mesmo que não sejam conhecidas nem proclamadas santas pela Igreja...
A Sagrada Família, imagem modelo de toda a família humana, ajude cada um a caminhar no espírito de Nazaré; ajude cada núcleo familiar a aprofundar a própria missão civil e eclesial, mediante a escuta da Palavra de Deus, a oração e a partilha fraterna da vida! Maria, Mãe do amor formoso, e José, Guarda e Redentor, nos acompanhem a todos com a sua incessante proteção.

Sagrada Família de Nazaré, rogai por nós!


Tríduo à Sagrada Família
Pelo Sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, dos nosso Senhor, dos nossos inimigos.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Amém.

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.

Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis e face da Terra.

Oremos:
Ó Deus, que doutrinais os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, concedei-nos que, pelo mesmo Espírito Santo, saibamos o que é reto e gozemos sempre de sua preciosa consolação.

Por Cristo, Senhor Nosso.

Amém.

Oração a Jesus, Filho de Família


Senhor Jesus, onipotente Criador de todas as coisas, que com um aceno de vossa vontade soberana tirastes do nada todas as coisas que agora são; Deus poderosíssimo a quem obedecem todas as criaturas e cujas ordens cumprem elas com soberano acatamento, e que, todavia, por nosso amor quisestes ficar reduzido à mais humilde obediência a Maria, vossa Mãe Santíssima, e ao glorioso patriarca São José, cabeça da família onde Vós sois Filho; eis aqui esta família que Vos pertence, e que, humildemente prostrada a vossos pés, Vos suplica que lhe deis a graça necessária para levar com resignação os trabalhos e sofrimentos de família, luzes espirituais para que todos os membros dela conheçam e compram suas obrigações particulares, e a paz e união que fazem da família cristã uma ante-sala do céu.

Vós, Senhor, vivestes em família para ser nosso modelo e nosso amparo, sendo-o pois principalmente para esta família que, reunida, vem honrar vossa santa e feliz Família.

À Santíssima Virgem
Santíssima Mãe de Jesus, esposa do glorioso e felicíssimo José, como Vós pertencíeis à Sagrada Família e nela tínheis grandes obrigações a cumprir, também nós formamos uma família.

Ah, Senhora, que solicitude e cuidados tivestes na casa de Nazaré!.

Quantas tristezas pela pobreza de vossa família e pelos sofrimentos que isso podia ocasionar a Jesus!.

Que diligência no trabalho, e que zelo na educação do vosso adorado Jesus!.

Pois conheceis tão bem as necessidades duma família, escutai as súplicas que vos dirige esta família que Vos pertence.

Ensinai-nos as virtudes que praticastes: socorrei e assisti a nossas mães para que sejam em nossas casas o que Vós éreis na casa de Nazaré, a fim de que, imitando elas vossas virtudes, façam também a felicidade de nossas casas, como fizestes Vós felizes as pessoas da Sagrada Família.

A São José
E Vós, glorioso Patriarca, que com tanta confusão vossa mandáveis ao Senhor e dono de todas as coisas, e com tanto zelo veláveis pela conservação de sua vida, e com tanta diligência e sacrifício trabalhastes para sustentar vossa casa, e para que nada faltasse aos que Vos eram tão caros, porque o mesmo Deus vo-los confiara.

Vós, pelo lugar que ocupastes nessa Santa Família, onde Vos obedeciam o mesmo Deus e sua Santíssima Mãe, conheceis perfeitamente as lágrimas amargas que derramam por nós nossos pais, as tribulações e escrúpulos pela educação de seus filhos, as tristezas que devoram pela pobreza e falta de recursos, e a solicitude pelo que poderá acontecer no decurso de sua vida.

Já que tão bem conheceis as necessidades de uma família, socorrei a nossa, que recorre a Vós nesta presente necessidade.

Ensinai a nossos pais a praticar a religião como a praticastes Vós; dai-lhes parte de vosso zelo na educação de seus filhos, e assisti-nos, quando tristes pelas necessidades espirituais ou temporais da família, vão perdendo a esperança cristã ou a santa resignação e paciência.

Fazei de nossos pais o que fostes Vós na casa de Nazaré, para que, imitando eles vossas virtudes, nos conduzam e à felicidade temporal e eterna.

Oração à Sagrada Família
Ao final de cada dia Ó amantíssimo Jesus, que com vossas inefáveis virtudes e com os exemplos de vossa vida oculta, consagrastes a família que escolhestes para vossa!.

Lançai um olhar de clemência sobre os moradores desta casa, que prostrados a vossos pés, vos pedem que lhes sejais propício.

Lembrai-vos que sois o dono desta casa, porque a Vós está exclusivamente entregue e consagrada.

Guardai-a com benignidade, apartai dela os perigos, socorrei-a nas necessidades, plantai nela as virtudes que floresceram na vossa casa de Nazaré, para que dedicada com fidelidade a vosso serviço e amor na vida, possa cantar no céu eternamente vossos louvores.

Ó Maria, Mãe dulcíssima, recorremos confiados a vosso socorro, na certeza de que vosso Unigênito acolherá nossas súplicas.

E Vós, gloriosíssimo São José, socorrei-nos com vosso poderoso patrocínio, e depositai nossas orações nas mãos de Maria, para que as apresente a Jesus Cristo.

(Indulgência parcial para os que se consagram à Sagrada Família)

Jesus, Maria e José, iluminai-nos, socorrei-nos, salvai-nos.

Primeiro dia:
Família de Deus

A Sagrada Família era, sem nenhuma dúvida, a verdadeira família de Deus, porque Deus pertencia a esta família.

Jesus era o filho nesta casa, e tanto se considerava ele como parte essencial desta família, que obedecia com toda pontualidade e servia à casa como o filho mais submisso.

O mesmo Eterno Pai e o Espírito Santo pertenciam a esta família, porque o glorioso esposo de Maria era propriamente o vice-gerente de Deus, com respeito a seu Filho, e o guarda de Maria, por ordem do Espírito Santo.

Também nossas famílias são de Deus.

Desde que se entrou à família pelo santo e canônico matrimônio, a família é de Deus; Deus mesmo, lançando sua bênção sobre esse casal cristão, tomou posse dessa casa, e tomou à sua responsabilidade amparar e defender essa família.

Nossas famílias são de Deus, porque todas as pessoas dela são cristãs pelo santo Batismo, e lhe pertencem pela criação, pela redenção e pela consagração especial que lhe fizemos quando entramos nesse santo estado.

E se isto é verdade, como certamente é, devemos procurar que realmente nossas famílias sejam de Deus.

Devem ser de Deus as pessoas da casa, trabalhando em evitar o pecado mortal.

Como poderia conservar-se Deus em nossas casas, se estivesse longe de nossos corações?.

E que nos adiantariam os interesses materiais e as muitas riquezas, se nos faltasse Deus?.

Que lhe custaria a Deus negar-nos a paz e o amor da família, que é o que faz a verdadeira felicidade da casa?.

E como haveria essa paz e esse amor se as pessoas da casa estivessem em inimizade com Deus?.

Considera, portanto, que é de sumo interesse que tua família pertença a Deus, para que Deus entre em tua família com a paz, com o amor e amizade verdadeira, com sua bênção nos filhos, na saúde e nos mesmos interesses; mas para isso não basta que as pessoas da casa sejam de Deus cada uma em particular, senão que a mesma família deve pertencer a Deus como família.

Deve conhecer-se nas orações em família, nos quadros e figuras da casa, nos costumes da casa, antes e depois das refeições, nas reuniões familiares, nas conversações e nos mesmos divertimentos.

Medita, pois, com atenção se tua família é realmente cristã, ou se pelo contrário não pode estar Deus satisfeito com ela.

E que seria de tua casa sem a bênção de Deus?.

Para alcançar o remédio de todas as necessidades da família e a graça especial que nossa família deseja conseguir neste tríduo, rezaremos três Pai-Nossos, Ave-Marias e Glória ao Pai à Sagrada Família de Nazaré.

Recitar agora a Oração à Sagrada Família

Segundo dia:
Religião da família

Considera a religiosidade com que a Sagrada Família cumpria os preceitos da lei de Deus.

Sem obrigação estrita Nossa Senhora, como mãe de família, sujeitou-se à lei da purificação, que a humilhava e nivelava a qualquer outra mulher que não conservasse sua virgindade, nem tivesse concebido por obra do Espírito Santo; para cumprir essa mesma lei e por espírito de religiosidade, dirigia-se todos os anos a Sagrada Família a Jerusalém, a adorar a Deus em seu santo templo.

De Jesus morando em sua família, diz o Evangelho que crescia em sabedoria, idade e graça de Deus, e isto manifesta que a escola onde Jesus aprendeu foi sua família, e São José e Nossa Senhora, sua mãe, foram seus primeiros e principais mestres.

Também por essa religião foi a Sagrada Família o modelo de famílias felizes e santas.

Se tua família é de Deus, é mister proceder como família de Deus, e cumprir as obrigações da casa.

Lembrem-se os pais que os descuidados da educação e vigilância de seus filhos e domésticos negaram a fé, e são piores que os infiéis, diz o Apóstolo.

Pode haver para os pais obrigação mais importante e mais cara do que cuidar desses pedaços do coração, os filhos?.

E pode haver melhor modo de ensinar do que o exemplo dos adultos?.

Se nossa família, como família, não cumprir as obrigações religiosas; se os pais e patrões não forem os primeiros em dar bom exemplo a seus filhos e empregados, e a manifestar respeito e obediência às leis de Deus e da Igreja, como reconhecerão os filhos neles a imagem de Deus?.

E se as imagens de Deus são tão imperfeitas na família, como as respeitariam e acatariam?.

É necessário, portanto, para que Deus abençoe nossa família, guardar nela as leis de Deus e da Igreja que obrigam a família.

Que vejam, portanto, os filhos pequenos em todas as pessoas adultas, o cumprimento exato da observância dos domingos, da abstinência e dos jejuns, e sobretudo que nunca vejam um escândalo, e desse modo as famílias serão as primeiras escolas onde aprenderão os filhos.

É assim nossa família?.

Está Deus contente com nossos costumes de casa, de religião de nossa família?.

Para alcançar o remédio de todas as necessidades da família e a graça especial que nossa família deseja conseguir neste tríduo, rezaremos três Pai-Nossos, Ave-Marias e Glória ao Pai à Sagrada Família de Nazaré.

Recitar agora a Oração à Sagrada Família.

Terceiro dia:
Oração em família

A Sagrada Família, que, pelo menos uma vez por ano, fazia o sacrifício de ir a Jerusalém para guardar esse preceito da Lei, não deixava de cumprir a obrigação de guardar em casa as práticas familiares da religião; sempre vemos juntos José, Maria e Jesus no sagrado Evangelho, e juntos também oravam todos os dias e todos os momentos.

Considera que uma das coisas mais necessárias às famílias é a união e amizade, e para esse fim a companhia e freqüência em casa.

Se os membros da família não passam a maior parte do tempo em casa, fora do imprescindível para as obrigações de família, como se amarão, se quase não se conhecem?.

Para essa união e mútuo amor, ajuda muito reunir-se alguns momentos para orar em família e fazer ver aos filhos que os pais representam o lugar de Deus, e que se lhes deve obedecer por Deus.

A oração em família tem a promessa de Cristo: onde há dois ou três reunidos em Meu Nome, lá estou Eu no meio deles .

E se Deus estiver em nossa família, se Deus estiver por nós, quem estará contra nós?.

E se Deus defender nossas famílias, que poderão contra elas as insídias de nossos inimigos?.

É obrigação gravíssima ensinar aos filhos as orações mais necessárias, de modo que estão expostos a perder-se os pais que se descuidam de tão grave obrigação; e que meio mais eficaz para os pequenos aprenderem, do que rezá-las todos os dias em casa, na presença deles e acompanhando-os?.

As orações das crianças são súplicas da inocência, que não podem deixar de ser escutadas por Deus.

Que modo melhor, portanto, de atrair as bênçãos de Deus sobre nossas famílias, que rezar em companhia da inocência?.

Rezemos em família, e rezemos cada dia, para obter todos os dias as graças que cada dia necessitam nossas famílias.

Rezamos todos os dias em casa?.

Está introduzida em nossa família a recitação do terço diário?.

Rezamos pelo menos um Pai Nosso à Sagrada Família?.

Para alcançar o remédio de todas as necessidades da família e a graça especial que nossa família deseja conseguir neste tríduo, rezaremos três Pai-Nossos, Ave-Marias e Glória ao Pai à Sagrada Família de Nazaré.

Recitar agora a Oração à Sagrada Família

Família, Dom Sagrado de Deus
27/12/2009
 

Sagrada Família

“Sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo. As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o chefe da mulher, como Cristo é o chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o Salvador. Ora, assim como a Igreja é submissa a Cristo, assim também o sejam em tudo as mulheres a seus maridos. Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela. (Efésios 5,21-25)

A família têm duas dimensões, a primeira é o "casal" e a segunda são os "filhos". São Paulo compara o casal, marido e mulher, a Cristo e a Igreja. Na Antiga Aliança, tínhamos o casamento entre Javé e Israel e, quando alguém se casava, era de costume comemorar durante sete dias aquele casamento. Deus ficava irado quando o seu povo [o povo de Israel] adorava outros deuses. O Senhor se sentia como um marido traído. Na Nova Aliança, o casamento é entre Cristo e a Igreja.

Deus quis que, na raíz da família, houvesse uma aliança e, por isso, os casais hoje trazem um anel em suas mãos como símbolo desta união. O Papa João Paulo II pedia: "casais cristãos, sejam para o mundo um sinal do amor de Deus"; de forma que, quando as pessoas virem um casal superando os problemas que existem no mundo, possam ver o amor de Deus.

É dogma de fé que a Igreja é santa; nunca podemos dizer que ela tem pecado, pois os pecados são dos filhos da Igreja, eles são nossos. Por que a Igreja é santa? Porque Cristo entregou-se por ela na cruz, para que ela fosse sem mácula. Desta forma São Paulo diz que os maridos devem amar as suas esposas, você está disposto a amar a sua esposa ao ponto de se entregar por ela?

A família é sagrada, ela não foi instituída por homem, por um papa, mas por Deus. Deus quis dar uma ajuda adequada ao homem e por isso deu-lhe a mulher como vemos no livro do Gênesis. A mulher foi a última criação de Deus, foi o ápice da criação. Adão ficou feliz por receber a mulher e Deus olhou para os dois e disse aquilo que é a essência do casamento, “por isso o homem deixa seu pai, deixa sua mãe, une-se a sua mulher e sereis uma só carne”.

O que Deus quer? Deus quer que, com o casamento, homem e mulher sejam uma só carne, um só coração, uma só alma, um só espírito, pois há pessoas que estão casados há anos, porém, ainda não parecem estar casados. Pela mentira, o demônio quer destruir os casamentos. Quando se mente para o marido ou para a esposa, você está dando ocasião para o demônio entrar na vida da sua família.

Quando o casal está unido no amor de Deus, ninguém separa. São Paulo diz que o amor é paciente, bondoso, não busca os próprios interesses, o amor não acaba nunca, só ele faz com que perdoemos uns aos outros até mesmo quando um errou com o outro. É preciso que nos alimentemos do amor de Deus. E isto vai acontecer onde? Na Igreja, na Eucaristia e na oração, pois o casal que reza junto não se separa diante das dificuldades, porque tem forças para superar todos os problemas.

Pai e mãe, vocês devem conquistar os seus filhos. Um dia, vi uma frase em um carro que dizia: "Conquiste o seu filho antes que o traficante o faça" e pensei: "Tenho cinco filhos e preciso conquistá-los". Você não conquista o seu filho pelo que você dá a ele, mas pelo que você é para ele. Se você é um pai ou uma mãe honrados, conquistará seu filho.

Que Nossa Senhora guarde nossas famílias, nossos filhos, para que possamos conduzi-los a Deus!

Em nossa paróquia há movimentos e pastorais direcionada a familia, são elas :

Pastoral Familiar e
ECC - (Encontro de casias com Cristo)

Maiores informações no horário comercial pelo telefone-3307.8587




A Comunidade de São Nicolau de Flüe Deseja a todos um Feliz Natal
25/12/2009
 



No soprar do vento natalino, mais
uma vez é tempo de contemplar
no céu, a estrela de Belém
É tempo de presentear a alma
com os melhores sentimentos.
É tempo de extravasar toda
nossa felicidade
É tempo de brindarmos a vida,
e a alegria de podermos viver
uma data tão especial.
Que este Natal possa ser
plenamente belo, e que você
se sinta rodeada por muitos
sentimentos genuínos,
sentimentos tais, que lhe
elevem como ser humano,
que engrandeçam a sua
alma e lhe façam muito feliz!

Que a PAZ de Jesus habite em cada lar ao longo do novo ano!

Sejam quais forem as circunstâncias…

Que a Sua alegria preencha cada dia e a Sua paz inunde os vossos corações!




FELIZ NATAL!



Nascimento do Menino Jesus
25/12/2009
 



Momento sublimíssimo na vida da Mãe puríssima e do Divino Filho


São José está dormindo, as ovelhinhas estão por perto, o burrico também, e os Anjos enchem o céu, cantando a Glória de Deus. Os pastores estão ouvindo o cântico celeste: “Glória a Deus no mais alto dos Céus, e paz na Terra aos homens de boa vontade”. É exatamente o que a Liturgia, na noite do dia 24 para 25, deverá estar celebrando.

É noite, e Nossa Senhora acaba de dar à luz o Menino Jesus, de modo misterioso e maravilhoso. O gesto dela, a sua atitude, são apresentados como os de uma pessoa inteiramente sadia, que se empenha em aconchegar o Menino Deus. Mas Ela o faz com um desembaraço físico de movimentos, que não é o da mãe comum após o parto.

O processo de nascimento é dolorido e difícil, em virtude do pecado original. Contudo, tendo Nossa Senhora sido virgem antes, durante e depois do parto, esse nascimento se deu de modo milagroso. Não representou nenhum esforço para a Virgem Santíssima. Ela parece ter acordado de um sono brando.


É uma cena lindíssima, que empolga. Pode-se imaginar a situação de Nossa Senhora ao ver — pela primeira vez com seus olhos terrenos, seus olhos carnais — o fruto do Divino Espírito Santo concebido em suas próprias entranhas. E que fisionomia apresenta o Homem-Deus que acaba de nascer DEla!

O Menino Jesus aparenta a atitude de uma criança recém-nascida. É preciso notar que — como Nosso Senhor foi concebido sem pecado original e sua natureza humana estava ligada à natureza divina, mediante a união hipostática, com a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade — sua inteligência era plena desde o primeiro instante em que Nossa Senhora O concebeu. E já no claustro materno Ele rezava, oferecia reparações a Deus, O adorava e implorava pelos homens. Ele começou a sua vida inteiramente consciente. De maneira que essa Criança teve comunicações com Nossa Senhora, de caráter místico, durante o período da gestação.

Ela sabia que o olhar daquele Menino era lúcido e cheio de amor. Os dois estavam se conhecendo. Ele analisava o rosto de sua Mãe e Ela estava fixando a fisionomia de Seu Divino Filho. É um momento sublimíssimo da vida de ambos. Podemos imaginar o auge de amor de Deus que Ela atingiu nesse momento. E o Divino Infante, desde logo, que olhar de amor dirigiu à Sua Mãe Santíssima!

Hoje às 19h e a manhã dia 23 de Dezembro Confissão comunitária na Paróquia São Nicolau de Flüe
22/12/2009
 



Sacramento da Confissão!

Reflexão à luz da Palavra

Sacramento da reconciliação:
exame de consciência,
arrependimento,
bom propósito,
confissão dos pecados,
penitência.

Faça uma reflexão sobre a sua condição de pecador e sobre a misericórdia do Senhor.

"Confissão é contar os pecados, é diferente de direção espiritual. Na confissão apenas reconhecemos nossos pecados diante do próprio Cristo, no Padre; para então receber o perdão de Deus. Direção espiritual é algo diferente, é uma conversa, uma opinião a respeito de nossa vida espiritual.
Para que este Sacramento seja eficaz é preciso dar o primeiro passo da reconciliação, seja consigo mesmo, seja com o irmão; se eu fiz algum mal, devo primeiro repará-lo, para depois sim ir à confissão. O arrependimento, a reconciliação interior, deve vir antes da confissão. "



Porque devemos nos confessar.
Deus, no seu amor paternal, deseja que todos os pecadores voltem para junto dele. Ele quer que nos afastemos dos nossos pecados, que nos convertamos a ele, nosso supremo Senhor e fim eterno. Jesus Cristo nos diz no Evangelho: “Fazei penitência, pois o Reino dos Céus está perto.” (Mat. IV,17).

Mas para nos ajudar a fazer a penitência, Deus nos dá uma virtude especial para que tenhamos forças para nos arrependermos de nossos pecados. Essa força especial é a Virtude de Penitência.

Pela virtude de Penitência, que Deus coloca no nosso coração, Ele nos leva a reconhecer toda Sua bondade, toda Sua santidade e como nós O ofendemos e O deixamos triste quando cometemos nossos pecados. Só mesmo conhecendo a Santidade, a Justiça e o Amor de Deus é que podemos reconhecer como nossos pecados ofendem a Deus.

Deus quer que tenhamos grande arrependimento por nossos pecados.

O que quer dizer “se arrepender”?

Arrepender-se quer dizer não querer de maneira nenhuma continuar com a alma manchada pelo pecado, sentir uma dor profunda por ter traído a bondade de Deus, ter ofendido e entristecido a Deus, que nos ama tanto.

Na nossa família nós temos um bom exemplo do que é o arrependimento, quando deixamos nossos pais tristes e ofendidos. Logo vem aquela dor, aquela vergonha e, ao mesmo tempo, a certeza de que eles vão nos perdoar, se pedirmos desculpas, porque sabemos que eles nos amam muito. Com Deus também acontece assim. Com essa diferença: o arrependimento dos nossos pecados nos abre novamente as portas do Paraíso, nos devolve a amizade com nosso Deus, que morreu na Cruz para nos salvar.

Mas se não tivermos o arrependimento, será que Deus nos perdoará dos nossos pecados? É fácil perceber que sem um sincero arrependimento, Deus não pode nos perdoar.

Há vários tipos de arrependimento pelo pecado:

- Arrependimento humano: estamos arrependidos porque temos medo do castigo que receberemos de nossos pais. Esse arrependimento humano nada adianta para o perdão dos pecados.

- Arrependimento imperfeito: chama-se também contrição imperfeita ou atrição – estamos arrependidos porque temos medo do castigo de Deus.

- Arrependimento perfeito: chama-se também contrição perfeita – estamos arrependidos não mais por causa do castigo dos pais ou de Deus, mas porque ofendemos a Deus, traímos o amor de Deus, nosso Pai tão bom e amoroso, nosso Redentor e Salvador. Esta dor é chamada perfeita porque vem do amor que sentimos por Deus. É essa contrição perfeita que nós manifestamos quando rezamos o Ato de Contrição. Devemos saber de cor o Ato de Contrição para rezá-lo no confessionário e também em todos os momentos de tentação e perigo de nossa vida.

“Meu Deus, eu tenho muita pena de ter pecado, pois ofendi a Vós, meu sumo Bem, e mereci os castigos de Vossa justiça. Perdoai-me, Senhor, não quero mais pecar”.

Existe um Ato de Contrição mais bonito e mais completo:

«Senhor meu Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro, criador e redentor meu, por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo, pesa-me Senhor, de todo o meu coração de Vos ter ofendido; pesa-me também de ter perdido o céu e merecido o inferno; e proponho firmemente, ajudado com o auxílio da Vossa divina graça, emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Espero alcançar o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Amém.»

Porém, só o arrependimento não basta! É preciso que ele seja acompanhado pelo bom propósito. O que é o propósito?

É a vontade firme e sincera de não mais cometer aquele pecado.

Se tivermos a contrição perfeita e o firme propósito de não mais pecar, devemos esperar com toda confiança o perdão de Deus. Ele é infinitamente misericordioso, chegando até a enviar seu Filho, o Verbo Encarnado, Jesus Cristo, para morrer pagando nossos pecados.

Essa virtude de Penitência não serve apenas para que nasça em nosso coração o arrependimento e a dor por ter pecado. Ela nos ajuda ainda a realizar certos atos exteriores, as obras de penitência, que servem para diminuir a pena do Purgatório, que teremos de pagar antes de irmos para o Céu; serve para dominar nossas más inclinações, nossos defeitos dominantes; e, também, para nos fortificar no bem.

São obras de penitência: rezar, jejuar, dar esmolas, suportar com paciência os sofrimentos e contrariedades, aceitar os incômodos da vida. A melhor obra de penitência é receber o Sacramento da Penitência, que é a Confissão.

A Tentação, o Pecado e o Sacramento da Confissão
Deus quer que a nossa vida aqui na Terra seja um tempo de provação, para podermos alcançar a glória do Paraíso, não somente como um presente mas também como prêmio pela vitória. Por isso Ele permite que sejamos tentados e mesmo que, por nossa fraqueza, façamos pecados, pondo assim em risco a nossa Salvação Eterna.

A Tentação

Quando Jesus foi tentado no deserto, levou-o o demônio a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e sua glória e disse-lhe: “— Tudo isso lhe darei se, prostrado em terra, me adorares. Respondeu-lhe Jesus: Afasta-te Satanás! Pois está escrito: adorarás ao Senhor teu Deus e só a Ele servirás. Então o demônio o deixou e eis que vieram os anjos e O serviram.” (S. Mateus, IV, 8-11).

Enquanto vivermos na Terra estaremos sujeitos à tentação. O demônio emprega toda sua astúcia e maldade para fazer com que pequemos e nos condenemos para sempre.

Deus permite a tentação. Ele quer nossa vitória, mas ao mesmo tempo Ele quer que nós saibamos reconhecer nossa fraqueza ficando humildes: a luta deve também nos fortificar para que nossa recompensa seja, um dia, ainda maior.

Deus nos ajuda na tentação. Ele é fiel: se Ele permite que sejamos tentados, Ele também nos dá as graças para vencer a tentação. Deus está sempre do nosso lado.

Como fazer quando somos tentados?

Devemos resistir imediatamente à tentação e invocar o auxílio de Deus. Às vezes bastará uma oração jaculatória ou o Sinal da Cruz. Muitas vezes o melhor é não fazer caso da tentação, ocupar-se com alguma outra coisa e acabar esquecendo o pecado. Devemos evitar as más companhias que podem nos conduzir à ocasiões de pecado.

Sentir uma tentação é pecar?

Não. Só haverá pecado se nós consentirmos na tentação, ou seja, se nós aceitarmos o pecado que a tentação propõe. Mas já é pecado se nos expormos à tentação ou não a combatermos com fervor.

Para a minha vida: Na tentação direi: Nunca, Jamais! e rezarei: Senhor, ajudai-me!

A tristeza e o abatimento são os maiores aliados da fraqueza e do mal. Por isso sejam sempre alegres.

Os Santos nos ensinam:

“Quem não é tentado não é provado: quem não é provado não progride” (Sto. Agostinho).

“Quanto mais se luta, mais se demonstra o amor a Deus” (Sta. Tereza D’Ávila).

“Se nos deixarmos levar pela mão de Deus, venceremos o demônio: se combatermos sozinhos, seremos vencidos” (Sto. Agostinho).

O Pecado
Muitas vezes não damos ouvidos aos conselhos de Deus, mas consentimos na tentação. Pecamos contra Deus, Sua vontade e Sua ordem. Desobedecemos à Lei de Deus com consciência, querendo fazer o pecado.

O pecado pode ser mortal ou venial.

O Pecado Mortal – O pecado mortal é um pecado sobre matéria grave, onde desobedecemos os mandamentos de Deus ou da Igreja. Para ser mortal, deve haver matéria grave e vontade firme de pecar.

O que quer dizer matéria grave? Vamos dar um exemplo. Todos sabem que roubar é pecado. Se você rouba uma bala de um amigo da escola, a matéria do pecado é leve, é muito pouca coisa. Se você rouba um saco de balas ou a carteira de dinheiro, a matéria do pecado é grave.

O que quer dizer vontade firme? Dizemos também: ter pleno consentimento do pecado. Ou seja, você sabe perfeitamente que aquilo é pecado, você poderia recusar, mas você faz assim mesmo. Todas as vezes que fazemos algo contra os dez mandamentos da Lei de Deus e contra os cinco mandamentos da Igreja, em que há matéria grave e pleno consentimento, cometemos pecado mortal.

O pecado mortal é uma grave injúria que se faz a Deus. Com o pecado mortal o homem se rebela contra seu Criador e Senhor. Deste modo, ofende a Deus, Santidade infinita, e retribui com a mais vergonhosa ingratidão ao amor de seu bondoso Pai e de seu Redentor crucificado.

O pecado mortal é, ao mesmo tempo, uma terrível desgraça para o homem: rouba-lhe a vida da graça e a amizade de Deus: ele perde todos os méritos que já tinha ganho; passa a merecer a condenação eterna do inferno e os castigos temporais. Enquanto o pecador não se arrepender, estará morto para o Céu.

“É impossível que venha a cometer um pecado mortal o homem que reza com verdadeiro fervor e continuamente invoca a Deus“ (S. João Crisóstomo).

O Pecado Venial - É o pecado que não nos afasta inteiramente de Deus, mostra certa negligência do nosso amor e serviço de Deus, mas não chega a ser uma grave traição. Esses pecados podem ser perdoados sem a Confissão, bastando rezar um Ato de Contrição, pedir sinceramente perdão a Deus e não querer fazer mais aquilo. Deus perdoa assim o pecado venial. Eles não acarretam a morte eterna e o inferno, mas não deixa de ferir nossas almas e aumentar o tempo do Purgatório.
Comete-se pecado venial quando se peca em matéria menos grave, como por exemplo o que vimos do roubo de bala. Podemos cometer pecado venial também por falta de vontade firme de não pecar.

Por isso, a grande importância da Confissão freqüente. Mesmo que estejamos arrependidos de ter feito algo que consideramos errado, o melhor que temos a fazer é nos confessarmos. Na Confissão, o Padre poderá esclarecer todas as nossas dúvidas, e certamente ficaremos mais tranqüilos e felizes por recebermos a Santa Comunhão e vivermos em constante estado de graça.

Mas não é porque o pecado venial seja leve que podemos viver pecando assim. Todo pecado, mesmo venial, é uma ingratidão para com nosso Pai Celeste. Devemos nos esforçar para evitar também os pecados veniais. Além disso eles nos prejudicam, principalmente quando os cometemos deliberadamente. Perdemos por causa deles muitas graças e diminui em nós o amor de Deus e o gosto pelo Bem. E, depois, com a alma enfraquecida com muitos pecados veniais, logo virão pecados mortais. Como todo pecado, o pecado venial nos traz penas temporais que teremos de pagar ou com nossos sofrimentos aqui na Terra ou com muito sofrimento no Purgatório.

Para minha vida: Quando, na tentação, me vier um pensamento assim: ... afinal, isso não passa de um pecado venial, responderei a mim mesmo: o Divino Salvador na Cruz teve de sofrer também pelos pecados veniais.

O Sacramento da Confissão

1) A Instituição do Sacramento da Penitência
Na tarde do dia da Ressurreição, apareceu Jesus aos Apóstolos e lhes disse: “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim envio-vos eu. Depois destas palavras soprou sobre eles e disse: Recebei o Espírito Santo. A quem perdoares os pecados, lhes serão perdoados, e a quem os retiverdes, lhes serão retidos” (Evangelho de São João, Cap. XX, 19-23).

Jesus Cristo, no seu amor, vem em auxílio do pecador por meio de um Sacramento especial. Durante sua vida terrena, perdoou aos pecadores arrependidos, e na Cruz expiou a culpa de toda a humanidade. No dia da sua Ressurreição, deu aos Apóstolos e aos seus sucessores no sacerdócio, o poder de perdoar os pecados em seu nome. Instituiu assim o Sacramento da Confissão ou Penitência e o confiou à sua Igreja.

2) Quando devemos nos Confessar
Devem receber o Sacramento da Penitência todos aqueles que cometeram algum pecado mortal depois do Batismo. Não há obrigação de confessar os pecados veniais, pois estes podem ser perdoados também de outros modos, como fazendo um Ato de Contrição perfeito, rezando devotamente um Confiteor, fazendo uma boa ação por amor a Deus. Mas é muito útil confessarmos também deles, pois na Confissão Jesus Cristo vem em nosso auxílio por meio de abundantes graças próprias deste Sacramento, por exemplo, forças especiais para não pecar novamente. É, pois, muito útil confessar regularmente, mesmo os pecados veniais.

Além de confessar os pecados mortais e os pecados veniais, a Confissão também serve para expor uma dúvida que esteja nos afligindo, para pedir um conselho ao Padre, para pedir uma explicação. Essas coisas podem ser ditas em outra hora, mas o confessionário ajuda a conversar sobre a vida espiritual e moral.

3) A Forma e a Matéria da Confissão

Jesus Cristo ordenou que no Sacramento da Confissão, os pecados fossem perdoados ou retidos, ou seja, não perdoados ou deixados para uma próxima Confissão. Cabe ao Padre julgar, como juiz que ele é, se há verdadeiro arrependimento. Como o Padre não pode adivinhar os nossos pecados, nós devemos confessá-los, ou seja, declará-los, dizê-los claramente, sem esconder nenhum deles. Os nossos pecados assim ditos diante do Padre constitui a matéria do Sacramento da Confissão.

Depois que confessamos, arrependidos, os nossos pecados, o Padre nos absolve com as palavras da forma do Sacramento: Eu te absolvo dos teus pecados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Vemos assim que é preciso três coisas principais neste Sacramento: a matéria (os pecados confessados), a forma (absolvição pelo Padre) e o arrependimento.

4) Os efeitos da Confissão

Quando o Sacerdote nos absolve, Jesus Cristo, nosso Redentor, nos perdoa todos nos nossos pecados. Nós, que estávamos afastados de Deus pelo pecado, somos reconciliados com o Pai Celeste, pelo perdão do pecado e da pena eterna. A Confissão nos restitui, nos devolve a graça santificante, a amizade de Deus, bem como os méritos que perdemos por causa do pecado. A Confissão nos traz muitas forças para não mais pecar.

A pena eterna nos é perdoada. O que isso quer dizer?

Quando cometemos um pecado mortal, ficamos sujeitos a dois tipos de castigo:

- a pena eterna, que é a condenação ao inferno, onde nunca se vê a Deus e onde se sente ódio de Deus, de si mesmo e de todos;

- a pena temporal, que é o sofrimento do fogo que queima as almas do inferno.

Quando nos arrependemos do pecado e recebemos a absolvição, somos imediatamente perdoados da pena eterna, ou seja, não vamos mais para o inferno. Mas continuamos sujeitos à pena temporal, ao fogo. Para pagar esta pena temporal e poder entrar no Céu perfeitamente puras, as almas passam pelo Purgatório. Lá elas sofrem muito, sofrem também no fogo, mas este sofrimento tem a consolação de se saber que em breve estarão no Céu, na Felicidade Eterna, vendo a Deus face a face e podendo amá-lo e adorá-lo eternamente. Mas as almas do Purgatório sofrem muito. Por isso devemos rezar muito por elas, pedindo a Deus, à Nossa Senhora, à São Miguel Arcanjo, que levem estas almas sofredoras para o Céu.

Mas Deus nos ajuda também para diminuir o tempo que devemos passar no Purgatório. Como?

Ele permite que nós tenhamos muitos sofrimentos aqui na Terra. Quando somos católicos e conhecemos todas estas coisas que estamos estudando, aprendemos a oferecer estes sofrimentos a Jesus, em vez de ficarmos reclamando e praguejando contra Deus.

Nossas orações também servem para diminuir nossa pena temporal. Por isso, na Confissão, o Padre nos dá a penitência. Esta oração, ou a obra que o Padre nos manda fazer (jejum, esmola, sacrifício) serve para diminuir nossa pena temporal. Por isso, em vez de desejarmos penitências pequenas e rápidas, devemos nos alegrar quando o Padre nos pede algo que devemos fazer com algum esforço, pois estaremos diminuindo mais a nossa pena temporal.

5) Como devemos nos Confessar

Exame de consciência. Devemos rezar ao Divino Espírito Santo para que Ele nos ilumine sobre nossos próprios pecados. Refletimos, procuramos nos lembrar de todos os pecados que cometemos desde a última Confissão. Podemos ter ofendido a Deus por pensamentos, por atos pecaminosos, por omissões no nosso dever.

Devemos nos lembrar do pecado, mas também do número de vezes que o cometemos e de alguma coisa que possa ter agravado ou diminuído a gravidade do pecado. Tudo isso devemos dizer ao Padre.

Quando já sabemos mais ou menos o que vamos dizer ao Padre, nos aproximamos do confessionário com respeito e recolhimento. Muitas crianças não entendem bem que a Confissão é uma cerimônia religiosa, um rito, e não uma conversa com o Padre. Estamos ali diante de Deus.

Pedimos a benção ao Padre, dizemos quando foi nossa última Confissão, e dizemos todos os pecados, uma após o outro, com o número e algum detalhe importante, sem alongar muito os detalhes que nos levaram a cometer o pecado. Se for necessário algum detalhe a mais, o Padre perguntará. Não podemos esconder nenhum pecado grave, pois isso tornaria a Confissão inválida e estaríamos abusando da bondade de Deus. Muitas pessoas, por vergonha, escondem algum pecado. O Padre, que não pode adivinhar, dá a absolvição, mas Deus não perdoa uma alma mentirosa. Depois aquela pessoa vai para a Missa e ainda comunga, cometendo o pecado de sacrilégio. Tenhamos sempre sinceridade nas nossas confissões.

Quando terminamos de confessar, ouvimos os conselhos do Padre. Sempre aprendemos alguma coisa boa para nossa alma nesta hora. Prestemos muita atenção! E procuremos agir segundo estes conselhos, principalmente quando se trata de reparar algum mal causado aos outros, como pedir desculpas a alguém, devolver algo roubado, etc. O Padre, nesta hora, nos dará a penitência, que rezaremos assim que possível, de preferência logo após a Confissão, em união à Paixão de Nosso Senhor. Depois, ele nos manda rezar o Ato de Contrição. Enquanto rezamos, ele nos dá a absolvição, que termina com esta bela oração:

«Que a paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, os méritos da bem-aventurada Virgem Maria e de todos os Santos, e tudo o que tiverdes feito de bom e suportado de mal, vos seja aplicado para a remissão dos pecados, aumento das graças e para a recompensa da vida eterna. Amém.»

Que Deus não permita que nos afastemos algum dia da prática da Confissão regular, meio seguro de alcançar a salvação eterna!


Procure por um Sacerdote!

Em nossa Paróquia há confissões todas as Quintas-Feiras durante o SOS Oração a partir das 19h30
E aos sábados na Paróquia São Nicolau Flüe das 8h30 às 11h
Maiores informações pelo telefone (16)3307.8587

O Pecado
19/12/2009
 






O bem e o mal que fazemos não param em nós mesmos, entram e repercutem na história. Cada um de nós responderá diante de Deus pelo mal praticado e pela omissão diante do mal presente no mundo. Pecado, no sentido estrito, se diz de uma ação ou omissão da pessoa, contrariando a vontade de Deus. Em sentido analógico se pode falar em pecado estrutural para significar que o egoísmo infecta as estruturas da sociedade quando estas se constituem em benefício de um grupo ou classe social em detrimento dos outros, tornando-se assim geradoras de injustiça. Falamos então de injustiça social.

A sociedade estará organizada de forma injusta se não respeitar e promover o direito de todos seus membros. As leis civis serão justas na medida em que garantam uma ordem social que atenda ao bem comum. Não basta para o discípulo de Cristo ser na vida particular uma pessoa honesta. É necessário empenhar-se para corrigir as distorções no funcionamento da sociedade, transformando as estruturas injustas. Os legisladores são especialmente responsáveis nessa tarefa. Mas, por melhores que sejam as leis, se as pessoas não se empenharem pelo seu cumprimento, a justiça não se faz na convivência social.

A segurança pública é a questão de que se ocupa a Campanha da Fraternidade deste ano. Seu lema: “a paz é fruto da justiça”. Mas de onde vem a justiça? Ela é fruto do empenho das pessoas em fazê-la acontecer. Se não houver pessoas comprometidas com a justiça, não haverá paz. A missão evangelizadora da Igreja destina-se a transformar a humanidade. Assim ensinava na “Evangelii Nuntiandi” o Santo Padre, o Papa Paulo VI: “Evangelizar, para a Igreja, é levar a Boa Nova a todas as parcelas da humanidade, em qualquer meio e latitude, e pelo seu influxo transformá-las a partir de dentro e tornar nova a própria humanidade: “Eis que faço de novo todas as coisas”. No entanto não haverá humanidade nova, se não houver em primeiro lugar homens novos, pela novidade do batismo e da vida segundo o Evangelho.

A finalidade da evangelização, portanto, é precisamente esta mudança interior; e se fosse necessário traduzir isso em breves termos, o mais exato seria dizer que a Igreja evangeliza quando, unicamente firmada na potência divina da mensagem que proclama, ela procura converter ao mesmo tempo a consciência pessoal e coletiva dos homens, a atividade em que eles se aplicam, e a vida e o meio concreto que lhes são próprios” (n. 18). Conversão é, pois, o sentido do empenho evangelizador da Igreja. O pressuposto é este: todos somos pecadores e precisamos mudar nossa vida. São Paulo, na Epístola aos Romanos, ensina: “…todos, judeus e gregos, estão sob o domínio do pecado”(Rom 3,9). A antropologia paulina, ao mesmo tempo que reconhece a dignidade original do ser humano, criado por Deus em estado de justiça e santidade, entende que a desobediência, já nas origens, introduziu na natureza humana uma desordem que permanentemente tende a afastar o ser humano de Deus destruindo sua beleza original e conduzindo-o à morte. São Paulo descreve de forma dramática a condição humana marcada pelo pecado: “pois como o pecado entrou no mundo por um só homem e, por meio do pecado a morte; a morte passou para todos os seres humanos, porque todos pecaram…” (Rom 5,12).

O pecado instalado dentro do ser humano, ao colocá-lo longe de Deus, deixa-o entregue à sua própria fraqueza, levando-o à prática de obras más que selam definitivamente sua decadência rumo à morte, salário do pecado. Uma cultura que estimula as paixões pecaminosas é uma cultura de morte ou, se quiserem, da morte. Ao descrever o destino moral daqueles que desconhecem a Deus e sua lei, assim se exprime São Paulo: “E, porque não aprovaram alcançar a Deus pelo conhecimento, Deus os entregou ao seu reprovado modo de pensar. Praticaram então todo o tipo de torpeza: cheios de injustiça, iniqüidade, avareza, malvadez, inveja, homicídio, rixa, astúcia perversidade; intrigantes, difamadores, abominadores de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, tramadores de maldades, rebeldes aos pais, insensatos, traidores, sem afeição, sem compaixão. E, apesar de conhecerem o juízo de Deus que declara dignos de morte os autores de tais ações, não somente as praticam, mas ainda aprovam os que as praticam”(Cf. Rom 1,18-32).

A raiz, pois, dos males que assolam a humanidade está no desconhecimento e desprezo de Deus. É um tremendo engano pensar que a paz social será alcançada mediante leis penais mais perfeitas e aparelhamento policial mais treinado para garantir a segurança do cidadão. Isto é necessário, mas não ataca as raízes do mal. Os crimes brotam de corações plasmados por uma cultura sem Deus, muitas vezes feridos pela injustiça e pela indiferença da sociedade, dos quais desapareceu o amor e o desejo do bem.

Nós, cristãos, temos a inabalável convicção que só em Cristo o ser humano pode encontrar salvação: “…como o pecado reinou pela morte, assim também a graça reina pela justiça, para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor”(Rom 5,21).

Preparai o caminho do Senhor "Sozinhos somos nada com Jesus tudo somos e podemos"
19/12/2009
 



“Clama! Disse uma voz e eu respondi : -Que clamarei? Toda criatura é como a erva e toda a sua glória , como a flor dos campos!” Is 40, 6.8


A vinda e permanência do Senhor neste mundo é nossa responsabilidade. Mas, só Ele tem o poder de fazer acontecer um novo céu, uma nova terra desde agora.

Sozinhos somos
nada,
com Jesus
tudo somos e podemos.
Vamos abrir o coração, ouvir o que Ele tem a nos dizer e deixar que Ele nos mude e faça mudanças profundas na humanidade.
“Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas. Toda carne há de ver a salvação do nosso Deus” Lc3,4-6

O Senhor, em sua misericórdia, espera pela conversão de cada um. Ele nos dá coragem para assumir compromissos, para perseverar.

Dentro de uma sociedade que apregoa o ter, o poder como valores verdadeiros, vamos nos ajudar, nos animar mutuamente para levarmos uma vida mais santa e unidos transformar a realidade do século XXI, nos século do amor e da paz que vem do Evangelho de Jesus.

Férias com Deus e não sem Ele
16/12/2009
 



Será que o Senhor aprovaria os locais que escolhemos para descansar?Mesmo não querendo desenvolver uma teologia de férias ou de descanso, nos propomos a olhar a Palavra de Deus com esse tema em mente. Ao fazer isso, deparamos com alguns fatos que deveriam nos conduzir a uma reflexão pessoal de como encaramos esse período de descanso e como esse tempo é vivido para a glória do Criador.


Nas primeiras páginas da Bíblia, vemos um fato que não pode passar despercebido para quem pensa nesse assunto. Vemos ali como Deus nos apresenta, pelo exemplo, o que deveria ser nossa atitude para com o trabalho e para com o descanso. “No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou. Abençoou Deus o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara na criação” (Gn 2, 2.3).


O Altíssimo não nos dá um exemplo de alguém que busca “sombra e água fresca”, Ele trabalhara muito fazendo com que a criação toda chegasse à existência. Mesmo que não precisasse tanto como nós de descanso após um esforço intenso, o Senhor nos mostra que o descanso tem o seu lugar. E mais ainda: Ele abençoa esse dia e o santifica. Mesmo sendo muito dedicado e esforçado, mesmo que não seja preguiçoso, o Todo-poderoso também não está viciado em trabalho e proporciona a si mesmo um momento de descanso.


O primeiro ensinamento a respeito de descanso e de férias é dado pelo exemplo de Deus, logo após a criação. Mas logo em seguida, nas próximas páginas da Bíblia, encontramos uma palavra de Deus a esse respeito, em forma de ordenação. “Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. Trabalharás seis dias e neles farás todos os teus trabalhos, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao SENHOR, o teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus servos ou servas, nem teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas cidades” (Ex 20, 8-10).


Certamente, Deus não faz nada sem propósito. Se Ele ordena que descansemos no sétimo dia, então, além de usarmos este dia para a glória do Criador, o Senhor está consciente do fato de precisarmos regularmente do descanso. O Novo Testamento nos diz que o nosso corpo é o templo de Espírito Santo. Diante disso é difícil de imaginar que Deus Pai queira para si um templo que esteja cansado e exausto. Isso não seria um lugar agradável para morar.


Virando várias páginas da Sagrada Escritura, chegamos ao Novo Testamento. Ali deparamos com um fato bem interessante com relação ao descanso e, por que não dizer, com relação às férias. “Os apóstolos reuniram-se a Jesus e lhe relataram tudo o que tinham feito e ensinado. Havia muita gente indo e vindo, a ponto de eles não terem tempo para comer. Jesus lhes disse: “Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco” (Mc 6, 30.31). Os apóstolos acabam de retornar de um esforço missionário evangelístico. Além disso, recebem a notícia de que João Batista fora decapitado. O movimento em torno de Nosso Senhor Jesus Cristo estava tão intenso que nem mesmo há condições para alimentação adequada. Naquele momento, Cristo entra em ação com esta proposta brilhante: Ele afirma que devem procurar um lugar deserto, isto é, um lugar em que não haja tantas pessoas, um lugar que proporcione tempo e oportunidade de estarem a sós com Ele. Apesar do sucesso do Seu ministério, o Senhor está consciente de que precisa prevenir o estresse, como resultado de atividades tão intensas.


Ainda outro assunto é discutido na Bíblia e bem destacado. Lemos em Êxodo 20 que todos da unidade doméstica estariam incluídos no descanso regular semanal. Interessante notar ali também que inclusive os animais não deveriam fazer tarefa alguma no dia do descanso. Isso fez com que eu me desse conta de que o Criador prevê o descanso para a natureza. Veja, por exemplo, o que lemos em Levítico 25,2-5 “Diga o seguinte aos israelitas: Quando vocês entrarem na terra que lhes dou, a própria terra guardará um sábado para o SENHOR. Durante seis anos semeiem as suas lavouras, aparem as suas vinhas e façam a colheita de suas plantações. Mas no sétimo ano a terra terá um sábado de descanso, um sábado dedicado ao SENHOR. Não semeiem as suas lavouras, nem aparem as suas vinhas”. Assim como os homens e os animais precisam de descanso, a natureza também precisa dessa pausa e Deus já estabeleceu isso junto ao Seu povo.


Há mais um momento na vida de Jesus Cristo que merece a nossa atenção nesse contexto. Mesmo que anteriormente tenha estimulado o descanso ao levar os discípulos a uma viagem de recreação, o Senhor aponta agora que o repouso também pode ocorrer em hora errada. Ele diz aos Seus seguidores, ali no Getsémani, o seguinte: “Vocês ainda dormem e descansam? Basta! Chegou a hora! Eis que o Filho do homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores” (Mc 14, 41). Há momentos em que não comportam descanso e ócio; é preciso adotar uma atitude bem diferente. Na realidade, não se pode indicar os momentos não apropriados para o descanso, mas certamente teremos a devida orientação por parte de Deus a respeito dessa questão.


Ciente de não ter esgotado esse pano de fundo para as férias e descanso, nós nos propomos agora a fazer algumas indagações e reflexões. Deus quer que tenhamos tempo para restaurar as forças físicas, mentais e espirituais. Nossa inquietação, no entanto, é o que nós chamamos de descanso, o que nós praticamos como descanso e que nós, por isso, encaramos como as bem merecidas férias. Estaria o Senhor contente com o repouso que praticamos? Ele convidou os discípulos para uma viagem de férias para estarem com Ele e terem tempo para estar em sintonia com o Filho de Deus. Será que planejamos as nossas férias para alcançar esse propósito?


Podemos nos perguntar também: “Será que Deus aprovaria os locais que escolhemos para descansar?” Os lugares mais badalados e também procurados são as praias e os balneários das termas. Será que esses lugares nos proporcionam descanso e restauração física, mental e espiritual? Uma vez que ali há um aglomerado tão grande de pessoas, sempre há alguma coisa acontecendo e nos convidando para envolvimento. Por outro lado, corre solta a sensualidade em todas as formas, ela parece ser o fator principal nesses “locais de férias”. Se formos honestos e atenciosos não descobriremos que, em vez de descanso, alcançamos algo bem mais forte em emoções e adrenalina e, por que não dizer, em estímulos sexuais? Como se isso não bastasse ainda, muitos ali ficarão com a autoestima tão abalada ao verem que o corpo não está dentro dos padrões de beleza estabelecidos por aqueles que procuram e desenvolvem os padrões de beleza em nossos dias. Toda a mídia se esforça a desenvolver um modelo de repouso que prevê e precisa que as férias sejam regadas a muita bebida alcoólica.


É mais do que evidente que em nossos dias realmente precisamos de férias, precisamos de descanso e precisamos “recarregar as nossas baterias”. O nosso esgotamento ocorre nas três áreas que já indicamos anteriormente: física, mental e espiritual. Muitas vezes, somos exigidos de forma tão vigorosa fisicamente que o corpo fica arrasado. Isso tem consequências sobre a mente e certamente também sobre a parte espiritual.


Outras vezes, e isso depende da nossa atividade, a mente é exigida tanto que afeta o corpo também e, em consequência disso, o nosso espírito. Já outras atividades exigem tanto do “coração e do espírito”, que nos deixam arrasados nessa área. E se estamos exaustos, este cansaço também afeta o corpo e a mente. Mesmo que teoricamente funcionemos em áreas, nós formamos um todo e o todo sofre com dificuldades em uma ou outra área. Dentro desse raciocínio deve-se ter uma inquietação: nossas férias facilmente se tornam o momento ou o período em que nós também damos férias a Deus? As coisas parecem estar tão perfeitas e gostosas que não precisamos do Senhor. Ou então dormimos tanto pela manhã para já não haver mais tempo para um período devocional antes de irmos aos passeios. Por outro lado, esses passeios nos cansam tanto que à tarde temos de ter aquela soneca gostosa. À noite, muitas vezes, acontece alguma festa com amigos ou parentes que estão no mesmo lugar e a hora fica avançada demais para ainda termos tempo para Deus. Dentro dessa linha uma pergunta: Será que Deus aprovaria o fato de darmos, em nossas férias, férias também para Ele?


Fonte: cancaonova.com

Sugestões para viver bem o Advento
16/12/2009
 



Durante o tempo de Advento é possível escolher alguma das opções que apresentamos a seguir para viver cada dia do Advento e chegar ao Natal com um coração cheio de amor pelo menino Deus.

1. Presépio e palhas:

Nesta atividade vai ser preparado um presépio para o Menino Deus o dia de seu nascimento. O presépio será elaborado de palha para que ao nascer o menino Deus não tenha frio e a palha lhe dê o calor que necessita. Com as obras boas de cada uma das crianças, vai preparando o presépio. Por cada boa obra que façam as crianças, fica uma palhinha no presépio até o dia do nascimento de Cristo.

2. Vitral do Nascimento:

Em algum desenho em que se represente o Nascimento as crianças poderão colorir algumas partes deste cada vez que façam uma obra boa para ir completando-o para o Natal.

3. Calendário Tradicional de Advento:

Nesta atividade as crianças eles façam mesmos um calendário de Advento aonde marquem os dias do Advento e escrevam seus próprios propósitos a cumprir. Podem desenhar na cartolina o dia de Natal com a cena do nascimento de Jesus. As crianças todos os dias revisarão os propósitos para ir preparando seu coração para o Natal. Este calendário poderão levar para a Igreja no dia de Natal se assim o desejarem.

Sugerem-se os seguintes propósitos:

Ajudarei em casa naquilo que mais me custe trabalho.

Rezarei em família pela paz do mundo.

Oferecerei meu dia pelas crianças que não têm papais, nem uma casa onde viver.

Obedecerei a meus papais e professores com alegria.

Compartilharei meu almoço com um sorriso a quem lhe faça falta.

Hoje cumprirei com toda minha tarefa sem me queixar.

Ajudarei a meus irmãos em algo que necessitem.
Oferecerei um sacrifício pelos sacerdotes.

Rezarei pelo Papa.

Darei graças a Deus por tudo o que me deu.
Farei um sacrifício.
Lerei alguma passagem do Evangelho.
Oferecerei uma comunhão espiritual a Jesus pelos que não o amam.
Darei um brinquedo ou uma roupa a uma criança que não tenha.
Não comerei entre refeições.
Em vez de ver televisão ajudarei a minha mamãe no que necessite.
Imitarei Jesus em seu perdão quando alguém me incomode.
Pedirei pelos que têm fome e não comerei doces.
Rezarei uma Ave Maria para demonstrar à Virgem quanto a amo.
Hoje não brigarei com meus irmãos.
Cumprimentarei com carinho a toda pessoa que me encontre.
Hoje pedirei à Santíssima Virgem por meu país.
Lerei o nascimento de Jesus no Evangelho de São Lucas 2, 1-20.
Abrirei meu coração a Jesus para que nasça nele.
4. Os que esperavam a Cristo:

Nesta atividade se trata de conseguir fazer uma lista com 24 ou 28 nomes (dependendo do número de dias do Advento) de personagens do Antigo e do Novo Testamento que esperavam a vinda do Messias. Buscarão na Bíblia, desenharão os personagens e recortarão. Atrás, lhes colocarão o nome de quem é e o que disse ou fez este personagem. Pode-se utilizar como jogo.

Alguns personagens que se podem incluir:

Abraão: Deus disse a Abraão que sua descendência ia ser numerosa como as estrela do céu e os grãos de areia do mar, e assim foi.

David: Deus disse ao rei David que o Messias ia ser de sua família.

Isaías: Deus disse ao profeta Isaías que o Messias ia nascer da Virgem.

Jeremias: Deus disse ao profeta Jeremias que quando nascesse o Messias, Ele ia dar aos homens um coração novo para conhecê-lo e amá-lo muito.

Ezequiel: Deus disse ao profeta Ezequiel que o Messias ia ressuscitar.

Miquéias: Deus disse ao profeta Miquéias em Belém ia nascer seu Filho.

Oséias: Deus disse ao profeta Oséias que do Egito ia chamar a seu Filho.

Zacarias: Deus disse ao profeta Zacarias que seu filho ia entrar em Jerusalém montado em um burro.

Homens Sábios ou Reis Magos: esperavam a vinda do Salvador dos homens.

Os pastores: Foram avisados por um anjo do grande acontecimento.


Nesse Domingo Comemoramos o aniversário Sacerdotal do Pe.Eduardo Malaspina
14/12/2009
 

Padre Eduardo Malaspina

A comunidade de São Nicolau de Flüe comemorou esta data com uma Missa de Ação de Graças pelos Dezoito anos do Sacerdócio do Pe. Eduardo Malaspina.
Ao nosso sacerdote desejamos muita luz e sabedoria provindas do Espírito Santo, afim de que saiba discernir o que é de mais valioso para o seu rebanho e que Deus depositou profunda confiança!



Dar-lhe os parabéns hoje, muito nos Alegra!Você nos transmite paz, amor, serenidade e um grande carisma.Desejar-lhe felicidades é pouco, que tenhas toda felicidade em sua caminhada Sacerdotal.Oferecemos a você o brilho das estrelas para que seus olhos continuem a brilhar, que sua estrela nunca se apague e o calor do sol aqueça ainda mais este coração de amor. São tantas as maravilhas que Deus criou para nós. Em sua misericórdia e bondade nos concede o privilégio de nos presentear com mais um belo presente,Um ser iluminado que consegue trazer ao mundo grande Carisma e companheirismo. Parabéns Padre Eduardo ,somos agradecidos e completamente Felizes por fazer parte de nossas vidas!


Comunidade São Nicolau de Flüe





Postado por :Marcia Figueiredo Liani

Hoje a igreja celebra São João da Cruz
14/12/2009
 



O santo deste dia é conhecido como Doutor Místico: São João da Cruz. Nasceu em Fontiveros, na Espanha, em 1542. Seus pais, Gonçalo e Catarina, eram pobres tecelões. Gonçalo morreu cedo e a viúva teve de passar por dificuldades enormes para sustentar os três filhos: Francisco, Luís e João. Mas Luís morreu quando ainda era criança.

Como João de Yepes (era este o seu nome de batismo) mostrou-se inclinado para os estudos, a mãe o envia para o Colégio da Doutrina. Em 1551, os padres jesuítas fundaram um colégio em Medina (centro comercial de Castela). Nele, esse grande santo estudou Ciências Humanas.

Com 21 anos, sentiu o chamado à vida religiosa e entrou na Ordem Carmelita, na qual pede o hábito. Nos tempos livres, gostava de visitar os doentes nos hospitais, servindo de enfermeiro. Chamar-se-á para o futuro João de Santa Maria. Devido ao talento e à virtude, depressa foi destinado para o colégio de Santo André, que a Ordem possui em Salamanca, ao lado da famosa Universidade. Ali, estudou Artes e Teologia. Foi neste colégio nomeado de "prefeito dos estudantes", o que indica o seu aproveitamento e a estima que os demais tinham por ele. Em 1567 foi ordenado sacerdote.

Desejando uma disciplina mais rígida, São João da Cruz quase saiu da Ordem para ir para os Cartuxos, mas, felizmente, encontrou-se com a reformadora dos Carmelos, Santa Teresa D Ávila, que tinha recebido autorização para a reforma dos conventos masculinos. João, empenhado na reforma, conheceu o sofrimento, as perseguições e tantas outras resistências. Chegou a ficar nove meses preso num convento em Toledo, até que conseguiu escapar.

São João da Cruz transformou, em Deus, todos as cruzes num meio de santificação para si e para os irmãos. Três coisas pediu e acabou recebendo de Deus: primeiro: força para trabalhar e sofrer muito; segundo: não sair deste mundo como superior de uma comunidade; e terceiro: morrer desprezado e escarnecido pelos homens.

Pregador, místico, escritor e poeta, esse grande santo da Igreja faleceu após uma penosíssima enfermidade, em 1591, com 49 anos de idade. Foi canonizado no ano de 1726 e, em 1926, o Papa Pio XI o declarou Doutor da Igreja. Escreveu obras bem conhecidas como: Subida do Monte Carmelo; Noite escura da alma (estas duas fazem parte de um todo, que ficou inacabado); Cântico espiritual e Chama viva de amor. No decurso delas, o itinerário que a alma percorre é claro e certeiro. Negação e purificação das suas desordens sob todos os aspectos.

São João da Cruz é o Doutor Místico por antonomásia, da Igreja, o representante principal da sua mística no mundo, a figura mais ilustre da cultura espanhola e uma das principais da cultura universal. Foi adotado como Patrono da Rádio, pois, quando pregava, a sua voz chegava muito longe.


São João da Cruz, rogai por nós!

A Igreja Celebra Santa Luzia
13/12/2009
 



O nome de Santa Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz. Ela é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a "janela da alma", canal de luz.

Nasceu em Siracusa (Itália) no fim do śeculo III. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, ao ponto de Luzia ter feito um voto de viver virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém pagão.

Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs a sua mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, e que a cura da grave doença seria a confirmação do não para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras e, assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto a virgindade e quanto aos sofrimentos que passaria, como Santa Águeda.

Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses e nem quebrar o seu santo voto, Santa Luzia teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no ano de 303.

Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus - Luz do Mundo - até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade".


Santa Luzia, rogai por nós!

12 e 13 de Dezembro coleta Nacional da Evangelização
13/12/2009
 



Campanha indica que evangelização é responsabilidade de todos


CNBBCampanha aponta: verdadeira riqueza é vida em CristoTodo o cristão é responsável pela missão evangelizadora realizada pela Igreja. Desde 1998, a Campanha para a Evangelização, desenvolvida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Tempo do Advento, busca despertar essa consciência nos fiéis católicos.

Além da doação de tempo, com o auxílio nas diversas pastorais da Igreja, participar da ação evangelizadora também implica colocar em comum os recursos para que iniciativas concretas possam acontecer.

"Tudo isso ajuda as pessoas a viver bem esse tempo, que não é só preparação para o Natal, mas também para a vinda definitiva do Senhor na Glória", indica o secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa.

Neste ano, a Campanha tem como tema Ele se fez pobre para nos enriquecer. "Neste ano litúrgico que se inicia, daremos especial ênfase para a temática da Economia nas Campanhas (Fraternidade, Missionária e para a Evangelização). Jesus se esvazia de Sua própria riqueza para nos tornar participantes da vida divina, que recebemos pela Sua encarnação e através do mistério pascal", complementa o secretário-executivo para Campanhas da CNBB, padre José Adalberto Vanzella.


Gesto concreto

No terceiro domingo do Advento, acontece a coleta da evangelização. Os recursos ajudam os projetos desenvolvidos na área pela Igreja no Brasil.

Do total arrecadado durante a campanha, 45% é destinados às dioceses; 20% aos Regionais e 35% ao Fundo Nacional de Evangelização, administrado pelo Conselho Econômico da CNBB, e que garante recursos para o Secretariado Nacional e viabiliza projetos específicos de Evangelização.


Oração da Campanha

Senhor Jesus Cristo,
que vos fizestes pobre para nos enriquecer,
concedei-nos que, a Vosso exemplo,
possamos contribuir na nossa pobreza
para que as riquezas do Vosso Evangelho
possam chegar a todas as pessoas.

Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo.
Amém.


A Igreja Celebra hoje Nossa Senhora de Guadalupe
12/12/2009
 

Virgem de Guadalupe

Num sábado, no ano de 1531, a Virgem Santíssima apareceu a um indígena que, de seu lugarejo, caminhava para a cidade do México a fim de participar da catequese e da Santa Missa enquanto estava na colina de Tepeyac, perto da capital. Este índio convertido chamava-se Juan Diego (canonizado pelo Papa João Paulo II em 2002).

Nossa Senhora disse então a Juan Diego para que fosse até o Bispo, pedindo que naquele lugar fosse construído um santuário para a honra e glória de Deus. O Bispo local, usando de prudência, pediu um sinal da Virgem ao indígena que, somente na terceira aparição, foi concedido. Foi quando Juan Diego estava indo buscar um sacerdote para o tio doente: "Escute, meu filho, não há nada que temer, não fique preocupado nem assustado; não tema esta doença, nem outro qualquer dissabor ou aflição. Não estou eu aqui, a seu lado? Eu sou a sua Mãe dadivosa. Acaso não o escolhi para mim e o tomei aos meus cuidados? Que deseja mais do que isto? Não permita que nada o aflija e o perturbe. Quanto à doença do seu tio, ela não é mortal. Eu lhe peço, acredite agora mesmo, porque ele já está curado. Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao Bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é meu embaixador e merece a minha confiança. Quando chegar diante dele, desdobre a sua "tilma" (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém, só em sua presença. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omita..."

O Bispo viu não somente as rosas, mas o milagre da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, pintada prodigiosamente no manto do humilde indígena. Ele levou o manto com a imagem da Virgem para a capela, e ali, em meio às lágrimas, pediu perdão a Nossa Senhora. Era o dia 12 de dezembro de 1531. Uma linda confirmação deu-se quando Juan Diego fora visitar o seu tio, que sadio narrou: "Eu também a vi. Ela veio a esta casa e falou a mim. Disse-me também que desejava a construção de um templo na colina de Tepeyac e que sua imagem seria chamada de "Santa Maria de Guadalupe", embora não tenha explicado o porquê. Diante de tudo isso muitos se converteram e o Santuário foi construído.

O grande milagre de Nossa Senhora de Guadalupe é a sua própria imagem. O tecido, feito de cacto, não dura mais de 20 anos e este já dura há mais de quatro séculos e meio. Durante 16 anos, a tela esteve totalmente desprotegida, sendo que a imagem nunca foi retocada e até hoje os peritos em pintura e química não encontraram na tela nenhum sinal de corrupção. No ano de 1971, alguns peritos inadvertidamente deixaram cair ácido nítrico sobre toda a pintura. Pois nem a força de um ácido tão corrosivo estragou ou manchou a imagem. Com a invenção e ampliação da fotografia descobriu-se que, assim como a figura das pessoas com as quais falamos se reflete em nossos olhos, da mesma forma a figura de Juan Diego, do Bispo e do intérprete se refletiu e ficou gravada nos olhos do quadro de Nossa Senhora. Cientistas americanos chegaram à conclusão de que estas três figuras estampadas nos olhos de Nossa Senhora não são pintura, mas imagens gravadas nos olhos de uma pessoa viva.

Disse o Papa Bento XIV, em 1754: "Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros... uma Imagem estampada numa tela tão rala que através dela pode se enxergar o povo e a nave da Igreja... Deus não agiu assim com nenhuma outra nação".

Coroada em 1875 durante o Pontificado de Leão XIII, Nossa Senhora de Guadalupe foi declarada "Padroeira de toda a América" pelo Papa Pio XII a 12 de outubro de 1945. No dia 27 de janeiro de 1979, durante sua viagem apostólica ao México, o Papa João Paulo II visitou o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e consagrou à Mãe Santíssima toda a América Latina, da qual a Virgem de Guadalupe é Padroeira.

Nossa Senhora de Guadalupe, rogai por nós!

Urna-Relíquia de Dom Bosco chega a São Carlos
10/12/2009
 

Urna-Relíquia de Dom Bosco no Salesianos


Urna-Relíquia de Dom Bosco no Salesianos

Vamos recebe-la em São Carlos,contemplar Dom Bosco e celebrar o sesquicentenário da Congregação Salesiana.

Vamos Juntos orar ao Santo protetor dos joves,pedindo pelos seus filhos, netos,sobrinhos,enfim por todas as crianças e adolescente de nossa cidade.

Dia 10 de Dezembro-2009

11h Chegada da Urna-Relíquia na entrada da cidade
Av Getúlio Vargas-Carreata até o Salesianos São Carlos

12h Acolhida Salesianos

13h Homenagem das crianças e adolescentes
celebração e apresentação artísticas

14h Visistação aberta à comunidade

15h Translado para a cadetral

16h30 Missa Solene na Catedral de São Carlos
presidida por Dom Paulo Sérgio Machado-Bispo Diocesano
Ato Solene com autoridades,cooperadores,famílias,comunidade

18h Visitação aberta à comunidade

19h Apresentação artísticas
Coral Multicantos e Orquestra Juvenil da UFSCAR
Missa Solene com participaççao juvenil

22h Homenagem dos Jovens e da comunidade
Apresentação artísticas e Vigília

Dia 11 de Dezembro-2009
06h30 Missa de despedida -Catedral



João Bosco nasceu no Colle dos Becchi, no Piemonte, Itália, uma localidade junto de Castelnuovo de Asti (agora chama-se Castelnuovo Dom Bosco) a 16 de agosto de 1815. Era filho de humilde família de camponeses. Órfão de pai aos dois anos, viveu sua mocidade e fez os primeiros estudos no meio de inumeráveis trabalhos e dificuldades. Desde os mais tenros anos sentiu-se impelido para o apostolado entre os companheiros. Sua mãe, que era analfabeta, mas rica de sabedoria cristã, com a palavra e com o exemplo animava-o no seu desejo de crescer virtuoso aos olhos de Deus e dos homens.

Mesmo diante de todas as dificuldades, João Bosco nunca desistiu. Durante um tempo foi obrigado a mendigar para manter os estudos. Prestou toda a espécie de serviços. Foi costureiro, sapateiro, ferreiro, carpinteiro e, ainda nos tempos livres, estudava música.

Queria vivamente ser sacerdote. Dizia: "Quando crescer quero ser sacerdote para tomar conta dos meninos. Os meninos são bons; se há meninos maus é porque não há quem cuide deles". A Divina Providência atendeu os seus anseios. Em 1835 entrou para o seminário de Chieri.

Ordenado Sacerdote a 5 de junho de 1841, principiou logo a dar provas do seu zelo apostólico, sob a direção de São José Cafasso, seu confessor. No dia 8 de dezembro desse mesmo ano, iniciou o seu apostolado juvenil em Turim, catequizando um humilde rapaz de nome Bartolomeu Garelli. Começava assim a obra dos Oratórios Festivos, destinada, em tempos difíceis, a preservar da ignorância religiosa e da corrupção, especialmente os filhos do povo.

Em 1846 estabeleceu-se definitivamente em Valdocco, bairro de Turim, onde fundou o Oratório de São Francisco de Sales. Ao Oratório juntou uma escola profissional, depois um ginásio, um internato etc. Em 1855 deu o nome de Salesianos aos seus colaboradores. Em 1859 fundou com os seus jovens salesianos a Sociedade ou Congregação Salesiana.

Com a ajuda de Santa Maria Domingas Mazzarello, fundou em 1872 o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora para a educação da juventude feminina. Em 1875 enviou a primeira turma de seus missionários para a América do Sul.

Foi ele quem mandou os salesianos para fundar o Colégio Santa Rosa em Niterói, primeira casa salesiana do Brasil, e o Liceu Coração de Jesus em São Paulo. Criou ainda a Associação dos Cooperadores Salesianos. Prodígio da Providência divina, a Obra de Dom Bosco é toda ela um poema de fé e caridade. Consumido pelo trabalho, fechou o ciclo de sua vida terrena aos 72 anos de idade, a 31 de janeiro de 1888, deixando a Congregação Religiosa Salesiana espalhada por diversos países da Europa e da América.

Se em vida foi honrado e admirado, muito mais o foi depois da morte. O seu nome de taumaturgo, de renovador do Sistema Preventivo na educação da juventude, de defensor intrépido da Igreja Católica e de apóstolo da Virgem Auxiliadora se espalhou pelo mundo inteiro e ganhou o coração dos povos. Pio XI, que o conheceu e gozou da sua amizade, canonizou-o na Páscoa de 1934.

Apesar dos anos que separam os dias de hoje do tempo em que viveu Dom Bosco, seu amor pelos jovens, sua dedicação e sua herança pedagógica vêm sendo transmitidos por homens e mulheres no mundo inteiro.

Hoje Dom Bosco se destaca na história como o grande santo Mestre e Pai da Juventude.
Embora tenha feito repercutir pelo mundo o seu carisma e o sistema preventivo de salesiano, que é baseado na Razão, na Religião e na Bondade, Dom Bosco permaneceu durante toda a sua vida em Turim, na Itália. Dedicou-se como ninguém pelo bem-estar de muitos jovens, na maioria órfãos, que vinham do campo para a cidade em busca de emprego e acabavam sendo explorados por empregadores interessados em mão-de-obra barata ou na rua passando fome e convivendo com o crime.

Com atitudes audaciosas, pontuadas por diversas inovações, Dom Bosco revolucionou no seu tempo o modelo de ser padre, sempre contando com o apoio e a proteção de Nossa Senhora Auxiliadora. Aliás, o sacerdote sempre considerou como essencial na educação dos jovens a devoção à Maria.

Dom Bosco ficou muito famoso pelas frases que usava com os meninos do oratório e com os padres e irmãs que o ajudavam. Embora tenham sido criadas no século passado, essas frases, ainda hoje, são atuais e ricas de sabedoria. Elas demonstram o imenso carinho que Dom Bosco tinha pelos jovens.

Entre alguns exemplos, "Basta que sejam jovens para que eu vos ame.", "Prometi a Deus que até meu último suspiro seria para os jovens.", "O que somos é presente de Deus; no que nos transformamos é o nosso presente a Ele", "Ganhai o coração dos jovens por meio do amor", "A música dos jovens se escuta com o coração, não com os ouvidos."

O método de apostolado de Dom Bosco era o de partilhar em tudo a vida dos jovens; para isto no concreto abriu escolas de alfabetização, artesanato, casas de hospedagem, campos de diversão para os jovens com catequese e orientação profissional; foi por isso a Igreja reza: "Deus suscitou São João Bosco para dar à juventude um mestre e um pai".

De estatura atlética, memória incomum, inclinado à música e a arte, Dom Bosco tinha uma linguagem fácil, espírito de liderança e ótimo escritor. Este grande apóstolo da juventude foi elevado para o céu em 31 de janeiro de 1888 na cidade de Turim; a causa foi o outros, já que afirmava ter sido colocado neste mundo para os outros.


Oração a São João Bosco
- para pedir uma graça -

Necessitando de especial auxílio, com grande confiança recorro a vós, ó São João Bosco.

Preciso não só de graças espirituais, mas também de graças temporais, e principalmente... (pequena pausa para pedir a graça que se deseja)

Vós, que tivestes tanta devoção a Jesus Sacramentado e a Maria Auxiliadora, e que tanto vos compadecestes das desventuras humanas, alcançai-me de Jesus e de sua celeste Mãe a graça que vos peço, e mais: resignação inteira à vontade de Deus.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Hoje a Igreja celebra a Imaculada Conceição de Maria
8/12/2009
 



O dogma da Imaculada Conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos ao coração do povo cristão. Os dogmas da Igreja são as verdades que não mudam nunca, que fortalecem a fé que carregamos dentro de nós e que não renunciamos nunca.

A convicção da pureza completa da Mãe de Deus, Maria, ou seja, esse dogma, foi definida em 1854, pelo papa Pio IX, através da bula "Ineffabilis Deus", mas antes disso a devoção popular à Imaculada Conceição de Maria já era extensa. A festa já existia no Oriente e na Itália meridional, então dominada pelos bizantinos, desde o século VII.

A festa não existia, oficialmente, no calendário da Igreja. Os estudos e discussões teológicas avançaram através dos tempos sem um consenso positivo. Quem resolveu a questão foi um frade franciscano escocês e grande doutor em teologia chamado bem-aventurado João Duns Scoto, que morreu em 1308. Na linha de pensamento de são Francisco de Assis, ele defendeu a Conceição Imaculada de Maria como início do projeto central de Deus: o nascimento do seu Filho feito homem para a redenção da humanidade.

Transcorrido mais um longo tempo, a festa acabou sendo incluída no calendário romano em 1476. Em 1570, foi confirmada e formalizada pelo papa Pio V, na publicação do novo ofício, e, finalmente, no século XVIII, o papa Clemente XI tornou-a obrigatória a toda a cristandade.

Quatro anos mais tarde, as aparições de Lourdes foram as prodigiosas confirmações dessa verdade, do dogma. De fato, Maria proclamou-se, explicitamente, com a prova de incontáveis milagres: "Eu sou a Imaculada Conceição".

Deus quis preparar ao seu Filho uma digna habitação. No seu projeto de redenção da humanidade, manteve a Mãe de Deus, cheia de graça, ainda no ventre materno. Assim, toda a obra veio da gratuidade de Deus miseriordioso. Foi Deus que concedeu a ela o mérito de participar do seu projeto. Permitiu que nascesse de pais pecadores, mas, por preservação divina, permanecesse incontaminada.

Maria, então, foi concebida sem a mancha do orgulho e do desamor, que é o pecado original. Em vista disso, a Imaculada Conceição foi a primeira a receber a plenitude da bênção de Deus, por mérito do seu Filho, e que se manifestou na morte e na Ressurreição de Cristo, para redenção da humanidade que crê e segue seus ensinamentos.
Hoje, não comemoramos a memória de um santo, mas a solenidade mais elevada, maior e mais preciosa da Igreja: a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, a rainha de todos os santos, a Mãe de Deus.

Da liturgia bizantina Hino “acatistos”
7/12/2009
 




Do céu foi enviado um arcanjo eminente para dizer à Mãe de Deus: “Alegra-te!” Mas quando te viu, ó Senhora, a sua voz ganhou corpo e ele gritou a sua surpresa e o seu encantamento:

Em seguida apresentamos a tradução do Hino Acatistos, muito cantado na Igreja Oriental, na Solenidade da Santa Mãe de Deus. Nós do Ocidente, também o cantamos em algumas de nossas Paróquias e igrejas


“Alegra-te: em ti brilha a alegria da salvação.
Alegra-te: por ti o mal desapareceu.
Alegra-te, porque ergues Adão da sua queda.
Alegra-te, porque Eva também já não chora.
Alegra-te, montanha inacessível aos pensamentos dos homens.
Alegra-te, abismo insondável aos próprios anjos.
Alegra-te, porque te tornas o trono e o palácio do Rei.
Alegra-te: tu levas em ti Aquele que tudo pode.
Alegra-te, estrela que anuncias o nascer do Sol.
Alegra-te, porque em teu seio Deus tomou a nossa carne.
Alegra-te: por ti, toda a criação é renovada.
Alegra-te: por ti, o Criador fez-se menino.
Alegra-te, Esposa que não foste desposada.”

A Puríssima, conhecendo o seu estado virginal, respondeu confiadamente ao anjo Gabriel: “Que estranha maravilha essa que dizes! Ela parece incompreensível à minha alma; como conceberei sem semente para engravidar, como tu está a dizer?” Aleluia, aleluia, aleluia!


Para compreender este mistério desconhecido, a Virgem dirige-se ao servo de Deus e pergunta-lhe como é que um Filho poderia ser concebido nas suas castas entranhas. Cheio de respeito, o anjo aclama-a:


“Alegra-te: a ti Deus revela os seus desígnios inefáveis.
Alegra-te, confiança dos que rezam em silêncio.
Alegra-te: tu és a primeira das maravilhas de Cristo.
Alegra-te: em ti são recapituladas as doutrinas divinas.
Alegra-te, escada pela qual Deus desce do Céu.
Alegra-te, ponte que nos conduz da terra ao Céu.
Alegra-te, inesgotável admiração dos anjos.
Alegra-te, ferida incurável para os demónios.
Alegra-te: tu geras a luz de forma inexprimível.
Alegra-te: tu não revelas o segredo a ninguém.
Alegra-te: tu ultrapassas a sabedoria dos sábios.
Alegra-te: tu iluminas a inteligência dos crentes.
Alegra-te, Esposa que não foste desposada.”

O poder do Altíssimo cobriu então com a sua sombra a Virgem que não tinha sido desposada, para a levar a conceber. E o seu seio fecundado tornou-se um jardim de
delícias para os que nele querem colher a salvação, cantando: “Aleluia, aleluia, aleluia!”


Nessa Terça-Feira às 20h Santa Missa na Paróquia São Nicolau de Flüe celebrada pelo Padre Eduardo Malaspina
Maiores informações pelo telefone no horário comercial (16)3307.8587

Acontece nesse Sábado dia 05 de Dezembro a Tarde da Pizza na Paróquia São Nicolau de Flüe
3/12/2009
 



Dia 05 de Dezembro (Sábado) acontece a tarde da Pizza em prol das obras da igreja .

As Pizzas serão entregues apartir das 14h às 20h30

São Pizzas semi prontas nos sabores "Mista" e "Musarela"

Adquira sua adesão na secretaria da Paróquia ou com agentes pastorais!

-Valor da Adesão R$7,00

Maiores Informações pelo telefone no horário comercial (16)3307.8587

O Natal dos cristãos
2/12/2009
 






O centro da celebração do natal é, como sempre, na liturgia da Igreja, o mistério da Eucaristia. No Verbo feito carne a Igreja reconhece o Pão da vida, descido do céu. Na Eucaristia, mistério pascal, os fiéis podem estar em contato com o Verbo encarnado, morto e glorificado.

Natal é o grande momento em que celebramos Deus que veio até nós, celebramos o Emanuel. Deus entre nós. A centralidade desta noite está na encarnação. É noite de incontida alegria, é noite de luz. Com os anjos cantamos Glória a Deus nas alturas.

O Salvador do mundo, por Seu Natal, nos faz nascer para a graça. Nascendo para a vida humana possibilita-nos que nasçamos para a vida divina, se correspondermos aos Seus apelos de conversão, unindo à Sua Igreja, pela fé, pelos sacramentos, e pela prática das virtudes.

Na sociedade atual, segmentos diversos apropriaram-se do Natal e o transformaram num evento (algo eventual, passageiro), numa época de lucrativas vendas, num período de festa e consumismo.

Lembremos que o Natal, para nós, discípulos missionários de Jesus Cristo, é um grande acontecimento, que gera em nós compromisso de fé e de vida. É um tempo de verdadeira alegria, pois o Salvador está entre nós. O presépio concretiza a nossos olhos, o filho de Deus feito homem ali, na pobreza e na simplicidade de uma gruta, acolhido pelos mansos e humildes de coração.

O Natal é convite à solidariedade e a fraternidade entre os homens. No Dom que Deus faz do seu Filho, o Pai nos convida a partilha, a tornar-nos dons para os nossos irmãos. Dom que se traduz em serviço generoso, solidariedade, luta pela justiça, defesa da ecologia, socorro dos mais pobres, compromisso com a justiça e a paz.

A Igreja Celebra hoje Santo André Apóstolo
30/11/2009
 



Entre os Doze apóstolos de Cristo, André foi o primeiro a ser seu discípulo. Além de ser apontado por eles próprios como o “número dois”, depois, somente, de Pedro. Na lista dos apóstolos, pela ordem está entre os quatro primeiros. Morava em Cafarnaum, era discípulo de João Batista, filho de Jonas de Betsaida, irmão de Simão-Pedro e ambos eram pescadores no mar da Galiléia.

Foi levado por João Batista à verde planície de Jericó, juntamente com João Evangelista, para conhecer Jesus. Ele passava. E o visionário profeta indicou-o e disse a célebre frase: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo”. André, então, começou a segui-lo.

A seguir, André levou o irmão Simão-Pedro a conhecer Jesus, afirmando: “Encontramos o Messias”. Assim, tornou-se, também, o primeiro dos apóstolos a recrutar novos discípulos para o Senhor. Aparece no episódio da multiplicação dos pães: depois da resposta de Filipe, André indica a Jesus um jovem que possuía os únicos alimentos ali presentes: cinco pães e dois peixes.

Pouco antes da morte do Redentor, aparece o discípulo André ao lado de Filipe, como um de grande autoridade. Pois é a ele que Filipe se dirige quando certos gregos pedem para ver o Senhor, e ambos contaram a Jesus.

André participou da vida publica de Jesus, estava presente na última ceia, viu o Cristo Ressuscitado, testemunhou a Ascenção e recebeu o primeiro Pentecostes. Ajudou a sedimentar a Igreja de Cristo a partir da Palestina, mas as localidades e regiões por onde pregou não sabemos com exatidão.

Alguns historiadores citam que depois de Jerusalém foi evangelizar na Galiléia, Cítia, Etiópia, Trácia e, finalmente, na Grécia. Nessa última, formou um grande rebanho e pôde fundar a comunidade cristã de Patras, na Acaia, um dos modelos de Igreja nos primeiros tempos. Mas foi lá, também, que acabou martirizado nas mãos do inimigo, Egéas, governador e juiz romano local.

André ousou não obedecer à autoridade do governador, desafiando-o a reconhecer em Jesus um juiz acima dele. Mais ainda, clamou que os deuses pagãos não passavam de demônios. Egéas não hesitou e condenou-o à crucificação. Para espanto dos carrascos, aceitou com alegria a sentença, afirmando que, se temesse o martírio, não estaria “pregando a grandeza da cruz, onde morreu Jesus”.

Ficou dois dias pregado numa cruz em forma de “X”; antes, porém, despojou-se de suas vestes e bens, doando-os aos algozes. Conta a tradição que, um pouco antes de André morrer, foi possível ver uma grande luz envolvendo-o e apagando-se a seguir. Tudo ocorreu sob o império de Nero, em 30 de novembro do ano 60, data que toda a cristandade guarda para sua festa.

O imperador Constantino trasladou, em 357, de Patos para Constantinopla, as relíquias mortais de santo André, Apóstolo. Elas foram levadas para Roma, onde permanecem até hoje, na Catedral de Amalfi, só no século XIII. Em 1462,o crânio do mártir foi levado a Roma, para a basílica de São Pedro.

Santo André Apóstolo, Rogai por nós

9ºCerco de Jericó da Paróquia São Nicolau de Flüe hoje às 19h Santa Missa
28/11/2009
 



(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)

Celebrante Padre Eduardo Malaspina
Temática do dia de hoje :Orai a todo momento a fim de terdes forças (Lc 21,30)


Encerramento do Cerco de Jericó com a Santa Missa da Madrugada do dia 29 às 03h
Celebrante Padre Eduardo Malaspina




"Venha Quebrar às muralhas com o poder da oração

Hoje Santa Missa às 20h celebrada pelo Pe Eduardo
27/11/2009
 




(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)


Temática do dia de hoje:o Reino de Deus está perto (lc 21,31

COM OS BRAÇOS ABERTOS NO ALTO DA CRUZ, NOSSO SENHOR ABRAÇOU TODA A HUMANIDADE E NOS DEU O DIREITO DO CÉU !


Por meio da oração serão quebradas todas as amarras,cadeias e muralhas que se levantam contra os filhos de Deus

Hoje Santa Missa às 18h celebrada pelo Pe Osvaldo e logo após às 19h30 SOS Oração
26/11/2009
 






9ºCerco de Jericó da Paróquia São Nicolau de Flüe

"DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM! ETERNA É SUA MISERICÓRDIA!!"


Temática do dia de hoje:Temática:Levantar-vos e erguei a cabeça, pois a vossa libertação está próxima (Lc 21,28)




(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)


Atos de adoração:

-Venho, meu Deus visitar-te.
-Adoro-Te no sacramento do Teu Amor.
-Adoro-Te em todos os Sacrários do mundo.
-Adoro-Te sobretudo onde estás mais abandonado e és ofendido.
-Ofereço-Te todos os actos de Adoração que recebeste desde a instituição deste Sacramento e receberás até ao fim dos séculos.
-Ofereço-Te principalmente as Adorações de Tua Santa Mãe, dos Santos Anjos, de São João, Teu discípulo amado, e das almas mais enamoradas da Eucaristia.
-Glória ao Pai...
_Anjo da guarda, vê e visita em meu nome todos os Sacrários do mundo.
-Diz a Jesus coisas que eu não sei dizer-lhe e pede a Sua bênção para mim e minha família.

Oração diante do Santíssimo Sacramento..
26/11/2009
 



Por meio da oração serão quebradas todas as amarras,cadeias e muralhas que se levantam contra os filhos de Deus.



Jesus Ressuscitado, eu creio que Senhor está vivo diante dos meus olhos na Hóstia consagrada. Creio também, Jesus, no Seu poder contra toda espécie de mal, porque você venceu, pela Sua Morte e Ressurreição, o pecado e a morte. Seu Preciosíssimo Sangue derramado na cruz está presente na Hóstia santa. Eu creio, Jesus, e clamo que este Sangue seja agora derramado sobre mim e sobre todos os meus familiares. Eu peço, Senhor Jesus, deste Sangue, possamos nos livrar de toda a opressão diabólica que possa estar prejudicando a nossa família. Peço também que atenda, em especial, este pedido que agora faço na Sua presença: (apresente aqui o seu pedido...)

Eu, desde já, agradeço, confiante que você me atenderá. Eu louvo o Pai por Ter nos dado você, Jesus, como presente de Páscoa. Eu agradeço de coração ao Espírito Santo que me ilumina e me conduz nos momentos de sofrimento e de escuridão. Muito obrigado, Jesus, meu Salvador e libertador".

Reze com fé um Pai Nosso, uma Ave Maria e o Glória ao Pai

9ºCerco de Jericó:Santa Missa hoje às 20h celebrada pelo Pe Osvaldo
25/11/2009
 



"DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM! ETERNA É SUA MISERICÓRDIA!!"

Temática do dia de Hoje:É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida eterna (Lc 21,19


(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)

Rendemos graças a Deus pelas Suas bênçãos em nossas vidas e prostamo-nos em oração para adorar ao Senhor.

24 horas de adoração ao Santíssimo Sacramento

PROFISSÃO DE FÉ NA EUCARISTIA
25/11/2009
 




Obrigado, Senhor, porque nos destes a Eucaristia
como tesouro mais precioso da nossa Santa Igreja,
pois ela contém todo o mistério da nossa salvação.
Jesus, Vós dissestes na noite da 5ª feira santa:
“Desejei ardentemente comer convosco esta Ceia
Pascal. Fazei isto em memória de mim”. Professamos
a nossa fé nessa verdade que todas as vezes que a
Igreja celebra a Eucaristia rememoramos a Páscoa de
Cristo e se torna sempre atual e presente o sacrifício
que Jesus ofereceu uma vez na cruz por todos.

Como diz São Paulo: “Todas as vezes que comerdes
deste pão e beberdes deste cálice, anunciareis a morte
do Senhor, até que Ele venha.”

Senhor, cremos na vossa presença real nos sinais
do pão e do vinho consagrados. Aumentai a nossa
fé. Dai-nos sempre mais fome do pão da vida, pão
dos anjos, pão de todos nós que somos peregrinos a
caminho da Casa do Pai.

Que a santa comunhão nos faça sempre mais fortes
e unidos no amor a todos os irmãos, solidários com os
mais pobres, e alegres testemunhas do Cristo vivo e
ressuscitado. Ficai sempre conosco, Senhor. Amém!


Saudação à Mãe de Deus
(São Francisco de Assis)

Salve, ó Senhora Santa, Rainha Santíssima, Mãe de Deus, ó Maria,
que sois Virgem feita Igreja, eleita pelo Santíssimo Pai celestial,
que vos consagrou por seu santíssimo e dileto Filho e o Espírito Santo Paráclito!
Em vós residiu e reside toda a plenitude da graça e todo o Bem!
Salve, ó palácio do Senhor! Salve, ó tabernáculo do Senhor!
Salve, ó morada do Senhor! Salve, ó manto do Senhor!
Salve ó serva do Senhor! Salve, ó mãe do Senhor!
Salve, ó vós santas virtudes derramadas pela graça e pela iluminação do Espírito Santo, nos corações dos fiéis, transformando-os de servos infiéis em servos fiéis a Deus. Amém!

Nossa Senhora da Imaculada Conceição!!

Terço da Misericórdia
25/11/2009
 






Ensinado a Santa Faustina. "Pela recitação desse Terço agrada-Me dar tudo que Me pedem. Quando o recitarem os pecadores empedernidos, encherei suas almas de paz, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isto para as almas atribuladas: Quando a alma vê e reconhece a gravidade dos seus pecados, quando se desvenda diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não desespere, mas se lance com confiança nos braços da minha Misericórdia, como uma criança nos braços da mãe querida. Estas almas têm sobre meu Coração misericordioso um direito de precedência. Diz que nenhuma alma que tenha recorrido à minha Misericórdia se decepcionou nem experimentou vexame..." "....Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".

COMO REZAR
Primeiro reze um Pai Nosso, uma Ave Maria, e o Credo

Nas contas maiores:

"ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso muito Amado Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e de todo o mundo."

Nas contas menores:

"Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e de todo o mundo."

Conclua rezando três vezes:
"Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e de todo o mundo"

"Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de misericórdia para nós, eu confio em Vós".

"Às três horas da tarde implora à Minha Misericórdia, especialmente pelos pecadores, e, ao menos por um breve tempo, reflecte sobre a Minha Paixão, especialmente sobre o abandono em que Me encontrei no momento da agonia.

Esta é a hora de grande Misericórdia para o mundo inteiro. Permitirei que penetres na Minha tristeza mortal. Nessa hora nada negarei à alma que Me pedir em nome da Minha Paixão."

9ºCerco de Jericó da Paróquia São Nicolau de Flüe :Santa Missa celebrada pelo Pe Osvaldo hoje às 20h
24/11/2009
 



"DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM! ETERNA É SUA MISERICÓRDIA!!"

Rendemos graças a Deus pelas Suas bênçãos em nossas vidas e prostamo-nos em oração para adorar ao Senhor.

24 horas de adoração ao Santíssimo Sacramento.


Santa Missa hoje às 20h (TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
Celebrante Padre Osvaldo

Temática DO DIA DE HOJE :Grandes sinais serão vistos no céu (Lc 21,11

9º Cerco de Jericó da Paróquia São Nicolau de Flüe de 22 a 28 de Novembro
23/11/2009
 



TEMA:DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM! ETERNA É SUA MISERICÓRDIA!!

O Cerco de Jericó quando realizado com fé e confiança, tem permitido que Deus realize maravilhas. Assim, tem renovado pessoas, famílias e comunidades inteiras, uma vez que revaloriza a oração e maneira interrupta e comunitária, por 7 dias e 7 noites, onde se poderá trazer pedidos e louvores por escrito e depositar num cofre especial.


Segunda-Feira Santa Missa às 20h(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
Celebrante Padre Osvaldo
Temática:Ela ofertou tudo quanto tinha para viver (Lc 21,4)


Terça-Feira Santa Missa às 20h(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
Celebrante Padre Osvaldo
Temática:Grandes sinais serão vistos no céu (Lc 21,11)


Quarta-Feira Santa Missa às 20h(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
Celebrante Padre Osvaldo
Temática:É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida eterna (Lc 21,19)


Quinta-Feira Santa Missa às 18h e logo após o SOS Oração às 19h30 com o Padre Eduardo Malspina (TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)

Temática:Levantar-vos e erguei a cabeça, pois a vossa libertação está próxima (Lc 21,28)


Sexta-Feira Santa Missa às 20h(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
Celebrante Padre Eduardo Malaspina
Temática:o Reino de Deus está perto (lc 21,31)


Sábado,Santa Missa ás 19h(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
Celebrante Padre Eduardo Malaspina
Temática:Orai a todo momento a fim de terdes forças (Lc 21,30)


Encerramento do Cerco de Jericó com a Santa Missa da Madrugada do dia 29 às 03h
Celebrante Padre Eduardo Malaspina
(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)



"Venha Quebrar às muralhas com o poder da oração"


Maiores informações pelo telefone (16) 3307.8587

"Dai graças so Senhor porque Ele é bom, eterna é a Sua misericórdia" (Sl 117)
23/11/2009
 



9º Cerco de Jericó na Paróquia São Nicolau de de 22 a 28 de novembro

Rendemos graças a Deus pelas Suas bênçãos em nossas vidas e prostamo-nos em oração para adorar ao Senhor.

24 horas de adoração ao Santíssimo Sacramento.

Temática do dia de hoje : "Ela ofertou tudo quanto tinha para viver" (Lc 21,4)

Santa missa hoje às 20h, celebrante Pe. Osvaldo

Fazer uma visita ao Sacrário é AMOR A JESUS...ao Santíssimo Sacramento
22/11/2009
 



Quereis que o Senhor vos dê muitas graças?

Visitai-o muitas vezes.

Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-o poucas vezes.

Quereis que o demônio vos assalte?

Visitai raramente a Jesus Sacramentado.

Quereis que o demônio fuja de vós? Visitai a Jesus muitas vezes.

Quereis vencer o demônio? Refugiai-vos sempre aos pés de Jesus.

Quereis ser vencidos? Deixai de visitar a Jesus

Meu caros, a visita é um meio muito necessário para vencer o demônio. Portanto, ide freqüentemente visitar Jesus, e o demônio não terá vitória contra vós."

(Dom Bosco)


O SACRÁRIO



Local onde se guardam as espécies de pão consagradas, ou seja, transformadas em Corpo de Jesus!

Do Catecismo da Igreja Católica

"Pela consagração, opera-se a transubstanciação do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Cristo. Sob as espécies consagradas do pão e do vinho, o próprio Cristo, vivo e glorioso, está presente de modo verdadeiro, real e substancial, com seu Corpo e seu Sangue, sua alma e divindade.
Uma vez que Cristo em pessoa está presente no Sacramento do Altar, devemos honrá-Lo com culto de adoração. «A visita ao Santíssimo Sacramento é uma prova de gratidão, um sinal de amor e um dever de adoração para com Cristo nosso Senhor»."



Nós gostamos de visitar pessoas amigas de conversa agradável, que não tenham vergonha de nós, que sejam como nós, que nos compreende, que sempre nos recebe com um sorriso quando abrem a porta e nos vê.

Ah! como é bom ser bem recebido numa casa, você já pensou nisso? Assim é quando visitamos Jesus, assim é quando abrimos a porta do nosso coração, ajoelhamos prostrados diante do sacrário, diante de sua casa, ali está Ele de braços abertos, sorrindo e nos abençoando com sua luz, como é bom!!!
Quando visito o sacrário, Ali está Meu Amigo Jesus, que me dá conselhos, e me escuta, nunca me condenou apenas orientou quando eu errava, quando eu caia me ajudava a levantar, quando estava cego iluminava meu caminho com seu amor, hoje sou ainda um aprendiz, e assim vou ficar por muito tempo, talvez toda a vida, e toda a vida Jesus não vai se cansar de me ensinar, de me perdoar, e colocar a mão sobre a minha cabeça para me consolar nas minhas dores.
Diante disso, como podemos esquecer desse Amigo? Dedicar um tempo do nosso dia, e dizer um olá, prestar contas da nossa vida , que Ele nos deu, dos nossos problemas imagináveis, pois com Ele presente eles não existem, não custa nada não é?

"Amar a Jesus é retribuir um pouquinho do Seu grande amor por nós, que compreendemos isso..."





Você não acha que Jesus anda muito solitário, abandonado em muitas Igrejas?
Vamos mudar essa realidade tão triste para nosso Senhor Jesus Cristo. De que jeito?
Jesus nos ama e sente saudade de todos nós!
Convoco a todos vocês irmãos e irmãs, a experimentar a partir de hoje a graça maravilhosa de visitar Jesus, Ele nos espera de braços abertos para nos acolher e nos abraçar

Postado por: Marcia Figueiredo Liani

Zumbi dos Palmares, o maior ícone da resistência negra ao escravismo no Brasil.
20/11/2009
 



Vinte de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra. A data - transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978 - não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.

O Quilombo dos Palmares foi fundado no ano de 1597, por cerca de 40 escravos foragidos de um engenho situado em terras pernambucanas. Em pouco tempo, a organização dos fundadores fez com que o quilombo se tornasse uma verdadeira cidade. Os negros que escapavam da lida e dos ferros não pensavam duas vezes: o destino era o tal quilombo cheio de palmeiras.

Com a chegada de mais e mais pessoas, inclusive índios e brancos foragidos, formaram-se os mocambos, que funcionavam como vilas. O mocambo do macaco, localizado na Serra da Barriga, era a sede administrativa do povo quilombola. Um negro chamado Ganga Zumba foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares.

Alguns anos após a sua fundação, o Quilombo dos Palmares foi invadido por uma expedição bandeirante. Muitos habitantes, inclusive crianças, foram degolados. Um recém-nascido foi levado pelos invasores e entregue como presente a Antônio Melo, um padre da vila de Recife.

O menino, batizado pelo padre com o nome de Francisco, foi criado e educado pelo religioso, que lhe ensinou a ler e escrever, além de lhe dar noções de latim, e o iniciar no estudo da Bíblia. Aos 12 anos o menino era coroinha. Entretanto, a população local não aprovava a atitude do pároco, que criava o negrinho como filho, e não como servo.

Apesar do carinho que sentia pelo seu pai adotivo, Francisco não se conformava em ser tratado de forma diferente por causa de sua cor. E sofria muito vendo seus irmãos de raça sendo humilhados e mortos nos engenhos e praças públicas. Por isso, quando completou 15 anos, o franzino Francisco fugiu e foi em busca do seu lugar de origem, o Quilombo dos Palmares.

Após caminhar cerca de 132 quilômetros, o garoto chegou à Serra da Barriga. Como era de costume nos quilombos, recebeu uma família e um novo nome. Agora, Francisco era Zumbi. Com os conhecimentos repassados pelo padre, Zumbi logo superou seus irmãos em inteligência e coragem. Aos 17 anos tornou-se general de armas do quilombo, uma espécie de ministro de guerra nos dias de hoje.

Com a queda do rei Ganga Zumba, morto após acreditar num pacto de paz com os senhores de engenho, Zumbi assumiu o posto de rei e levou a luta pela liberdade até o final de seus dias. Com o extermínio do Quilombo dos Palmares pela expedição comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, em 1694, Zumbi fugiu junto a outros sobreviventes do massacre para a Serra de Dois Irmãos, então terra de Pernambuco.

Contudo, em 20 de novembro de 1695 Zumbi foi traído por um de seus principais comandantes, Antônio Soares, que trocou sua liberdade pela revelação do esconderijo. Zumbi foi então torturado e capturado. Jorge Velho matou o rei Zumbi e o decapitou, levando sua cabeça até a praça do Carmo, na cidade de Recife, onde ficou exposta por anos seguidos até sua completa decomposição.

“Deus da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo”. Seja qual for a tradução correta do nome Zumbi, o seu significado para a história do Brasil e para o movimento negro é praticamente unânime: Zumbi dos Palmares é o maior ícone da resistência negra ao escravismo e de sua luta por liberdade. Os anos foram passando, mas o sonho de Zumbi permanece e sua história é contada com orgulho pelos habitantes da região onde o negro-rei pregou a liberdade.

Fonte:Educacaoreligiosa.com.br

Você sabe ler e rezar com a Palavra de Deus?
17/11/2009
 

Que a Palavra do senhor se propague...

"Toda a Sagrada Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra (cf. II Timóteo 3, 16-17).

1- LER: Escutamos a Palavra de Deus. É a hora de engolir. É uma leitura bem ativa: lemos com lápis ou caneta na mão, sublinhando e destacando elementos essenciais: verbos, sujeitos ativos, ações, atitudes, pensamentos, a situação, os motivos das ações. Mais do que ler, na verdade, relemos várias vezes, fazendo com a caneta todas essas anotações. Podemos recorrer a outras traduções que ajudem a esclarecer; lançar mão de introduções, explicações e notas de rodapé, hoje abundantes em nossas Bíblias. Podemos também comparar com as passagens paralelas, em geral indicadas nas margens das páginas da Bíblia, logo depois dos títulos, etc. Esse é o primeiro estágio do mastigar e engolir. Vamos prestando atenção aos vários pontos indicados e nos deixando levar de uns para os outros a partir do seu próprio movimento interior; isso leva de modo natural a um surpreendente entendimento. É a luz que se faz interior. Esse imperativo interior nos conduz de maneira deveras natural à segunda etapa, que é quando se inicia de fato a “ruminação”.

2- SABOREAR: Poderíamos chamar essa etapa de “meditar”, pois, na verdade, é uma meditação da Palavra mastigada. Não o fazemos, contudo, para não dar a impressão errônea de que se trata de um trabalho puramente intelectual, preferindo denominá-la “saborear”. Tive um professor de ciências que dizia que na hora de a vaca e o boi ruminarem o capim, este fica, por causa da saliva, doce. Brincávamos com ele, perguntando-lhe como ele sabia disso… Na verdade, é chegado o momento de “sentir” a Palavra. O intelecto também participa dele, mas não está sozinho. Entram também os sentimentos, a nossa liberdade movida pelo Espírito, os vários movimentos da vontade. Eis o principal momento em que devemos nos deixar impregnar pelos sentimentos que o Espírito Santo faz surgir em nós por meio da Palavra: alegria, medo, confiança, generosidade, arrependimento, esperança, entusiasmo, entre outros. Os vários sentimentos, os vários impulsos que se misturam uns aos outros…

3- ORAR: Como é de se esperar, esses sentimentos nos levam a dar uma resposta. Não é tanto responder à Palavra quanto ao Senhor que, pela Palavra, infundiu em nós esses impulsos. Brotam naturalmente o louvor, o arrependimento, a súplica, a gratidão, o pedido de perdão, a oferta, a adoração, e assim por diante. Mais do que uma oração por palavras, essa vai ser uma oração de sentimentos e de atitudes interiores. Umas poucas palavras nos prestarão simplesmente ajuda para nos exprimirmos e nos referirmos ora ao Pai, ora a Jesus, ora ao próprio Espírito Santo. É uma oração já bem simples e sobremodo interiorizada.

4- CONTEMPLAR: Pouco a pouco, todos aqueles sentimentos que se misturavam e se multiplicavam em nós, assim como os vários movimentos de oração por eles provocados, vão se simplificando e se unificando em nosso íntimo. É a hora da tranquilidade, da harmonia, do repouso em Deus. Eis o que significa contemplação: entrarmos, mediante a Palavra, no Templo de Deus, que existe em todos nós e aí nos deixamos ficar repousando no Senhor. Vem aqui a simplicidade de todos os nossos movimentos interiores. Trata-se de um movimento privilegiado, um instante de graça. Todos podem chegar a vivenciá-lo; Deus deseja vê-lo em todas as pessoas, sem distinção. Os mais simples podem chegar com mais facilidade a esse ponto; os que mais penam são os intelectuais. É lamentável que se tenha criado tanto mistério, tanta complicação, acerca de algo tão simples como a contemplação, a ponto de parecer que só tem acesso a ela uma minoria, quando o Altíssimo sempre quis vê-la ao alcance de todos. Graças ao Pai isso nos é devolvido hoje, e gratuitamente.

5- ESCREVER: O ponto de chegada é a contemplação. Contudo, depois que a rede está repleta de peixes, não se pode deixar que escapem e vão embora. Apesar do gozo espiritual que a contemplação lhe traz, ponha-se a escrever: é seu Diário Espiritual, feito agora de maneira distinta e certamente muito proveitosa. Não é questão de escrever muito, nem é o momento de narrar ou descrever o que se passou. Agora, temos somente de registrar: O que Deus me falou? O que Ele realizou em mim? O que deixou depositado em meu interior? Isso tudo é muito precioso; é algo que não se pode perder. Você também pode registrar: O que, a partir dessa Palavra, Deus diz hoje de mim? O que Ele diz para mim? Você recolhe o conteúdo depositado em seu ser dos dois lados: “O que diz de mim” e “O que diz para mim”. Não estou fazendo um simples jogo de palavras, são duas maneiras de focalizar a questão. E não é difícil diferenciar.

Veja primeiro: O que Deus diz de mim? O que sou? Quem Ele me fez? Quais qualidades que Ele mesmo me deu e quer que eu as assuma e cultive. Da minha vocação e missão, do trabalho específico a mim confiado e para o qual me capacitou com os dons naturais que me deu, com os carismas do Espírito Santo de que me dotou por graça. Segundo: O que Ele diz para mim? O que Ele quer de mim? Que eu seja e que eu realize. Que atitudes quer que eu tome e o que quer que eu cultive. Por quais caminhos Ele quer que eu vá, que rumos me indica, que mudanças quer que eu assuma, o que quer transformar em mim. Convenhamos : não é nada complicado. Apresentei tudo isso apenas para você perceber a diferença e medir a amplitude daquilo que Deus possa estar dizendo a você”.



Oração: Ó Deus, torna meu espírito digno de encontrar sua alegria na compreensão do Mistério de Cristo, teu Filho bem-amado, revelado nas Escrituras. Acende tua Santa Luz, no meu coração, a fim de que meu espírito penetre para além das palavras escritas com tinta… Que eu veja, com os olhos iluminados, os sagrados mistérios escondidos na tua Boa Nova. Concede, ó meu Senhor, por tua graça, e tua misericórdia, que tua lembrança nunca desapareça do meu coração, nem de dia nem de noite. Amém


Fonte:cancaonova.com

A igreja celebra hoje Santa Margarida da Escócia
16/11/2009
 

Santa Margarida é recebida pelo Rei


Capela de Sta. Margarida

Neste dia lembramos com carinho a vida de mais uma irmã nossa que para a Igreja militante brilha como exemplo e no Céu como intercessora de todos nós pecadores chamados à santidade. Santa Margarida nasceu na Hungria no ano de 1046, isto quando seu pai Eduardo III (de nobre família inglesa) aí vivia exilado, devido aos conflitos pelo trono da Inglaterra (o rei da Dinamarca ocupara o trono inglês). Em 1054, seu pai retornou à Inglaterra, Margarida tinha portanto oito ou nove anos quando conheceu a pátria inglesa. No entanto, após a morte de seu tio-avô, Santo Eduardo, em 1066, recomeçaram os conflitos: a luta entre Haroldo e Guilherme da Normandia obrigou Edgardo, irmão de Margarida, a refugiar-se novamente na Escócia com a mãe e as irmãs, tendo-lhes o pai morrido alguns anos antes.

Vivendo na Escócia, Margarida casou-se com o rei Malcom III e buscou com os oito filhos (seis príncipes e duas princesas, uma delas chamada Edite, que veio posteriormente a ser rainha da Inglaterra e conhecida com o nome de Santa Matilde) a graça de constituir uma verdadeira Igreja doméstica. Santa Margarida, como rainha da Escócia, procurou cooperar com o rei, tanto no seu aperfeiçoamento humano (pois de rude passou a doce) quanto na administração do reino (porque baniu todas futilidades e aproximou os bens reais das necessidades dos pobres).

Conta-se que a própria Santa Margarida alimentava e servia diariamente mais de cem pobres, ao ponto de lavar os pés e beijar as chagas daqueles que eram vistos e tratados por ela como irmãos e presença de Cristo. Quando infelizmente seu esposo e filho morreram num assalto ao castelo, Margarida que tanto os amava não se desesperou, mas sim aceitou e entregou tudo a Deus rezando: "Agradeço, ó Deus, porque me dás a paciência para suportar tantas desgraças!"

Santa Margarida entrou no Céu a 16 de novembro de 1093. Foi sepultada na igreja da Santíssima Trindade, em Dunfermline, para onde também o corpo do rei Malcom III foi levado mais tarde.

Santa Margarida da Escócia, rogai por nós!

Papa acompanhou com “atenção” as festas pela queda do Muro de Berlim
10/11/2009
 






Cidade do Vaticano, 10 nov (SIR) - O papa Bento XVI acompanhou hoje com "atenção e participação" as celebrações pelo 20º aniversário da queda do Muro de Berlim, mas se reservou a expressar suas considerações ao presidente da Alemanha, Horst Koehler, que será recebido no Vaticano em audiência no próximo dia 5. Segundo informou o padre Federico Lombardi, porta-voz da Santa Sé, "o Papa acompanha com interesse os fatos, no entendimento de que se tratou de um fato fundamental para a Alemanha, Europa e para o mundo". Ainda que Bento XVI, que ontem realizou sua 20ª viagem apostólica dentro da Itália, não tenha participado pessoalmente das comemorações e nem tenha dirigido uma mensagem sobre o tema, ele destinou suas orações desta manhã aos festejos em Berlim. Em outubro passado, durante um concerto organizado para recordar os 70 anos do início da Segunda Guerra Mundial, citou seu antecessor João Paulo II para enfatizar que a queda do Muro de Berlim foi "um símbolo eloquente do fim de regime totalitários comunistas da Europa do Leste". "A queda do muro -- escreveu João Paulo II -- como a queda de perigosos simulacros e de uma ideologia opressiva, demonstraram que as liberdades fundamentais, que dão significado à vida humana, não podem ser reprimidas nem sufocadas por muito tempo", disse Bento XVI na ocasião. Há alguns dias, Lombardi comentou a queda do muro, enfatizando que a "fé cristã demonstrou ter contribuído mais uma vez à unificação e à civilização do continente, após superar o teste cruel do ateísmo". No Vaticano especula-se também que Bento XVI poderia visitar a Alemanha, seu país de origem, no próximo ano, quando serão comemorados os 20 anos da reunificação dessa nação. Uma grande festa marcou hoje, na Alemanha, o aniversário da destruição do muro, construído em 1961 e que dividiu a Alemanha Oriental da Ocidental. Com a presença de dirigentes mundiais, entre eles o premier italiano, Silvio Berlusconi, as festividades incluíram um concerto dirigido pelo maestro argentino-israelense Daniel Barenboim e reuniram mais de 100 mil pessoas.


A Caridade nunca acaba
10/11/2009
 



"Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade." (I Cor 13,13)




Amor é uma palavra que expressa um sentimento grandioso, mas tem sido desvirtuada e, atualmente, não sabemos o que significa, sendo usada de modo pejorativo. A Caridade é a terceira virtude teologal, além de ser a principal. A caridade,ou seja é o amor de Deus que habita em nosso coração e é o sentimento que compartilhamos com as pessoas em nossa volta quando nos deixamos ser guiados pelo Espírito Santo.“A Caridade é a virtude teologal, pela qual a pessoa ama a Deus sobre todas as coisas, por Ele mesmo (Não por interesse) e ama ao próximo por Deus ”.


Existem dois tipos de amor: o amor concupiscência que é um amor por egoísta, onde na verdade não há amor,mas sim interesses próprios em busca de prazer e de satisfazer nosso próprio ego ou vazio interior e há o amor de amizade,ou amor ágape que é o amor de Deus,que é um amor gratuito sem ficar esperando nada em troca. Ágape é mais do que amor romântico e é mais do que a amizade. Ágape é compreensão, boa vontade ativa e redentora para com todos os homens. Ágape é um amor espontâneo que nada espera em troca..O amor de Deus por nós é um amor incondicional.Quando a gente ama alguém a este nível, ama todos os seres humanos não porque se gosta deles, não porque o seu mode de ser me agrada, mas porque amamos.Foi isso que Jesus quis quando nos ensinou: "Amais os vossos inimigos" (Mt 5, 44).


O amor não é um sentimento,é uma ação e uma ação que quando sincera exige doação.


O mandamento principal para o cristão é AMAR, já que o amor contém todos os demais mandamentos.São Paulo disse que “a caridade é o vínculo da perfeição” (Col 3, 14); “A ciência incha mas a caridade edifica” (1Cor 8,1); “A caridade não pratica o mal contra o próximo. Portanto, a caridade é o pleno cumprimento da lei” (Rom 13, 10); “Tudo o que fazeis, fazei-o na caridade” (1 Cor 16, 14); “Mas, pela prática sincera da caridade, cresçamos em todos os sentidos, naquele que é a cabeça, Cristo.” (Ef 4, 15) .Muitos querem apenas o “Deus que é Amor”, mas se esquecem do Deus que é também a Verdade. Esta é uma “porta estreita ” que muitos não querem entrar, mas é a “porta da vida”. (Mt 7,13). A Igreja é muitas vezes criticada exatamente porque não abre mão da verdade. Não aceita fazer a caridade sem observar a verdade.Santo Agostinho recomendava com sua sabedoria e santidade: “Não se imponha a verdade sem caridade, mas não se sacrifique a verdade em nome da caridade”. Sem a verdade a caridade é falsa, e não pode haver salvação,porque Jesus Cristo é a excelência da caridade e da verdade.


A verdade e a caridade são duas virtudes fundamentais para a nossa salvação.

Pastoral do Dízimo, obras de misericórdia
6/11/2009
 



"A oração do humilde penetra as nuvens:ele não se consolará,enquanto ela não chegar(a Deus),e não se afastará,enquanto o Altíssimo não puser nela os olhos."(Eclesiástico 35,21)

É de extrema generosidade orar pelas pessoas,sobretudo quando se encontram em dificuldades. A intercessão exige amor ao próximo e fé no senhor .Estar diante do altíssimo, o Senhor que tudo vê e pode,e a Ele pedir pela necessidade alheia é sinal de amadurecimento e compreensão da misericórdia.
Quando essa oração é realizada em segredo ,sem que ninguém saiba,nem mesmo a pessoa pela qual se ora,toca-se num mistério divino que nem mesmo nessas situações se pode tocar.Nesses ,momentos de oração, sentimos que o Espírito Santo preenche todos os vazios de nossos corações com seus frutos e dons.Uma explosão de alegria que alimenta a fé e nos fortalece a vontade.
Como é bom podermos ver na vida do irmão ou da irmã os resultados de uma oração silenciosa . Mas, imagine algo que transceda ainda mais essa experiência mística:orar pelos falecidos que se encontram no purgatório.
Sabedores que somos da doutrina de nossa igreja nós acreditamos que os falecidos ,umas vez com Deus,tornam-se intercessores nossos juntos ao pai.
Que benção pode ser maior do que ter pessoas que reconheceram a luz de Deus através de sua intercessão,suplicando pelas suas necessidades no céu?Parentes ou não ,conhecidos ou não.Cada pessoa liberta é uma vitória de Cristo.Vitória da ressurreição.
Se nossas orações particulares fazem bem,imagine o que pode fazer a assembléia de fiéis reunida na santa Missa,onde nossas intercessões se unem à intercessão do próprio Jesus.Nada se compara a oração da família cristã reunida.
Sua participação na comunidade é fundamental para o bem comum e também para o seu crescimento espiritual.Nossa fidelidade como Dízimo não só suporta as necessidades materiais da igreja,mas repara os males do pecado com as obras de misericórdia.

Deus da Vida!

Peço-te que me ensines a bem viver as virtudes de santidade para que eu possa pela Tua misericórdia merecer a eternidade ao Teu lado.
Peço-te ainda por todos aqueles, vivos ou falecidos ,que ainda não reconheceram a Tua luz.


Misericórdia Senhor!

Seja dizimista você também!

Aguardamos você em nosso plantão nas Missas:

Terça-feira às 19h
Quarta-feira às 19h
Sexta-feira às 19h
Sábado às 19h
Domingo às 8h, 10h e 19h








São Carlos Borromeu, nosso padroeiro
4/11/2009
 






Carlos, o segundo filho de Gilberto, nasceu em 2 de outubro de 1538. Menino ainda, revelou ótimo talento e uma inteligência rara. Ao lado destas qualidades, manifestou forte inclinação para a vida religiosa, pela piedade e o temor a Deus. Ainda criança, era seu prazer construir altares minúsculos, diante dos quais, em presença dos irmãos e companheiros de idade, imitava as funções sacerdotais que tinha observado na Igreja. O amor à oração e o aborrecimento aos divertimentos profanos, eram sinais mais positivos da vocação sacerdotal.
O ano de 1562 veio a Carlos com a graça do sacerdócio.
No silêncio da meditação, lançou Carlos planos grandiosos para a reorganização da Igreja Católica. Estes todos se concentraram na idéia de concluir o Concílio de Trento. De fato, era o que a Igreja mais necessitava, como base e fundamento da renovação e consolidação da vida religiosa. Carlos, sem cessar, chamava a atenção do seu tio (que era cardeal e foi eleito Papa, com o nome de Pio IV) para esta necessidade, reclamada por todos os amigos da Igreja. De fato, o Concílio se realizou, e Carlos quis ser o primeiro a executar as ordens da nova lei, ainda que por esta obediência tivesse de deixar sua posição para ocupar outra inferior.
Carlos sabia muito bem que a caridade abre os corações também à religião. Por isto foi que grande parte de sua receita pertencia aos pobres, reservando ele para si só o indispensável. Heranças ou rendimentos que lhe vinham dos bens de família, distribuía-os entre os desvalidos. Tudo isto não aguenta comparação com as obras de caridade que o Arcebispo praticou, quando em 1569-1570, a fome e uma epidemia, semelhante à peste, invadiram à cidade de Milão. Não tendo mais o que dar, pedia ele próprio esmolas para os pobres e abria assim fontes de auxílio, que teriam ficado fechadas. Quando, porém, em 1576, a cidade foi atingida pela peste, e o povo abandonado pelos poderes públicos, visto que ninguém se compadecia do povo, ainda procurava os pobres doentes dos quais ninguém lembrava, consolava-os e dava-lhes os santos sacramentos. Tendo-se esgotado todas as fontes de recurso, Carlos lançou mão de tudo o que possuía, para amenizar a triste sorte dos doentes. Mais de cem sacerdotes tinham pago com a vida, na sua dedicação e serviço aos doentes. Deus conservava a vida do Arcebispo, e este se aproveitou da ocasião para dizer duras verdades aos ímpios e ricos esquecidos de Deus.
Gregório XIII, não só rejeitou as acusações infundados feitas ao Arcebispo, mas ainda recebeu Carlos Borromeu em Roma, com as mais altas distinções. Em resposta a este gesto do Papa, o governador de Milão, organizou no primeiro domingo da Quaresma de 1579, um indigno préstito carnavalesco pelas ruas de Milão, precisamente à hora da missa celebrada pelo Arcebispo. O mesmo governador, que tanta guerra ao Prelado movera, e tantas hostilidades contra São Carlos estimulara, no leito de morte reconheceu o erro e teve o consolo da assistência do santo Bispo na hora da agonia. Seu sucessor, Carlos de Aragão, duque de Terra Nova, viveu sempre em paz com a autoridade eclesiástica. O Arcebispo gozou deste período só dois anos.
Quando em outubro de 1584, como era de costume, se retirara para fazer os exercícios espirituais, teve fortes acessos de febre, aos quais não deu importância e dizia: “Um bom pastor de almas, deve saber suportar três febres, antes de se meter na cama”. Os acessos renovaram-se e consumiram as forças do Arcebispo. Ao receber os santos sacramentos, expirou aos 03 de novembro de 1584. Suas últimas palavras foram: “Eis Senhor, eu venho, vou já”. São Carlos Borromeu tinha alcançado a idade de 46 anos.
O Papa Paulo V, canonizou-o em 1610 e fixou-lhe a festa para o dia 04 de novembro.

São Carlos Borromeu, rogai por nós!

Festividades de São Carlos Borromeu na Catedral de São Carlos
4/11/2009
 



Programação

6h – Alvorada Festiva

7h – Santa Missa

8h – Bênção do bolo de São Carlos Borromeu

12 – Santa Missa

15h – Bênção para doentes

16h30 – Recepção da Imagem de São Carlos Borromeu na Praça Itália com carreata até a Catedral

17h – Santa Missa presidida pelo Sr. Bispo Diocesano, Dom Paulo Sérgio Machado e concelebrada com todos os padres

19h – Show com a Banda Doce Veneno e barracas de alimentação no pátio da Catedral


Participe!



São Carlos, 152 anos: Uma cidade para amar
4/11/2009
 



Todos os sentidos levam a São Carlos: o cheiro e o gosto de um bom café passado na hora numa de suas esquinas. O alarido dos universitários em seu incompreendido carnaval temporão, o clima eternamente indeciso entre brisas, estiagens e tempestades, e a imagem envelhecida da cúpula da Catedral, que lhe dá identidade.


"Surpreender-se é começar a entender", dizia a frase pichada com spray num muro perto de casa, quando desembarcamos vindos de Boa Esperança no começo dos anos 70.

Era um epitáfio da São Carlos de um passado que não conheci e que naquele preciso momento se transformava. Entre edifícios de tom pastel surgia outra cidade.

É bem verdade que não há lugar que deixe de revelar a alma de seu povo e confessar, mais cedo ou mais tarde, sua razão de existir. As cidades da arquitetura pós-moderna guardam semelhanças tantas que parecem cópias umas das outras. Mas São Carlos guarda sutis diferenças. É singular desde sempre ao colocar um olho no futuro e outro no passado. É a cidade dos casarões e da tecnologia, da Festa do Clima e das universidades.

Tal qual uma mulher, a cidade que nasceu na primavera seduz calmamente. Em pouco tempo aqui é possível estar conjugando o verbo sãocarlar sem se dar conta. Destino de quem bebe dessa água e, se consegue ir embora, um dia volta.

Uma das qualidades de São Carlos é permitir que os são-carlenses, de nascimento, fé e teimosia, construam cada um o seu universo particular. É como um caderno novo à espera de nossas histórias. E todos têm uma receita própria para extrair, aqui e acolá, o néctar de viver em um lugar onde cabem muitos outros lugares.

As colinas que formam vales e os humores do clima colaboram. O mundo inteiro diz que o clima do planeta enlouqueceu, mas aqui isso é notícia velha. Mais precisamente de meados dos anos 60, quando se concebeu a abstrata "Festa do Clima", para saudar o zigue-zague do tempo.

Amiga de uma boa polêmica, que de resto tem origem na sua própria história, São Carlos tem queda para o debate. Até hoje não se chega a conclusão alguma sem que se estabeleçam homéricas discussões, entre gestos largos e um sotaque meio puxado para o italiano. Sorte que tudo acaba em pizza. Va bene.

Meio Peter Pan, meio irmã da gente, São Carlos conserva indicadores sociais acima da média nacional, porém um breve caminhar pelas ruas repletas de retalhos no asfalto e buracos nas calçadas a revela uma cidade tipicamente brasileira. Tem índios, bandeirantes, nobres donatários e imigrantes no seu DNA. Parafraseio o grafite: "Entendê-la é começar a surpreender-se".

Abro a janela para olhar a cidade em mais um aniversário. A janela é como um espelho que reflete o que somos.A cada novembro ficamos mais são-carlenses e um pouco narcisos a olhar detidamente o nosso próprio rosto na imagem da cidade. Assimilamos algo de Ronald Golias, a mais completa tradução desta terra.

Ô Cride, fala pra mãe que São Carlos aos 152 anos está inteiraça, mas "de novo qual uma mulher" tem sempre a sensação de que lhe falta alguma coisa.


Pura modéstia. Na verdade o que ela precisa é do carinho da gente.

Autor: Cirilo Braga
fonte: http://www.saocarlosdiaenoite.com.br/ler.php?n=6817

Memorial Jardim da Paz convida você para a programação especial do Dia de Finados.
28/10/2009
 



Celebrar nosso ente querido faz parte da tradição de todos os cemitérios .

A partir das 8h30, apresentação do violinista Ariel e exposição de quadros da artista plástica Daniela Caburro.

Às 10h santa missa presidida pelo Pe Eduardo Malaspina.
Você quer participar da missa e não tem como se locomover até lá?
O Memorial Jardim da Paz disponibilizará para você ônibus gratuito às 9 e às 9 e 15 da manhã com saída das imediações da Paróquia São Nicolau de Flüe na Vila Carmem.

O Cemitério Memorial Jardim da Paz está localizado na Av. José Antonio Migliato, 1.500, Jardim Cruzeiro do Sul. Informações pelos telefones (16) 3374-4909 / 3374-4910, 3374-4911 e 0800.722.02.08, ou no site www.memorialsaocarlos.com.br.


A Igreja Celebra hoje 28 de Outubro São Simão e São Judas Tadeu
28/10/2009
 

São Simão e São Judas Tadeu

Celebramos na alegria da fé os apóstolos São Simão e São Judas Tadeu. Os apóstolos foram colunas e fundamento da verdade do Reino.

São Simão:

Simão tinha o cognome de Cananeu, palavra hebraica que significa "zeloso". Nicéforo Calisto diz que Simão pregou na África e na Grã-Bretanha. São Fortunato, Bispo de Poitiers no fim do século VI, indica estarem Simão e Judas enterrados na Pérsia. Isto vem das histórias apócrifas dos apóstolos; segundo elas, foram martirizados em Suanir, na Pérsia, a mando de sacerdotes pagãos que instigaram as autoridades locais e o povo, tendo sido ambos decapitados. É o que rege o martirológio jeronimita. Outros dizem que Simão foi sepultado perto do Mar Negro; na Caucásia foi elevada em sua honra uma igreja entre o VI e o VIII séculos. Beda, pelo ano de 735, colocou os dois santos no martirológio a 28 de outubro; assim ainda hoje os celebramos. Na antiga basílica de São Pedro do Vaticano havia uma capela dos dois santos, Simão e Judas, e nela se conservava o Santíssimo Sacramento.

São Judas Tadeu:

Judas, um dos doze, era chamado também Tadeu ou Lebeu, que São Jerônimo interpreta como homem de senso prudente. Judas Tadeu foi quem, na Última Ceia, perguntou ao Senhor: "Senhor, como é possível que tenhas de te manifestar a nós e não ao mundo?" (Jo 14,22).

Temos uma epístola de Judas "irmão de Tiago", que foi classificada como uma das epístolas católicas. Parece ter em vista convertidos, e combate seitas corrompidas na doutrina e nos costumes. Começa com estas palavras: "Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados e amados por Deus Pai, e conservados para Jesus Cristo: misericórdia, paz e amor vos sejam concedidos abundantemente". Orígenes achava esta epístola "cheia de força e de graça do céu".

Segundo São Jerônimo, Judas terá pregado em Osroene (região de Edessa), sendo rei Abgar. Terá evangelizado a Mesopotâmia, segundo Nicéforo Calisto. São Paulino de Nola tinha-o como apóstolo da Líbia.

Conta-se que Nosso Senhor, em revelações particulares, teria declarado que atenderá os pedidos daqueles que, nas suas maiores aflições, recorrerem a São Judas Tadeu. Santa Brígida refere que Jesus lhe disse que recorresse a este apóstolo, pois ele lhe valeria nas suas necessidades. Tantos e tão extraordinários são os favores que São Judas Tadeu concede aos seus devotos, que se tornou conhecido em todo o mundo com o título de Patrono dos aflitos e Padroeiro das causas desesperadas. São Judas é representado segurando um machado, uma clava, uma espada ou uma alabarda, por sua morte ter ocorrido por uma dessas armas.

São Simão e São Judas Tadeu, rogai por nós!

Entenda o sgnificado dos Santos na Igreja , católicos não adoram as imagens de santos!
27/10/2009
 



Desde há muito tempo acusa-se a Igreja católica de desprezar as Sagradas Escrituras e tornar sem eficácia a única mediação de Cristo Jesus com o culto à Virgem Maria e aos Santos.

Também neste ponto - como naquele referente às imagens - não há fundamento algum numa tal acusação.

É verdade que somente Jesus Cristo salva: “Não há, debaixo do céu, outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,11). Ele é o único Mediador entre Deus, nosso Pai, e a humanidade: “Há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, um homem, Cristo Jesus, que se deu em resgate por todos” (1Tm 2,5). Nele nós temos a bênção da graça e da salvação: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com toda a sorte de bênção espirituais, nos céus, em Cristo. É pelo sangue deste que temos a redenção, a remissão dos pecados... (Ef 1,3.7). Este, é, portanto, um ponto central claríssimo da fé católica: só Cristo salva e somente Cristo intercede por nós junto do Pai. Não há outra mediação fora da mediação do único e absoluto Salvador, Cristo Jesus.

Como, então, justificar o culto aos Santos? Como compreender que se fale em intercessão dos Santos e, particularmente, da Virgem Maria?

1. O que é «um Santo»?
Antes de tudo, é importante compreender bem o que é um Santo.

Segundo a Escritura, somente Deus é Santo (cf. 1Sm 2,2; Sl 22,3; Is 6,3). A palavra hebraica «santo» (=kadosh) significa «separado». Deus é o Outro, o que está para além de tudo, o que é diverso de toda a criação, é aquele que não pode ser confundido com as criaturas, aquele que não pode ser manipulado pelo homem. Deus não está entre as criaturas: ele é o sustento de tudo, é o fundamento de tudo: “Nele vivemos, nos movemos e existimos” (At 17,28). Porque é Santo, Deus é completamente livre, soberano, glorioso. A Igreja, fiel à Palavra de Deus, afirma, na Oração Eucarística II: “Na verdade, ó Pai, vós sois Santo e fonte de toda a santidade!”

Sendo o Filho eterno do Pai, e Deus com o Pai, Jesus Cristo é o Santo de Deus (cf. Mc 1,24; Lc 1,35; At 3,14...). A cada Domingo a Igreja dirige-se, na Missa, ao Senhor Jesus com estas palavras: “Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo na glória de Deus Pai” (Oração do Glória). Sendo o Santo, ele nos santificou com a sua cruz e ressurreição, pois, ressuscitando, derramou sobre nós o seu Espírito Santo, Espírito de santificação: “Dizendo isso, soprou sobre eles e lhes disse: «Recebei o Espírito Santo...» (Jo 20,22). Ao sermos batizados, recebemos o Espírito Santo do Cristo ressuscitado, que nos dá uma nova vida: a vida do próprio Deus. É esta vida nova que nos faz “Santos”: “Vós vos lavastes, fostes santificados, fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito Santo” (1Cor 6,11) “Nele (em Cristo) ele (o Pai) nos escolheu antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele no amor” (Ef 1,4). Por isso mesmo São Pedro afirma na sua carta: “Vós sois uma raça eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, o povo de sua particular propriedade” (1Pd 2,9).

Assim, aqueles que foram batizados em Cristo receberam a santidade de Cristo porque receberam o Espírito Santo de Cristo, Espírito santificador. Por isso mesmo muitas vezes São Paulo chama todos os cristãos de “Santos” (cf. 1Cor 1,2; 2Cor 1,1; Ef 3,8; Fl 4,21...). No entanto o cristão, sendo santo, ou seja, santificado por Cristo, deve viver como santo. Escrevendo aos Coríntios, o Apóstolo assim se referia aos batizados: ... àqueles que foram santificados em Cristo Jesus, chamados a ser santos... (1Cor 1,2). Em outras palavras: já santificados pelo Batismo, devemos cada vez mais nos abrir à ação do Espírito de santificação, que é o Espírito do Cristo ressuscitado. Vejam bem: a santidade é um fato já concreto para todo batizado: somos santos, fomos santificados e, ao mesmo tempo, é um processo, um desafio, um programa de vida: tornarmo-nos, por nossas ações e atitudes, aquilo que já somos. Assim, há santos que vivem como santos e há santos que vivem como pagãos! Só os primeiros são fiéis à graça recebida no Batismo!

Portanto, “santo”, para a Igreja, é todo cristão! Contudo, damos o nome de «santo» de um modo todo especial àqueles cristãos, irmãos nossos - canonizados ou não -, que já estão na Glória. Eles foram abertos à graça de Cristo, eles disseram “sim” sem reservas à salvação trazida por Jesus; aceitando completamente Jesus como Salvador, eles não resistiram à ação do Espírito Santo, eles viveram seu Batismo até às últimas conseqüências! O «santo» é um pecador como nós, que lutou para levar Cristo a sério e, procurando ser fiel à graça de Cristo, viveu o Evangelho. Por isso mesmo é apresentado pela Igreja como exemplo para todos nós. É este, aliás, o sentido da canonização: a Igreja propõe um filho seu como modelo de vida cristã e de seguimento a Cristo. Se alguém é «santo», é por graça de Deus, que o santificou. O «santo» não é um super-homem que, se santificou com suas forças! Ele recebeu a santidade de Cristo, foi aberto à ação santificante do Espírito do Senhor Jesus. Dizer que alguém é santo significa dizer que foi santificado por Cristo! “Pela graça de Deus sou o que sou: e sua graça a mim dispensada não foi estéril” (1Cor 15,10). Assim sendo, quando a Igreja afirma que alguém está na Glória e o chama «santo» deseja mesmo é mostrar o quanto a graça salvadora de Cristo é eficaz, o quanto a força do Senhor Jesus, nosso único Salvador, é capaz de transformar a nossa miséria humana e nos elevar à santidade. É Cristo que é admirável nos seus santos. O santo é uma obra prima da graça de Deus que opera através de Cristo Jesus! Admirando a obra prima, exaltamos o seu Autor! Como a própria Liturgia da Igreja reza: “Ó Deus, sois o amparo dos que em vós esperam e sem vosso auxílio ninguém é forte, ninguém é santo...” (Coleta da Missa do XVII Domingo Comum).

Fica claro, portanto, que a santidade dos que estão na Glória revela e enaltece a força e eficácia da santidade do Cristo Jesus e a ação santificadora do seu Espírito Santo, para a glória do Pai. O «santo» não é um concorrente da santidade de Deus, mas, ao contrário, é fruto dessa santidade divina.

Aí podemos entender o quanto é tola e errada aquela história: “a Igreja santificou fulano de tal”... A Igreja, coitada, não santifica ninguém: só Cristo santifica! A própria Igreja precisa da santidade de Cristo e é santificada pelo seu Espírito Santo! Na canonização, o que a Igreja faz é reconhecer, oficialmente, a santidade que a graça de Deus concedeu àquela pessoa! Só Deus é Santo e fonte da santidade; somente Deus é o autor de toda a santidade!
Atenção! Seria errado e herético considerar os santos como pequenos deuses, com uma força que viria deles mesmos, sem que tivessem recebido tudo de Cristo por pura graça do Senhor! A santidade deles brota única e totalmente de Cristo Jesus, doador do Espírito Santo! Os santos não são uns orixazinhos, não são duendizinhos, não são espíritos superiores, não são uma energia positiva; são irmãos nossos que, tendo sido fiéis ao seu Batismo, já estão na Glória, na comunhão do Deus de Amor e, nele, rezam por nós!

2. O culto aos Santos
A partir deste modo de compreender a santidade e os Santos é que se pode compreender corretamente o culto que a Igreja lhes presta.

O culto aos Santos é culto de louvor e gratidão a Deus, admirável nos seus Santos. Ao venerarmos um nosso irmão que foi santificado por Cristo, estamos reconhecendo a ação de Deus nele. Estamos também agradecendo a Deus por ter dado a graça àquele nosso irmão para que ele fosse aberto à ação do Espírito Santo. Lembremo-nos sempre: ao engrandecermos a obra de arte, louvamos e enaltecemos seu Autor! Quando a Igreja venera um seu filho que chegou à santidade, recorda-se sempre da frase de Paulo: “Pela graça de Deus sou o que sou: e sua graça a mim dispensada não foi estéril” (1Cor 15,10). Quando os cristãos exaltam as obras dos Santos, não esquecem que eles agiram pela força de Cristo, que foi o Espírito Santo do Senhor ressuscitado quem os inspirou e moveu para o bem, já que “é Deus quem opera em vós o querer e o operar” (Fl 2,13). Cumpre-se, assim, a palavra do Senhor Jesus: “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte. Nem se acende uma lâmpada e se coloca debaixo do alqueire, mas no candelabro, e assim ela brilha para todos os que estão na casa. Brilhe do mesmo modo a vossa luz diante dos homens, para que, vendo as vossas boas obras, eles glorifiquem o Pai que está nos céus” (Mt 5,14-16).

Assim, venerar um irmão que levou a sério o Cristo e seu Evangelho e que, para nós, é um exemplo de vida, é, sobretudo, reconhecer a potência maravilhosa da graça de Deus que, em Cristo, sustenta a fragilidade humana, dando-lhe a graça de viver testemunhar o Senhor Jesus.

Atenção! É errado pensar que o louvor aos Santos é dirigido a eles somente, como se eles fossem heróis pelas próprias forças. O louvor aos Santos é, em última instância, dirigido a Deus, autor e fonte da santidade dos Santos: é Ele que é admirável nos seus Santos! Um louvor que pare no Santo é errado!

E rezar a um Santo, pedir sua intercessão? Não seria ferir a mediação única de Cristo? Vejamos agora o sentido da intercessão dos Santos e como ela não fere, mas, antes, sublinha e proclama a única mediação de Cristo.

3. A intercessão dos Santos
A Escritura nos ensina que todos os batizados foram revestidos de Cristo e, tornando-se uma só coisa com ele, são membros do seu Corpo, que é a Igreja. Ser cristão é estar incorporado, enxertado no Senhor Jesus ressuscitado: “Todos vós, que fostes batizados em Cristo, vos revestistes de Cristo... pois todos vós sois um só em Cristo Jesus” (Gl 3,27); “Vós sois o corpo de Cristo e sois seus membros, cada um por sua parte” (1Cor 12,27); “Nós somos muitos, mas formamos um só corpo em Cristo” (Rm 12,27). A união nossa com Cristo é tão forte e real, tão concreta e verdadeira, que Paulo fala que o cristão é batizado (=mergulhado) em Cristo, no Cristo, dentro de Cristo: “Não sabeis que todos os que fomos batizados em Cristo Jesus, é na sua morte que fomos batizados?... Porque se nos tornamos uma só coisa com ele por uma morte semelhante à sua, seremos uma só coisa com ele também por uma ressurreição semelhante à sua” (Rm 6,3-9). A vida dos bem-aventurados no céu - e também já aqui na terra a vida de cada batizado - é vida em Cristo: “A graça de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6,23). A ele estamos unidos como os ramos à videira, de tal modo que vivemos da sua mesma vida: “Eu sou a verdadeira videira e meu Pai é o agricultor... Permanecei em mim, como eu em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanece na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e eu nele produz muito fruto; porque sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15,1.4-5). O cristão é aquele que permanece em Cristo, que vive não mais por si mesmo, mas por Cristo. A seiva, a vida nova da qual vivem os cristãos é o próprio Espírito Santo do Senhor Jesus ressuscitado, recebido no batismo: “Aquele que se une ao Senhor, constitui com ele um só Espírito” (1Cor 6,17); “Pois fomos todos batizados num só Espírito para ser um só corpo... e todos bebemos de um só Espírito” (1Cor 12,13). De tal modo isto é verdadeiro, real, que Paulo exclamava: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20); “Para mim o viver é Cristo...” (Fl 1,23). Cristo está de tal modo presente no cristão e este é de tal modo enxertado em Cristo e nele incorporado, que fazia o Apóstolo afirmar: “A vossa vida está escondida com Cristo em Deus” (Cl 3,2). E falar também do mistério de Deus que é “o Cristo em vós, a esperança da glória” (Cl 1,27). Aparece assim claramente que os batizados - particularmente os que estão na Glória - são uma só coisa com Cristo, estão em Cristo, foram «con-formados» com Cristo, são membros de Cristo, que é Cabeça de todos. Não há, para aqueles que estão na Glória, outra vida que não a de Cristo e em Cristo!

Ora, o Espírito de Cristo ressuscitado em nós, fazendo-nos uma só coisa com o Senhor Jesus, suscita em nós os bons sentimentos e as boas obras: tudo de bom que pensamos e fazemos é suscitado pelo Espírito Santo em nós: “É Deus quem opera em vós o querer e o operar” (Fl 2,13). É exatamente porque cremos em Cristo, porque estamos unidos a ele e nele estamos enxertados e incorporados pelo Batismo, que podemos realizar as obras da fé, daquela fé que atua pela caridade (cf. Gl 5,6). Quando rezamos, não somos nós que rezamos: quem ora em nós, quem louva em nós e intercede em nós é o próprio Espírito do Cristo Jesus ressuscitado: “Assim também o Espírito socorre a nossa fraqueza. Pois não sabemos o que pedir como convém; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis e aquele que perscruta os corações sabe qual é o desejo do Espírito; pois é segundo Deus que ele intercede pelos santos” (Rm 8,26-27). É por isso que, já aqui na terra, pedimos aos nossos irmãos que intercedam por nós. Dizemos uns aos outros: «Fulano, reze por mim!» O próprio Novo Testamento recomenda que rezemos uns pelos outros (cf. 2Cor 1,1; Ef 1,16; 6,19; Fl 1,4; Cl 4,12; 1Ts 1,2; 1Ts 5,25; 1Tm 2,1; Tg 5,16). Pedimos a oração de um irmão batizado porque sabemos que ele ora em Cristo, que esse irmão é uma só coisa com Cristo, já que é membro do seu Corpo e vive do Espírito do Senhor ressuscitado, de modo que já não é ele quem ora, mas é Cristo que ora nele como Mediador único entre nós e Deus.

Com nossos irmãos que estão na Glória acontece o mesmo. A morte não nos separa do amor de Cristo nem dos irmãos, não rompe a comunhão entre os que estão com o Senhor, no céu, e nós, peregrinos: “Estou convencido de que nem a morte nem a vida... nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8,38-39). No Senhor todos vivem e permanecem unidos no amor. Se a morte interrompesse uma tal comunhão em Cristo isso significaria que ela - a morte - seria mais forte que o amor, que a vida e que a vitória do Senhor Jesus. Mas, não! Cristo é mais forte que a morte e o inferno: “Morte, onde está a tua vitória? Morte, onde está o teu aguilhão?” (1Cor 15,55). Desse modo, nossos irmãos que estão com Cristo (cf. Fl 1,23) na Glória, são plenamente membros do Corpo do Cristo, vivem do Espírito do Cristo ressuscitado e participam da única mediação de Cristo! É Cristo quem intercede neles, de modo que a intercessão dos Santos, amigos de Cristo, nada mais é que uma admirável manifestação do poder e da fecundidade da única mediação do Senhor Jesus. Ele é o único Mediador, que inclui na sua mediação única todos os que são uma só coisa com ele por serem membros do seu Corpo. A mediação do Senhor Jesus não é mesquinha: é única, mas não é exclusivista: ela inclui todos nós: não é exclusiva, mas inclusiva! Caso contrário, nem nós, que vivemos ainda neste mundo, poderíamos rezar uns pelos outros, já que isso é também uma forma de mediação.

Assim, é em Cristo, como seus membros, no seu Espírito, que os Santos intercedem ao Pai. A intercessão dos Santos nada mais é que uma manifestação da única intercessão do Senhor Jesus, que, sendo rico e potente, suscita em nós a capacidade de participar da sua única mediação. Os nossos irmãos na Glória são aquela nuvem de testemunhas de que fala a Epístola aos Hebreus: “Portanto, também nós, com tal nuvem de testemunhas ao nosso redor, rejeitando todo o fardo e o pecado que nos envolve, corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, com os olhos fixos nAquele que é o Autor e Realizador da fé, Jesus” (Hb 12,1-2). São eles que, a exemplo dos primeiros santos mártires, participando da mediação única do Senhor Jesus, e nessa única mediação, suplicam em nosso favor, como membros de Cristo: “Vi sob o Altar as vidas dos que tinham sido imolados por causa da Palavra de Deus e do testemunho que dela tinham prestado. E eles clamaram em alta voz: ‘Até quando, ó Senhor Santo e Verdadeiro, tardarás a fazer justiça, vingando nosso sangue contra os habitantes da terra?’” (Ap 6,10).

Certamente, como aquela que mais esteve unida a Cristo Senhor neste mundo e na glória, a Virgem Maria participa de um modo todo especial dessa única mediação de Cristo...

Fica claro que uma coisa é certíssima: a Igreja de Cristo, ao ensinar que os nossos irmãos do céu, os Santos, intercedem por nós, mostra o quanto a única mediação de Cristo é fecunda e eficaz... de tal modo fecunda e eficaz, que nela nos inclui e dela nos faz participantes! Não se trata, portanto, nem de concorrência, nem de competição e nem mesmo de uma mediação paralela à mediação única de Cristo. Também não se trata de uma escadinha de mediadores: os Santos seriam mediadores junto a Cristo e Cristo é o Mediador junto ao Pai. Não! Há um só Mediador! Todos os outros apenas participam da única mediação do Cristo Jesus, nossa Cabeça e nossa santificação. Se participamos desta mediação única é exatamente porque, pelo Batismo, recebemos a plenitude de Cristo: “Nele aprouve a Deus fazer habitar toda a plenitude e reconciliar por ele todos os seres” (Cl 1,19). E da sua plenitude todos nós recebemos graça sobre graça! (Jo 1,16).

Atenção! É errado pensar que os Santos intercedem por nós informando a Deus sobre nossas necessidades - como se Deus não as conhecesse! - ou convencendo Deus a mudar sua opinião. É errado e herético pensar que a Virgem Maria e os Santos intercedem por nós a Deus de modo independente de Cristo ou ao lado de Cristo! A Virgem e os Santos intercedem por nós em Cristo, como membros do seu Corpo e em união com a santíssima vontade do Senhor Jesus, nosso único Intercessor junto do Pai!

Para completar tudo quanto aqui foi dito, é muito útil transcrever trechos da declaração de um grupo de teólogos anglicanos, luteranos, reformados (todos protestantes!), ortodoxos e católicos reunidos em nome de suas igrejas na ilha de Malta, nos dias 8-15 de setembro de 1983:

1. Todos reconhecemos a existência da Comunhão dos Santos como comunhão daqueles que na terra estão unidos a Cristo, como membros vivos do seu Corpo Místico. O fundamento e o ponto central de referência desta comunhão é Cristo, o Filho de Deus feito homem e Cabeça da Igreja (cf. Ef 4,15-16), para nos unir ao Pai e ao Espírito Santo.

2. Esta comunhão, que é comunhão com Cristo e entre todos os que são de Cristo, implica uma solidariedade que se exprime também na oração de uns pelos outros; esta oração depende daquela de Cristo, sempre vivo para interceder por nós (cf. Hb 7,25).

3. O fato mesmo de que, no céu, à direita do Pai, Cristo roga por nós, indica-nos que a morte não rompe a comunhão daqueles que durante a própria vida estiveram unidos em Cristo pelos laços da fraternidade. Existe, pois, uma comunhão entre os que pertencem a Cristo, quer vivam na terra, quer, tendo deixado os seus corpos, estejam com o Senhor (cf. 2Cor 5,8; Mc 12,27).

4. Neste contexto, compreende-se que a intercessão dos Santos por nós existe de maneira semelhante à oração que os fiéis fazem uns pelos outros. A intercessão dos Santos não deve ser entendida como um meio de informar Deus das nossas necessidades. Nenhuma oração pode ter este sentido a respeito de Deus, cujo conhecimento é infinito. Trata-se, sim, de uma abertura à vontade de Deus por parte de si mesmo e dos outros, e da prática do amor fraterno.

5. No interior desta doutrina, compreende-se o lugar que pertence a Maria Mãe de Deus. É precisamente a relação a Cristo que, na Comunhão dos Santos, lhe confere uma função especial de ordem cristológica... Maria ora no seio da Igreja como outrora o fez na expectativa do Pentecostes (cf. At 1,14). Quaisquer que sejam nossas diferenças confessionais (=de religião), não há razão alguma que impeça de unir a nossa oração a Deus no Espírito Santo com a liturgia celeste, e de modo especial com a Mãe de Deus.

Este documento é assinado por teólogos e pastores luteranos, anglicanos, reformados, bem como por teólogos ortodoxos e católicos!

Conclusão: no culto e oração dos Santos nada há que fira a unicidade da mediação, da santidade e da glória de Cristo! É ele, Autor da santidade, que é grande e admirável nos seus Santos!

A Igreja celebra hoje São Luís Orione
26/10/2009
 







O Papa João Paulo II, em 1980, colocou diante dos nossos olhos um grande exemplo de santidade expressa na caridade: Luís Orione.

Nasceu em Pontecurone, um pequeno município na Diocese de Tortona, no Norte da Itália, no dia 23 de junho de 1872. Bem cedo percebeu o chamado do Senhor ao sacerdócio. Ao entrar no Oratório, em Turim, recebeu no coração as palavras de São Francisco de Sales lançadas pelo amado São João Bosco: "Um terno amor ao próximo é um dos maiores e excelentes dons que a Divina Providência pode conceder aos homens".

Concluiu o ginásio, deixou o Oratório Salesiano, voltou para casa e depois entrou no seminário onde cursou filosofia, teologia, até chegar ao sacerdócio que teve como lema: "Renovar tudo em Cristo".

Luís Orione, sensível aos sofrimentos da humanidade, deixou-se guiar pela Divina Providência a fim de aliviar as misérias humanas.

Sendo assim, dedicou-se totalmente aos doentes, necessitados e marginalizados da sociedade. Também fundou a Congregação da "Pequena Obra da Divina Providência". Em 1899, Dom Orione deu início a mais um Ramo da nova Congregação: os "Eremitas da Divina Providência".

Em 1903, Dom Orione recebeu a aprovação canônica aos "Filhos da Divina Providência", Congregação Religiosa de Padres, Irmãos e Eremitas da Família da Pequena Obra da Divina Providência. A Congregação e toda a Família Religiosa propunha-se a "trabalhar para levar os pequenos os pobres e o povo à Igreja e ao Papa, mediante obras de caridade".

Dom Orione teve atuação heróica no socorro às vítimas dos terremotos de Reggio e Messina (1908) e da Marsica (1915). Por decisão do Papa São Pio X, foi nomeado Vigário Geral da Diocese de Messina por 3 anos. Vinte anos depois da fundação dos "Filhos da Divina Providência", em 1915, surgiu como novo ramo a Congregação das "Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade", Religiosas movidas pelo mesmo carisma fundacional.

O zelo missionário de Dom Orione cedo se manifestou com o envio de missionários ao Brasil em 1913 e, em seguida, à Argentina, ao Uruguai e diversos países espalhados pelo mundo. Dom Orione esteve pessoalmente como missionário, duas vezes, na América Latina: em 1921 e nos anos de 1934 a 1937, no Brasil, na Argentina e no Uruguai, tendo chegado até ao Chile.

Foi pregador popular, confessor e organizador de peregrinações, de missões populares e de presépios vivos. Grande devoto de Nossa Senhora, propagou de todos os modos a devoção mariana e ergueu santuários, entre os quais o de Nossa Senhora da Guarda em Tortona e o de Nossa Senhora de Caravaggio; na construção desses santuários será sempre lembrada a iniciativa de Dom Orione de colocar seus clérigos no trabalho braçal ao lado dos mais operários civis.

Em 1940, Dom Orione atacado por graves doenças de coração e das vias respiratórias foi enviado para Sanremo. E ali, três dias depois de ter chegado, morreu no dia 12 de Março, sussurrando suas últimas palavras: "Jesus! Jesus! Estou indo."

Vinte e cinco anos depois, em 1965, seu corpo foi encontrado incorrupto e depositado numa urna para veneração pública, junto ao Santuário da Guarda, em Sanremo na Itália.

O Papa Pio XII o denominou "pai dos pobres, benfeitor da humanidade sofredora e abandonada" e o Papa João Paulo II depois de tê-lo declarado beato em 26 de outubro de 1980, finalmente o canonizou em 16 de maio de 2004.

São Luís Orione, rogai por nós!

25 de Outubro, Dia Nacional da Juventude
25/10/2009
 

Grupo de Jovens Shekynah


Grupo de Jovens Kadosh

Estes são os dois grupos que é composto por vários jovens de nossa paróquia!

Juventude e sonhos são duas palavras inseparáveis. Quando as diversas juventudes, nas suas realidades específicas, unirem os gritos pela concretização dos seus sonhos, o mundo pode ter novas esperanças. Não há como não acreditar na vitalidade e no entusiasmo dos jovens.
O Dia Nacional da Juventude quer exatamente que os sonhos juvenis não sejam sonhados sós. Jovens se organizando e adultos acreditando neles produzirão novos raios de vida para a sociedade. Assim, cada vez que passarmos pelo último domingo de outubro daremos mais um passo em direção a um novo mundo possível
“Parabéns, vocês, jovens de todos os cantos, que têm depositado em Deus o sentido de sua vida, se empenham na vivência dos valores do Evangelho, buscam fidelidade à Igreja, acreditam na vida de Comunidade, lutam juntos por uma sociedade mais parecida com os sonhos de Deus!”




Postado por: Márcia Figueiredo Liani

A Legião de Maria...
23/10/2009
 



É uma Associação formada por leigos, que tem como fim a glória de Deus, pela santidade de seus membros, através de oração e por um trabalho de apostolado em favor do próximo.
O sistema legionário hoje espalhado por todo o mundo,tem se mostrado eficaz para ajudar o Católico a praticar sua fé.
A reunião semanal é o coração donde jorra para as veias e artérias o sangue vivificante, fonte de luz e de energia. Para o legionário, a reunião é o lugar em que a Mãe Santíssima está à sua espera, e onde amigos verdadeiros e fiéis agrupam-se à sua volta; um lugar para descansar e renovar as forças, após o fiel cumprimento da tarefa que lhe foi confiada. Na reunião da Legião, um lugar onde o amor sincero consegue sobreviver às dificuldades, o ambiente de oração e amor a Deus e ao próximo é pleno de apoio e estímulo para combater o desânimo, as incompreensões, a ingratidão, o medo do ridículo, o cansaço, a monotonia e, por vezes, o aparente insucesso. Entre os membros da Legião, a reunião é um lugar em que a opinião alheia é ouvida e respeitada com caridade.
Na reunião se aprende a rezar, a se basear não nos próprios esforços e atividades, mas na graça divina e no apoio do irmão, que é canal de amor e graça.






Assim como Maria, devemos deixar que o Espírito Santo nos ajude a ser amigos íntimos de Cristo. Assim como Maria, não devemos ter medo de trazer Cristo ao mundo em tudo o que fazemos – no casamento, na vida de solteiro, no estudo, no trabalho, na profissão. Através de nós, Cristo quer ir a muitos lugares e entrar em muitos corações".

Sociedade São Vicente de Paulo- A carida em ação
22/10/2009
 





O que faz o Vicentino?
Um Vicentino vive a caridade evangélica, a fim de proteger a sua Fé, trabalhando em contato direto com pessoas que vivem na miséria, idosos, abandonados, crianças e com todos aqueles irmãos deserdados da sorte. Essas pessoas são muitas e com a recessão que o País enfrenta, esse número aumenta cada vez mais. Eles precisam muito da gente, além do alimento para o corpo, precisam de alguém que os façam sentir-se gente, eles carecem de compreensão, de carinho, de amizade e do calor humano. Os Vicentinos são assim chamados porque são membros da Sociedade de São Vicente de Paulo, organizam-se em grupos chamados Conferências, e em nossa Paróquia temos, a Conferência dos Jovens, a “São Gabriel”, e as dos Veteranos, a “Nossa Senhora do Carmo” e a “Santa Edwirges”. Intercedo a todos para olhar além das paredes da nossa Igreja, para conhecer as margens da nossa cidade, para ajudar todo este povo excluído, para dar de volta a eles o que é deles “a dignidade humana”. Sabemos que todos nós temos condições de ajudar, vamos tentar solucionar estes problemas, juntem-se a nós nesta nobre e agradável missão, se doando e orando.


A Força Jovem
Até parece nome de torcida de futebol: Força Jovem. É muito mais. Aqui significa uma equipe, uma falange, um batalhão, uma milícia de rapazes e moças que , cingidos com o uniforme da caridade, empunhando a bandeira da fé, entram nos gramados da esperança para empolgar as platéias e arquibancadas com o mais deslumbrante de todos os espetáculos que é o Jogo do amor, O Prélio da misericórdia, o serviço aos pobres, contra a injusta competição da riqueza perversa, contra o sórdido campeonato das ambições e violências corporativas. Está em campo, o glorioso elenco da Juventude Vicentina.
Os jovens vicentinos. A aguerrida, entusiasta e intrépida legião de adolescentes, moços e moças que prestaram juramento à causa de Deus, do Evangelho e Igreja de Cristo. Uma empolgante juventude que vai transformar o mundo. Desfraldar a solidariedade, a fraternidade, a mística da cooperação mútua, calorosa e cordial, em todos os antros onde se alojam a permissividade, a degradação, o vício e a droga.
Cristo confiou aos jovens de nossos tempos seu mais novo projeto de salvação do mundo que passa, pela civilização do amor. Cristo acredita em nossos jovens vicentinos.


No Ideal, na determinação, na bravura, na renúncia destes rapazes e garotas que se espalham pelas cidades e pelos campos, onde soluçar a pobreza, como o fermento da paz; da partilha, do lenitivo e do conforto cristão.



Dinamismo de Vida


Jovem:
Tenha dinamismo em sua vida
Não fique aí parado de braços cruzados.
Melhore o mundo com seu trabalho.
Crie algo de novo!
Solte suas idéias.
Use de toda sua criatividade para construir algo útil.
Deixe marcas de bondade e paz.
Livre-se urgentemente da apatia.
Não se deixe vencer pelas dificuldades, elas sempre existirão.
Levante a cabeça e coragem!
Não entregue os pontos facilmente.
Nada pior que o desânimo e a falta de coragem.
Acredite mais em você mesmo, na sua capacidade.
Vamos unir nossas mãos e um mundo novo construir.


Faça parte você também desse ato de amor !

Maiores informações no horário comercial pelo telefone: (16) 3307.8587

Como você educa seus filhos?
22/10/2009
 



Tarefa difícil essa hein ? em alguns casos desesperadora, mas calma siga as regras abaixo e observe os resultados extraordinários que
podem ser alcançados :
1) Demonstre orgulho pelas conquistas de seus filhos.Essa atitude é importante para a auto-estima deles;
2) Elogie a criança.Mas prefira elogiar o processo que levou ao sucesso ( as muitas horas de estudo ),e não apenas o resultado ( a boa nota na prova );
3) Dê atenção à criança e esteja sempre presente para que ela se sinta amada e valorizada;
4) Ajude seu filho a atingir objetivos e incentive-o a desenvolver habilidades;
5) Lembre-se de que são as aspirações da criança e não as suas que importam para o desenvolvimento dela.Não projete suas expectativas nos filhos;
6) Encoraje seu filho tanto a ser sociável quanto a se posicionar diante de situações de conflito;
7) valorize a imaginação das crianças aceite a criatividade delas e até a bagunça mas não a indisciplina;
8) recompense seu filho não apenas com presentes,mas com gestos ou olhares que demonstrem afeto;
9) Incentive a amizade entre os irmãos;
10) Nunca use o sarcasmo com as crianças.Elas não têm discernimento para enteder esse tipo de humor;

EDUQUE SEU FILHO (A) PARA DEUS

Ef. 6,1-4: “Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra. E vós, pais, não provoquei vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor”.
A Palavra de Deus ensina que os nossos filhos nos devem obediência (vs.1), mas diz também que nós, pais, não devemos provoca-los à ira. O que vem a ser isso? Quando eu, uma pessoa adulta, completamente formada, “levanto o queixo” em competição de igual para igual, com o meu filho adolescente, competindo com ele em quem é que manda aqui; estou na verdade, dizendo a ele que a posse da autoridade está em aberto, pra quem “ganhar no grito”; ele vai lutar para ter esta posse, mais até do que você. Eu digo a vocês, irmãos, que ele vai ganhar; seu filho vai continuar a fazer apenas o que ele quer, não vai te ouvir, e vai berrar cada vez mais alto, com você, e com qualquer um que ele julgar como sendo um “representante seu” – seus professores e adultos em geral, que convivem com ele.
Os pais que não colocam em discussão esta autoridade, e atuam com segurança junto aos filhos, passam esta segurança e esta tranqüilidade aos filhos, diminuindo e muito os atritos dentro de casa.

Nós temos que preparar para nossos filhos, um ambiente ordenado, coerente; onde ele saiba sempre o que ele encontra, e o que o espera. Por ex.: Como é que a criança aprende tão cedo que o fogo queima? Porque o fogo queima sempre! Mas uma mãe ou um pai que às vezes bate, às vezes ameaça, às vezes afaga, alguma vez proíbe, para logo depois permitir o que havia proibido, não adota o mesmo método educativo do fogo... Desta maneira, o filho jamais será educado. A Palavra de Deus não diz que a palavra do cristão deve ser sim, sim, não, não? Isto se aplica também para o pai e a mãe cristão; é por isso que devemos sempre ouvir com bastante atenção as petições de nossos filhos, pensar muito a respeito, se necessário for, se aconselhar com alguém, antes de dizer sim ou não, porque a palavra de pai e mãe cristão, tem que ser como a palavra de um rei – não volta atrás.
Já ouvi de muitos pais a frase: Eu só sei chamar à atenção gritando ou puxando a orelha, ou mesmo batendo. Eu sempre pergunto a eles: Isso tem realmente educado o seu filho? Vou mais longe ainda: Isto tem te feito feliz? E teu filho, está feliz? Ele tem crescido em idade, sabedoria e graça diante de Deus e dos homens, como Jesus crescia no lar onde nasceu?
Lembrem sempre, irmãos, que o caminho que leva à salvação (inclusive de nossos filhos), não é o mais fácil, e sim o mais difícil. É mais fácil gritar do que dominar-se; é mais fácil ameaçar do que persuadir (convencer). Dá menos trabalho castigar os rebeldes, do que corrigi-los com firmeza e bondade. É difícil, na hora de castigar, conservar a serenidade de espírito tão necessárias, para que as crianças não pensem que estamos agindo para ostentar (jogar na cara deles) nossa autoridade ou para satisfazer a nossa raiva, a nossa frustração ou a nossa decepção.
Não existe adolescente que não conteste, que não tente esticar seus limites, isto é um exercício para a maturidade. É por isso que os adolescentes são tão contestadores. Eles, como os pássaros, têm que exercitar suas asas, antes de voar para fora do ninho. Cabe aos pais, vigiar, proteger, corrigir, proibir e/ou incentivar estes pequenos vôos, até que eles sejam adultos, e possam voar sozinhos. Um dia, li em uma parede a seguinte receita:

“Como fabricar um marginal em casa:
1. Briguem e discutam entre si e com os avós, na frente de seus filhos (de preferência aos berros).
2. Deixem-no, horas a fio, sozinho grudado na tv.
3. Cuidem mais da limpeza de seus dentes do que da limpeza das suas palavras.
4. Ensinem a mentir: “Diga que não estou”. “Diga que estou doente”.
5. Comprem-no: “Se você se comportar bem... se passar de ano...dar-lhe-emos...”
6. Satisfaçam todas as suas exigências. Encham-no de sorvete, de guloseimas, de dinheiro, de brinquedos, de tudo. Dêem-lhe tudo o que ele quiser, antes mesmo de o pedir.
7. Não orem com eles; não os abençoe à noite, em suas camas, em meio a um beijinho de boa-noite.
8. Na segunda-feira dêem-lhe mil beijos; na Terça-feira, pitos e beliscões; na Quarta-feira, proíbam tudo; na Quinta-feira, deixem-no plenamente livre para pintar e bordar...
9. Dêem sempre razão a ele e ataquem escola e mestres.
10. Por qualquer dodoizinho voem a consolá-lo, a compadecê-lo, a paparicá-lo.

Assim fazendo, terão hoje um menino manhoso, agressivo, insatisfeito, ansioso. Amanhã terão um homem falido, destinado à tristeza, candidato ao fracasso e à marginalidade”.
Irmãos, é melhor aprendermos um pouco com o lar de Nazaré: Lc. 2,41-52.
Coloquem-se no lugar de Maria e José, quando eles encontraram seu filho, desaparecido há 2 dias. Muitos pais o teriam “moído de pancada”, como ouço tanto dizerem por aí, mesmo estando ele entre os “doutores”, e muitos ainda iriam, por todo o caminho de volta, esbravejando, dizendo que ele isso, que ele aquilo... Mas o vs. 48 (a), diz que Maria e José ficaram maravilhados com o que seu filho dizia aos doutores. Talvez, se fossem outros pais, nem teriam ouvido o que o filho estava dizendo, e já entrariam berrando no templo assim que o vissem, perdendo a chance de ver como seu filho é inteligente e sabe responder com sabedoria as perguntas que lhe fazem (vs.47). Na parte b do versículo 48, vemos que Maria chama a atenção de Jesus com amor, firmeza e humildade: “Filho, porque fizeste assim conosco? Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura”. Em poucas palavras, Maria corrigiu seu filho, mostrou a Ele, com amor, que Ele havia machucado o coração de seus pais; sem querer, mas machucou. Os pais do adolescente Jesus (assim como nós), não compreenderam as palavras que Ele disse: “Não compreenderam, porém, as palavras que lhes dissera”. Mas não berraram com Ele por causa disso, e diz o vs. 51, que Jesus foi pra casa com eles e que era-lhes submisso (obediente), e que sua mãe guardava todas estas coisas em seu coração. No vs. 52, vemos que esta atitude de Maria propiciou a Jesus crescer em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens. Um lar onde reina a paz, a harmonia e a tranqüilidade emocional, produz sabedoria, estatura e graça nos membros daquela família.
Vejamos o que a Bíblia diz sobre como devemos educar nossos filhos: “... mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor”. Ef.6,4b - O que vem a ser isso? – Filhos criados e educados no amor, na caridade cristã, na compreensão e no carinho necessários para o bom desenvolvimento de todo o ser humano, sendo repreendidos, com amor e firmeza, sempre que errarem. É assim que Deus nos educa, nos ensina: amando-nos primeiro, Ele não espera que você o ame, para amá-lo depois – Ele é quem primeiro nos amou. Assim devemos proceder para com nossos filhos. Aquele filho mais rebelde, que mais nos agride, é a esse que devemos nos devotar mais, nos esforçando para mostrar a ele que o amamos, mas que não gostamos e não admitimos determinadas atitudes. Lembrem-se, irmãos: sempre com uma firmeza afetuosa, para que ele saiba sempre que amamos a ele e não a seus erros.
Um dos problemas mais freqüentes que confundem muito o ato de ser pai ou mãe, é o sentido errado de posse que temos para com nossos filhos. Já vi muitos pais dizerem que o seu filho tem que ser do jeito que o pai quer. Ora, com esta maneira de pensar, meus filhos nunca teriam saído da barra da minha saia, e estariam até hoje só fazendo o que a mamãe deles quer que eles o façam; mas estão aí, espalhados, aprendendo com seus acertos e com seus erros, como toda a humanidade sempre aprendeu. Meu marido e eu, os aconselhamos agora, pelo telefone, e não vamos lá conferir se eles estão fazendo conforme o que lhes ensinamos; porque agora, são eles que decidem suas vidas, e é muito gratificante receber, quase todos os dias, suas ligações para pedir o nosso conselho. É maravilhoso ver que eles confiam em nós e no nosso amor por eles. Mas não foi sempre assim, Houve um tempo em que eles não nos entendiam e nós não os entendíamos; erramos com eles, eles erraram e continuam a errar conosco (faz parte da nossa humanidade), mas o amor que sentimos, e sempre demonstramos uns pelos outros, as conversas até de madrugada, nos une em um único objetivo: a felicidade responsável de cada membro de nossa família.
O nosso grande problema, quando nossos filhos entram na adolescência, é que esquecemos, que para se tornarem adultos e responsáveis um dia, terão que passar pela adolescência, como nós passamos, e que esta fase é difícil, porque é uma fase de transição, de transformação, e a criança, assim como os seus pais, não estão preparados para ela. Tem um texto do qual gosto muito, que diz assim:
-“Vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos e as filhas da ânsia da Vida por si mesma. Vêm através de vós, mas não são de vós. E embora vivam convosco, não vos pertencem. Podeis outorgar-lhes (dar-lhes) vosso amor, mas não vossos pensamentos, porque eles têm seus próprios pensamentos. Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas; pois suas almas moram na mansão do amanhã, que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho. Podeis esforçar-vos para ser como eles (sentar no chão com eles, brincar de boneca com elas, de caminhãozinho com eles), mas não procurai faze-los como vós; porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados. Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas. O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força para que as flechas se projetem, rápida e para longe. Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria; pois assim como Ele ama a flecha que voa, também ama o arco que permanecerá estável”.
Ser arco estável, não é fácil, mas depois que aprendemos, também não é difícil. A primeira coisa que eu tenho que ter sempre em mente, é: eu quero que meu filho (a) seja FELIZ. Então, vou buscar na Bíblia tudo aquilo que faz do cristão, um homem feliz, e vou praticar com o meu filho: Eu vou ensiná-lo com amor, a ser sempre bom e justo com as pessoas, vou ensiná-lo a amar o seu próximo como Jesus nos amou, e vou mostrar-lhe, através de minhas atitudes, que meu próximo mais próximo, está dentro de minha casa, se senta comigo à mesa todos os dias, dorme debaixo do mesmo teto todas as noites. Como vou dizer ao meu filho que ele deve amar e respeitar seu irmão, sua irmã, se eu o trato a pontapés?

“Os tesouros da impiedade de nada aproveitam, mas a justiça livra da morte”. Pv.10,2.
A justiça, a piedade, a doçura, a brandura, podem livrar nosso filho de trilhar um mau caminho, e pode livrá-lo da morte espiritual, pois somos nós, pais, que apresentamos Deus aos nossos filhos, e as vezes, esta apresentação é tão “truculenta”, tão abrutalhada, que nossos filhos querem distância daquele Deus apresentado a eles por nós. Nós somos os modelos de pai que eles têm, e é através deste modelo, que eles imaginam, vêm o Pai que está nos céus. Será que eu estou sendo um bom modelo para meu filho?
Nosso lar deve imitar o lar de Nazaré: deve assegurar o bem-estar físico, mental e espiritual, tanto para os pais, como para os filhos, ou seja, em nosso lar, tanto os pais quanto os filhos deverão se abençoar, ser bênção na vida um do outro, e juntos, abençoarão seus semelhantes e honrarão o seu Criador.
O amor é um dom precioso que recebemos de Jesus. A afeição pura e santa não é um sentimento, mas sim, um princípio, um valor. Os pais que são movidos pelo Amor verdadeiro (Jesus), não são nem irrazoáveis, nem cegos. Ensinados pelo Espírito Santo, amam a Deus em primeiro lugar, e ao próximo como a si mesmos. Saberão, em seus corações, a hora em que devem intervir, como deverão atuar, e o lugar certo para agir, pois é o amor de Jesus que dita isto a seus corações. O amor que sentimos por nossos filhos, é um excelente conselheiro, pois nos foi dado pelo Pai, para que os ensinássemos como Ele nos ensina: com amor e caridade. Mas um amor responsável, que sabe dizer não quando necessário, e que sabe dizer sim na hora certa, e que sabe incentivar, dizer a ele que ele é capaz, que ele consegue.
Se vocês (pais) são abençoados por ter pais tementes a Deus, se aconselhem com eles, aprendam as lições que suas experiências de vida ensinaram a eles, e serão poupados de muita dor de cabeça. Acima de tudo, façam de Jesus o vosso Conselheiro, e estudem na Palavra, praticando em oração.
Os pais cristãos devem dar exemplo de vida, através de sua conduta dentro e fora de casa, mostrando, através de suas atitudes, a bondade do Pai celestial. Que em seu lar prevaleça uma atmosfera de alegria, de aconchego, e que o amor doméstico se conserve vivo no coração de seus filhos; para que eles possam, um dia, se lembrar do lar de sua infância e mocidade, como um lugar de paz e felicidade, abaixo do céu. Os membros da família não têm todos, a mesma personalidade, o mesmo cunho de caráter; por isso é que temos sempre, em nossas casas, oportunidades para exercitarmos nossa paciência, e a longanimidade que a Bíblia tanto diz para termos.
De todo o lar cristão deveria resplandecer uma santa luz. O amor deveria revelar-se nas ações, mostrando-se (o amor) em uma bondade meditada, em uma cortesia gentil, abnegada (que pensa no próximo, antes de pensar em si mesmo). Há lares em que este princípio é levado a efeito, lares em que Deus é adorado, e em que reina o mais verdadeiro amor. Destes lares, as orações da manhã e da tarde, sobem a Deus como aroma suave, e Sua misericórdia e bênçãos descem sobre os suplicantes como o orvalho da manhã.
Os pais devem saber o solene dever que lhes é imposto por Deus - de educarem seus filhos para serem úteis nesta vida, e que, para isso, têm que enfeitar o templo interior de suas almas para a vida imortal. Cabe aos pais cristãos, educarem seus filhos para Deus, para a Sua obra, para o Seu Reino, e isto só pode ser feito com muito amor, muita paciência e muita responsabilidade cristã.

Aborto . . . NÃO !!! NÚMERO ESTIMADO DE ABORTOS NO MUNDO DESDE 01/01/2009 : 31.814.990
20/10/2009
 




Este é o fato: “O aborto é a morte de uma criança no ventre de sua mãe, produzida durante qualquer momento da etapa que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até o momento prévio ao nascimento”.

Até poucas décadas, a medicina afirmava não sentirem dor os bebês… Quantos sofrimentos não foram causados à esses pequeninos, submetidos a cirurgias sem o uso de anestesia, até que a ciência comprovasse o contrário?

À medida que evoluímos tecnologicamente, nos é possibilitado confirmar ou desmentir nossas próprias afirmativas. Caso recente do ultrassom que consegue hoje mostrar o desespero do feto no momento do aborto. A luta natural pela sobrevivência, antes mesmo do nascimento. Como poder negar já ser um indivíduo o feto?

Sempre tivemos o péssimo hábito de tomar hipóteses como certezas, para explicações improváveis. Num passado não distante, verdadeiros sábios foram decaptados ou jogados à fogueira por afirmarem (contrariando algumas certezas), que “a Terra era redonda” ou que “a Terra não seria o centro do universo”. A lista é enorme. Não há provas que neguem o “fato” anunciado no início deste texto e logo, não devemos permitir excessões (aborto) à regra (vida) por princípio.

Defensores do aborto procuraram encobrir sua natureza criminal mediante a terminologia confusa ou evasiva, ocultando o assassinato com jargão “interrupção voluntária da gravidez” ou sob conceitos como “direito de decidir” ou “direito à saúde reprodutiva”. Nenhum destes artifícios da linguagem, entretanto, podem ocultar o fato de que o aborto é um infanticídio.


(Reflita)


"A vida é uma oportunidade, aproveite-a...
A vida é beleza, admire-a...
A vida é felicidade, deguste-a...
A vida é um sonho, torne-o realidade...
A vida é um desafio, enfrente-o...
A vida é um dever, cumpra-o...
A vida é um jogo, jogue-o...
A vida é preciosa, cuide dela...
A vida é uma riqueza, conserve-a...
A vida é amor, goze-o...
A vida é um mistério, descubra-o...
A vida é promessa, cumpra-a...
A vida é tristeza, supere-a...
A vida é um hino, cante-o...
A vida é uma luta, aceite-a...
A vida é aventura, arrisque-a...
A vida é alegria, mereça-a...
A vida é vida, defenda-a..."


"Um coração feliz é o resultado inevitável de um coração ardente de amor."


"Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança - um assassinato direto da criança inocente - assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?..."


"Ontem foi embora. Amanhã ainda não veio. Temos somente hoje, comecemos."


"A pior calamidade para a humanidade não é a guerra ou o terremoto. É viver sem Deus. Quando Deus não existe, se admite tudo. Se a lei permite o aborto e a eutanásia, não nos surpreende que se promova a guerra!"


"Qualquer ato de amor, por menor que seja, é um trabalho pela paz."


"Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que chamamos de AIDS, mas matar crianças inocentes não nos assusta. O aborto é pior do que a fome, pior do que a guerra"


"Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar, mas a usar a violência para obterem o que querem. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto."


"O mundo que Deus nos deu é mais do que suficiente, segundo os cientistas e pesquisadores, para todos; existe riqueza mais que de sobra para todos. É só uma questão de reparti-la bem, sem egoísmo. O aborto pode ser combatido mediante a adoção. Quem não quiser as crianças que vão nascer, que as dê a mim. Não rejeitarei uma só delas. Encontrarei uns pais para elas.


"Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que chamamos Aids, mas matar crianças inocentes não nos assusta".


"O amor, para ser verdadeiro, tem de doer. Não basta dar o supérfluo a quem necessita, é preciso dar até que isso nos machuque."


"Nunca compreenderemos o quanto um simples sorriso pode fazer."


"Como Jesus, pertencemos ao mundo inteiro, vivendo não para nós mesmos, mas para os outros. A alegria do Senhor é a nossa força".


"Buscando a face de Deus em todas as coisas, em todas as pessoas, em todos os lugares, durante todo o tempo, e vendo a Sua mão em cada acontecimento - isso é contemplação no coração do mundo".


"Amar, ser verdadeiro, deve custar - deve ser árduo - deve esvaziar-nos do ego."


"Famintos de amor, Ele olha por vocês. Sedentos de amabilidade, Ele pede por vocês. Privado de lealdade, Ele espera em vocês. Desabrigados de asilo em seu coração, Ele procura por vocês. Você será esse alguém para Ele ?"


"Os pobres que buscamos podem morar perto ou longe de nós. Podem ser material ou espiritualmente pobres. Podem estas famintos de pão ou de amizade. Podem precisar de roupas ou do senso de riqueza que o amor de Deus representa para eles. Podem precisar do abrigo de uma casa feita de tijolos e cimento ou da confiança de possuírem um lugar em nossos corações."
(Madre Tereza de Calcutá)


Hoje a Igreja celebra São Paulo da Cruz
19/10/2009
 



São Paulo da Cruz

Nasceu em Ovada ,Piedmont, Itália como Paulo Francesco Danei e era o filho mais velho de uma nobre família. Ele levou uma vida de austeridade até 1714 quando se juntou ao exercito Veneziano para lutar contra os Turcos. Retornando a sua vida civil em 1720, ele teve uma visão da Nossa Senhora em um hábito preto com o nome de Jesus e segurando uma cruz branca em seu peito. Na visão Virgem Maria a disse a ele para fundar uma ordem religiosa devotada a pregar a Paixão de Cristo. Daí o nome "Ordem dos Passionatas" (Congregação dos Frades Descalços e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo). Durante 40 dias de reclusão ele escreveu a Constituição e as Regras da Ordem, a qual é ainda seguida. Do bispo de Alexandria ele recebeu para si a e para os membros de sua congregação o hábito dos Frades Descalços e, 1725 a permissão do Papa Benedito XIII para receber noviços. Em 1727 ele foi ordenado com os seus Passionatas pelo próprio Papa. Ele e os companheiros se retiraram para o Monte Argentaro perto de Orbitello e ele passou varias e severas provações desde a crônica ameaça da guerra até a deserção de noviços. Não obstante Paulo trabalhou sem cessar e em 1737 o primeiro monastério dos Passionatas foi inaugurado. Paulo se mudou e inaugurou uma segunda casa em Vetrella em 1744 e foi eleito Superior Geral da Ordem em 1747.
Dois anos mais tarde ele conseguiu abrir o primeiro convento para freiras Passionatas em Corneto.
Ele passou a viver então em Roma até a sua morte em 18 de outubro de 1775, mas sempre supervisionando pessoalmente a expansão de sua Ordem.
Ele foi enterrado na Basílica de São João e Paulo por ordem do Papa Clemente.
Ele foi abençoado com dons sobrenaturais da profecias, de ver a distancia e curar doentes apenas com sua benção e era um dos mais celebrados pregadores de seu tempo.
O povo lutava para toca-lo e tirar um pedaço de sua túnica como lembrança.
Foi canonizado em 1867 pelo Papa Pio IX


Oração de São Paulo da Cruz

Ó glorioso São Paulo da Cruz, na terra foste um espelho da inocência e um modelo de penitência! O herói da santidade, escolhido por Deus para meditar dia e noite sobre a amarga Paixão de Seu único Filho, e viveu para a propagação desta devoção pela palavra e ação, bem como por meio da tua família religiosa! Apóstolo, poderoso em palavras e de trabalho, tua vida foi trazer de volta ao pé da cruz os pecadores !.

Será que poderias misericordiosamente olhar para mim, mais uma vez, olhai do céu sobre minha pobre alma e ouvi meus pedidos.

Obtenha para mim um amor tão grande aos sofrimentos de Jesus, que, pela constante meditação sobre sua paixão eu possa fazer seus sofrimentos meus.

Deixa-me perceber nas feridas profundas do meu Salvador a maldade de minhas transgressões, e obter a partir delas, a partir desta fonte da salvação, a graça de lágrimas amargas e uma resolução eficaz a imitar-te na tua penitência, se não tenho seguido o teu exemplo de inocência.

Obtenha, para mim, também, São Paulo, o favor que eu peço agora especialmente, como eu humildemente me ajoelhar ante sua presença.

Obtenha, para disso, para a nossa Santa Mãe a Igreja, Sua vitória sobre os inimigos, para os pecadores, o dom da conversão, dos hereges, a graça de retornar para a unidade da fé católica.

Finalmente, intercedei por mim para que eu possa, pela graça de Deus, morrer uma santa morte, e chegar, finalmente, para desfrutar em sua bendita presença no Céu por toda a eternidade. Amém.

O poder do Rosário
19/10/2009
 




"A Santíssima Virgem, nestes últimos tempos nos quais vivemos, deu nova eficácia à récita do Rosário. Tal, que nenhum problema, não importa quão difícil possa ser, temporal ou sobretudo espiritual, na vida pessoal de cada um de nós, das nossas famílias...que não possa ser resolvido com o Rosário. Não existe nenhum problema, vos digo, não importa quão difícil possa ser, que não possamos resolver com a oração do Rosário. "

Irma Lúcia dos Santos



As quinze promessas de Maria Santíssima aos devotos do Rosário


1 A todos aqueles que recitarem o meu Rosário prometo a minha especialíssima proteção.
2. Quem perseverar na reza do meu Rosário, receberá graças potentíssimas.
3. O Rosário será uma arma potentíssima contra o inferno, destruirá os vícios, dissipará o pecado e derrubará as heresias.
4. O Rosário fará reflorir as virtudes, as boas obras e obterá às almas as mais abundantes misericórdias de Deus.
5. Quem confiar-se a Mim, com o Rosário, não será nunca oprimido pelas adversidades
6. Quem quer que recitar devotadamente o Santo Rosário, com a meditação dos Mistérios, se converterá se pecador, crescerá em graça se justo e será feito digno da vida eterna.
7. Os devotos do Meu Rosário na hora da morte, não morrerão sem sacramentos.
8. Aqueles que rezam o Meu Rosário encontrarão, durante sua vida e na hora de sua morte, a luz de Deus e a plenitude das suas graças e participarão aos méritos dos abençoados no Paraíso.
9. Eu libertarei, todos os dias, do Purgatório, as almas devotas do Meu Rosário.
10. Os verdadeiros filhos do Meu Rosário, gozarão de uma grande alegria no Céu.
11. Aquilo que se pedir com o Rosário se obterá.
12. Aqueles que propagarem o Meu Rosário serão por mim socorridos em todas as suas necessidades.
13. Eu consegui do Meu Filho que todos os devotos do Rosário tenham, por irmãos em sua vida e na hora de sua morte, os Santos do Céu.
14. Aqueles que recitarem o Meu Rosário fielmente serão todos filhos meus amadíssimos, irmãos e irmãs de Jesus.
15. A devoção do Santo Rosário é um grande sinal de predestinação.




-As Indulgências a serem recebidas

1.Os fiéis, quando quer que recitem o Terço podem obter:

◦Uma indulgência de 5 anos
◦Uma indulgência plenária se o fizerem nas mesmas condições, por um mês inteiro.

2.Se rezarem o Terço em compania de outras pessoas, em público ou particular, poderão obter:

◦Uma indulgência de 10 anos, uma vez ao dia.
◦Uma indulgência plenária no último Domingo de cada mês, com o acréscimo da Confissão, da Comunhão e da Visita a uma Igreja, se fizeram tal oração pelo menos três vezes em quaisquer das semanas anteriores.
No entanto, se recitarem o Terço juntamente com um grupo de família, além da parcial indulgência de 10 anos, podem obter:


◦Uma indulgência plenária duas vezes por mês, se fizerem esta oração diariamente, por um mês, forem à Confissão, receberem a Comunhão e visitarem uma Igreja.
Os fiéis que cotidianamente rezam o Terço com devoção em um grupo de família, além das indulgências já concedidas no ponto 1. podem obter também uma indulgência plenária sob as condições de Confissão e Comunhão todos os Sábados, em dois outros dias da semana e em todas as Festas da Santíssima Virgem Maria do Calendário: Imaculada Conceição, A Purificação de Nossa Senhora, Nossa Senhora de Lourdes, Anunciação, As sete dores (Sexta-feira Santa), A Visitação, Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora das Neves, Assunção, O Coração Imaculado, A Natividade de Maria, Nossa Senhora das Dores, O Santíssimo Rosário, A Maternidade de Maria, A Apresentação da Santa Virgem.


3.Aqueles que devotadamente rezam o Terço na presença do Santíssimo Sacramento, publicamente exposto ou mesmo guardado no sacrário, na mesma freqüência que fazem isto podem obter:

◦Uma indulgência plenária, em condição de Confissão e Comunhão.

Os fiéis que em qualquer momento do ano devotadamente oferecem as suas orações em honra de Nossa Senhora do Rosário, com a intensão de continuarem a fazê-lo por 9 dias consecutivos, podem obter:

◦Uma indulgência de 5 anos, uma vez, em qualquer dia da novena.
◦Uma indulgência plenária na condição do término da novena.
Os fiéis que desejarem fazer uma prática devota em honra de Nossa Senhora do Rosário por 15 Sábados ininterruptos ( ou se nesses sendo impedidos, em cada Domingo imediatamente seguinte) se devotadamente recitam pelo menos um Terço do Rosário ou meditam sobre os Mistérios em qualquer outro modo, podem obter:

◦Uma indulgência plenária em qualquer destes 15 Sábados, ou Domingos correspondentes, nas mesmas condições.
Os fiéis que no mês de Outubro recitam pelo menos um Terço, em público ou privado, podem obter:

◦Uma indulgência de sete anos a cada dia.
◦Uma indulgência plenária, se cumprem esta prática na Festa do Rosário e em toda a Oitava ( oito dias seguintes ), e além disso, se confessam, recebem a Comunhão e visitam uma Igreja.
◦Uma indulgência plenária com acréscimo de Confissão e Comunhão e visita a uma Igreja, se cumprirem esta oração do Rosário por pelo menos 10 dias depois da Oitava da Festa de Nossa Senhora do Rosário.
Uma indulgência de 500 dias pode ser obtida uma vez por dia pelo fiel que, beijando um Rosário bento, que traga consigo, reze ao mesmo tempo, recitando a primeira parte da Ave Maria até Jesus.


Benefícios do Rosário

1. Gradualmente nos dá uma perfeita consciência de Jesus.
2. Purifica nossas almas, lava o pecado.
3. Dá-nos vitória sobre todos nossos inimigos.
4. Torna-nos fácil a prática das virtudes.
5. Faz arder em nós o amor do Senhor.
6. Enriquece-nos de graças e méritos.
7. Provém-nos o que é necessário para pagar todos os nossos débitos a Deus e aos irmãos; e, finalmente, obtém de Deus, todos os tipos de graças para nós.

Bençãos do Rosário

1. Os pecadores serão perdoados.
2. As almas áridas serão restauradas.
3. Aqueles que estão acorrentados terão suas correntes rompidas.
4. Aqueles que choram encontrarão felicidade.
5. Aqueles que são tentados encontrarão paz.
6. O pobre encontrará ajuda.
7. Os religiosos serão corretos.
8. Aqueles que são ignorantes serão instruídos.
9. O ardente aprenderá a superar o orgulho.
10. Os defuntos ( as almas santas do purgatório ) terão alívio em suas penas do sufrágio


Postado por: Marcia Figueiredo Liani

Outubro - Mês das Missões ,O que é ser Missionário?
18/10/2009
 



Ser missionário não é privilégio de determinadas pessoas, mas a essência de ser cristã: “Anunciar o evangelho é necessidade que se me impõe”. (I Coríntios 9,16). É um compromisso de toda a comunidade que vive e transmite a sua fé. “Nenhuma comunidade cristã é fiel à sua vocação se não é missionária”.

Ser missionário não é só percorrer grandes distâncias, ir para outros continentes, mas é a difícil viagem de sair de si, ir ao encontro do outro, ir ao encontro do “diferente”, ir ao encontro do marginalizado – o preferido de Jesus.

O evangelismo “com renovado ardor missionário” exige que a pregação do evangelho responda aos “novos anseios do povo”.

Exige de mim, de você, de todos nós, uma abertura constante, pessoal e comunitária para responder aos desafios de hoje. É a missão de fidelidade ao “envio” de Jesus: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (João 20,21). Sem entusiasmo e esta convicção, arriscaremos perder a alegria do anúncio da boa-nova libertadora.

Como conseqüência deste assumir o compromisso missionário, nasce novo estilo de missões: não levar, mas descobrir. Não só dar, mas receber. Não conquistar, mas partilhar e buscar juntos. Não ser mestre, mas aprendiz da verdade. A missão nos permite criar novos laços, novas relações, um novo jeito de olhar a vida, um novo jeito de ser igreja.

E aí vai o desafio: como eu posso ser missionário em minha casa, no trabalho e na comunidade em que vivo? Assumo o compromisso de cristão, vivendo e transmitindo a boa-nova da paz, da justiça, do amor, do perdão, da fraternidade, da acolhida?



...Ser missionário é fazer uma decisão radical de entrega total ao reino de Deus em prol da promoção humana.



Os Dez Mandamentos dos Missionários



1) Ter HUMIlDADE para servir e acolher a todos, sem distinção (Mt 20,25-28; Lc 10, 30-34)

2) Ter DISPONIBILIDADE para estar sempre a serviço do Reino de Deus (Lc 9,57-62)

3) Ter DESPOJAMENTO para servir a Deus e aos irmãos, confiando sempre na Providência divina (Lc 9,1-6)

4) Ter FORÇA ESPIRITUAL, através de uma vida de oração (Lc 6,12; Lc 9,28-29; Mt 14, 32-34)

5) Ter CORAGEM e CONFIANÇA em Deus, diante de todos os desafios para anunciar o Evangelho, denunciando as injustiças e vencendo todos os tipos de males que oprimem (Lc 4,1619; Mt 10 28-31)

6) Buscar sempre a INSPIRAÇÃO DE DEUS para levar o amor, o carinho, a paz, o perdão e a reconciliação (Jo 14, 12-13)

7) Ter CLAREZA e SABEDORIA de Deus no agir e no falar lembrando sempre as atitudes, ações e palavras de Jesus.

8) Ter SOLIDARIEDADE e COMPANHEIRISMO para se integrar bem na equipe missionária (Rm 12,3-8; 1Cor 12,12-26).

9) Ter profunda COMUNHÃO COM DEUS, para que seu testemunho seja verdadeiro e coerente (Jo 15,4-5; Mt 10,12)

10) Reconhecer a GRANDEZA DE DEUS e se alegrar pelo valor e dons que Ele dá a cada um (Lc 10, 17-21)

Porque Santa Edwiges é protetora dos pobres e endividados?
16/10/2009
 



Santa Edwiges nasceu na Bavária, por volta do ano 1174. Aos 12 anos casou-se com o duque da Silésia, Henrique I. Foi mãe de seis filhos. Uma mulher marcada pelo sofrimento diante da morte, pois viu seus filhos morrerem um a um, ficando viva apenas uma filha, Gertrudes. Dedicou-se inteiramente ao serviço dos necessitados: protegia os órfãos e as viúvas, visitava hospitais, amparava a juventude carente, educando-a e instruindo-a na fé cristã, cuidando dos leprosos… Quando seu marido morreu, ela se retirou para o convento, onde sua filha Gertrudes era abadessa. Passou os restos de seus dias na austeridade. Morreu no mosteiro de Trebnitz, no ano 1243 com grande fama de santidade.


O Papa Clemente IV disse que Edwiges gravou em seu coração as palavras do Senhor: “Sede, pois, misericordiosos como também vosso Pai é misericordioso” (Lucas 6, 36). Edwiges espalhava o bem entre os necessitados, com rapidez e decisão, como se tivesse sempre em mente as palavras do Evangelho: “E respondendo, o Rei lhes dirá: ‘Em verdade vos digo que, quantas vezes vós fizestes isto a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim é que o fizestes” (Mateus 25, 40). Edwiges ajudava os pobres, cuidava dos doentes e famintos, tratava com carinho e atenção às parturientes e jamais esquecia as viúvas e órfãos. Em qualquer parte onde pudesse perceber necessidades e falta de recursos, acorria em auxílio, guiada pelo amor de seu coração.

“Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia” (Mateus 5, 7). A Duquesa Edwiges tinha como princípio que nenhum dos pobres e necessitados sofresse fome no castelo ducal de Wroclaw. Isto a motivou a construir uma cozinha para os pobres sob a direção de um cozinheiro experiente. Para os que tinham forme havia um cozinheiro e auxiliares à vontade. É bom saber para rezar melhor, por isso, comecemos rezando o Salmo 91:

Eu procuro a segurança no Altíssimo Deus e me abrigo na sombra protetora do Todo-poderoso. Eu digo ao Deus Eterno: “Tu és o meu defensor e o meu protetor, Tu és o meu Deus, eu confio em ti”.
Deus me livrará dos perigos escondidos e de doenças mortais.
Ele me cobre com suas asas, e debaixo delas ficarei seguro.
Eu não tenho medo dos perigos da noite e nem dos assaltos durante o dia.
Não tenho medo da peste que se espalha na escuridão, nem dos males que matam ao meio dia. Ainda que mil pessoas sejam mortas ao meu lado, e dez mil ao meu redor, eu nada sofrerei. Eu olharei e verei os maus serem castigados. Eu fiz de Deus o meu protetor e o meu defensor.
Por isso nenhum desastre me ferirá, e nenhum mal chegará perto da minha casa.
Deus mandará que os seus anjos cuidem de mim, para proteger-me em todos os momentos da minha vida. Eles irão segurar-me com as suas mãos, para que nem mesmo os meus pés sejam machucados nas pedras.
Com os pés eu esmagarei leões e cobras, leões ferozes e cobras venenosas.
Deus diz: “Salvarei aqueles que me amam e protegerei os que me conhecem como o Deus eterno. Quando você me chamar, eu responderei e estarei com você nas horas de aflição. Eu o livrarei e farei que seja respeitado. Como recompensa eu lhe darei vida longa e mostrarei que EU SOU O SEU SALVADOR”.


ORAÇÃO - Ó Santa Edwiges, vós que na terra fostes o amparo dos pobres, a ajuda dos desvalidos e o Socorro dos Endividados, e no Céu agora desfrutais do eterno prêmio da caridade que em vida praticastes, suplicante te peço que sejais a minha advogada, para que eu obtenha de Deus o auxílio de que urgentemente preciso: (fazer o pedido). Alcançai-me também a suprema graça da salvação eterna. Santa Edwiges, rogai por nós. Amém.

Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e fazer o Sinal da Cruz.


Hoje a Igreja celebra Santa Teresa de Ávila (Santa Teresa de Jesus)
15/10/2009
 

Santa Teresa de Ávila


Santa Teresa de Ávila

Com grande alegria lembramos, hoje, da vida de santidade daquela que mereceu ser proclamada "Doutora da Igreja": Santa Teresa de Ávila (também conhecida como Santa Teresa de Jesus).

Teresa nasceu em Ávila, na Espanha, em 1515 e foi educada de modo sólido e cristão, tanto assim que, quando criança, se encantou tanto com a leitura da vida dos santos mártires a ponto de ter combinado fugir com o irmão para uma região onde muitos cristãos eram martirizados; mas nada disso aconteceu graças à vigilância dos pais.

Aos vinte anos, ingressou no Carmelo de Ávila, onde viveu um período no relaxamento, pois muito se apegou às criaturas, parentes e conversas destrutivas, assim como conta em seu livro biográfico. Certo dia, foi tocada pelo olhar da imagem de um Cristo sofredor, assumiu a partir dessa experiência a sua conversão e voltou ao fervor da espiritualidade carmelita, a ponto de criar uma espiritualidade modelo.

Foi grande amiga do seu conselheiro espiritual São João da Cruz, também Doutor da Igreja, místico e reformador da parte masculina da Ordem Carmelita. Por meio de contatos místicos e com a orientação desse grande amigo, iniciou aos 40 anos de idade, com saúde abalada, a reforma do Carmelo feminino. Começou pela fundação do Carmelo de São José, fora dos muros de Ávila. Daí partiu para todas as direções da Espanha, criando novos Carmelos e reformando os antigos. Provocou com isso muitos ressentimentos por parte daqueles que não aceitavam a vida austera que propunha para o Carmelo reformado. Chegou a ter temporariamente revogada a licença para reformar outros conventos ou fundar novas casas.

Santa Teresa deixou-nos várias obras grandiosas e profundas, principalmente escritas para as suas filhas do Carmelo : “O Caminho da Perfeição”, “Pensamentos sobre o Amor de Deus”, “Castelo Interior”, “A Vida”. Morreu em Alba de Tormes na noite de 15 de outubro de 1582 aos 67 anos, e em 1622 foi proclamada santa.

O seu segredo foi o amor. Conseguiu fundar mais de trinta e dois mosteiros, além de recuperar o fervor primitivo de muitas carmelitas, juntamente com São João da Cruz. Teve sofrimentos físicos e morais antes de morrer, até que em 1582 disse uma das últimas palavras: "Senhor, sou filha de vossa Igreja. Como filha da Igreja Católica quero morrer".

No dia 27 de setembro de 1970 o Papa Paulo VI reconheceu-lhe o título de Doutora da Igreja. Sua festa litúrgica é no dia 15 de outubro.

Santa Teresa de Ávila é considerada um dos maiores gênios que a humanidade já produziu. Mesmo ateus e livres-pensadores são obrigados a enaltecer sua viva e arguta inteligência, a força persuasiva de seus argumentos, seu estilo vivo e atraente e seu profundo bom senso. O grande Doutor da Igreja, Santo Afonso Maria de Ligório, a tinha em tão alta estima que a escolheu como patrona, e a ela consagrou-se como filho espiritual, enaltecendo-a em muitos de seus escritos.

Santa Teresa de Ávila, rogai por nós!

Ao Mestre com Carinho: Oração do Professor
15/10/2009
 



No Brasil, o Dia do Professor é comemorado em 15 de outubro.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Teresa de Ávila), Pedro I, Imperador do Brasil baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia efetivamente dedicado ao professor. Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 1 de junho a 15 de dezembro, com apenas dez dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, Piracicaba, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. A sugestão foi aceita e a comemoração teve presença maciça - inclusive dos pais. O discurso do professor Becker, além de ratificar a idéia de se manter na data um encontro anual, ficou famoso pela frase ” Professor é profissão. Educador é missão”. Com a participação dos professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: “Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.

“Meu mestre e meu guia!
A quem nenhuma coisa feriu, nem doeu, nem perturbou, seguro como um sol fazendo o seu dia involuntariamente, natural como um dia mostrando tudo, meu mestre, meu coração não aprendeu a tua solenidade, meu coração não aprendeu nada e nada, meu coração está perdido”.
(Fernando Pessoa).

“Professor é o sal da terra e a luz do mundo.
Sem vós tudo seria baço, e a terra escura.
Professor, faz de tua cadeira a cátedra de um mestre.
Se souberes elevar teu magistério, ele te elevará à magnificência…
… Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Melhor professor nem sempre é o de mais saber e, sim, aquele que, modesto, tem a faculdade de manter o respeito e a disciplina da classe”.
Cora Coralina

Oração do Professor

Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar
e por fazer de mim um professor no mundo da educação.Eu te agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas e te ofereço todos os meus dons.São grandes os desafios de cada dia, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na graça de servir, colaborar e ampliar os horizontes do conhecimento.Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também
o sofrimento que me fez crescer e evoluir.Quero renovar cada dia à coragem de sempre recomeçar.Senhor!
Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador para melhor poder servir.Abençoa todos os que se empenham neste trabalho iluminando-lhes o caminho.Obrigado, meu Deus,
pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre. Amém!

Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Missões
13/10/2009
 



Neste domingo dedicado às missões, me dirijo, sobretudo a vós, irmãos no ministério episcopal e sacerdotal, e também aos irmãos e irmãs do Povo de Deus, a fim de vos exortar a reavivar em si a consciência do mandato missionário de Cristo para que “todos os povos se tornem seus discípulos” (Mt 28,19), seguindo as pegadas de São Paulo, o apóstolo dos gentios.



“As nações caminharão à sua luz” (Ap 21, 24). O objetivo da missão da Igreja é iluminar com a luz do Evangelho todos os povos em seu caminhar na história rumo a Deus, pois Nele encontramos a sua plena realização. Devemos sentir o anseio e a paixão de iluminar todos os povos, com a luz de Cristo, que resplandece no rosto da Igreja, para que todos se reúnam na única família humana, sob a amável paternidade de Deus.



É nesta perspectiva que os discípulos de Cristo espalhados pelo mundo trabalham, se dedicam, gemem sob o peso dos sofrimentos e doam a vida. Reitero com veemência o que muitas vezes foi dito pelos meus predecessores: a Igreja não age para ampliar o seu poder ou reforçar o seu domínio, mas para levar a todos Cristo, salvação do mundo. Pedimos somente nos colocar a serviço da humanidade, sobretudo daquela sofredora e marginalizada, porque acreditamos que “o compromisso de anunciar o Evangelho aos homens de nosso tempo… é sem dúvida alguma um serviço prestado à comunidade cristã, mas também a toda a humanidade” (Evangelii nuntiandi, 1), que “apesar de conhecer realizações maravilhosas, parece ter perdido o sentido último das coisas e de sua própria existência”(Redemptoris missio, 2).



1. Todos os povos são chamados à salvação.



Na verdade, a humanidade inteira tem a vocação radical de voltar à sua origem, que é Deus, somente no Qual ela encontrará a sua plenitude por meio da restauração de todas as coisas em Cristo. A dispersão, a multiplicidade, o conflito, a inimizade serão repacificadas e reconciliadas através do sangue da Cruz e reconduzidas à unidade.



O novo início já começou com a ressurreição e a exaltação de Cristo, que atrai a si todas as coisas, as renova, as tornam participantes da eterna glória de Deus. O futuro da nova criação brilha já em nosso mundo e acende, mesmo se em meio a contradições e sofrimentos, a nossa esperança por uma vida nova. A missão da Igreja é “contagiar” de esperança todos os povos. Por isto, Cristo chama, justifica, santifica e envia os seus discípulos para anunciar o Reino de Deus, a fim de que todas as nações se tornem Povo de Deus. É somente nesta missão que se compreende e se confirma o verdadeiro caminho histórico da humanidade. A missão universal deve se tornar uma constante fundamental na vida da Igreja. Anunciar o Evangelho deve ser para nós, como já dizia o apóstolo Paulo, um compromisso impreterível e primário.



2. Igreja peregrina



A Igreja Universal, sem confim e sem fronteiras, se sente responsável por anunciar o Evangelho a todos os povos (cfr. Evangelii nuntiandi, 53). Ela, germe de esperança por vocação, deve continuar o serviço de Cristo no mundo. A sua missão e o seu serviço não se limitam às necessidades materiais ou mesmo espirituais que se exaurem no âmbito da existência temporal, mas na salvação transcendente que se realiza no Reino de Deus. (cfr. Evangelii nuntiandi, 27).



Este Reino, mesmo sendo em sua essência escatológico e não deste mundo (cfr. Jo 18,36), está também neste mundo e em sua história é força de justiça, paz, verdadeira liberdade e respeito pela dignidade de todo ser humano. A Igreja mira em transformar o mundo com a proclamação do Evangelho do amor, “que ilumina incessantemente um mundo às escuras e nos dá a coragem de viver e agir e… deste modo, fazer entrar a luz de Deus no mundo” (Deus caritas est, 39). Esta é a missão e o serviço que, também com esta Mensagem, chamo a participar todos os membros e instituições da Igreja.



3. Missão ad gentes



A missão da Igreja é chamar todos os povos à salvação realizada por Deus em seu Filho encarnado. É necessário, portanto, renovar o compromisso de anunciar o Evangelho, fermento de liberdade e progresso, fraternidade, união e paz (cfr. Ad gentes, 8). Desejo “novamente confirmar que a tarefa de evangelizar todos os homens constitui a missão essencial da Igreja”(Evangelii nuntiandi, 14), tarefa e missão que as vastas e profundas mudanças da sociedade atual tornam ainda mais urgentes. Está em questão a salvação eterna das pessoas, o fim e a plenitude da história humana e do universo. Animados e inspirados pelo Apóstolo dos Gentios, devemos estar conscientes de que Deus tem um povo numeroso em todas as cidades percorridas também pelos apóstolos de hoje (cfr. At 18, 10). De fato, “a promessa é em favor de todos aqueles que estão longe, todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar “(At 2,39).



Toda a Igreja deve se empenhar na missão ad gentes, enquanto a soberania salvífica de Cristo não está plenamente realizada: “Agora, porém, ainda não vemos que tudo lhe esteja submisso” (Hb 2,8).



4. Chamados a evangelizar também por meio do martírio



Neste dia dedicado às missões, recordo na oração aqueles que fizeram de suas vidas uma exclusiva consagração ao trabalho de evangelização. Menciono em particular as Igrejas locais, os missionários e missionárias que testemunham e propagam o Reino de Deus em situações de perseguição, com formas de opressão que vão desde a discriminação social até a prisão, a tortura e a morte. Não são poucos aqueles que atualmente são levados à morte por causa de seu “Nome”. É ainda de grande atualidade o que escreveu o meu venerado predecessor papa João Paulo II: “A comemoração jubilar descerrou-nos um cenário surpreendente, mostrando o nosso tempo particularmente rico de testemunhas, que souberam, ora dum modo ora doutro, viver o Evangelho em situações de hostilidade e perseguição até darem muitas vezes a prova suprema do sangue” (Novo millennio ineunte, 41).



A participação na missão de Cristo, de fato, destaca também a vida dos anunciadores do Evangelho, aos quais é reservado o mesmo destino de seu Mestre. “Lembrai-vos do que eu disse: nenhum empregado é maior do que seu patrão. Se perseguiram a mim, vão perseguir a vós também” (Jo 15,20). A Igreja se coloca no mesmo caminho e passa por tudo aquilo que Cristo passou, porque não age baseando-se numa lógica humana ou com a força, mas seguindo o caminho da Cruz e se fazendo, em obediência filial ao Pai, testemunha e companheira de viagem desta humanidade.



Às Igrejas antigas como as de recente fundação, recordo que são colocadas pelo Senhor como sal da terra e luz do mundo, chamadas a irradiar Cristo, Luz do mundo, até os extremos confins da terra. A missão ad gentes deve ser a prioridade de seus planos pastorais.



Agradeço e encorajo as Pontifícias Obras Missionárias pelo indispensável trabalho a serviço da animação, formação missionária e ajuda econômica às jovens Igrejas. Por meio destas instituições pontifícias, se realiza de forma admirável a comunhão entre as Igrejas, com a troca de dons, na solicitude recíproca e na comum projetualidade missionária.



5. Conclusão – O impulso missionário sempre foi sinal de vitalidade de nossas Igrejas (cfr. Redemptoris missio, 2). É preciso, todavia, reafirmar que a evangelização é obra do Espírito, e que antes mesmo de ser ação, é testemunho e irradiação da luz de Cristo (cfr. Redemptoris missio, 26) através da Igreja local, que envia os seus missionários e missionárias para além de suas fronteiras. Rogo a todos os católicos para que peçam ao Espírito Santo que aumente na Igreja a paixão pela missão de proclamar o Reino de Deus e ajudar os missionários, as missionárias e as comunidades cristãs empenhadas nesta missão, muitas vezes em ambientes hostis de perseguição.



Ao mesmo tempo, convido todos a darem um sinal crível da comunhão entre as Igrejas, com uma ajuda econômica, especialmente neste período de crise que a humanidade está vivendo, a fim de colocar as jovens Igrejas em condições de iluminar as pessoas com o Evangelho da caridade.



Guie-nos em nossa ação missionária a Virgem Maria, Estrela da Evangelização, que deu ao mundo Cristo, luz das nações, para que leve a salvação “até aos extremos da terra” (At 13,47). A todos, a minha bênção.



12 de Outubro dia de NOSSA SENHORA APARECIDA
10/10/2009
 



O rio Paraíba, que nasce em São Paulo e deságua no litoral fluminense, era limpo e piscoso em 1717, quando os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves resgataram a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida de suas águas. Encarregados de garantir o almoço do conde de Assumar, então governador da província de São Paulo, que visitava a Vila de Guaratinguetá, eles subiam o rio e lançavam as redes sem muito sucesso próximo ao porto de Itaguaçu, até que recolheram o corpo da imagem. Na segunda tentativa, trouxeram a cabeça e, a partir desse momento, os peixes pareciam brotar ao redor do barco.

Durante 15 anos, Pedroso ficou com a imagem em sua casa, onde recebia várias pessoas para rezas e novenas. Mais tarde, a família construiu um oratório para a imagem, até que em 1735, o vigário de Guaratinguetá erigiu uma capela no alto do Morro dos Coqueiros. Como o número de fiéis fosse cada vez maior, teve início em 1834 a construção da chamada Basílica Velha. O ano de 1928 marcou a passagem do povoado nascido ao redor do Morro dos Coqueiros a município e, um ano depois, o papa Pio XI proclamava a santa como Rainha do Brasil e sua padroeira oficial.

A necessidade de um local maior para os romeiros era inevitável e em 1955 teve início a construção da Basílica Nova, que em tamanho só perde para a de São Pedro, no Vaticano. O arquiteto Benedito Calixto idealizou um edifício em forma de cruz grega, com 173m de comprimento por 168m de largura; as naves com 40m e a cúpula com 70m de altura, capaz de abrigar 45 mil pessoas. Os 272 mil metros quadrados de estacionamento comportam 4 mil ônibus e 6 mil carros. Tudo isso para atender cerca de 7 milhões de romeiros por ano.


Nossa Senhora Aparecida, o Brasil é vosso!
Rainha do Brasil, abençoai a nossa gente!
Tende compaixão do vosso povo!
Socorrei os pobres!
Consolai os aflitos!
Iluminai os que não têm fé!
Convertei os pecadores!
Curai os nossos enfermos!
Protegei as criancinhas!
Lembrai-vos dos nossos parentes e benfeitores!
Guiai a mocidade!
Guardai nossas famílias!
Visitais os encarcerados!
Norteai os navegantes!
Ajudai os operários!
Orientai o nosso Clero!
Assisti os nossos bispos!
Conservai o Santo Padre!
Defendei a Santa Igreja!
Esclarecei o nosso Governo!
Ouvi os que estão presentes!
Não vos esqueçais dos ausentes!
Paz ao nosso povo!
Tranqüilidade para a nossa terra!
Prosperidade para o Brasil!
Salvação a nossa Pátria!
Senhora Aparecida, o Brasil vos ama, o Brasil em vós confia!
Senhora Aparecida, o Brasil tudo espera de vós!
Senhora Aparecida, o Brasil vos aclama!
Salve, Rainha!

Amém!

Dia 7 de Outubro a Igreja Celebra Nossa Senhora do Rosário
6/10/2009
 






Esta festa foi instituída pelo Papa Pio V em 1571, quando celebrou-se a vitória dos cristãos na batalha naval de Lepanto. Nesta batalha os cristãos católicos, em meio a recitação do Rosário, resistiram aos ataques dos turcos otomanos vencendo-os em combate.

A celebração de hoje convida-nos à meditação dos Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus.

A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Desta forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nossos e, para a contagem, o Doutor da Igreja São Beda, o Venerável (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante.

Na história também encontramos Maria que apareceu a São Domingos e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão: "Quero que saiba que, a principal peça de combate, tem sido sempre o Saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério".

Essa devoção, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, recebe da Igreja a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas - por isso Rosário - é rezado praticamente em todas as línguas, e o saudoso Papa João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus, como nos ensina a própria Virgem Santíssima em todas as suas aparições.


+ Avé Maria, cheia de Graça,
o Senhor é convosco;
Bendita sois Vós entre as mulheres,
e bendito é o Fruto do Vosso ventre, Jesus.

+ Santa Maria, Mãe de Deus,
rogai por nós pecadores;
Agora e na hora da nossa morte.
Amém.



Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

LITURGIA
5/10/2009
 




A pastoral litúrgica coordena toda a liturgia da comunidade paroquial. Nela os cristãos reunidos em comunidade, alimentados pela Palavra, expressam e fortificam a sua fé em Cristo, morto e ressuscitado.

A Palavra de Deus, parte integrante das celebrações.

“…um elemento de enorme importância.” (IGMR 29)


É enorme a importância da Sagrada Escritura na celebração da Liturgia. Porque é a ela que se vão buscar as leituras que se explicam na homilia e os salmos para cantar; com o seu espírito e a sua inspiração nasceram as preces, as orações e os e os sinais (SC 24).


A Liturgia da Palavra é parte integrante das celebrações sacramentais. Para alimentar a fé dos fiéis, os sinais da Palavra de Deus devem ser valorizados: o livro da Palavra (leccionário ou evangeliário), a sua veneração (procissão, incenso, velas), o lugar da sua proclamação (ambão), a sua leitura audível e inteligível, a homilia do ministro, que prolonga a sua proclamação, as respostas da assembleia (aclamações, salmos de meditação, ladainhas, confissão de fé...). (CIC, 1154)

A Palavra de Deus é o alimento essencial para a nossa conversão, a verdadeira palavra da vida, Ela é o meio para tocar o nosso coração e aproximar-nos do Senhor.

O Acólito durante a leitura da Palavra de Deus, tem a sua atenção voltada para Ela.

Mesmo durante o canto do salmo responsorial, Deus transmite a Sua palavra, convocando-nos à resposta, porque «Quem canta, reza duas vezes» (Santo Agostinho).

A Liturgia da Palavra é constituída por:



1ª Leitura (normalmente do Antigo Testamento)



Salmo Responsorial



2ª Leitura (Epístola)



Aclamação ao Evangelho (Aleluia ou outro cântico, conforme o tempo litúrgico)



Evangelho



Homilia



Credo (Profissão de Fé)

A Igreja Celebra hoje São Benedito
5/10/2009
 



Hoje é um dia muito especial para o povo brasileiro. Comemora-se o dia de são Benedito, um dos santos mais queridos e cuja devoção é muito popular no Brasil. Cultuado inicialmente pelos escravos negros, por causa da cor de sua pele e de sua origem - era africano e negro -, passou a ser amado por toda a população como exemplo da humildade e da pobreza. Esse fato também lhe valeu o apelido que tinha em vida, "o Mouro". Tal adjetivo, em italiano, é usado para todas as pessoas de pele escura e não apenas para os procedentes do Oriente. Já entre nós ele é chamado de são Benedito, o Negro, ou apenas "o santo Negro".


Há tanta identificação com a cristandade brasileira que até sua comemoração tem uma data só nossa. Embora em todo o mundo sua festa seja celebrada em 4 de abril, data de sua morte, no Brasil ela é celebrada, desde 1983, em 5 de outubro, por uma especial deferência canônica concedida à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB.


Benedito Manasseri nasceu em 1526, na pequena aldeia de São Fratelo, em Messina, na ilha da Sicília, Itália. Era filho de africanos escravos vendidos na ilha. O seu pai, Cristóforo, herdou o nome do seu patrão, e tinha se casado com sua mãe, Diana Lancari. O casamento foi um sacramento cristão, pois eram católicos fervorosos. Considerados pela família à qual pertenciam, quando o primogênito Benedito nasceu foram alforriados junto com a criança, que recebeu o sobrenome dos Manasseri, seus padrinhos de batismo.


Cresceu pastoreando rebanhos nas montanhas da ilha e, desde pequeno, demonstrava tanto apego a Deus e à religião que os amigos, brincando, profetizavam: "Nosso santo mouro". Aos vinte e um anos de idade, ingressou entre os eremitas da Irmandade de São Francisco de Assis, fundada por Jerônimo Lanza sob a Regra franciscana, em Palermo, capital da Sicília. E tornou-se um religioso exemplar, primando pelo espírito de oração, pela humildade, pela obediência e pela alegria numa vida de extrema penitência.


Na Irmandade, exercia a função de simples cozinheiro, era apenas um irmão leigo e analfabeto, mas a sabedoria e o discernimento que demonstrava fizeram com que os superiores o nomeassem mestre de noviços e, mais tarde, foi eleito o superior daquele convento. Mas quando o fundador faleceu, em 1562, o papa Paulo IV extinguiu a Irmandade, ordenando que todos os integrantes se juntassem à verdadeira Ordem de São Francisco de Assis, pois não queria os eremitas pulverizados em irmandades sob o mesmo nome.


Todos obedeceram, até Benedito, que sem pestanejar escolheu o Convento de Santa Maria de Jesus, também em Palermo, onde viveu o restante de sua vida. Ali exerceu, igualmente, as funções mais humildes, como faxineiro e depois cozinheiro, ganhando fama de santidade pelos milagres que se sucediam por intercessão de suas orações.


Eram muitos príncipes, nobres, sacerdotes, teólogos e leigos, enfim, ricos e pobres, todos se dirigiam a ele em busca de conselhos e de orientação espiritual segura. Também foi eleito superior e, quando seu período na direção da comunidade terminou, voltou a reassumir, com alegria, a sua simples função de cozinheiro. E foi na cozinha do convento que ele morreu, no dia 4 de abril de 1589, como um simples frade franciscano, em total desapego às coisas terrenas e à sua própria pessoa, apenas um irmão leigo gozando de grande fama de santidade, que o envolve até os nossos dias.


Foi canonizado em 1807, pelo papa Pio VII. Seu culto se espalhou pelos quatro cantos do planeta. Em 1652, já era o santo padroeiro de Palermo, mais tarde foi aclamado santo padroeiro de toda a população afro-americana, mas especialmente dos cozinheiros e profissionais da nutrição. E mais: na igreja do Convento de Santa Maria de Jesus, na capital siciliana, venera-se uma relíquia de valor incalculável: o corpo do "santo Mouro", profetizado na infância e ainda milagrosamente intacto. Assim foi toda a vida terrena de são Benedito, repleta de virtudes e especiais dons celestiais provindos do Espírito Santo.


Oração a São Benedito


Glorioso São Benedito, grande Confessor da fé,
com toda confiança venho implorar
a vossa valiosa proteção.

Vós, a quem Deus enriqueceu com os dons celestes,
impetrai-me as graças que ardentemente desejo,
para maior glória de Deus.

Confortai o meu coração nos desalentos!
Fortificai minha vontade para cumprir bem os meus deveres!
Sede o meu companheiro nas horas de solidão e desconforto!

Assisti-me e guiai-me na vida
e na hora da minha morte, para que eu possa bendizer a Deus nesse mundo
e gozá-lo na eternidade. Com Jesus Cristo, a quem tanto amastes.

Assim seja.

No dia 4 de outubro celebramos São Francisco de Assis
4/10/2009
 





São Francisco de Assis, que nasceu na cidade de Assis, na Itália, em 1181 (ou 1182). Filho de um rico comerciante de tecidos, Francisco tirou todos os proveitos de sua condição social vivendo entre os amigos boêmios.

Tentou, como o pai, seguir a carreira de comerciante, mas a tentativa foi em vão.

Sonhou então, com as honras militares. Aos vinte anos alistou-se no exército de Gualtieri de Brienne que combatia pelo papa, mas em Spoleto teve um sonho revelador: Foi convidado a trabalhar para "o Patrão e não para o servo".

Suas revelações não parariam por aí. Em Assis, o santo dedicou-se ao serviço de doentes e pobres. Um dia do outono de 1205, enquanto rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer: "Francisco, restaura minha casa decadente".



O chamado, ainda pouco claro para São Francisco, foi tomado no sentido literal e o santo vendeu as mercadorias da loja do pai para restaurar a igrejinha. Como resultado, o pai de São Francisco, indignado com o ocorrido, deserdou-o.
Com a renúncia definitiva aos bens materiais paternos, São Francisco deu início à sua vida religiosa, "unindo-se à Irmã Pobreza".

A Ordem dos Frades Menores teve início com a autorização do papa Inocêncio III e Francisco e onze companheiros tornaram-se pregadores itinerantes, levando Cristo ao povo com simplicidade e humildade.

O trabalho foi tão bem realizado que, por toda Itália, os irmãos chamavam o povo à fé e à penitência. A sede da Ordem, localizada na capela de Porciúncula de Santa Maria dos Anjos, próxima a Assis, estava superlotada de candidatos ao sacerdócio. Para suprir a necessidade do espaço, foi aberto outro convento em Bolonha.

Um fato interessante entre os pregadores itinerantes foi que poucos, dentre eles, tomaram as ordens sacras. São Francisco de Assis, por exemplo, nunca foi sacerdote.

Em 1212, São Francisco fundou com sua fiel amiga Santa Clara, a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Já em 1217, o movimento franciscano começou a se desenvolver como uma ordem religiosa. E como já havia ocorrido anteriormente, o número de membros era tão grande que foi necessária a criação de províncias que se encaminharam por toda a Itália e para fora dela, chegando inclusive à Inglaterra.

Sua devoção a Deus não se resumiria em sacrifícios, mas também em dores e chagas. Enquanto pregava no Monte Alverne, nos Apeninos, em 1224, apareceram-lhe no corpo as cinco chagas de Cristo, no fenômeno denominado "estigmatização".

Os estigmas não só lhe apareceram no corpo, como foram sua grande fonte de fraqueza física e, dois anos após o fenômeno, São Francisco de Assis foi chamado ao Reino dos Céus.

Autor do Cântico do Irmão Sol, considerado um poeta e amante da natureza, São Francisco foi canonizado dois anos após sua morte.

Em 1939, o papa Pio XII tributou um reconhecimento oficial ao "mais italiano dos santos e mais santo dos italianos", proclamando-o padroeiro da Itália.

Orações atribuídas a São Francisco:

Oração da Paz (Oração de São Francisco)

(Esta oração foi feita após o pedido de clemência do papa Inocêncio III "arrependido" pelas cruzadas e muito enfermo. Francisco, duvidando de seu arrependimento, fora chamado a atenção pelo Pai pedindo piedade ao agonizante. São Francisco atendeu o pedido, admitindo humildemente sua ignorância).



Senhor,

Fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver duvida, que leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre,

Fazei que procure mais consolar, que ser consolado;
compreender que ser compreendido;
amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que vive para a vida eterna.




-Oração diante do crucifixo

(Segundo o testemunho de alguns antigos manuscritos, São Francisco rezou esta oração no momento em que estava diante do crucifixo de São Damião e recebia o seguinte encargo: "Francisco, vai reconstruir minha casa")

Ó glorioso Deus, altíssimo, iluminai as trevas do meu coração,
Concedei-me uma fé verdadeira, uma esperança firme e um amor perfeito.
Dai-me Senhor, o reto sentir, e conhecer, a fim de que possa cumprir
o sagrado encargo que verdade acabais de dar-me.

Amém.



Os mais novos Diáconos Luciano Fernandes de Paula e Maique Willian Massufaro
3/10/2009
 




Maique e Luciano

"Receber a Sagrada Ordem do Diaconado é ser fortalecido com o dom do Espírito Santo para poder auxiliar o Bispo e seu Presbitério no serviço da Palavra, do altar e da caridade, mostrando ser servo de todos. Cabe ao Diácono, portanto, resplandecer as virtudes evangélicas: o amor sincero, a solicitude para com os enfermos e os pobres, a autoridade discreta, a simplicidade de coração e uma vida segundo o Espírito."

Luciano Fernandes de Paula

"Coloquem-se a serviço uns dos outros
através do amor"


Maique Willian Massufaro

"Quem quiser ser o maior entre vós seja
aquele vos serve"

2 de Outubro dia dos Santos Anjos da Guarda
2/10/2009
 



Mais uma vez, antes de iniciar a leitura a respeito dos Santos de hoje, chamo a ajuda do dicionário para salientar o significado de uma palavra.

Anjos – São seres espirituais que servem de mensageiros divinos. São representados na arte como sendo figuras humanas aladas, tanto em pinturas quanto em esculturas. Também chamamos as pessoas de índole muito bondosa de anjo.

Nós católicos comemoramos hoje, dia 02 de Outubro, o dia dos Santos Anjos da Guarda, que na verdade são espíritos celestes a quem Deus confiou a guarda e proteção dos homens.

Cada um de nós tem um anjo, que nos foi confiado como protetor desde o nascimento, e nos acompanhará até o dia da morte. Estão ao nosso lado nos protegendo e nos assistindo, tanto com relação aos perigos temporais quanto contra os perigos espirituais.

Nas horas de medo, dúvida, ira ou tentação, lembremo-nos da oração que aprendemos quando crianças: O Santo Anjo. Que seja esta oração infantil nossa companheira inseparável nos momentos de tribulação.

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso e guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, governa e ilumina. Amém!

Santos Anjos da Guarda, rogai por nós!

Santa Teresinha, ensina-nos a amar Jesus
1/10/2009
 



Hoje o céu está em festa, pois a Igreja celebra o Dia de Santa Teresinha do Menino Jesus. Proclamada principal Padroeira das Missões, Padroeira secundária da França e Doutora da Igreja. A grande santa francesa nos ensina que o caminho da santidade passa pela humildade.

Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus pela salvação das almas e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face sempre foi como criança nos braços do Pai, livre aos cuidados do Menino Jesus, e tomada pelo Espírito de amor, que lhe ensinou a pequena via da infância espiritual.

Rezemos: Oração de Santa Teresinha à Sagrada Face

Ó Jesus, que na vossa crudelíssima paixão vos tornastes “opróbrio dos homens, e o homem das dores”, eu adoro vossa divina face sobre a qual resplandece a beleza e ternura da divindade que agora se tornou para mim como a face de um “leproso” (Is 53,4).

Mas sob estes traços desfigurados reconheço vosso infinito amor e ardentemente desejo amar-vos e fazer-vos amar por todos os homens.

As lágrimas que com tanta abundância correram de vossos olhos se me afiguram quais pérolas preciosas, que eu quisera recolher para com seu valor infinito, resgatar as almas dos pobres pecadores.

Ó Jesus, vossa face é a única beleza que encanta meu coração, de boa mente quero, renunciar na terra a doçura de vosso olhar e o inefável ósculo de vossa boca divina, mas suplico-vos, imprime em meu coração vossa divina imagem, e inflamai-me com vosso amor, a fim de que possa um dia contemplar vossa face gloriosa no céu.

Amém!



Esta novena pode ser começada em qualquer dia do mês; há um grande número de amigos de Santa Terezinha que fazem a novena entre os dias 9 e 17 de cada mês.

0RAÇÃO - "Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, eu Vos agradeço todos os favores, todas as graças com que enriquecestes a alma de Vossa serva Santa Terezinha do Menino Jesus, durante os 24 anos que passou na terra e, pelos méritos de tão querida Santinha, concedei-me a graça que ardentemente Vos peço (faça o pedido da graça que deseja) - se for conforme a Vossa Santíssima vontade e para salvação de minha alma. Ajudai minha fé e minha esperança, ó Santa Terezinha, cumprindo mais uma vez sua promessa de que ninguém Vos invocaria em vão, fazendo-me ganhar uma rosa, sinal de que alcançarei a graça pedida. "Reza-se em seguida 24 vezes: "Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, assim como era no princípio, agora e sempre, por todos os séculos e séculos, amém." Santa Terezinha do Menino Jesus, rogai por nós.

Rezar 1 Pai-Nosso, 1 Ave Maria


Postado por: Márcia Figueiredo Liani

"O amor Agape"
1/10/2009
 



O amor a Deus e a uma pessoa corresponde ao mesmo sentimento dentro de nós. Mas, ainda assim, existem diferenças. Os gregos não têm apenas uma palavra para verbalizar o amor, mas sim três conceitos que permitem descrever melhor a relação entre o amor a Deus e o amor a outros seres humanos.


Existe o eros, o amor cobiçoso. Sentimo-nos atraídos pelo outro. Os gregos apresentam o Eros como um jovem arqueiro que atira as suas setas do amor. Aquele que é atingido por uma das setas de Eros fica eternamente apaixonado por essa pessoa. Deseja tê-la a todo o custo e unir-se a ela.


Philia é o amor entre amigos. É o amor que se alegra pela maneira de ser dos amigos. Os gregos cantavam recorrentemente o elogio da amizade. Para eles, o amor dos amigos era um bem valioso.


E depois existe também o agape. Trata-se do amor a Deus, ou do amor puro pelos outros seres humanos. É uma fonte de amor que gostaria simplesmente de correr sem cessar. Corre para as pessoas, para toda a criação - para as plantas e os animais que existem à nossa volta, para tudo aquilo que nos rodeia. Não nos podemos obrigar a amar este ou aquele. O amor está simplesmente lá. É deste amor que trata aquilo que é dito na Primeira Carta de João: « Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele» ( 1 Jo 4,16).

Como entender Cristo na Hóstia Consagrada
30/9/2009
 



Em todo ser há um conjunto de coisas que podem mudar, como o tamanho, a cor, o peso, o sabor, etc., e um substrato permanente que, conservando-se sempre o mesmo, caracteriza o ser, que não muda. Esse substrato é chamado substância, essência ou natureza do ser. Em qualquer pedaço de pão há coisas mutáveis: a cor, tamanho, gosto, o sabor, a posição, sem que a substância que as sustenta mude; esta substância ninguém vê; mas é uma realidade. Assim, há homens de cores diferentes, feições diferentes, etc.; mas todos possuem uma mesma substância: uma alma humana imortal, que se nota pelas suas faculdades, as quais os animais não têm: inteligência, liberdade, vontade, consciência, psique, entre outros.


Quando as palavras da consagração são pronunciadas sobre o pão, a substância deste muda ou se converte totalmente em substância do Corpo humano de Jesus (donde o nome "transubstanciação"), ficando, porém, os acidentes externos (aparências) do pão (gosto, cor, cheiro, sabor, tamanho, etc.); sendo assim, sem mudar de aparência, o pão consagrado já não é pão, mas é substancialmente o Corpo de Cristo. O mesmo se dá com o vinho; ao serem pronunciadas sobre ele as palavras da consagração; sua substância se converte na do Sangue do Senhor, pelo poder da intervenção da Onipotência Divina.


Isso explica como o Corpo de Cristo pode estar simultaneamente presente em diversas hóstias consagradas e em vários lugares ao mesmo tempo. Jesus não está presente na Eucaristia segundo as suas aparências, como o tamanho ou a localização no espaço. Uma vez que os fragmentos de pão se multiplicam com a sua localização própria no espaço; assim onde quer que haja um pedaço de pão consagrado, pode estar de fato o Corpo Eucarístico de Cristo.


Uma comparação: quando você olha para um espelho, aí você vê a imagem do seu rosto inteiro; se quebrá-lo em duas ou mais partes, a sua imagem não se quebrará com o espelho, mas continuará uma imagem inteira em cada pedaço.


É preciso, então, entender que a presença de Cristo Eucarístico pode se multiplicar, sem que o Corpo do Senhor se multiplique. Isso faz com que a presença do Cristo Eucarístico possa multiplicar (sem que o Corpo dele se multiplique) se forem multiplicados os fragmentos de pão consagrados nos mais diversos lugares da Terra. Não há bilocação nem multilocação do Corpo de Cristo.


O Corpo de Cristo, sob os acidentes do pão, não tem extensão nem quantidade próprias; assim não se pode dizer que a tal fragmento da hóstia corresponda tal parte do Corpo de Cristo. Quando o pão consagrado é partido, só se parte a quantidade do pão, não o Corpo de Jesus.


Assim muitas hóstias e muitos fragmentos de hóstia não constituem muitos Cristos – o que seria absurdo – , mas muitas "presenças" de um só e mesmo Cristo. Analogamente a multiplicação dos espelhos não multiplica o objeto original, mas multiplica a presença desse objeto; também a multiplicação dos ouvintes de uma sinfonia não multiplica essa sinfonia, mas apenas a presença desta.


Por essas razões, quando se deteriora o Pão Eucarístico por efeito do tempo, da digestão ou de um outro agente corruptor, o que se estraga são apenas os acidentes do pão: quantidade, cor, figura, entre outros, e nesse caso, o Corpo de Cristo deixa de estar presente sob os Véus Eucarísticos; isso porque Nosso Senhor Jesus Cristo quis que, nas espécies ou nas aparências de pão e vinho, garantir a Sua presença sacramental, e não nas de algum outro corpo.


A fé católica ensina uma conversão total e absoluta da substância do pão na do Corpo de Cristo; o Concílio de Trento rejeitou a doutrina de Lutero, que admitia a “empanação” de Cristo: empanação, segundo a qual permaneceriam a substância do pão e a do vinho junto com a do Corpo e a do Sangue de Cristo; o pão continuaria a ser realmente pão (e não apenas segundo as aparências), o vinho continuaria a ser realmente vinho (e não apenas segundo as aparências), de tal sorte que o Corpo de Cristo estaria como que “revestido” de pão e vinho. Para o Concílio de Trento e, para a fé católica, esse tipo de presença de Cristo na Eucaristia é insuficiente; é preciso dizer que o pão e o vinho, em sua realidade íntima (substância), deixam de ser pão e vinho para se tornarem a realidade mesma do Corpo e do Sangue de Cristo.


Assim como na criação acontece o surgimento de todo o ser, também na Eucaristia há a conversão de todo o ser. Essa “conversão de todo o ser” é “conversão de toda a substância” ou “transubstanciação”.


Assim como só Deus pode criar (tirar um ser do nada), só Deus pode “transubstanciar”; ambas as atividade supõem um poder infinito que só o Senhor tem.


Para entender um pouco melhor o milagre da Transubstanciação podemos dizer ainda o seguinte: No milagre da Multiplicação dos Pães, Jesus mudou apenas a espécie do pão (no caso a quantidade), mas não mudou a sua natureza, continuou sendo pão. Quando Ele fez o milagre das Bodas de Caná, mudou a natureza da água (passou a ser vinho) e mudou também a sua espécie (cor, sabor, etc); no milagre da Transubstanciação, o Senhor muda apenas a natureza do pão e do vinho (passam a ser seu Corpo e Sangue) sem mudar a espécie (cor, sabor,cheiro, tamanho, etc.).


Tudo por amor a nós; Ele, o Rei do universo, se faz pequeno, humilde, indefeso... nas espécies sagradas do pão e do vinho, para ser nosso alimento, companheiro, modelo, exemplo, força, consolação...



Um olhar além das aparências
30/9/2009
 



Às vezes, tem-se a impressão de que o processo de globalização pretenda impor-se como chave de interpretação de toda a realidade. De fato, o modelo atual de sociedade não é um “modelo comunitário”, mas um “gigantesco supermercado”, que determina um mesmo modo de pensar (pensamento único) e as mesmas normas de comportamento (consumo). É verdade que este processo apresenta múltiplas escolhas e possibilidades, mas um olhar mais atento pode perceber uma tendência à radicalização.

Nesse sentido predomina a lógica que, em suas várias dimensões, dá prioridade “absoluta” ao mercado e ao dinheiro. Aí, o único “deus” aceito e reconhecido é aquele que abençoa os negócios e a prosperidade econômica. Surge o risco de que desapareça, não somente a percepção do Deus Vivo, mas também a dignidade de todos os seus filhos! A tão propalada religiosidade do “bem-estar” e as teologias da prosperidade acabam fazendo parte dos muitos elementos decorativos integrados ao mesmo modelo de consumo.

Aos olhos do mundo atual, anunciar o Evangelho, que concentra a sua atenção na “gratuidade” e no “perdão”, só pode ressoar como uma grande “blasfêmia”. A lógica do Evangelho não combina com a lógica do mercado, que reduz o ser humano a mero consumidor (e tem que pagar por isso!). Também os escribas de outrora, que queriam manter a realidade sob controle, através de paradigmas legais (o pensamento único daquela época), acusaram Jesus de “blasfêmia” ao realizar sinais de reconciliação e de perdão. A narração da cura do paralítico de Mt 9, 1-8 é um bom exemplo disso.

Mateus simplifica a narração de Mc 2, 1-12 para evidenciar a questão principal: o perdão dos pecados! Dessa forma ele cria um contraste formidável entre a Lei que julga e condena e Jesus que cura e perdoa. Mas isso não é evidente de imediato. Jesus leva em consideração a totalidade da pessoa, não se limita à paralisia das pernas, mas estende o seu olhar até as raízes constitutivas do ser humano: assim como a paralisia das pernas imobiliza a pessoa, impedindo-a de ir ao encontro dos outros, do mesmo modo o pecado paralisa a pessoa, impedindo que vá ao encontro de Deus.

Por isso, Mateus realça o perdão dos pecados, como reconstituição integral da relação com Deus, para que seja possível restabelecer a relação com os outros. Os escribas não acusam Jesus de “blasfêmia” porque faz um paralítico andar, mas porque ele reivindica um poder que é exclusivo de Deus. Eles conhecem a Lei, sabem o que Deus pode ou não pode fazer, eles têm o controle sobre a realidade e o que a Lei determina não se discute!

Do outro lado “Jesus vendo o pensamento deles” (tradução literal) formula uma pergunta reveladora: “por que pensais maldades (ponerá) em vossos corações?” (v. 4). O olhar de Jesus, também nesse caso, penetra até o coração das pessoas, fonte, não só dos sentimentos, mas também dos pensamentos e das decisões (cf 15, 19). Ora, a maior “maldade” consiste em não reconhecer que Deus é amor e perdoa, confundindo-o com a Lei que condena e castiga! Quem fica “preso” à Lei não consegue ir ao encontro nem de Deus nem dos irmãos.

A partir da informação de Mc 2, 1 de que “Jesus estava em casa” (=igreja) Mateus mostra, sem hesitação, que a comunidade cristã é o lugar da gratuidade e do perdão, pois nela está sendo exercido o poder messiânico de Jesus. Não é por acaso que a multidão dá glória a Deus, não por Jesus ter curado um paralítico, mas por Ele ter dado “tal poder aos homens” (v. 8). O termo plural (“aos homens”) indica exatamente que o perdão divino, transmitido por Jesus, deve ser exercido pela comunidade cristã (18, 18). De fato, no perdão recíproco dos irmãos torna-se visível a Glória do Céu... mas “o perdão” continua sendo uma “blasfêmia” para a lógica do mercado.

O poder do Rosário
30/9/2009
 



"A Santíssima Virgem, nestes últimos tempos nos quais vivemos, deu nova eficácia à récita do Rosário. Tal, que nenhum problema, não importa quão difícil possa ser, temporal ou sobretudo espiritual, na vida pessoal de cada um de nós, das nossas famílias... que não possa ser resolvido com o Rosário. Não existe nenhum problema, eu vos digo, não importa quão difícil possa ser, que não possamos resolver com a oração do Rosário."


Irmã Lúcia dos Santos

As quinze promessas

1. A todos aqueles que recitarem o meu Rosário prometo a minha especialíssima proteção.

2. Quem perseverar na reza do meu Rosário, receberá graças potentíssimas.

3. O Rosário será uma arma potentíssima contra o inferno, destruirá os vícios, dissipará o pecado e derrubará as heresias.

4. O Rosário fará reflorir as virtudes, as boas obras e obterá às almas as mais abundantes misericórdias de Deus.

5. Quem se confiar a Mim, com o Rosário, não será nunca oprimido pelas adversidades.

6. Quem quer que recite devotamente o Santo Rosário, com a meditação dos Mistérios, se converterá se pecador, crescerá em graça se justo e será feito digno da vida eterna.

7. Os devotos do Meu Rosário na hora da morte, não morrerão sem sacramentos.

8. Aqueles que rezam o Meu Rosário encontrarão, durante sua vida e na hora de sua morte, a luz de Deus e a plenitude das suas graças e participarão dos méritos dos abençoados no Paraíso.

9. Eu libertarei todos os dias, do Purgatório, as almas devotas do Meu Rosário.

10. Os verdadeiros filhos do Meu Rosário gozarão de uma grande alegria no Céu.

11. Aquilo que se pedir com o Rosário se obterá.

12. Aqueles que propagarem o Meu Rosário serão por mim socorridos em todas as suas necessidades.

13. Eu consegui do Meu Filho que todos os devotos do Rosário tenham por irmãos, em sua vida e na hora de sua morte, os Santos do Céu.

14. Aqueles que recitarem o Meu Rosário fielmente serão todos meus filhos muito amados, irmãos e irmãs de Jesus.

15. A devoção do Santo Rosário é um grande sinal de predestinação.



Bênçãos do Rosário

1. Os pecadores serão perdoados.
2. As almas áridas serão restauradas.
3. Aqueles que estão acorrentados terão suas correntes rompidas.
4. Aqueles que choram encontrarão felicidade.
5. Aqueles que são tentados encontrarão paz.
6. O pobre encontrará ajuda.
7. Os religiosos serão corretos.
8. Aqueles que são ignorantes serão instruídos.
9. O ardente aprenderá a superar o orgulho.
10. Os defuntos (as almas santas do purgatório) terão alívio em suas penas do sufrágio.

Benefícios do Rosario

1. Gradualmente nos dá uma perfeita consciência de Jesus.
2. Purifica nossas almas, lava o pecado.
3. Dá-nos vitória sobre todos nossos inimigos.
4. Torna-nos fácil a prática das virtudes.
5. Faz arder em nós o amor do Senhor.
6. Enriquece-nos de graças e méritos.
7. Provém-nos o que é necessário para pagar todos os nossos débitos a Deus e aos irmãos; e, finalmente, obtém de Deus, todos os tipos de graças para nós

Para cada pensamento negativo, Deus tem uma resposta positiva.
29/9/2009
 






Você diz: - Isso é impossível!
Deus diz: - Tudo é possível (Lucas 18,27)
Você diz: - Eu já estou cansado.
Deus diz: - Eu te darei o repouso (Mateus 11,28-30)
Você diz: - Ninguém me ama de verdade.
Deus diz: - Eu te amo (João 3,16 & 13,34)
Você diz: - Não tenho condições.
Deus diz: - Minha graça é suficiente (II Corintios 12,9)
Você diz: - Não vejo saída.
Deus diz: - Eu guiarei teus passos (Provérbios 3,5-6)
Você diz: - Eu não posso fazer.
Deus diz: - Você pode fazer tudo (Filipenses 4,13)
Você diz: - Estou angustiado.
Deus diz: - Eu te livrarei da angustia (Salmos 90,15)
Você diz: - Não vale a pena.
Deus diz: - Tudo vale a pena (Romanos 8,28)
Você diz: - Eu não mereço perdão.
Deus diz: - Eu te perdôo (I Epistola de São João 1,9 & Romanos 8,1)
Você diz: - Não vou conseguir.
Deus diz: - Eu suprirei todas as suas necessidades (Filipenses 4,19)
Você diz: - Estou com medo.
Deus diz: - Eu não te dei um espírito de medo (II Timoteo 1,7)
Você diz: - Estou sempre preocupado.
Deus diz: - Confiai-me todas as sua preocupações (I Pedro 5,7)
Você diz: - Eu não tenho talento suficiente.
Deus diz: - Eu te dou sabedoria (I Corintios 1,30)
Você diz: - Não tenho fé.
Deus diz: - Eu dei a cada um uma medida de fé (Romanos 12,3)
Você diz: - Eu me sinto só e desamparado.
Deus diz: - Eu nunca te deixarei nem desampararei (Hebreus 13,5)

"Nunca deixe de acreditar nos poderes de Jesus Cristo!
Pois ele nunca te deixará sozinho, ELE te ama e quer te ver sorrindo!"

29 de Setembro dia dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael
29/9/2009
 

São Miguel, Gabriel e Rafael

Com alegria, comemoramos a festa de três Arcanjos neste dia: Miguel, Gabriel e Rafael. A Igreja Católica, guiada pelo Espírito Santo, herdou do Antigo Testamento a devoção a estes amigos, protetores e intercessores que do Céu vêm em nosso socorro pois, como São Paulo, vivemos num constante bom combate. A palavra "Arcanjo" significa "Anjo principal". E a palavra "Anjo", por sua vez, significa "mensageiro".

São Miguel

O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: "Quem como Deus". Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus.

No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também.

"Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu". (Apocalipse 12, 7-8)

São Gabriel

O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa "Força de Deus" ou "Deus é a minha proteção". É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico:

"No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré... O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus..." a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.

São Rafael

Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit.

"Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus" (Tob 5,4).

Este arcanjo de nome "Deus curou" ou "Medicina de Deus", restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante.


São Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai por nós!

Como melhorar sua participação na Santa Missa
28/9/2009
 



A Missa é o que é central de nossa fé católica. Mais de 40 anos atrás, o Concilio Vaticano II disse que a Liturgia é o cume para o qual tende a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, é a fonte donde emana toda a sua força.





A Eucaristia ou a Missa tem uma dimensão e lado humano, portanto, merece uma preparação a fim de lucrar suas graças e benefícios. Veja estes pontos:

1.) Esteja convencido da Importância da Missa, do seu grande valor. Sem ela, a Igreja Católica e apenas mais uma das muitas igrejas cristãs. É a Eucaristia que nos faz ser diferentes, com um valor imenso. A Missa dominical é o ato mais importante da semana. Depois de participar na Liturgia, o bom cristão planejará outras atividades, como, por exemplo, o tempo de lazer ou passeio, uma visita, fazer um trabalho extra que sobrou, etc.

2.) Prepare-se antes da Missa. Chegue 5-10 minutos antes da hora marcada. Pense sobre aquilo que vai fazer: quer rezar por quem? Que faltas e pecados precisam de um “conserto”? Quais as lacunas e deficiências na sua vida? Deve agradecer a Deus por quais dons e sinais de amor já recebidos?

3.) Seja um membro ativo da Assembleia. A Eucaristia não é uma oração particular como rezar o Terço ou uma novena. É o ato oficial do Corpo de Cristo, prestando culto ao Deus Pai. É importante que cada pessoa cante, responda, participe integralmente no culto, pois o Vaticano II nos disse que deve ser promovida uma ativa participação interna e externa dos fieis....plena na celebração comunitária. Santo Agostinho pregou que quem canta reza duas vezes.

4.) Aproveite dos meios de Penitência oferecidos. Uma das grandes finalidades da Eucaristia é pedir perdão de nossos pecados e ofensas. O Rito Penitencial de cada missa, nem sempre bem aproveitado e realizado muito rápido, merece um destaque maior. É tempo para passar o Filme da Vida e identificar as omissões e maus atos que praticamos.

5.) Expresse os seus sentimentos durante as orações. Hoje em dia muita gente gosta de levantar as mãos, ou inclina todo o corpo num engajamento total da pessoa. Uma vez que a nossa Missa é um ponto de Encontro com o nosso Deus Salvador, deve ter muita alegria, arrependimento de nossas falhas, gratidão de tudo que já recebemos, etc. Não somos anjos. Mostre o seu prazer de estar na casa do Senhor.

6.) Escute com respostas na sua mente. Deus me deu uma inteligência para compreender melhor o Seu plano. O estudo da Teologia é a fé buscando entendimento. A capacidade de pensar é uma das atividades nobres do ser humano. Envolve a sua mente no culto de louvor a Deus, pensando nele, e não em outras coisas.

7.) Aproveite bem os momentos de silêncio. É chato passar uma noite inteira ouvindo um outro falar sobre sua vida, seus sucessos e realizações, sem dar um momento para falarmos. O tempo de Oração não pode ser 100% barulho e fala. Pede tempo de interiorização e reflexão. Parece que há membros das Equipes litúrgicas que são neuróticas, com medo do silêncio. É bom fechar a boca e escutar o que Deus quer nos dizer.

8.) Preste atenção aos Visuais usados. A primeira impressão ao entrar numa igreja católica, são todos os sinais e objetos. Veja as imagens de Santos. Vitrais coloridas. Existem 5 cores litúrgicos para acompanhar o tempo do ano. As luzes e enfeites de Natal, o Presépio, A Vigília Pascal, o Andor do Padroeiro da Paróquia. Nossa religião é muito SACRAMENTAL – usamos sinais para revelar a presença e amor de Deus.

9.) Participe nas preces comunitárias. As chamados aS Orações dos Fieis são como o jornalzinho da comunidade, para saber o que está acontecendo. Não reza pelos doentes da paróquia. Reza pelo “seu” João que vai se submeter a uma cirurgia. Não reza pelos pobres e necessitados. Reza pela Dona Alice cuja casa foi incendiada, ou pelo Francisco que está procurando emprego. Não reza pela Paz mundial, mas que haja união e reconciliação entre grupos ou pessoas da comunidade que estão brigadas.

10.) Entre no espírito da Oração Eucarística. Essa prece litúrgica é o ato do próprio Cristo redimindo-nos e salvando. É um ato de gloria e louvor dado a Deus Pai, quando nos colocamos em sintonia com o seu grande projeto na medida que sentamos à mesa para ser alimentados com o Pão da Palavra e o Pão Eucarístico. Comendo o Corpo de Cristo e bebendo o sangue dele, somos absorvidos e incluídos em Sua própria pessoa. A nossa Missa cria um vinculo de Caridade e união entre os Irmãos.

11.) Saiba como oferecer e adorar. Na Cruz, Jesus se ofereceu totalmente a Deus Pai. Ao recriar o Sacrifício da Cruz, nós nos oferecemos ao Pai como filhos e filhas que querem estar em comunhão com Ele. Louvar e adorar são os atos mais profundos e nobres que um ser humano pode prestar ao seu Criador. A Eucaristia é o momento privilegiado alcançar esta função. Existem pessoas que viajam para países distantes, como Jerusalém ou Roma, Aparecida ou Bom Jesus de Lapa, a fim de encontrar lugares considerados santos. Cada missa transforma a barra do dia a dia em ouro. Aquilo que fazemos todos os dias é santificado e transformado. A Liturgia ensina-nos que a simplicidade de pão e vinho geram o Corpo e Sangue de Cristo.

12.) Aceite o que Deus oferece. Há um tipo de Cristão que reza apenas, Venha a nós. Não quer rezar: Seja feita a Vossa Vontade. A missa ensina-me a ser obediente, Há uma diferença entre uma necessidade e um desejo. Não invente coisas como essenciais para a sua felicidade. Deus que nos criou sabe perfeitamente o que é necessário para a nossa felicidade completa e salvação eterna. Não seja cego. Enxergue os sinais de amor que Deus nos dá


Postado por: Márcia Figueiredo Liani

A Juventude Cristã Católica
28/9/2009
 

Grupo de Jovens Shekynah


Grupo de Jovens Kadosh

Louvado seja Deus pela juventude católica……..

A juventude cristã católica esta cada dia mais inserida na vida da comunidade……

Nossa igreja é rica em dois grupos que chamam a “atenção” da juventude……


Aí está, jovem, diante de você, um belo desafio: não construir a sua felicidade numa vida de consumismo e de busca de prazer e de beleza física, que “enchem os olhos” das pessoas quando o veem passar. Construa a sua vida naquilo que os olhos não veem, mas que é essencial: honra, saber, moral, caridade, bondade, mansidão, força de vontade, humildade, desapego, pureza, paciência, disponibilidade. Esses são valores que o põem verdadeiramente de pé!


Postado por: Márcia Figueiredo Liani

Procissão em comemoração ao dia de São Nicolau de Flue
27/9/2009
 

São Nicolau de Flue


Procissão

Aconteceu nesso Domingo dia 27 de Setembro a procissão em comemoração ao dia do nosso Santo Padroeiro São Niocolau de Flue!!

O significado da Procissão!



O canto popular “O povo de Deus”, repetido muitas vezes em coro por nós, nos revela a experiência de um povo que caminha em comunidade, com um objetivo comum: chegar à pátria definitiva. Essa caminhada do povo de Deus, com um objetivo determinado, recebe o nome de procissão. A palavra procissão é derivada do verbo latino procedere, e do substantivo processionis, que quer dizer: “ação de avançar, marchar, caminhar, ir adiante, saída solene”.


A procissão é um rito religioso de significado universal. Caminhar junto é uma necessidade de todo indivíduo que vive em comunidade. Ao caminhar junto, objetivos e sonhos são partilhados. As orações e cantos rezados e cantados juntos são expressões da fé no Salvador.


Procissões não são manifestações religiosas apenas dos católicos. Judeus, muçulmanos e hindus também se reú­nem num determinado lugar e partem cantando e rezando rumo a outro lugar estabelecido anteriormente.


A procissão dos cristãos tem origem na Sagrada Escritura. A caminhada é um elemento muito importante na história da salvação. No livro do Êxodo, encontramos o povo que caminha rumo à terra prometida. O livro dos Números nos mostra as normas estabelecidas por Deus ao povo que caminhava: Quando se levantava a nuvem sobre a tenda, os israelitas punham-se em marcha; no lugar onde a nuvem parava, aí acampavam. À ordem do Senhor levantavam o acampamento, e à sua ordem o assentavam de novo (Nm 9,17-18).


No Novo Testamento é narrada apenas uma procissão: a entrada de Jesus em Jerusalém: E toda aquela multidão, que o precedia e que o seguia, clamava: Hosana ao filho de Davi! Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus! (Mt 21,9).


As primeiras procissões dos católicos apareceram por volta do início do século IV, logo após a declaração de liberdade religiosa pelo imperador Constantino. Hoje as procissões são realizadas em vários momentos. As mais comuns são: Domingo de Ramos; Semana Santa; Via-Sacra; Corpus Christi; procissões em honra dos santos padroeiros e de Nossa Senhora. É importante observar que as procissões sempre estão relacionadas com o ano litúrgico.


Em cada região de nosso país existem particularidades e datas diferentes para a caminhada do povo de Deus. No entanto, nunca podemos perder de vista que a procissão é sempre uma caminhada realizada por um grupo de pessoas, que marcha com um único objetivo. A palavra de Deus sempre deve orientar e motivar qualquer procissão: leituras e cantos são expressão da religiosidade do povo que espera ansiosamente entrar na casa do Pai.

Cerco de jericó-Cerco da Misericórdia-dia 24 Quinta feira Santa Missa com Pe José Antonio
25/9/2009
 






Tema: Misericórdia e Comunhão

Lema: “Levai à plenitude a minha alegria pela unanimidade dos vossos sentimentos.” (Fl 2, 1-4)Santa Missa às 19h30 Celebrante: Pe José Antonio de Dourado



"Jesus Ressuscitado, eu creio que você está vivo diante dos meus olhos na Hóstia consagrada. Creio também, Jesus, no Seu poder contra toda espécie de mal, porque você venceu, pela Sua Morte e Ressurreição, o pecado e a morte. Seu Preciosíssimo Sangue derramado na cruz está presente na Hóstia santa. Eu creio, Jesus, e clamo que este Sangue seja agora derramado sobre mim e sobre todos os meus familiares. Eu peço, Senhor Jesus, deste Sangue, possamos nos livrar de toda a opressão diabólica que possa estar prejudicando a nossa família. Peço também que atenda, em especial, este pedido que agora faço na Sua presença: (apresente aqui o seu pedido...)

Eu, desde já, agradeço, confiante que você me atenderá. Eu louvo o Pai por Ter nos dado você, Jesus, como presente de Páscoa. Eu agradeço de coração ao Espírito Santo que me ilumina e me conduz nos momentos de sofrimento e de escuridão. Muito obrigado, Jesus, meu Salvador e libertador".

Amém


Celebra-se hoje 25 de Setembro a festa de São Nicolau de Flue
25/9/2009
 



Nasceu em 1417, em Flüeli, no cantão suíço de Unterwalden, de uma família de agricultores.

Era por natureza obediente, veraz e afável no trato com todos, mas especialmente amoroso da solidão. Sempre procurava lugares ermos em bosques e vales, para melhor recolher-se em oração.

Tinha dezesseis anos quando, atravessando o formoso vale do rio Melch, viu uma torre de singular estrutura, que se erguia da terra perdendo-se no céu. Considerou simbolicamente o fato: aquela torre isolada significava o edifício de sua vida espiritual e o que lhe convinha fazer para elevar-se até o seio de Deus. Entendeu que deveria, em algum lugar, entregar-se à vida solitária.

Numa outra ocasião, enquanto guardava seu rebanho, viu uma flor-de-lis magnífica, que saindo de sua boca se elevava até às nuvens, e depois, caindo na terra, era devorada por um cavalo. E compreendeu novamente, por essa visão, que a contemplação das coisas celestes nele era absorvida pelas preocupações desta terra. E novamente acalentou o desejo de levar vida solitária.


Guerreiro destemido e misericordioso


Ainda não havia completado vinte e três anos quando, a pedido de magistrados, brandiu armas em uma campanha empreendida contra o cantão de Zurique, que desejava separar-se da Liga Helvética. E novamente o fez quatorze anos mais tarde, comandando pessoalmente uma companhia de cem homens. Combateu com tamanha bravura que recebeu uma condecoração de ouro. Nessa ocasião, foi graças às suas exortações que os suíços desistiram de incendiar o mosteiro feminino de Katharinenthal, onde os inimigos se haviam refugiado. Razão pela qual até hoje sua memória é reverenciada naquele mosteiro como o libertador.

Na guerra, São Nicolau levava numa das mãos a espada e na outra o terço. Refulgia nele o esplendor do guerreiro destemido e misericordioso: protegia as viúvas e os órfãos, e jamais permitia que os vencedores se entregassem a atos de vandalismo em relação aos vencidos.

Foi eleito juiz e conselheiro em sua terra natal, ocupando durante dezenove anos essas funções, em meio à satisfação geral de seus concidadãos. Demitiu-se desses cargos para poder retornar à vida de oração.


São Nicolau, anacoreta


São Nicolau foi um autêntico asceta. Jejuava quatro dias por semana, e durante a Quaresma não comia nada quente, contentando-se com pão e frutas secas. Esse regime, longe de enfraquecê-lo, fortalecia-o.

Por insistência dos pais, casou-se e teve dez filhos, os quais, seguindo suas pegadas, chegaram às mais altas dignidades do país. Embora casado, seguia o mesmo regime de vida: levantava-se de madrugada para rezar durante duas horas, e recitava todos os dias os salmos em honra de Nossa Senhora.

No outono de 1467, com o consentimento da esposa, aos cinqüenta anos de idade, revestiu-se do traje de peregrino e chegou à cidade de Lichstall, no cantão de Basiléia. Dali dirigiu-se novamente para o vale do rio Melch e recolheu-se a uma gruta. Certa manhã, ao despertar, sentiu uma dor agudíssima varar-lhe o coração. A partir desse dia, nunca mais sentiu necessidade de beber nem de comer.

Algum tempo depois de sua reclusão, alguns caçadores o encontraram, manifestando-lhe a tristeza de seus familiares, advertindo-o de que morreria de fome e de frio, ou mesmo atacado por animais selvagens. Ao que ele respondeu: “Irmãos, não morrerei de fome, pois há onze dias não tenho comido nem bebido nada, e, entretanto, não sinto fome nem sede. Não temo também o frio nem os animais ferozes“.

Aproveitou a oportunidade para pedir que lhe enviassem um padre, a fim de se confessar e pedir alguns conselhos de que tinha necessidade.

Sua fama começou a crescer. E os habitantes da região chegavam cada dia em maior número até a gruta, a fim de recomendarem-se às suas orações. Consentiu em estabelecer sua cela no vale, junto à qual sua família fez edificar uma capela, onde um sacerdote todos os meses vinha celebrar Missa, ocasião em que São Nicolau comungava.

O Santo viveu nessas condições cerca de vinte anos, não tendo outro alimento senão a Sagrada Eucaristia.

As autoridades civis e eclesiásticas mobilizaram-se para certificar-se de que não havia fraude no que dizia respeito à sua alimentação. O Bispo de Constança enviou o Bispo de Ascalon para fazer essa averiguação. Este último chegou a Saxlen, abençoou a capela e entrou na cela de São Nicolau, perguntando-lhe qual era a primeira virtude do cristão.
O Santo respondeu: “É a obediência”. “Pois bem, ordeno-te em nome da obediência que comas em minha presença este pedaço de pão e bebas esta taça de vinho”, disse-lhe o Prelado.

Nicolau obedeceu. Sobreveio-lhe então dor de estômago tão intensa que o Bispo julgou que iria morrer. Crendo no milagre, o Bispo lavrou um documento, no qual se lia, entre outras coisas, que “Nicolau retirou-se para um lugar ermo chamado Ranft, no qual se conservou com a ajuda de Deus sem tomar qualquer alimento, vivendo ainda ali e desfrutando, até a data em que este documento é escrito, de todas as suas faculdades, levando uma vida bastante santa, do que nós garantimos e afirmamos em toda verdade, por termos sido nós mesmo testemunha.“

Crescia dessa forma cada vez mais o número daqueles que acorriam para pedir orações e conselhos ao Santo.

Deus o favoreceu com o dom da profecia. Repetidas vezes advertiu o povo para que se premunisse contra a sedução de futuras novidades religiosas. Com efeito, dezenas de anos depois os erros de Lutero e Zwinglio lamentavelmente devastaram diversos cantões suíços.


São Nicolau, diplomata


Em 1477, com a derrota do duque francês de Borgonha, as tropas confederadas dos cantões suíços reuniram-se para deliberar sobre a divisão do espólio de guerra e a admissão das cidades de Solero e Friburgo na Confederação Helvética.

Sucedeu que a discussão e a divergência foram tão grandes que se receou a eclosão de uma guerra civil. O pároco de Stanz, amigo de São Nicolau, fez-lhe um relato do que acontecia naquela assembléia, pedindo-lhe que a ela acorresse a fim de serenar os ânimos. Ao entrar na sala, no momento da mais violenta disputa, todos se levantaram, abaixando a cabeça e mantendo silêncio para ouvi-lo.

O Santo saudou-os em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, dizendo ter sido chamado pelo comum amigo, o pároco de Stanz, “para vos falar a propósito de vossas discórdias, que podem desfechar na ruína da pátria. Sou um homem pobre e sem letras, mas quero vos aconselhar na sinceridade de meu coração, e vos falo como Deus me inspira. Desejo-vos enorme bem, e se eu fosse capaz de vo-lo dar um pouco, quereria que minhas palavras vos conduzissem à paz”.

Prosseguiu com palavras de tal modo eloqüentes e eficazes, que no mesmo momento as pesadas nuvens das desavenças se dissiparam. Após o que, serenamente, voltou para a placidez de sua ermida. Relatos daquela assembléia registraram que “todos os enviados devem, em primeiro lugar, fazer que todos conheçam a fidelidade, a solicitude e o devotamento manifestados pelo piedoso irmão Nicolau em toda essa questão. É a ele que se devem render graças por tudo quanto foi feito”.


A morte de um homem de Deus


Antes de morrer, Deus lhe enviou uma doença aguda, cujas dores penetravam-lhe até à medula dos ossos. Foram oito dias de agonia de intenso sofrimento.

A tudo isso suportou com católica resignação, exortando ainda os circunstantes a sempre se portar nesta vida de maneira a poder deixá-la com a consciência tranqüila: “a morte é terrível, mas ainda é mais terrível cair nas mãos do Deus vivo“.

Pressentindo a morte que chegava, o Santo, com grande ardor e piedade, pediu a Santa Comunhão e o Sacramento dos Enfermos. Junto de seu leito estavam todos os familiares e alguns amigos, que o viram entregar sua alma a Deus no próprio dia de seu aniversário natalício: 21 de março de 1487, aos setenta anos de idade.

Todo o povo enlutou-se com sua morte. As lojas fecharam, e em cada casa se chorava como se houvesse perdido o pai da família. E logo o Santo tornou-se célebre não apenas na Suíça, mas também na Alemanha, França e Países Baixos. Vários Papas aprovaram o seu culto. Seu processo de canonização iniciou-se em 1590, sendo interrompido diversas vezes. Foi canonizado por Pio XII em 1947.
Pedindo sua intercessão, rezemos sempre a pequena oração que São Nicolau de Flüe ensinava àqueles que o vinham procurar na gruta do vale de Melch: “Senhor, dai-me tudo o que me una a Vós e afastai tudo que me separe de Vós”.



ORAÇÃO DE SÃO NICOLAU DE FLÜE

Meu Senhor e meu Deus,
arrancai de mim mesmo
tudo o que me impede de ir a Vós.
Meu Senhor e meu Deus,
dai-me tudo aquilo
que me conduz a Vós.
Meu Senhor e meu Deus,
tirai-me de mim mesmo
e entregai-me todo a Vós.

Cerco de Jericó-Cerco da Misericórdia -Dia 25 Sexta-Feira Santa Missa dia de São Nicolau
25/9/2009
 






Lema: “Aquele que começou em vós um bom trabalho há de levá-lo à perfeição até o dia do Cristo Jesus.” (Fl 1, 1-11)




ORAÇÃO DE SÃO NICOLAU DE FLÜE

Meu Senhor e meu Deus,
arrancai de mim mesmo
tudo o que me impede de ir a Vós.
Meu Senhor e meu Deus,
dai-me tudo aquilo
que me conduz a Vós.
Meu Senhor e meu Deus,
tirai-me de mim mesmo
e entregai-me todo a Vós.

Cerco de Jericó-Cerco da Misericórdia-Dia 23 Quarta- Feira Santa Missa com Pe Eduardo Malaspina
24/9/2009
 






Tema: Misericórdia e Compaixão

Lema: “Tendes em vós os mesmos sentimentos de Cristo Jesus.” (Fl 2,5-11)
Santa Missa às 20h – Celebrante: Pe Eduardo Malaspina



ORAÇAO DIANTE DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO:

E NÃO QUERES PROMETER-ME ALGUMA COISA?
Bem sabes que eu leio o que está no fundo do teu coração. É fácil enganar os homens, mas a Deus não podes enganar. Fala-me, pois, com toda a sinceridade. Fizeste o propósito firme de, no futuro, não mais te expores àquela ocasião de pecado, de te privares do objeto que te seduz, de não mais leres o livro que exalta a tua imaginação, de não procurares a companhia de pessoas que perturbam a paz da tua alma? Serás novamente amável e condescendente para agradar àquela outra, a quem, por ter te ofendido, consideraste até hoje como inimiga? Ora, meu filho, volta agora às tuas ocupações habituais: ao teu trabalho, à tua família, aos teus estudos; mas não esqueças os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário. Pratica tanto quanto possível o silêncio, a modéstia, o recolhimento, a serenidade e a caridade para com o próximo. Ama e honra a minha mãe que é também tua. E volta amanha, com o coração mais amoroso, mais entregue a mim. No meu coração hás e encontrar, em cada dia, um amor totalmente novo, novos benefícios e novas consolações. Vem, que eu aqui te espero.

AMÉM

ORAÇÕES DIANTE DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO -8ºCERCO DE JERICÓ-CERCO DA MISERICÓRDIA
24/9/2009
 

SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Muitas vezes nos colocamos diante de Jesus presente na Eucaristia e, envolvidos com nossos problemas e tribulações, não aproveitamos estes momentos preciosos diante do Deus vivo. Portanto, inicie sempre a sua adoração procurando ouvir a voz de Jesus dizendo-lhe: “Não é preciso meu filho (a), saber muito pra me agradar; basta amar-me fervorosamente. Fala-me, pois, de uma maneira simples, assim como falarias com o mais íntimo dos amigos...”.

TENS ALGUM PEDIDO EM FAVOR DE ALGUÉM? Menciona-me o seu nome e diz-me o que desejas que eu lhe faça. Pede muito. Não receies pedir. Conversa comigo, simples e francamente, sobre os pobres que gostarias de consolar, sobre os doentes que vês sofrer, sobre os desencaminhados que tanto desejas ver novamente no caminho certo. Diz-me deles ao menos uma palavra.

E TU, NÃO PRECISAS DE ALGUMA GRAÇA? Diz-me abertamente que te reconheces orgulhoso, egoísta, inconstante, negligente... e pede-me, então, que eu venha em teu auxílio nos poucos ou muitos esforços que fazes para te livrares destas faltas. Não te envergonhes! Há muitos justos, muitos santos no céu que tinham exatamente os mesmos defeitos. Mas pediram com humildade, e... pouco a pouco se viram livres deles. Tão pouco deixes de me pedir saúde, bem como bons resultados nos teus trabalhos, nos teu negócios ou estudos. Posso dar-te e realmente te darei tudo isso, contanto que não se oponha a tua santificação, mas antes a favoreça. Mas quero que o peças. O que é que necessitas precisamente hoje? Que posso fazer por ti? Ah, se soubesses quanto desejo ajudar-te!

ANDAS PREOCUPADO (A) COM ALGUM PROJETO? Conta-me. O que é que te ocupa? Que pensas? Que desejas? Que posso eu fazer por teu irmão, por tua irmã, pelos teus amigos, pela tua família, pelos teus superiores? Que gostarias tu de lhes fazer? E no que se refere a mim, não sentes o desejo de me ver glorificado? E não queres fazer um favor aos amigos que amas, mas que talvez vivam sem jamais pensar em mim? Dize-me, em que se detém hoje, de maneira especial, a tua atenção? Que desejas mais vivamente? Quais os meios que tens para alcançar? Conta-me se não consegues fazer o que desejas e eu te indicarei as causas do insucesso. Não gostarias de conquistar os meus favores?

POR ACASO ESTÁS TRISTE OU MAL-HUMORADO? Conta-me com todos os pormenores o que te entristece. Quem te feriu? Quem ofendeu o teu amor próprio? Quem te desprezou? Conta-me tudo. Então, em breve, chegarás ao ponto de me dizer que, imitando-me, queres perdoar tudo e de tudo te esqueceres. Como recompensa hás de receber a minha bênção consoladora. Acaso tens medo? Sentes na tua alma melancolia e incerteza que, embora não justificadas, não deixam de ser dolorosas? Lança-te nos braços de minha amorosa Providência. Estou contigo, a teu lado. Vejo tudo, ouço tudo e, em momento algum te desamparo. Sentes frieza da parte das pessoas que antes te queriam bem e que agora, esquecidas, se afastam de ti apesar de não encontrares em ti motivo algum para isso? Roga por elas, pois se não forem obstáculo à tua santificação, eu as trarei de volta a teu lado.

NÃO TENS ALGUMA ALEGRIA QUE POSSAS PARTILHAR COMIGO? Por que não me deixas tomar parte nela com a força de um bom amigo? Conta-me o que desde ontem, desde tua última visita, consolou e agradou teu coração? Talvez fossem surpresas agradáveis; talvez se tenham dissipado teus negros receios; talvez tenhas recebido boas notícias, uma carta, uma demonstração de carinho; talvez tenhas conseguido vencer alguma dificuldade ou sair de algum apuro. Tudo é obra minha. Dize-me simplesmente, como um filho a seu pai: “Obrigado, meu pai, obrigado!”.

8º Cerco de Jericó-Cerco da Misericórdia -Tema: Misericórdia e Discipulado
23/9/2009
 

Adoração Grupo de Jovens


Jovens Discípulos e Missionários

“Que os jovens respondam ao convite da Igreja de serem evangelizadores de outros jovens, discípulos e missionários, protagonistas da juventude presente na Igreja, mas também em muitos outros lugares como nas universidades e no mundo do trabalho.
Como sendo a grande maioria da população brasileira,os Jovens representam um potencial enorme para o presente e para o futuro de nossa nação, seguindo os passos do Mestre como discípulos e missionários do Senhor Jesus.

Os nossos jovens não podem ser vistos, olhados e tratados somente como problemas a serem enfrentados. Jovem não é sinônimo apenas de drama, pedra e espinho para a família, para a sociedade e para a igreja. Os nossos jovens são uma verdadeira "Itaipú" na potência de seus dons, na grandeza da sua alma e na generosidade de seu coração. Quando você conquista um jovem, você o tem para "o que der e vier". Quando você convence um jovem sobre algo, você o tem como um artífice na construção de um tempo novo. Jovem é sinônimo de sonho, de idéias, de garra, de vontade, de planos, de conquistas!!!! Jovem é como um vulcão no pensar, no planejar e também no agir. Os nossos jovens precisam de referências que ajudem a percorrerem o caminho certo na transformação do sonho em realidade!!! Os nossos jovens, enfim, são uma bênção de Deus!


"Somos jovens de cristo
E nada podemos temer
Conhecemos sua verdade
Nos fortificamos com seu poder"




8º Cerco de Jericó-Cerco da Misericórdia - Dia 23 Terça-Feira Santa Missa Com Pe Marcelo de Souza
23/9/2009
 

Pe Marcelo de Souza


Pe Marcelo e Pe Eduardo

Lema: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática.” (Lc 8,21)
Santa Missa, Celebrante: Pe Marcelo de Souza de Araraquara




"Meu senhor e meu Deus, em tempos dificeis tu chamaste o irmão Nicolau para ser a"Conciência" do cidadão e para provocar a paz.Graças ao tua bondosa providência,o irmão Nicolau encontrou Dorothea uma esposa compreensiva,que com ele orou para terem força para obedecerm a tua divina vontade.
Tu chamaste Dorothea, no lugar de seu marido ,para assumir a família, a casa e a terra,para que com isso o caminho do santo ficasse livre para a vida de Ralf, livre para a oração, livre para a tua ordem de fomentar a paz.Por isso , nos abrimos ao teu espírito com a oração favorita do Santo irmão Nicolau.Nós te pedimos a paz em cada coração e a paz no mundo.Amém



8ºCerco de Jericó-Cerco da Misericórdia -Dia 22 Segunda-Feira Santa Missa com o Pe Carlos Alves
22/9/2009
 

Pe Carlos Alves Ribeiro


Pe Carlos Alves e Pe Eduardo Malaspina


Lema: “Eu, prisioneiro no Senhor, vos exorto a caminhardes de acordo com a vocação que recebestes.” (Ef 4,1)



Santa Missa Celebrante: Pe Carlos Alves Ribeiro de São Paulo


8ºcerco de Jericó-Cerco da Misericórdia 20/09 – Domingo – Tema: Misericórdia e serviço
21/9/2009
 



Palavra de Deus:

Evangelho de São João 13,1-7.12-15
“Faltava só um dia para a festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a hora de deixar o mundo e ir para o Pai. Ele sempre amou os seus que estavam neste mundo, e os amou até o fim. Jesus e seus discípulos estavam ceando. O diabo já havia posto no coração de Judas Eucariotes, filho de Simão, a idéia de trair Jesus. Jesus sabia que o Pai lhe havia dado todo o poder. E sabia, ainda, que tinha vindo de Deus e ia para Deus. Então se levantou , tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. Derramou água numa bacia, e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a tolha. Ao chegar a Simão Pedro, este lhe disse: ‘Senhor, tu me lavas os pés?’ Respondeu Jesus, dizendo: ‘O que faço, não entendes agora. Mais tarde o compreenderás’. Depois de lhes lavar os pés, perguntou-lhes: ‘Vocês entenderam o que eu fiz? Vocês me chamam de Mestre e Senhor, e têm razão, porque eu o sou. Sou Senhor e Mestre, e lavei os pés de vocês. Por isso vocês devem lavar os pés uns dos outros; dei-vos o exemplo para que façam o mesmo que eu fiz”.


Reflexão:
Antes de voltar para o Pai, Jesus quis dar aos apóstolos mais uma prova de seu amor. Mas foi também uma lição de humildade. Eles iam perceber a dignidade de ser continuadores de sua obra de salvação. Para isso teriam que receber autoridade. Jesus lhes ensina que eles deviam desempenhar a função de apóstolos como quem serve. Como quem se inclina diante do outro, como um servidor. Devem proceder com humildade, como Jesus no momento do lava-pés. Pedro se admira de que o Senhor lhe lave os pés, e procura impedir. Ele vê uma distância infinita entre as mãos de Deus e os pés do homem. E, ainda mais, um homem como ele que se reconhece pecador. Pedro ainda não tinha compreendido que, onde há amor infinito, desaparecem as distâncias infinitas. E nós, já compreendemos este amor? (pausa).
Nas religiões antigas, os homens se inclinavam diante do sol, dos astros, das estrelas. Na “religião” consumista de hoje, os homens se inclinam diante da riqueza, do dinheiro, do ter... Na religião cristã descobrimos um Deus que se inclina diante do homem. Foi esta a lição que Cristo nos deixou.





– Oração diante do Santissimo Sacramento!

Senhor Jesus,
Tu quisestes que nos amássemos uns aos outros como Tu nos havias amado;
E Tu nos amaste como o Pai Te havia amado. Esse foi Teu Grande Mandamento e Testamento final.Derruba em nós as altas muralhas levantadas pelo egoísmo, orgulho e vaidade.Afasta de nossas portas as invejas que destroem a unidade.Livra-nos das inibições. Acalma os impulsos agressivos.Purifica as intenções e que cheguemos a sentir como Tu sentias e amar como Tu amavas.Faze, Senhor Jesus,Que uma corrente sensível, ardente e profunda corra em nossas relações;Que nos compreendamos e nos perdoemos;Que não haja entre nós obstáculos, reticências nem bloqueios;Que sejamos abertos e leais, sinceros e verdadeiros.E assim demonstremos ao mundo que Tu, Senhor Jesus, és o Enviado do Pai E estás vivo entre nós. Amém.

8ºCerco de Jericó - Cerco da Misericórdia
20/9/2009
 



FICA COMIGO SENHOR!




Fica comigo, Senhor, porque preciso de tua presença, para não te esquecer.

Fica comigo, Senhor, porque sou fraco e preciso de tua força para não cair tantas vezes.

Fica comigo, Senhor, porque és a minha vida e sem ti perco o fervor.

Fica comigo, Senhor, porque és minha luz, e sem ti só vejo a escuridão.

Fica comigo, Senhor, para me dares a conhecer a tua vontade.

Fica comigo, Senhor, para que eu ouça a tua voz e te siga.

Fica comigo, Senhor, pois desejo amar-te muito e estar sempre em tua companhia, com esse amor tão forte.

Desejo entregar-me a Ti com todo o meu coração, enquanto estiver na terra e continuar a amar-te com mais perfeição, durante toda a eternidade.



AMÉM.



(Oração de São Pio de Pietrelciana)

8ºCerco de Jericó-Cerco da Misericórdia 21/09 – Segunda-feira – Tema: Misericórdia e chamado de Deus
18/9/2009
 

Pe Carlos Alves Ribeiro

Lema: “Eu, prisioneiro no Senhor, vos exorto a caminhardes de acordo com a vocação que recebestes.” (Ef 4,1)
Santa Missa às 20h Celebrante: Pe Carlos Alves Ribeiro de São Paulo

Viveremos dias de profunda oração e adoração ao Santíssimo Sacramento.

8ºCerco de Jericó-Cerco da Misericórdia 22/09 – Terça-feira – Tema: Misericórdia e discipulado
18/9/2009
 

Pe Marcelo de Souza


Lema: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática.” (Lc 8,21)
Santa Missa às 20h Celebrante: Pe Marcelo de Souza de Araraquara


Viveremos dias de profunda oração e adoração ao Santíssimo Sacramento

8º Cerco de Jericó- Cerco da Misericórdia Dias 20,23,25 e 26 Missas celebrada pelo Pe Eduardo
18/9/2009
 

Pe Eduardo Malaspina

20/09-Domingo – Tema: Misericórdia e serviço

Lema: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!”Santa Missa 19h Celebrante: Pe Eduardo Malaspina



23/09 – Quarta-feira - Tema: Misericórdia e Compaixão

Lema: “Tendes em vós os mesmos sentimentos de Cristo Jesus.” (Fl 2,5-11)
Santa Missa às 20h – Celebrante: Pe Eduardo Malaspina



25/09-Dia de São Nicolau

Lema: “Aquele que começou em vós um bom trabalho há de levá-lo à perfeição até o dia do Cristo Jesus.” (Fl 1, 1-11)

Santa Missa às 15h Bênção dos Doentes (Pe Eduardo Malaspina)
Santa Missa às 20h Celebrante: Pe Eduardo Malaspina

26/09 – Sábado – Tema: Misericórdia e Paz

Lema: “Não se inquietem com nada. Apresentem a Deus todas as necessidades de vocês através da oração e da súplica em ação de graças.” (Fl 4, 6)

Santa Missa às 3h Celebrante: Pe Eduardo Malaspina
Santa Missa às 19h Celebrante: Pe Eduardo Malaspina Encerramento do Cerco


Viveremos dias de profunda oração e adoração ao Santíssimo Sacramento. Você está convidado(a) a fazer essa experiência comigo


8ºCerco de Jericó-Cerco da Misericórdia 24/09 – Quinta-feira – Tema: Misericórdia e Comunhão
18/9/2009
 

Pe. José Antônio


Lema: “Levai à plenitude a minha alegria pela unanimidade dos vossos sentimentos.” (Fl 2, 1-4)Santa Missa às 19h30 Celebrante: Pe José Antonio de Dourado


Viveremos dias de profunda oração e adoração ao Santíssimo Sacramento

O que é Cerco de Jericó?
18/9/2009
 

Santíssimo Sacramento

O Cerco de Jericó é uma campanha de sete dias e sete noites de oração diante de Jesus presente no Santíssimo Sacramento. Sua inspiração mais remota encontra-se no capitulo 6 do livro de Josué. O texto sagrado nos conta que antes de chegar à terra prometida o povo de Israel se viu diante das grandes muralhas de Jericó que o impediam de prosseguir a caminhada. Obedecendo a voz de Deus, Josué, sucessor de Moisés e líder do povo, convidou os Israelitas a orarem durante sete dias e sete noites rodeando as muralhas de Jericó, tendo a frente a Arca da Aliança, sinal da presença de Deus que caminha com seu povo.
Josué e os Israelitas acreditaram na promessa divina de que no sétimo dia durante a sétima volta as muralhas cairiam e eles alcançariam a vitória, coisa que de fato aconteceu porque o Senhor é fiel e cumpre suas promessas!
Nos nossos dias colocamo-nos diante de Jesus presente no Santíssimo Sacramento e confiantes no poder da oração, pedimos que Ele derrube as muralhas que nos impedem de tomarmos posse de uma vida mais santa e feliz



Muitas bênçãos, muitas graças!!! O Senhor tem feito maravilhas em nossa vida…com o poder da oração!


A cruz de Cristo é símbolo de paz, amor e entrega...
17/9/2009
 



"Símbolo universal de paz, de amor e de entrega por outros", essa foi a definição da cruz de Cristo, feita pelo Bispo de Santander, Espanha, Dom Vicente Jiménez Zamora, que lamentou a "tentativa de retirar o crucifixo" dos lugares públicos, especialmente dos colégios e hospitais.

Além disso, consideramos que pedagogicamente é bom que os alunos aprendam as lições do crucifixo, que são: “a lição do perdão, do amor de Deus ao pecador, da dignidade humana e da solidariedade com todos os crucificados e com todas as vítimas”.

“O crucifixo é uma síntese do Evangelho e o Evangelho não ofende a ninguém”, destacou o prelado na homilia que pronunciou na segunda-feira, 14, no monastério de Santo Turibio por ocasião da celebração da festa da Exaltação da Santa Cruz.

No seu discurso o bispo disse que a cruz “continua em pé como sinal de salvação e esperança”, mas assegurou que hoje é difícil falar desta mensagem às pessoas, porque o mundo se tornou inimigo da cruz de Cristo.

Apesar disto, ele reafirmou que Jesus é, “agora e sempre, o centro de tudo, o ponto focal para onde dirige seu olhar toda a história humana”, e destacou ainda que a cruz não revela somente uma mensagem de sofrimento e morte, mas sim de vida e salvação.

No monastério de Santo Turíbio de Liébana, onde Dom Jiménez Zamora fez a homilia, conserva-se desde o século VIII o “lignum crucis”, uma relíquia que, segundo a tradição, é um fragmento da Cruz de Cristo levado para a Espanha no século V por Santo Turíbio, Bispo de Astorga.

O valor da Eucaristia em nossa vida
17/9/2009
 



O valor da Eucaristia em nossa vida é plenamente, eficaz e fortaleza para nossa missão que Jesus nos confiou. Em um momento da celebração da Santa Missa é consagrado o vinho, onde se torna o próprio sangue de Jesus, também é consagrado o pão , onde se torna o próprio corpo de Jesus, nesse momento está presente o Espírito Santo que age com seu poder e sua glória. Toda a celebração da Santa Missa, do inicio até o término é um momento de graça , louvor, adoração , um momento divino, pois fazemos tudo isso para a honra e glória do Senhor Jesus, é por isso que não devemos faltar de maneira nenhuma a Santa Missa, principalmente ao Domingos e dias Santos. É na Santa Missa que nós nos alimentamos do Corpo e Sangue de Jesus e da sua palavra. O Corpo e Sangue de Jesus cura , salva e liberta, também poderá até condenar nosso corpo e nossa alma, depende muito da consciência de cada um nós, para recebermos o Corpo e Sangue de Jesus devemos está preparados Espiritualmente e humanamente.
A Eucaristia é o Cristo presente na Igreja. Ele, por sua vez, é o centro de nossa fé. Assim, a Eucaristia torna-se a fonte de nossa fé, pois Cristo é a razão e esperança dessa fé (1Cor 15, 14)Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. A Eucaristia também é o ápice de nossa fé, uma vez que a finalidade de todo homem é o encontro com Cristo.A Eucaristia é a presença de Jesus em nosso meio, é ele que alimenta nossa vida plenamente. Sem nos alimentarmos de Cristo, ficamos fracos e sem ânimo para trabalhar como Jesus, viver a fraternidade, lutar por um mundo de mais justiça. A Eucaristia é a comunhão dos irmãos, sinal das participações nas lutas, na dor e na divisão de bens.
A Eucaristia é a ceia da memória e ressurreição de Jesus. É a presença hoje de Jesus na comunidade, em forma de seu corpo e sangue.
- Nós como cristãos batizados que somos, devemos comer a carne e beber o Sangue de Jesus todos os dias. Veja o que Jesus nos fala:(São João 6,54)Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.(São João 6,56)Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
Outro alimento eficaz na nossa vida é a palavra de Deus. A palavra de Deus cura, salva e liberta. Veja o que Deus nos fala:(Salmos 118,105)Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos, uma luz em meu caminho. (Salmos 118,130)Vossas palavras são uma verdadeira luz, que dá sabedoria aos simples.
Obs.: Antes de alimentar-se do Corpo e Sangue de Jesus, procure ter um dialogo com um Sacerdote de sua paróquia, principalmente os irmãos e irmãs que estão com muito tempo sem ir para a Igreja.

texto: Marcia Figueiredo Liani

Horários da Santa Missa
Terça-feira às 19h
Quarta-feira às 19h
Sexta-feira às 19h
Sábado às 19h
Domingo às 8h, 10h e 19h

Papa destaca importância de vida espiritual sustentada pela oração
16/9/2009
 

Papa Bento XVI saúda os fiéis ao chegar



ReutersPapa Bento XVI saúda os fiéis ao chegar à Sala Paulo VI, no Vaticano, para a Catequese desta quarta-feira A importância da vida espiritual, sustentada pela oração e pela escuta da Palavra de Deus, voltou a ser sublinhada na audiência geral desta quarta-feira, 16, no Vaticano. A Catequese foi dedicada a Simeão, o novo Teólogo, um monge oriental da Ásia menor, que viveu no século X.

Após algum tempo ao serviço do Imperador, em Constantinopla, Simeão acabou por orientar-se para a vida monástica, em um mosteiro da cidade.

“Os seus escritos exerceram uma grande influência na teologia e na espiritualidade do Oriente, em particular no que diz respeito à experiência da união mística com Deus”.

Simeão concentrou a sua reflexão sobre a presença do Espírito Santo nos batizados e sobre a consciência que eles devem ter disso. “O verdadeiro conhecimento de Deus vem da experiência espiritual, fruto do Batismo na existência de todos os fiéis seriamente empenhados”, sublinhou o Papa.

"Esta é a finalidade da vida cristã, na qual a comunhão com Deus leva a sentir sua ajuda em todo o momento", explicou o Papa. Por sua vez, o amor ao próximo, inclusive aos inimigos, fez com que Simeão visse ainda melhor que este amor não podia provir dele mesmo, mas sim de Cristo, que habitava nele, mostrando assim que a verdadeira fonte do amor é a presença divina na alma.

“Este monge oriental chama-nos a prestar uma grande atenção à nossa vida espiritual. O amor de Deus cresce em nós na medida em que permanecermos unidos a Ele na oração e na escuta da sua palavra. Faz-nos abrir o coração aos outros e torna-nos sensíveis às suas necessidades, levando-nos a considerá-los como irmãos e convidando-nos a responder ao ódio com o amor e à ofensa com o perdão”.

No final da catequese, Bento XVI saudou os presentes em várias línguas, entre as quais em português: "Saúdo também os grupos vindos de Portugal e do Brasil e demais peregrinos de língua portuguesa, desejando que esta visita aos lugares santificados pela pregação e martírio dos Apóstolos Pedro e Paulo a todos fortaleça na fé e consolide, no amor divino, os vínculos de cada um com sua família e comunidade eclesial, que de coração abençoo. A Virgem Mãe vos acompanhe e proteja!".


8º CERCO DE JERICÓ - CERCO DA MISERICÓRDIA de 20 a 27 DE SETEMBRO DE 2009
16/9/2009
 

FESTIVIDADES DE SÃO NICOLAU DE FLÜE






TEMA: “Tomai-me todo, Senhor, e fazei-me inteiramente vosso”


20/09 – Domingo – Tema: Misericórdia e serviço

Lema: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!”
Santa Missa 19h Celebrante: Pe Eduardo Malaspina

21/09 – Segunda-feira – Tema: Misericórdia e chamado de Deus

Lema: “Eu, prisioneiro no Senhor, vos exorto a caminhardes de acordo com a vocação que recebestes.” (Ef 4,1)
Santa Missa às 20h Celebrante: Pe Carlos Alves Ribeiro de São Paulo

22/09 – Terça-feira – Tema: Misericórdia e discipulado

Lema: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática.” (Lc 8,21)
Santa Missa às 20h Celebrante: Pe Marcelo de Souza de Araraquara

23/09 – Quarta-feira - Tema: Misericórdia e Compaixão

Lema: “Tendes em vós os mesmos sentimentos de Cristo Jesus.” (Fl 2,5-11)
Santa Missa às 20h – Celebrante: Pe Eduardo Malaspina

24/09 – Quinta-feira – Tema: Misericórdia e Comunhão

Lema: “Levai à plenitude a minha alegria pela unanimidade dos vossos sentimentos.” (Fl 2, 1-4)Santa Missa às 19h30 Celebrante: Pe José Antonio de Dourado


25/09-Dia de São Nicolau

Lema: “Aquele que começou em vós um bom trabalho há de levá-lo à perfeição até o dia do Cristo Jesus.” (Fl 1, 1-11)

Santa Missa às 15h Bênção dos Doentes (Pe Eduardo Malaspina)
Santa Missa às 20h Celebrante: Pe Eduardo Malaspina

26/09 – Sábado – Tema: Misericórdia e Paz

Lema: “Não se inquietem com nada. Apresentem a Deus todas as necessidades de vocês através da oração e da súplica em ação de graças.” (Fl 4, 6)

Santa Missa às 3h Celebrante: Pe Eduardo Malaspina
Santa Missa às 19h Celebrante: Pe Eduardo Malaspina Encerramento do Cerco

27/09 – Domingo – Festividades de São Nicolau

8h Santa Missa - Celebrante: Pe Eduardo Malaspina

10h Santa Missa - Celebrante: Pe Eduardo Malaspina

12h Almoço – Porco no Rolete

18h30 Procissão de São Nicolau de Flüe (Saída do Bicão)

19h Santa Missa Solene - Celebrante: Pe Eduardo Malaspina


APÓS TODAS AS MISSAS VENDA DO BOLO DE SÃO NICOLAU DE FLÜE
VENDA DE ADESÕES PARA O PORCO NO ROLETE NA SECRETARIA DA PARÓQUIA: ADULTO 20,00 – CRIANÇA ATÉ 10 ANOS R$ 10,00



Viveremos dias de profunda oração e adoração ao Santíssimo Sacramento. Você está convidado(a) a fazer essa experiência comigo.


Pe Eduardo Malaspina
Pároco

NA SEXTA-FEIRA, DIA 18 ÀS 20H ESPERO VOCÊ.
15/9/2009
 



PARÓQUIA EM CÉLULAS – um novo jeito de ser Igreja, um novo conceito de evangelização.

ESSE É MAIS UM PROJETO DE EVANGELIZAÇÃO QUE QUERO REALIZAR AQUI NA COMUNIDADE DE SÃO NICOLAU. NÃO É MAIS UMA PASTORAL OU MOVIMENTO DE NOSSA PARÓQUIA E SIM UM NOVO PROJETO DE EVANGELIZAÇÃO CHAMADO PARÓQUIA EM CÉLULAS.
VOCÊ QUE FAZ PARTE DA NOSSA COMUNIDADE, INDEPENDENTE SE JÁ ESTÁ ENGAJADO EM ALGUM MOVIMENTO OU PASTORAL, VOCÊ QUE PARTICIPA DAS MISSAS, DO SOS ORAÇÃO E QUE ACOLHEU DE CORAÇÃO ESSA COMUNIDADE, É COM VOCÊ QUE EU QUERO CONTAR PARA ESTAR COMIGO NESSE MAIS NOVO PROJETO DE EVANGELIZAÇÃO: PARÓQUIA EM CÉLULAS.
PARA ESTAR PARTICIPANDO COMIGO ATIVAMENTEE ENGAJADO NESSE PROEJTO DE EVANGELIZAÇÃO É NECESSÁRIO QUE SE UMA A MIM NAS REUNIÕES QUE TEMOS REALIZADO A PRÓXIMA SERÁ NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA, DIA 18 ÀS 20H.
Cada membro um discípulo e missionário e cada um de nós uma célula multiplicadora do corpo de Cristo.


PARÓQUIA EM CÉLULAS. NESSE NOVO PROJETO DE EVANGELIZAÇÃO CONTO COM VOCÊ. NA SEXTA-FEIRA, DIA 11 ÀS 20H ESPERO VOCÊ.

Padre Eduardo Malaspina

Patoral do Dízimo -Obras de misericórdia
15/9/2009
 



"...Os que instruem muitos na justiça, serão como hastes na eternidade"(Dn 12,3)

Ainda no colo de nossas mães iniciamos a jornada do conhecimento.Deixamos de ignorar o saber e nos tornarmos conhecedores dele. Muitos são os mestres de nossas vidas:Pais,parentes, amigos, professores,chefes, companheiros de trabalho. Cada qual se dispõe de uma maneira ou de outra , pacientimente ou não, a nos ensinar. Aprendemos a sobreviver.Aprimoramos as ciências acumuladas pelas gerações e nos tornamos mestres de outras que chegam. Uma vida de aprendizado. aprendemos sobre uma vida que passa e outra que é eterna.
Bem aventurados são aqueles que colocam em nosso coração o amor e o temor de Deus.Cooperadores de Cristo na difícil tarefa de ensinar a respeito de um mundo que, aos cinco sentidos, parece inexistir. Profetas que pelo testemunho nos ensinam a orar,a compreender as sagradas escrituras,nos tornam sensíveis aos mistérios divinos.Evangelizar é uma obra plena de misericórdia.E quem anuncia se banha dessa plenitude.
Deus nos convida a participar de seu projeto salvívico nos dando a oportunidade de sermos profetas em nosso tempo.Pelo Espírito Santo, que age silenciosamente em nós na medida em que professamos nossa fé e declaramos nosso sim á missão,o senhor nos instrumenta, nos prepara, capacita e nos envia.Tornamo-nos participantes do múnus sacerdotal e profético de Cristo.
Ensinar sobre Deus não é tarefa fácil neste mundo cada vez mais materialista.Os cinco sentidos são bombardeados de objetivos e metas criados pelos que dominam o mercado consumidor.O ter e o possuir determinam o valor e a condição social humana.Crê-se no que se vê, toca,sente, ouve ou pode adiquirir.O mundo está cada vez mais solitário de Deus e a humanidade, aos poucos, é reduzida aos índices de estatísticas.
assuma seu batismo e ensine sobre as coisas de Deus.Ensine seus filhos desde a tenra idade a falar com ele.Leia e releia as histórias bíblicas.Seja testemunho vivo para eles e para aqueles que convivem com você."Ide por toda parte e anunciai..."Milhares de pessoas no planeta nunca ouviram falar de Jesus Cristo e outras tantas, ouviram,mas não creram pela falta de bom testemunho.
Seu Dízimo faz com que a Igreja, mesnsageira de Cristo, chegue aos corações mais distantes.Abrace essa causa.seja você também um(a) profeta do reino de Deus.

Pastoral do Dízimo Paróquia São Nicolau de Flue


15 de Setembro Memória de Nossa Senhora das Dores
14/9/2009
 









"Quero ficar junto à cruz, velar contigo a Jesus e o teu pranto enxugar"!

Assim, a Igreja reza a Maria neste dia, pois celebramos Sua compaixão, piedade; Suas sete dores que encontraram seu ponto mais alto no momento da crucifixão de Jesus. Esta devoção deve-se muito à missão dos Servitas – religiosos da Companhia de Maria Dolorosa – e sua entrada na Liturgia aconteceu pelo Papa Bento XIII.

A devoção a Nossa Senhora das Dores possui fundamentos bíblicos, pois é na Palavra de Deus que encontramos as sete dores de Maria: o velho Simeão, que profetiza a lança que transpassaria (de dor) o Seu Coração Imaculado; a fuga para o Egito; a perca do Menino Jesus; a Paixão do Senhor; crucifixão, morte e sepultura de Jesus Cristo

Nós, como Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora pelas dores, mas sim, porque também, pelas dores oferecidas, participou ativamente da Redenção de Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim oblação de Si para uma Civilização do Amor.

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!




Oração à Nossa Senhora das Dores -
Ó Mãe das Dores. Rainha dos mártires, que tanto chorastes vosso Filho, morto para me salvar, alcançai-me uma verdadeira contrição dos meus pecados e uma sincera mudança de vida.
Mãe pela dor que experimentastes quando vosso divino Filho, no meio de tantos tormentos, inclinando a cabeça expirou à vossa vista sobre a cruz, eu vos suplico que me alcanceis uma boa morte. Por piedade, ó advogada dos pecadores, não deixeis de amparar a minha alma na aflição e no combate da terrível passagem desta vida a eternidade.
E, como é possível que, neste momento, a palavra e a voz me faltem para pronunciar o vosso nome e o de Jesus, rogo-vos, desde já, a vós e a vosso divino Filho, que me socorrais nessa hora extrema e assim direi: Jesus e Maria, entrego-Vos a minha alma.
Amém.








Festa da exaltação da Santa Cruz -
14/9/2009
 





A Festa da Exaltação da Santa Cruz é celebrada no dia 14 de setembro, recordando a doação definitiva de Jesus Cristo. A cruz de Jesus é um mistério de Deus desde toda a eternidade e já foi manifestada a nós. A cruz, antes de tudo, é uma manifestação de amor, o grande mistério do derramamento do Espírito Santo. Quando o fiel olha para a cruz de Cristo, ele vê o sacrifício. Não compare sacrifício com tristeza, o sacrifício é reflexo de Cristo.
A Festa da Exaltação da Santa Cruz é a Festa da Exaltação do Cristo vencedor. Para nós cristãos, a cruz é o maior símbolo de nossa fé. Quando somos apresentados à comunidade cristã, na cerimônia batismal, o primeiro sinal de acolhida é o sinal da cruz traçado em nossa fronte pelo ministro, pais e padrinhos, sinalando-nos para sempre com Cristo.
Celebrando a festa da santa cruz, e juntamente com o Crucificado somos elevados para o alto. Tão grande é o valor da cruz, que quem a possui, possui um tesouro. Eu chamo-a justamente tesouro, porque é na verdade, de nome e de fato, o mais precioso de todos os bens. Nela está a plenitude da nossa salvação e por ela regressamos à dignidade original.
Foi na Cruz que Jesus Cristo ofereceu ao Pai o Seu Sacrifício. Por isso, é justo que veneremos o sinal e o instrumento da nossa libertação. Objeto de desprezo, patíbulo de infâmia, até ao momento em que Jesus obediente até a morte nela foi suspenso. A Cruz tornou-se, desde então, motivo de glória, pólo de atração para todos os homens.
Ao celebrarmos esta festa, nós queremos proclamar que é da cruz, sinal do amor universal de Deus, fonte de toda a graça (N.A., 4) que deriva toda a vida de Igreja. Queremos também manifestar o nosso desejo de colaborar com Cristo na salvação dos homens, aceitando a Cruz, que a carne e o mundo fizeram pesar sobre nós (G.S. 38).
A cruz não é uma divindade, um ídolo, feito de madeira, barro, bronze, mas ela é para nós santa e sagrada, porque dela pendeu o Salvador do mundo. Ela é o símbolo universal do cristão. Com orgulho e devoção ela é a nossa marca, o sinal de nossa identidade, vocação e missão. Traçando o sinal da cruz em nossa fronte, a todo o momento, nós louvamos e bendizemos a Santíssima Trindade, Pai e Filho e Espírito Santo, agradecendo o tão grande bem e amor que pela Cruz o Senhor continua a derramar sobre nós.
A cruz é também a exaltação de Cristo, escuta o que Ele próprio diz: Quando Eu for exaltado, então atrairei todos a Mim. Como vês, a cruz é a glória e a exaltação de Cristo. Celebrando a festa da Exaltação da Santa Cruz, celebramos a vitória de Cristo que nos possibilita desde agora celebrar a nossa futura glória no céu. Pois, se morremos com Cristo, cremos também que viveremos com Ele (Rm 6,9).

Os catequistas
14/9/2009
 



Se eu tivesse de dar uma medalha de ouro para alguém na Igreja, seria para o Catequista. Hoje é o que mais precisamos na Igreja: bons cristãos, bem preparados, conhecedores da doutrina católica, que formem as crianças, os jovens, e mesmo os adultos, na verdadeira religião. Infelizmente, a maioria dos nossos jovens já não conhece os Mandamentos, os Sacramentos, a Liturgia, e as coisas básicas da nossa fé, porque não foram catequizados.


Por isso, no Jubileu do ano 2000 o saudoso Papa João Paulo II pediu à Igreja uma “Nova Evangelização”, com “novos métodos, novo ardor e nova expressão”, a fim de reavivar a fé do povo católico e também de trazer de volta para a Igreja aquelas ovelhas desgarradas que as seitas levaram embora.


Muitos filhos da Igreja foram levados para seitas porque não conheciam a doutrina católica nem mesmo na sua fundamentação básica; foram enganados pelos “falsos pastores”; Jesus avisou que estes viriam como cordeiros, mas que, na verdade, eram lobos ferozes (cf. Mateus 7,15). E isso acontece porque esse bom povo católico não foi evangelizado, especialmente não foi catequizado nem pelos pais nem pela Igreja.


Nos últimos decênios a catequese diminuiu muito; em primeiro lugar por conta da crise da família provocada pelo divórcio, pela falta de formação dos pais e por tantos outros fatores. Antigamente a catequese infantil tinha início no colo dos pais, mas isso foi diminuindo gradativamente; por outro lado, muitos segmentos da Igreja a [catequese] desviaram quase que exclusivamente para o campo social, deixando as crianças e os jovens à mingua com relação aos Sacramentos, ao Credo, à Moral católica e à vida de piedade e oração. O povo, então, foi buscar a fé nas outras comunidades.


Portanto, urge que se estabeleça uma “nova catequese” para as crianças e jovens de modo especial. São Paulo, São Pedro e São João nos mostram o cuidado dos Apóstolos em preservar a “sã doutrina” (cf. I Timóteo 1,10). A apóstolo dos gentios fala do perigo das “doutrinas estranhas” (cf. I Timóteo 1,3); dos “falsos doutores” (cf. I Timóteo 4, 1-2); e recomenda a São Timóteo: “guarda o depósito” ( cf. I Timóteo 6,20).


O Concílio Vaticano II convocou de modo especial os leigos para essa urgente retomada na catequese: Grassando em nossa época gravíssimos erros que ameaçam inverter profundamente a religião, este Concílio exorta de coração todos os leigos que assumam mais conscientemente suas responsabilidades na defesa dos princípios cristãos (Concílio Vaticano II - Apostolicam Actuositatem, 6).


E o Documento de Santo Domingo, do IV CELAM, insistiu no mesmo ponto: “Instruir o povo amplamente, com serenidade e objetividade, sobre as características e diferenças das diversas seitas e sobre as respostas às injustas acusações contra a Igreja” (Doc. Santo Domingo, n.141).


Para sentirmos a gravidade das seitas hoje, basta dizer que o Parlamento Europeu declarou, em 1998, que nos últimos anos nasceram 20.000 (vinte mil) seitas em todo o mundo (12.000 no Ocidente e 8.000 na África), um fenômeno que envolve cerca de 500 a 600 milhões de pessoas (cf. Osservatore Romano, n. 35; 29/08/1998 – 12 (476).


Como enfrentar essa situação? Somente com uma boa catequese desde a infância. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) lembra que: Os períodos de renovação da Igreja são também tempos fortes da catequese. Eis por que, na grande época dos Padres da Igreja, vemos Santos Bispos dedicarem uma parte importante de seu ministério à catequese(CIC § 8).


Em 1979 o saudoso Papa João Paulo II, também preocupado com esse assunto [catequese], escreveu a “Catechesi tradendae” e chamou a Igreja a assumi-la; e aprovou em 1992 o novo Catecismo da Igreja, a pedido dos bispos que participaram do Sínodo dos Bispos de 1985. O Santo Padre endossou o pedido dos prelados reconhecendo que "este desejo responde plenamente a uma verdadeira necessidade da Igreja universal e das Igrejas particulares" (cf. CIC §10).


O mesmo saudoso Sumo Pontífice pediu “aos Pastores da Igreja e aos fiéis que acolham este Catecismo... e o usem assiduamente ao cumprir sua missão de anunciar a fé e convocar para a vida evangélica”. Insistindo que ele é “uma exposição da fé da Igreja e da doutrina católica, testemunhadas ou iluminadas pela Sagrada Escritura, pela Tradição Apostólica e pelo Magistério da Igreja (...) uma norma segura para o ensino da fé” (cf. Fidei Depositum).


Resta-nos agora empunhar o Catecismo e formar as crianças principalmente. O futuro da Igreja passa por elas. Mais do que nunca hoje é preciso formar bons catequistas, para formar na fé as crianças e os jovens. Mas, para isso, eles [catequistas] precisam estudar o “Catecismo da Igreja Católica”, a fim de ensinar o que a Igreja manda e não o que eles querem. Quem evangeliza o faz em nome da Igreja e não em seu próprio nome.


Só uma boa catequese poderá recuperar o que se perdeu em nosso país de formação católica e de amor à Igreja.

A caridade
14/9/2009
 



Meditando sobre os Evangelhos, impressiona-nos a mensagem de Cristo, fundada totalmente no amor aos irmãos, na caridade. Poucas vezes, o Divino Mestre fala do amor que devemos ter para com Deus. Do Pai, Ele sempre no-Lo apresenta como o doador de tudo, que nos ama a ponto de dar o Filho à morte para a salvação dos homens. Raras vezes, e foram sempre respostas aos fariseus e aos legistas, em que reafirmou o primeiro mandamento do amor a Deus, mas, logo, a seguir completa-o o amor ao próximo, que lhe é semelhante. Ilustra-o na Parábola do Bom Samaritano (cf. Lucas 10, 25-37).


As cartas do apóstolo João insistem no mesmo diapasão. Catequeticamente, e com clareza apostólica, afirma que aquele que diz amar a Deus e não ama a seus irmãos é mentiroso. E continua que é muito fácil proclamar que amamos a Deus, a quem não vemos, mas se desprezamos o irmão que está a nosso lado, onde está a caridade, onde está o amor? (cf. 1Jo.4,20).


Paulo, na sua Carta aos Coríntios (cf. I Coríntios 13), proclama e exalta a caridade. Quase sabemos de cor o texto maravilhoso. Somos levados a interpretar esse hino como o amor ao Pai Celeste. Mas, o apóstolo fala é da excelência do amor entre os irmãos. “Ainda que eu falasse todas as línguas dos anjos, ou tivesse toda a ciência, sem a caridade seria um bronze que soa” e cujo som se perde nas quebradas dos montes.


Logo a seguir nos ensina em que consiste a caridade: na paciência, na humildade, no fazer o bem, na longanimidade, na partilha da dor e da alegria com os irmãos, no perdão tão difícil. E conclui pela perenidade do amor e da caridade. Tudo cessa quando vier a perfeição, exceto a caridade, pela qual seremos medidos.


No dia do Juízo, quando o Filho do Homem, na Sua glória, vier nos julgar, escreve o evangelista Mateus, Ele não nos questionará sobre o amor de Deus, sobre a nossa fé, sobre as coisas grandiosas que tivermos feito. O questionamento e a glória decorrente será sobre o nosso coração, se ele se abriu ou fechou sobre os pequeninos, que moravam em nossas casas, no nosso bairro, na nossa comunidade.


Nos primeiros hinários depois do Concílio, cantávamos: “Como posso ser feliz, se ao pobre, meu irmão, eu fechei o coração, meu amor eu recusei! Já nesta vida mortal, podemos sentir as delícias desta vida fraterna, como rezamos nos salmo: ó quão bom e quão e alegre, a vida comum entre os irmãos”.


Não é fácil o exercício dessa caridade, o empecilho do pecado que herdamos de Adão leva-nos a outro tipo de vida. Conhecedor da natureza humana, Jesus, no Sermão da Montanha, nos dá regras práticas de sua vivência.


Os bem-aventurados do Reino não são os poderosos e sábios, mas aqueles que vivem o despojamento total da autoconfiança, na simplicidade de espírito. Não é a letra da lei que importa: “Ouvistes o que foi dito aos antigos [...]” e repetindo os mandamentos, dá-lhes o sentido vivencial pleno, exemplificando nos atos que devem nascer do coração renovado (cf. Mateus 5, 17-47).


Enquanto vigorava a lei de talião: dente por dente, olho por olho, ensinava a grandeza do perdão, que reitera na resposta a Pedro, logo no início do discurso eclesiástico, no Evangelho de Mateus (cf. Mateus 18,21-22).


Neste mesmo capítulo 18, na parábola do devedor implacável, diz-nos como seremos tratados se não perdoarmos, de coração, ao irmão. E como se não bastasse a Sua Palavra, deu-nos o Seu exemplo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” e entregou-se por nós na cruz.



Missa é capaz de transformar os cristãos
10/9/2009
 



Vamos à igreja para libertar-nos ao menos um pouco das preocupações materiais, porque sentimos necessidade de encontrar-nos com Deus, termos o autor de nossa fé em nossas mãos e conceder-nos um momento de silêncio e de reflexão profunda”, diz.

“Não julgamos os outros por serem faltosos à verdade, à justiça, à solidariedade. Examinamos a nós mesmos e pedimos a Deus perdão de nossos pecados.

Colocamo-nos a seguir na escuta da Palavra do Senhor. Através do evangelho, Jesus nos fala ainda, como falava às multidões lá na Palestina.”

As palavras de Jesus “nos ajudam a compreender melhor nossa situação de criaturas, filhos de Deus, por ele amados em Cristo, e chamados a um destino eterno”.

“Somos convidados a uma coerência de vida, a um testemunho no mundo. Temos o que rever em nossos programas, purificar-nos, formular novos projetos, mais generosos, mais cristãos.”

Vem depois “o momento da comunhão, do encontro no mistério com Cristo, do encontro pessoal com Ele, pão descido do céu, dom do Pai aos homens”.

“Saímos dos bancos, colocamo-nos em fila, e encaminhamo-nos para o altar como um povo em caminho. Não cada um por si, mas juntos, unidos pela fé e pela comunhão de propósitos.”

“No silêncio falamos com o Senhor. Agradecemos-lhe pelos seus dons, pedimos-lhe aquilo de que temos mais necessidade, oferecemos-lhe em troca nossa boa vontade, e o empenho por uma vida melhor”, assinala.

Com a despedida da celebração “voltamos a nossas casas, a nossas ocupações, a nossos amigos, e levamos para a vida de cada dia o que amadurecemos no encontro eucarístico”.

“Somos chamados a participar de uma revolução silenciosa para que o mundo creia no Cristo Jesus e faça como ele fez: Passou pelo mundo fazendo o bem”


Participe da Santa Missa em nossa Paróquia!

Terças-Feiras, Quartas e Sextas-feiras 19h

Sábados 19h

Domingos 08h, 10h e 19:00

A CORAGEM DE UMA CRIANÇA CATÓLICA
10/9/2009
 



Havia chegado a uma vila, uma professora que não acreditava em Deus. E, querendo corromper os alunos, disse-lhes:

- Vamos ao ditado; escrevam no caderno! E ditou-lhes descaradamente:

- Não existe Deus; os que crêem nele são uns bobos, aos quais deveriam colocar orelhas de burro.

Ao recolher e corrigir os ditados viu que uma menina escrevera:

- Eu creio que Deus existe sim.

- Porque escreveste isto, perguntou a professora àquela aluna. Vou te castigar por essa insolência. Não foi isso que eu ditei. Preste atenção!

- Meus pais, disse a menina, ensinaram-me que existe sim um Deus criador do céu e da terra, e acrescentou que preferia ser castigada a ofender a Deus, pois tinha certeza que agindo assim, Deus e seus pais estariam felizes com ela e isso era o mais importante.

Diante daquela atitude e do ato de heroísmo e bravura daquela menina, a professora sentiu-se envergonhada e ao mesmo tempo comovida em seu interior, vindo mais tarde a converter-se, tornando-se uma católica praticante.

Nada nem ninguém, tampouco situação alguma pode nos fazer negar a existência de Deus, toda a criação, o ser humano, tudo atesta a existência de Deus. Mas é preciso que aqueles que são cristãos e que partilham da graça de serem filhos de Deus, dêem testemunho e não vacilem.

Mateus 10, 28: " Não temais aqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquele que pode precipitar a alma e o corpo na geena".

Cada vez mais idosos são abandonados nos hospitais!(Informe Pastoral da Pessoa Idosa)
9/9/2009
 



São cada vez mais os idosos que chegam aos hospitais com problemas de saúde e ali são abandonados a ocupar camas e a sofrer com este abandono que, em alguns casos, só acaba com a morte.
É triste assistir a esta indiferença e profunda falta de coração por parte de quem abandona... Será que com a perda/mudança dos tempos que decorrem e aos quais assistimos, os nossos vínculos, laços familiares, relações de carinho e afecto se perdem da mesma maneira? Não era suposto ser um aspecto imutável, inabalável, resistente a todas e quaisquer alterações temporais?

neste momento estão lá alguns, bem conscientes, muito desconfortavelmente em maca, sem almofada (por vezes sempre amarrados à maca, com faldra, por justificadas razões de segurança), no corredor do SÓ, são excepcionalmente bem tratados pelos Médicos, Enfermeiros e Pessoal Auxiliar, com muito respeito e carinho (o possível, naquele ambiente onde se "amontoa" doença, sofrimento, dor, luta pela sobrevivência e, por vezes, a "irreversível" morte), mas sofrem imenso aquele abandono, aquela "prisão"...].
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Trata-se de idosos que dão entrada na urgência hospitalar com problemas associados à idade ou situações crónicas agudizadas e que, após alta clínica, ninguém os vem reclamar.
Uns chegam acompanhados por familiares - que depois nunca mais os vêm ver e muito menos buscar -, outros pelos serviços de emergência médica e, como vivem sozinhos, não têm condições para regressar a casa.
Outros ainda são deixados pelas instituições (lares) que alegam não ter condições clínicas para os acolher.
outros são ABANDONADOS pelos próprios filhos!

Vamos cuidar dos nossos idosos!!

Marcia Figueiredo Liani
Cordenadora da pastoral da Pessoa Idosa da Paróquia São Nicolau de Flue
marciahfigueiredo@yahoo.com.br


Cáritas Brasileira
9/9/2009
 



Cáritas Brasileira testemunha e anuncia o Evangelho de Jesus Cristo, defendendo a vida, promovendo e animando a solidariedade libertadora, participando da construção de uma nova sociedade com as pessoas em situação de exclusão social, a caminho do Reino de Deus.

Objetivo

Trabalhar em defesa e na promoção dos direitos humanos numa perspectiva ecumênica, estabelecendo parcerias com organismos nacionais e internacionais.


Atividades

As ações da Cáritas Brasileira são voltadas para a superação de todas as formas de exclusão social e para a consolidação da verdadeira democracia, na qual a cidadania plena seja garantida sem discriminação de classe, raça e gênero; Defesa e proteção dos direitos da Infância, Adolescência e Juventude; Segurança alimentar, nutricional, hídrica, energética e biossegurança; Atendimento e promoção de grupos em situações emergência, dentre eles os moradores de rua; Apoio à Reforma Agrária; Apoio as pessoas com HIV / AIDS; Mobilizações sociais: Grito dos Excluídos, combate à corrupção, entre outras; Controle social: participação em Conselhos, Fóruns, instâncias de elaboração e debate sobre políticas e orçamento governamental.



Alicerces do Casamento
9/9/2009
 




Quando Deus criou o casamento, Ele o fez para que homem e mulher pudessem completar um ao outro em suas necessidades espirituais, emocionais, intelectuais, físicas e sociais. Para que o casamento cumpra o propósito é necessário, porém, que esteja alicerçado na Rocha que é Jesus.

O alicerce é a base sobre a qual se constrói um muro, uma casa, um edifício. A Bíblia diz em Lucas 6:48 “É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída.”

O fato é que quando casamos trazemos toda a carga familiar que adquirimos em toda a nossa criação. Normalmente não aprendemos que só devemos conservar essa herança familiar se ela for boa e o que acontece é que preservamos conosco o bom e o ruim, o que pode prejudicar o relacionamento conjugal. Portanto, para a realização plena da aliança é necessário amadurecimento e emancipação (Gn 2:24).

Ao formarmos uma família, devemos aprender a tomar as decisões em casal, sem nos deixar influenciar pelas posturas de nossos pais e familiares. E para isso é preciso libertação de algumas amarras que muitas vezes tentam prender os cônjuges.

O casal deve buscar fortalecer um ao outro, tendo como prioridade gerar amor, comunhão e respeito no dia-a-dia. Tudo na aliança vem através da dedicação mútua e é alcançado quando o homem e a mulher decidem:

1. Deixar a dependência emocional.

“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne.” (Gn 2:24)

O casal, após firmar aliança, não deve morar com os pais de nenhum dos cônjuges, mas precisam ter em mente que construir uma família fala de viver um para o outro, cuidando um do outro. A provisão para o lar virá do trabalho dos dois e não mais dos pais, como antes.

2. Deixar os hábitos e heranças espirituais da família.

“...sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais...” (I Pe 1:18).

Muitas vezes, em virtude da convivência com os pais corremos o risco de nos tornarmos vítimas de um comportamento que poderá nos aprisionar por toda a vida. E ao entrarmos no casamento precisamos renovar a mente com base na Palavra de Deus.

Não podemos preservar conosco o que não é bom, por isso decida romper com todos os hábitos e heranças espirituais que você adquiriu em sua família que não contribuirão de forma benéfica para o seu relacionamento conjugal. Construa seu casamento firmado na Rocha.

3. Deixar a influência de certas palavras

“A morte e a vida estão no poder da língua, o que bem a utiliza come do seu fruto.” (Pv 18:21)

No decorrer de nossas vidas recebemos muitas palavras que são contrárias ao propósito que Deus tem para nós. Quantas palavras que foram liberadas no reino do espírito e acabaram nos influenciando, de forma errada, a maneira de pensar e de agir. Essas palavras podem interferir no relacionamento e portanto, devem ser renunciadas.

A língua maligna destrói o caluniador, o caluniado e o ouvinte e a morte causada por essas palavras, na maioria das vezes não é física, mas é mortal, porque nem sempre pode ser vista, por isso mata a alma.

4. Deixar problemas de relacionamento familiar

“...tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem; e ninguém seja devasso, ou profano como Esaú, que por uma simples refeição vendeu o seu direito de primogenitura.” (Hb 12:15,16)

Muitas pessoas foram vítimas de agressões físicas, emocionais, sexuais e hoje carregam amargura na alma, lembranças dolorosas que podem afetar os sentimentos em relação aos pais e conseqüentemente em relação ao cônjuge.

A amargura prejudica o lar e impede que as bênçãos cheguem até o casal. Portanto, não alimente sentimentos negativos em sua vida, busque a cura de Deus para que você e o seu cônjuge tenham a melhor família de toda a terra.

Faça o conserto que for preciso, mas decida pela cura. A cura é o único meio pelo qual todo o peso do passado é removido. Precisamos arrancar todas as raízes de amargura que foram construídas no passado, porque toda raiz de amargura produz frutos amargos e nós fomos chamados a viver uma vida de plenitude, Jesus conquistou essa vida na cruz do calvário.

Deus tem bênçãos para a família de Gênesis a Apocalipse. Como Seus filhos temos um direito e uma herança de vivermos cada uma dessas bênçãos. Não abra mão de ter uma família alicerçada nas bases que a Palavra apresenta. Usufrua as benécies de Deus para o seu relacionamento conjugal, dessa forma vocês só têm a ganhar.


PRECISAMOS DE ÁGUA PARA MATAR A NOSSA SEDE E ÁGUA VIVA PARA ESTARMOS PERTO DE DEUS.
9/9/2009
 

“Como a corça anseia por águas correntes


minha alma anseia por ti, ó Deus...

“Como a corça anseia por águas correntes, minha alma anseia por ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” (Sl. 42, 1-2a).

Em meio a tanta corrupção, violência, desgraça e problemas do dia-a-dia, muitas vezes é difícil sentir o amor de Deus, achar que ele existe e que está cuidando de nós.

Algumas vezes nos dá a impressão de estarmos sozinhos, abandonados por Ele.

Posso garantir que isso não é verdade! Deus está sempre pronto para nos ajudar. Ele jamais nos abandona.

Porém, por sermos livres, às vezes escolhemos caminhos inadequados e sofremos com as conseqüências deixadas em nossa vida.

Deus nos dá instruções de como devemos nos comportar, mas muitas vezes, mesmo sabendo o que deve ser feito, não o praticamos e outras vezes nem queremos saber das orientações de Deus em nosso viver. Resultado: Caímos nas armadilhas da vida.

No versículo descrito acima, podemos observar que a corça estava desejosa de água corrente. A sede faz qualquer um de nós correr atrás de água ou outro líquido que nos sacie. O trecho nos fala de um animal selvagem correndo para salvar a sua vida dos caçadores, que na fuga e sede extrema, quer encontrar água limpa e corrente para matar a sua sede e renovar as suas forças.

Da mesma forma podemos entender que o ser humano, solitário ou não, mas com muitas lutas e dificuldades, fugindo de seus problemas, cansado e que talvez andou por caminhos errados, queira encontrar algo que sacie sua sede, ou seja, algo que resolva seus problemas e renove suas forças para continuar vivendo.

A única solução verdadeiramente pura e real é encontrar-se com Deus, e deixá-lo fazer parte de sua vida. Entregar-se totalmente a ele, deixar os seus problemas nas mãos de Deus, renovando assim, a confiança e as forças para continuar vivendo.

Deixe Deus resolver os seus problemas. Só ele sabe a melhor solução para cada um deles. Você quer sentir o amor e a presença de Deus em sua vida? Ele está esperando por você.

Deixe Deus saciar sua sede! Vá ao encontro Dele!!!

Comemora-se hoje 8 de Setembro o Nascimento de Nossa Senhora
8/9/2009
 



A Natividade de Nossa Senhora é uma festividade religiosa celebrada pela Igreja Católica precisamente nove meses depois de comemorar a Imaculada Conceição da Virgem Maria.

Esta festa, mais antiga no Oriente, introduziu-se provavelmente na liturgia romana durante o século VII.

Inocêncio IV deu-lhe Oitava no Concílio de Lião, em 1245. No último século, serviu esta data de 8 de Setembro para fixar nove meses antes, a 8 de Dezembro, a festa da Imaculada Conceição. A Santa Igreja, celebrando a natividade da Santíssima Virgem, canta a aurora da redenção, que despontou com o aparecimento de Maria no mundo.

Eva deu à luz a seus filhos na dor, Maria dá à luz o filho de Deus com júbilo. Eva levava consigo as nossas lágrimas, Maria as nossas alegrias. Invoquemos a Virgem a Virgem Santíssima com aquela invocação tão bela da sua ladainha: “Causa de nossa alegria“.


Hoje, é comemorado o dia em que Deus começa a pôr em prática o Seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a casa, antes que o Rei descesse para habitá-la. Esta “casa”, que é Maria, foi construída com sete colunas, que são os dons do Espírito Santo.
Deus dá um passo à frente na atuação do Seu eterno desígnio de amor, por isso, a festa de hoje, foi celebrada com louvores magníficos por muitos Santos Padres. Um livro de São Tiago, venerado desde o começo do cristianismo, nos traz alguns detalhes sobre a infância de Maria, ele afirma que os seus pais, Joaquim e Ana, não podiam ter filhos, até que em meio às lágrimas, penitências e orações, alcançaram esta graça de Deus.

De fato, Maria nasce, é amamentada e cresce para ser a Mãe do Rei dos séculos, para ser a Mãe de Deus. E por isso comemoramos o dia de sua vinda para este mundo, e não somente o nascimento para o Céu, como é feito com os outros santos.

Sem dúvida, para nós como para todos os patriarcas do Antigo Testamento, o nascimento da Mãe, é razão de júbilo, pois n’Ela apareceu no mundo a Aurora que precedeu o sol da justiça e Redentor da humanidade.

“Deus Onipotente, antes que o homem caísse, previu a sua queda e decidiu, antes dos séculos, a redenção humana. Decidiu, portanto, encarnar-Se em Maria”.

Como poderemos celebrar este dia dignamente? Deus, em Seu infinito amor, quis nos dar uma Mãe, e aceitando a condição humana, criou Maria para que a Encarnação acontecesse, e o impossível aos nossos olhos, Deus o faz por amor: o Criador nasce da criatura!

Nossa Senhora, como todo filho de Deus, teve um dia para nascer. Não se sabe ao certo o dia do nascimento de Maria, a quem com muito carinho chamamos de Nossa Senhora Menina. Acesse e saiba mais: A Devoção e o culto a Nossa Senhora Menina

Oração

Oh! Maria Santíssima eleita e destinada ao eterno pela augustíssima Trindade para Mãe do unigênito Filho do Pai, anunciada pelos profetas, esperada dos Patriarcas, e desejada de todas as gentes; Sacrário e templo vivo do Espírito Santo, sol sem mancha, porque fostes concebida sem pecado original, Senhora do céu e da terra, Rainha dos anjos; Nós humildemente prostrados vos veneramos, e nos alegramos da solene comemoração anual de vosso felicíssimo Nascimento; E do, mas íntimo de nosso Coração vos suplicamos que vos digneis benigna vir a nascer espiritualmente em nossas almas, para que cativadas estas por vossa amabilidade e doçura, vivam sempre unidas.

Agora com nove distintas saudações contemplaremos os nove meses que estivestes encerrada no seio materno:

I. Oriunda da Real família de David, saístes com grande Honra à luz das entranhas de santa Ana vossa afortunadíssima Mãe.
Ave Maria.

II. Saudamos-vos, Oh! menina celestial, pomba candidíssima de pureza, que a despeito do infernal dragão fostes concebida sem pecado original.
Ave Maria.

III. Saudamos-vos, Oh! Aurora brilhantíssima, que como precursora do Sol de justiça, trás a primeira luz ao mundo.
Ave Maria.

IV. Saudamos-vos, Oh! eleita, que, qual sol sem mancha alguma, despontastes na noite mais tenebrosa do pecado.
Ave Maria.

V. Vos saudamos, Oh! belíssima Lua, que iluminastes ao mundo envolto nas mais densas trevas do erro.
Ave Maria.

VI. Saudamos-vos como a esforçada amazona, que sozinha, a maneira de um numeroso exército, pusestes em fuga a todo o inferno.
Ave Maria.

VII. Saudamos-vos, Oh! linda alma de Maria, a quem Deus teve desde a eternidade.
Ave Maria.

VIII. Saudamos-vos, Oh! amada menina, e veneramos vosso Santíssimo corpinho, os sagrados panos em que fostes envolta, e a sagrada cama em que estivestes deitada, e bendizemos o lugar e momento em que nascestes.
Ave Maria.

IX. Saudamos-vos finalmente, Oh! amada menina, como adornada de todas as virtudes imensamente mais elevada que os outros Santos, e que vos tem feito digna Mãe do Salvador, e tendo concebido por virtude do Espírito Santo, destes à luz ao Verbo encarnado.
Ave Maria.


Oração Final

Oh! graciosíssima menina! que com vosso feliz Nascimento haveis consolado ao mundo, alegrado ao céu e aterrado ao inferno; Haveis dado ajuda aos caídos, esperança aos tristes, saúde aos enfermos e alegria a todos; Suplicamos-vos com os, mas fervorosos afetos que renasçais espiritualmente com vosso Santo amor em nossas almas; Renovai nosso espírito para que vos sirvamos, acendei de novo nosso coração para que vos amemos; E fazei florescer em nós aquelas virtudes com as quais possamos fazer-nos sempre mais agradáveis a vossos benigníssimos olhos. Oh! Maria! Sede para nós Maria, fazendo-nos experimentar os saudáveis efeitos de vosso suavíssimo nome; Sirva-nos a invocação deste nome de alívio nos trabalhos, de esperança nos perigos, de escudo nas tentações, de alimento na morte. Seja o nome de Maria como mel na boca, a melodia no ouvido, e o júbilo no coração. Assim seja. a vosso dulcíssimo e amabilíssimo coração. Amém

V. Rogai por nós Santa Mãe de Deus.
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Dízimo ou Oferta?
6/9/2009
 




"Faze todas as tuas oferendas com um semblante alegre, consagra os dízimos com alegria"


É verdade que na Bíblia Sagrada Deus nos pede o Dízimo e a Oferta. "Paguai integralmente os dízimos à casa do Senhor" (Mal 3:10). Dizei ao povo de Israel que me fala uma oferta diz o Senhor"(Êx 25:2).

Existe uma grande diferença entre Dízimo e Oferta, embora ambos sejam frutos de nossa fé, do nosso reconhecimento, da nossa generosidade, de nosso coração.

Dízimo: é devolver a Deus , com fidelidade, uma parte de tudo aquilo que Ele próprio nos dá, como primícias da nossa renda. Quer dizer que toda vez que Deus nos dá, nós separamos "as primícias", a parte consagrada a Ele, e fazemos a devolução. Se a nossa renda é a colheita, nós daremos o nosso Dízimo quando realizarmos a nossa colheita no campo Se a nossa renda é o nosso salário, devolvemos nosso Dízimo como primeiro gesto de gratidão a Deus, logo que recebemos o nosso salário.

Se a nossa renda for fruto da venda de algum bem, daremos o Dízimo da nossa renda ao receber o que ganhamos com a venda daquele bem.

A Oferta é livre, não tem momento certo, depende da necessidade de quem solicita e da disponibilidade de quem oferece. O Dízimo tem um destino certo: a Igreja de Jesus Cristo, de acordo com um plano pastoral que abrange as dimensões: religiosa, social e missionária. Este plano tem continuidade, não pode sofrer interrupções, por isso deve contar com recursos regulares. É o Dízimo que deve sustentar o plano pastoral da Igreja para a realização da obra de Deus.

As ofertas se destinam geralmente para a realização de obras complementares ou para socorrer alguma emergência pessoal ou comunitária, ou ajudar o plano pastoral da Igreja, mas como acréscimo ao Dízimo, que constitui a pastoral de sustentação da vida paroquial.



Silvia e Osvaldo
cordenadores da Pastoral do Dízimo
na Paróquia São Nicolau de Flue

Pastoral do Batismo
6/9/2009
 



O Batismo é o 1º dos sete sacramentos que Jesus nos deixou para o fortalecimento de nossa caminhada em direção à casa do Pai.

Os sacramentos são sinais da graça de Deus nas mais diversas ocasiões de nossa vida.

O sacramento do Batismo é a porta pela qual entramos na comunidade eclesial e sem ele não podemos receber os demais sacramentos.

No Batismo, pela água e pelo poder do Espírito Santos, nos tornamos cristãos, seguidores de Cristo e filhos amados do Pai.

Jesus garantiu a Nicodemos e garante a cada um de nós: “Ninguém pode entrar no Reino de Deus, se não nasce da água e do Espírito Santo.” (Jo 3, 5)

Assim, o Batismo é vida, é essencial à nossa salvação.



Se o cristão se torna, pelo Batismo, uma nova criatura (2 Cor.5,17) como que ressuscitado dos mortos (Ef.2,5) deve, conseqüentemente, comprometer-se com Cristo e pedir-Lhe a graça da perseverança e da fidelidade.

O batizado deve ser luz e sal na família, na escola, no trabalho e na comunidade.

É participando da comunidade cristã, a partir do Batismo, que crescemos, amadurecemos e assumimos o compromisso de trabalhar pelo Reino de Deus.


O sacramento do Batismo


É o início da vida cristã

É o fundamento de todos os sacramentos

Liberta o batizando de todos os pecados

Regenera-o espiritualmente, fazendo-o nascer no Espírito Santo

Constitui, o batizando, filho de Deus

Incorpora o batizando à comunidade eclesial, passando a ter direitos e deveres próprios do cristão

Configura-o a Cristo com caráter indelével

"O Batismo é, sem dúvida, um feliz encontro com Jesus.

É o passo definitivo que uma pessoa dá para assumir sua verdadeira identidade cristã"


-Maiores informações no horário comercial pelo telefone (16)3307.8587


Dom Pedro Stringhini envia carta de apoio ao Grito dos Excluídos
6/9/2009
 

"Vida em primeiro lugar"

Na semana que antecede o dia 7 de setembro, feriado da Independência do Brasil, tradicionalmente a Comissão Episcopal Pastoral rara o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com a participação de Movimentos Sociais, Pastorais Sociais e Movimentos Populares realizam o Grito dos Excluídos. Neste ano acontecerá a 15ª edição do evento.

O Grito dos Excluídos acontece anualmente em várias cidades brasileiras com o objetivo de levar às ruas uma grande manifestação popular para denunciar as situações de exclusão social e assinalar as possíveis saídas e alternativas.

O Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, dom Pedro Luiz Stringhini, enviou uma carta de apoio ao 15º Grito dos Excluídos 2009.

Leia a íntegra da carta:

Carta de apoio ao 15º Grito Excluídos/as – 2009

Irmãos e Irmãs!

A Comissão Episcopal Pastoral pra o Serviço da Caridade da Justiça e da Paz da CNBB, juntamente com a coordenação nacional dos do Grito dos Excluídos, Pastorais Sociais e Movimentos Populares, convida todas as comunidades, Igrejas, escolas, universidades e organizações sociais, a participarem das diversas atividades do Grito dos Excluídos Nacional, que se realiza em localidades de todos os Estados do nosso País, na semana que antecede o dia 7 de setembro.

O Grito dos Excluídos, em seus 15 anos de existência vem se afirmando como a mais importante mobilização popular, na Semana da Pátria, em vista da construção de um projeto popular para o Brasil.

O tema deste ano, “Vida em primeiro lugar: a força da transformação está na organização popular”, pretende anunciar, em diferentes manifestações populares, os sinais de esperança, através da unidade, da organização e da luta popular, e denunciar todas as formas de injustiça que, em nosso país, causam a destruição e a precarização da vida do povo e do Planeta.

No dia 07 de setembro, junto com o Grito dos Excluídos, em Aparecida/SP, acontece a 22ª Romaria dos Trabalhadores/as que neste ano traz o lema: “A sabedoria dos pobres derrota as armas dos poderosos”. O grito visa também: lutar contra as formas de exclusão e as causas que levam o povo a viver em condições de vida precárias e, muitas vezes, sem perspectiva de futuro; denunciar a política econômica que privilegia o capital financeiro em detrimento dos direitos sociais básicos; construir alternativas que tragam esperança aos excluídos e perspectivas de vida para as comunidades locais; promover a pluralidade e igualdade de direitos, bem como o respeito nas relações de gênero, raça e etnia; multiplicar assembléias populares para discutir a organização social a partir do Município, fortalecendo o poder popular.

Diante de situações de exclusão, Jesus defende os direitos dos fracos e o direito a uma vida digna para todo o ser humano. O compromisso com esta causa nos compromete no esforço de superação da exclusão em nosso País, participando da construção de uma sociedade justa e solidária

Em Busca da Felicidade
4/9/2009
 



A vida a dois, o relacionamento de carinho entre homem e mulher é, na grande maioria das vezes, uma meta que traçamos já na infância, como ideal de felicidade e satisfação pessoal.
Viver a dois é o Grande Presente que Deus concedeu-nos na Criação.
Como tudo que é precioso, a vivência a dois exige preparo, equilíbrio. Exige presença constante de Deus.
Deus é Amor e não há amor que sobreviva sem Ele.
Ele é a raiz, o adubo, a seiva que alimenta o amor humano, pois é Amor sobre todos os amores.
É preciso mudar, então, o estilo imediatista de relacionamentos que tem movido a maior parte das pessoas.
Querer chegar ao final sem ter vivido um bom começo, leva qualquer relacionamento ao fracasso.
E leva também a uma sucessão de tentativas desastrosas, deixando a impressão de que "amor de verdade não existe".
Mas o Amor de Verdade existe, da mesma forma que Deus Existe!
Ele é nosso maior colaborador, quando o assunto é Amor!
Se você deseja viver uma experiência de amor verdadeiro, independente da sua atual situação de vida e afetividade, invista pesado na Palavra de Deus.
É ela quem nos ensina o caminho verdadeiro para a felicidade no Amor.
Leia o livro de Tobias.
Ele é curtinho, e retrata bem o quanto Deus pode fazer por nós quando decidimos viver o Amor segundo a Sua vontade.
Desvencilhe-se dos parâmetros que a sociedade impôs para os relacionamentos humanos, e viva a experiência única de radicalizar na vontade de Deus.
Você terá uma grande surpresa!
Existe alguém esperando para viver contigo uma verdadeira experiência de Amor para toda a vida!



Ordenação Diaconal na Paróquia São Nicolau no dia 02 de Outubro de 2009 você está convidado!
4/9/2009
 

Maique Willian Massufaro


Luciano Fernandes de Paulo

"Receber a Sagrada Ordem do Diaconado é ser fortalecido com o dom do Espírito Santo para poder auxiliar o Bispo e seu Presbitério no serviço da Palavra, do altar e da caridade, mostrando ser servo de todos. Cabe ao Diácono, portanto, resplandecer as virtudes evangélicas: o amor sincero, a solicitude para com os enfermos e os pobres, a autoridade discreta, a simplicidade de coração e uma vida segundo o Espírito."

Luciano Fernandes de Paulo

"Coloquem-se a serviço uns dos outros através do amor"


Maique Willian Massufaro

"Quem quiser ser o maior entre vós seja aquele vos serve"

Sabe porque o anel de compromisso se usa no quarto dedo?
3/9/2009
 






Existe uma lenda chinesa que conseguiu explicar de uma maneira bonita e muito convincente...

Os polegares representam os pais.

Os indicadores representam teus irmãos e amigos.

O dedo médio representa a ti mesmo.

O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge.

O dedo mindinho representa teus filhos.

Agora junta tuas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a ti mesmo, como na imagem....


Agora tenta separar de forma paralela teus polegares (representam teus pais), vc vai notar que eles se separam porque teus pais não estão destinados a viver contigo ate o dia da tua morte, una os dedos novamente.
Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam teus irmãos e amigos), vc vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.
Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam teus filhos) estes também se abrem porque teus filhos crescem e quando já não precisam mais de nos,se vão, una os dedos novamente.
Finalmente, tente separar teus dedos anelares (o quarto dedo que representa teu cônjuge) e vc vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegues separá-los. Isso se deve ao fato de que um casal esta destinado a estar unido ate o ultimo dia da sua vida e é por isso que o anel se usa neste dedo.

Algo curioso mas legal saber.


Nessa Sexta-Feira dia 18de Setembro as 20h na Paróquia São Nicolau, estudo do Paróquia em Células
3/9/2009
 



O termo “célula” é sugestivo, pois a Igreja de Cristo, como nos diz São Paulo, é um “corpo” (cf ICor 12, 27) e sabemos que o corpo humano é composto por milhares de pequenas unidades que se juntam para formar o corpo. Essas unidades são chamadas células.

Você está convocado a participar desse Projeto de evangelização!
Dia 18 de Setembro, ás 20h na Paróquia São Nicolau de Flue.
Maiores informações no horário comercial pelo telefone (16)3307.8587

Ano Catequético Nacional
2/9/2009
 



Estamos vivendo em um mundo cada vez mais descristianizado em face do constante materialismo que toma conta de toda a estrutura da sociedade. Há um constante apelo da mídia para que o homem se torne cada vez mais loucamente um ser consumidor, quer de bens materiais, quer da indústria do lazer, quer, também, de uma cultura dirigida sempre para o mundo material e hedonista. Já não temos mais grandes pensadores cristãos que influenciem as abaladas estruturas de nossa sociedade.

A preocupação da Igreja no Brasil, em consonância com o “Documento de Aparecida” proclamou na sua 44ª Assembleia Geral dos Bispos, realizada em 2006, que o ano de 2009 é o Ano Catequético Nacional. O propósito dessa iniciativa é que a catequese se torne caminho para o discipulado. Com esse objetivo se pretende impulsionar e dinamizar toda a caminhada pastoral da Igreja: dioceses, prelazias, paróquias, comunidades, pastorais e movimentos.

Os bispos, os párocos, primeiros responsáveis pela catequese, juntamente com os agentes de pastorais leigos, de modo especial, os catequistas, são conclamados a dinamizar as atividades propostas para este evento, ao longo do ano, cujo ponto alto se dará com a realização da 3ª Semana Brasileira de Catequese.

O Catecismo da Igreja Católica (CIC), referindo-se à Encíclica “Catechesi Tradendae”,
define a catequese como “educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, a qual compreende especialmente um ensino da doutrina cristã, dado em geral de maneira orgânica e sistemática, com o fim de os iniciar na plenitude da vida cristã” (cf. item 4, do prólogo do CIC).

Ao lado desse objetivo, digamos pessoal, a catequese deriva para o anúncio do Evangelho ou pregação para suscitar a fé, buscar as razões de crer, concretizar experiências cristãs, celebração dos sacramentos, integração da comunidade eclesial e, especialmente, vir a ser testemunho apostólico e missionário

Proclamado o Ano Catequético como caminho para o discipulado, pretende-se que esse serviço eclesial se torne um veículo eficiente de uma nova evangelização de toda sociedade, hoje, como dissemos, marcada pelo materialismo e, principalmente, para um mundo que procura prescindir de Deus e dos valores evangélicos.

Deus, com efeito, infinitamente perfeito e feliz em si mesmo, em uma explosão do amor intratrinitário, criou livremente o homem, objetivando que este participasse da sua vida bem-aventurada. Sempre, por muitos sinais, o Senhor procura estar sempre ao lado do homem, chamando-o a conhecê-Lo e a amá-Lo com todas as forças. Dispersos pelo pecado, todos os homens são chamados para a unidade da Sua família. Faz isso, especialmente, através de seu Filho, Jesus Cristo, que foi enviado a essa nossa terra, como Salvador e Redentor e por Ele, convocando-os a se tornarem no Espírito Santo Seus filhos adotivos e, consequentemente, herdeiros da sua vida bem-aventurada.


Para que esse chamado ressoe e tome conta de toda a terra, Cristo enviou discípulos escolhidos, dando-lhes um ordenamento: “Ide, fazei que todas as nações se tornem discípulas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mateus, 28, 19-20). Esse mandado do Senhor também se dirige a todos os cristãos de hoje e de todos os tempos.

O grande esforço catequético, segundo o texto básico da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), vem centrado na iniciação à vida cristã, no discipulado missionário, à luz do itinerário dos discípulos de Emaús (cf. Lucas 24,13-35).

Esse texto está organizado em três partes, seguindo o método ver-julgar-agir, resgatado e valorizado no Documento de Aparecida (DAp 19) e presente também no Diretório Nacional de Catequese (DNC 157).

A primeira parte refere-se ao encontro com o Ressuscitado “Aprender, caminhando com o Mestre” segunda parte se fundamenta na palavra do ressucitado: “Aprender ouvindo o Mestre” e a terceira dá ênfase à missão: “Aprender, agindo com o Mestre”. Note-se, por fim, segundo o texto do apóstolo Mateus, que o mandado do Senhor é no sentido de que as nações se tornem discípulas aprendendo a observar aquilo que os apóstolos aprenderam dos ensinamentos de Jesus e, assim, a missão pressupõe a catequese, ou seja, o aprendizado de tudo o que foi ensinado pelo Senhor.

Dessa forma, com efeito, a catequese é o caminho para o discipulado e, uma vez discípulo, o cristão se torna um agente efetivo da Evangelização do mundo e cumpre o mandado do Senhor: Ide, fazei discípulos, batizando e ensinando a observar o que o Senhor ordenou

Carta do Papa Bento XVI para o Ano Sacerdotal
2/9/2009
 



Amados irmãos no sacerdócio,

Na próxima solenidade do Sacratíssimo Coração de Jesus, sexta-feira, 19 de Junho de 2009 – dia dedicado tradicionalmente à oração pela santificação do clero – tenho em mente proclamar oficialmente um "Ano Sacerdotal",» por ocasião do 150° aniversário do dies natalis de João Maria Vianney, o Santo Patrono de todos os párocos do mundo. Tal ano, que pretende contribuir para fomentar o empenho de renovação interior de todos os sacerdotes para um testemunho evangélico mais vigoroso e incisivo, terminará na mesma solenidade de 2010. "O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus": costumava dizer o Santo Cura d’Ars. Esta tocante afirmação nos permite, antes de mais nada, evocar com ternura e gratidão o dom imenso que são os sacerdotes não só para a Igreja mas também para a própria humanidade. Penso em todos os presbíteros que propõem, humilde e cotidianamente, aos fiéis cristãos e ao mundo inteiro as palavras e os gestos de Cristo, procurando aderir a Ele com os pensamentos, a vontade, os sentimentos e o estilo de toda a sua existência. Como não sublinhar as suas fadigas apostólicas, o seu serviço incansável e escondido, a sua caridade tendencialmente universal? E que dizer da fidelidade corajosa de tantos sacerdotes que, não obstante dificuldades e incompreensões, continuam fiéis à sua vocação: a de "amigos de Cristo", por Ele de modo particular chamados, escolhidos e enviados?

Eu mesmo guardo ainda no coração a recordação do primeiro pároco junto de quem exerci o meu ministério de jovem sacerdote: me deixou o exemplo de uma dedicação sem reservas ao próprio serviço sacerdotal, a ponto de encontrar a morte durante o próprio ato de levar o viático a um doente grave. Depois, repasso na memória os inumeráveis irmãos que encontrei e encontro, inclusive durante as minhas viagens pastorais às diversas nações, generosamente empenhados no exercício diário do seu ministério sacerdotal. Mas a expressão utilizada pelo Santo Cura d’Ars evoca também o Coração traspassado de Cristo com a coroa de espinhos que O envolve. E isto leva o pensamento a se deter nas inumeráveis situações de sofrimento em que se encontram imersos muitos sacerdotes, ou porque participantes da experiência humana da dor na multiplicidade das suas manifestações, ou porque incompreendidos pelos próprios destinatários do seu ministério: como não recordar tantos sacerdotes ofendidos na sua dignidade, impedidos na sua missão e, às vezes, mesmo perseguidos até ao supremo testemunho do sangue?

Infelizmente existem também situações, nunca suficientemente deploradas, em que a própria Igreja a sofre pela infidelidade de alguns dos seus ministros. Daí advém, então, para o mundo motivo de escândalo e de repulsa. O máximo que a Igreja pode recavar de tais casos não é tanto a acintosa relevação das fraquezas dos seus ministros, como sobretudo uma renovada e consoladora consciência da grandeza do dom de Deus, concretizado em figuras esplêndidas de generosos pastores, de religiosos inflamados de amor por Deus e pelas almas, de diretores espirituais esclarecidos e pacientes. A este respeito, os ensinamentos e exemplos de São João Maria Vianney podem oferecer a todos um significativo ponto de referência. O Cura d’Ars era humilíssimo, mas consciente de ser, enquanto padre, um dom imenso para o seu povo: "Um bom pastor, um pastor segundo o coração de Deus, é o maior tesouro que o bom Deus pode conceder a uma paróquia e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina". Falava do sacerdócio como se não conseguisse alcançar plenamente a grandeza do dom e da tarefa confiados a uma criatura humana: "Oh como é grande o padre! (…) Se lhe fosse dado compreender-se a si mesmo, morreria. (…) Deus obedece-lhe: ele pronuncia duas palavras e, à sua voz, Nosso Senhor desce do céu e encerra-se numa pequena hóstia". E, ao explicar aos seus fiéis a importância dos sacramentos, dizia: "Sem o sacramento da Ordem, não teríamos o Senhor. Quem O colocou ali naquele sacrário? O sacerdote. Quem acolheu a vossa alma no primeiro momento do ingresso na vida? O sacerdote. Quem a alimenta para lhe dar a força de realizar a sua peregrinação? O sacerdote. Quem a há-de preparar para comparecer diante de Deus, lavando-a pela última vez no sangue de Jesus Cristo? O sacerdote, sempre o sacerdote. E se esta alma chega a morrer [pelo pecado], quem a ressuscitará, quem lhe restituirá a serenidade e a paz? Ainda o sacerdote. (…) Depois de Deus, o sacerdote é tudo! (…) Ele próprio não se entenderá bem a si mesmo, senão no céu". Estas afirmações, nascidas do coração sacerdotal daquele santo pároco, podem parecer excessivas. Nelas, porém, revela-se a sublime consideração em que ele tinha o sacramento do sacerdócio. Parecia subjugado por uma sensação de responsabilidade sem fim: "Se compreendêssemos bem o que um padre é sobre a terra, morreríamos, não de susto, mas de amor. (…) Sem o padre, a morte e a paixão de Nosso Senhor não teria servido para nada. É o padre que continua a obra da Redenção sobre a terra (…) Que aproveitaria termos uma casa cheia de ouro, senão houvesse ninguém para nos abrir a porta? O padre possui a chave dos tesouros celestes: é ele que abre a porta; é o ecônomo do bom Deus; o administrador dos seus bens (…) Deixai uma paróquia durante vinte anos sem padre, e lá serão adoradas as bestas. (…) O padre não é padre para si mesmo, é para vós".

Tinha chegado a Ars, uma pequena aldeia com 230 habitantes, precavido pelo bispo de que iria encontrar uma situação religiosamente precária: "Naquela paróquia, não há muito amor de Deus; vou infundir em vós". Por conseguinte, achava-se plenamente consciente de que devia ir para lá a fim de encarnar a presença de Cristo, testemunhando a sua ternura salvífica: "[Meu Deus], concedei-me a conversão da minha paróquia; aceito sofrer tudo aquilo que quiserdes por todo o tempo da minha vida!": foi com esta oração que começou a sua missão. E, à conversão da sua paróquia, dedicou-se o Santo Cura com todas as suas energias, pondo no cume de cada uma das suas ideias a formação cristã do povo a ele confiado. Amados irmãos no sacerdócio, peçamos ao Senhor Jesus a graça de podermos também nós assimilar o método pastoral de S. João Maria Vianney. A primeira coisa que devemos aprender é a sua total identificação com o próprio ministério. Em Jesus, tendem a coincidir Pessoa e Missão: toda a sua ação salvífica era e é expressão do seu "Eu filial" que, desde toda a eternidade, está diante do Pai em atitude de amorosa submissão à sua vontade. Com modesta mas verdadeira analogia, também o sacerdote deve ansiar por esta identificação. Não se trata, certamente, de esquecer que a eficácia substancial do ministério permanece independentemente da santidade do ministro; mas também não se pode deixar de ter em conta a extraordinária frutificação gerada do encontro entre a santidade objetiva do ministério e a subjetiva do ministro. O Cura d’Ars principiou imediatamente este humilde e paciente trabalho de harmonização entre a sua vida de ministro e a santidade do ministério que lhe estava confiado, decidindo "habitar", mesmo materialmente, na sua igreja paroquial: "Logo que chegou, escolheu a igreja por sua habitação. (…) Entrava na igreja antes da aurora e não saía de lá senão à tardinha depois do Angelus. Quando precisavam dele, deviam procurá-lo lá": se lê na primeira biografia.

O exagero devoto do pio hagiógrafo não deve nos fazer esquecer o fato de que o Santo Cura soube também "habitar" ativamente em todo o território da sua paróquia: visitava sistematicamente os doentes e as famílias; organizava missões populares e festas dos Santos Patronos; recolhia e administrava dinheiro para as suas obras sócio-caritativas e missionárias; embelezava a sua igreja e a dotava de alfaias sagradas; se ocupava das órfãs da "Providence" (um instituto fundado por ele) e das suas educadoras; tinha a peito a instrução das crianças; fundava confrarias e chamava os leigos para colaborar com ele.

O seu exemplo me induz a evidenciar os espaços de colaboração que é imperioso estender cada vez mais aos fiéis leigos, com os quais os presbíteros formam um único povo sacerdotal e no meio dos quais, em virtude do sacerdócio ministerial, se encontram "para os levar todos à unidade, amando uns aos outros com caridade fraterna, e tendo os outros por mais dignos" (Rm 12, 10). Neste contexto, há que recordar o caloroso e encorajador convite feito pelo Concílio Vaticano II aos presbíteros para que "reconheçam e promovam sinceramente a dignidade e participação própria dos leigos na missão da Igreja. Estejam dispostos a ouvir os leigos, tendo fraternalmente em conta os seus desejos, reconhecendo a experiência e competência deles nos diversos campos da atividade humana, para que, juntamente com eles, saibam reconhecer os sinais dos tempos".

O Santo Cura ensinava os seus paroquianos sobretudo com o testemunho da vida. Pelo seu exemplo, os fiéis aprendiam a rezar, se detendo de bom grado diante do sacrário para uma visita a Jesus Eucaristia. "Para rezar bem – explicava-lhes o Cura –, não há necessidade de falar muito. Sabe-se que Jesus está ali, no tabernáculo sagrado: lhe abramos o nosso coração, alegremo-nos pela sua presença sagrada. Esta é a melhor oração". E exortava: "Vinde à comunhão, meus irmãos, vinde a Jesus. Vinde viver d’Ele para poderdes viver com Ele". "É verdade que não sois dignos, mas tendes necessidade!". Esta educação dos fiéis para a presença eucarística e para a comunhão adquiria um eficácia muito particular, quando o viam celebrar o Santo Sacrifício da Missa. Quem ao mesmo assistia afirmava que "não era possível encontrar uma figura que exprimisse melhor a adoração. (...) Contemplava a Hóstia amorosamente". Dizia ele: "Todas as boas obras reunidas não igualam o valor do sacrifício da Missa, porque aquelas são obra de homens, enquanto a Santa Missa é obra de Deus". Estava convencido de que todo o fervor da vida de um padre dependia da Missa: "A causa do relaxamento do sacerdote é porque não presta atenção à Missa! Meu Deus, como é de lamentar um padre que celebra [a Missa] como se fizesse um coisa ordinária!". E, ao celebrar, tinha tomado o costume de oferecer sempre também o sacrifício da sua própria vida: "Como faz bem um padre se oferecer em sacrifício a Deus todas as manhãs!".

Esta sintonia pessoal com o Sacrifício da Cruz o levava– por um único movimento interior – do altar ao confessionário. Os sacerdotes não deveriam jamais se resignar a ver os seus confessionários desertos, nem se limitar a constatar o menosprezo dos fiéis por este sacramento. Na França, no tempo do Santo Cura d’Ars, a confissão não era mais fácil nem mais frequente do que nos nossos dias, pois a tormenta revolucionária tinha longamente sufocado a prática religiosa. Mas ele procurou de todos os modos, com a pregação e o conselho persuasivo, fazer os seus paroquianos redescobrirem o significado e a beleza da Penitência sacramental, apresentando-a como uma exigência íntima da Presença eucarística. Pôde assim dar início a um círculo virtuoso. Com as longas permanências na igreja junto do sacrário, fez com que os fiéis começassem a imitá-lo, indo até lá visitar Jesus, e ao mesmo tempo estivessem seguros de que lá encontrariam o seu pároco, disponível para os ouvir e perdoar. Em seguida, a multidão crescente dos penitentes, provenientes de toda a França, haveria de o reter no confessionário até 16 horas por dia. Dizia-se então que Ars se tinha tornado "o grande hospital das almas". "A graça que ele obtinha [para a conversão dos pecadores] era tão forte que aquela ia procurá-los sem lhes deixar um momento de trégua!": diz o primeiro biógrafo. E assim o pensava o Santo Cura d’Ars, quando afirmava: "Não é o pecador que regressa a Deus para Lhe pedir perdão, mas é o próprio Deus que corre atrás do pecador e o faz voltar para Ele". "Este bom Salvador é tão cheio de amor que nos procura por todo o lado".

Todos nós, sacerdotes, deveríamos sentir que nos tocam pessoalmente estas palavras que ele colocava na boca de Cristo: "Encarregarei os meus ministros de anunciar aos pecadores que estou sempre pronto a recebê-los, que a minha misericórdia é infinita". Do Santo Cura d’Ars, nós, sacerdotes, podemos aprender não só uma inexaurível confiança no sacramento da Penitência que nos instigue a colocá-lo no centro das nossas preocupações pastorais, mas também o método do "diálogo de salvação" que nele se deve realizar. O Cura d’Ars tinha maneiras diversas de se comportar segundo os vários penitentes. Quem vinha ao seu confessionário atraído por uma íntima e humilde necessidade do perdão de Deus, encontrava nele o encorajamento para mergulhar na "torrente da misericórdia divina" que, no seu ímpeto, tudo arrasta e depura. E se aparecia alguém angustiado com o pensamento da sua debilidade e inconstância, temeroso por futuras quedas, o Cura d’Ars revelava-lhe o segredo de Deus com um discurso de comovente beleza: "O bom Deus sabe tudo. Ainda antes de vos confessardes, já sabe que voltareis a pecar e todavia perdoa-vos. Como é grande o amor do nosso Deus, que vai até ao ponto de esquecer voluntariamente o futuro, só para poder perdoar-nos!". Diversamente, a quem se acusava de forma tíbia e quase indiferente, expunha, através das suas próprias lágrimas, a séria e dolorosa evidência de quão "abominável" fosse aquele comportamento. "Choro, porque vós não chorais", exclamava ele. "Se ao menos o Senhor não fosse assim tão bom! Mas é assim bom! Só um bárbaro poderia comportar-se assim diante de um Pai tão bom!". Fazia brotar o arrependimento no coração dos tíbios, forçando-os a verem com os próprios olhos o sofrimento de Deus, causado pelos pecados, quase "encarnado" no rosto do padre que os atendia de confissão. Entretanto a quem se apresentava já desejoso e capaz de uma vida espiritual mais profunda, abria-lhe de par em par as profundidades do amor, explicando a inexprimível beleza de poder viver unidos a Deus e na sua presença: "Tudo sob o olhar de Deus, tudo com Deus, tudo para agradar a Deus. (...) Como é belo!". E ensinava-lhes a rezar assim: "Meu Deus, dai-me a graça de Vos amar tanto quanto é possível que eu Vos ame!".

No seu tempo, o Cura d’Ars soube transformar o coração e a vida de muitas pessoas, porque conseguiu fazer-lhes sentir o amor misericordioso do Senhor. Também hoje é urgente igual anúncio e testemunho da verdade do Amor: Deus caritas est (1 Jo 4, 8). Com a Palavra e os Sacramentos do seu Jesus, João Maria Vianney sabia instruir o seu povo, ainda que frequentemente suspirava convencido da sua pessoal inaptidão a ponto de ter desejado diversas vezes subtrair-se às responsabilidades do ministério paroquial de que se sentia indigno. Mas, com exemplar obediência, ficou sempre no seu lugar, porque o consumia a paixão apostólica pela salvação das almas. Procurava aderir totalmente à própria vocação e missão por meio de uma severa ascese: "Para nós, párocos, a grande desdita – deplorava o Santo – é entorpecer-se a alma", entendendo, com isso, o perigo do pastor se habituar ao estado de pecado ou de indiferença em que vivem muitas das suas ovelhas. Com vigílias e jejuns, punha freio ao corpo, para evitar que opusesse resistência à sua alma sacerdotal. E não se esquivava a mortificar a si mesmo para bem das almas que lhe estavam confiadas e para contribuir para a expiação dos muitos pecados ouvidos em confissão. Explicava a um colega sacerdote: "Dir-vos-ei qual é a minha receita: dou aos pecadores uma penitência pequena e o resto faço-o eu no lugar deles". Independentemente das penitências concretas a que se sujeitava o Cura d’Ars, continua válido para todos o núcleo do seu ensinamento: as almas custam o sangue de Cristo e o sacerdote não pode se dedicar à sua salvação se se recusa a contribuir com a sua parte para o "alto preço" da redenção.

No mundo atual, não menos do que nos tempos difíceis do Cura d’Ars, é preciso que os presbíteros, na sua vida e ação, se distingam por um vigoroso testemunho evangélico. Observou, justamente, Paulo VI que "o homem contemporâneo escuta com melhor boa vontade as testemunhas do que os mestres ou então, se escuta os mestres, é porque eles são testemunhas". Para que não se forme um vazio existencial em nós e fique comprometida a eficácia do nosso ministério, é preciso não cessar de nos interrogarmos: "Somos verdadeiramente permeados pela Palavra de Deus? É verdade que esta é o alimento de que vivemos, mais de que o sejam o pão e as coisas deste mundo? Conhecemo-la verdadeiramente? Amamo-la? De tal modo nos ocupamos interiormente desta palavra, que a mesma dá realmente um timbre à nossa vida e forma o nosso pensamento?". Assim como Jesus chamou os Doze para estarem com Ele (cf. Mc 3, 14) e só depois é que os enviou a pregar, assim também nos nossos dias os sacerdotes são chamados a assimilar aquele "novo estilo de vida" que foi inaugurado pelo Senhor Jesus e assumido pelos Apóstolos.

Foi precisamente a adesão sem reservas a este "novo estilo de vida" que caracterizou o trabalho ministerial do Cura d’Ars. O Papa João XXIII, na carta encíclica Sacerdotii nostri primordia – publicada em 1959, centenário da morte de São João Maria Vianney –, apresentava a sua fisionomia ascética referindo-se de modo especial ao tema dos "três conselhos evangélicos", considerados necessários também para os presbíteros: "Embora, para alcançar esta santidade de vida, não seja imposta ao sacerdote como própria do estado clerical a prática dos conselhos evangélicos, entretanto esta representa para ele, como para todos os discípulos do Senhor, o caminho regular da santificação cristã". O Cura d’Ars soube viver os "conselhos evangélicos" segundo modalidades apropriadas à sua condição de presbítero. Com efeito, a sua pobreza não foi a mesma de um religioso ou de um monge, mas a requerida a um padre: embora manejasse com muito dinheiro (dado que os peregrinos mais abonados não deixavam de se interessar pelas suas obras sócio-caritativas), sabia que tudo era dado para a sua igreja, os seus pobres, os seus órfãos, as meninas da sua "Providence", as suas famílias mais indigentes. Por isso, ele "era rico para dar aos outros e era muito pobre para si mesmo". Explicava: "O meu segredo é simples: dar tudo e não guardar nada". Quando se encontrava com as mãos vazias, dizia contente aos pobres que se lhe dirigiam: "Hoje sou pobre como vós, sou um dos vossos". Deste modo pôde, ao fim da vida, afirmar com absoluta serenidade: "Não tenho mais nada. Agora o bom Deus pode chamar-me quando quiser!". Também a sua castidade era aquela que se requeria a um padre para o seu ministério. Pode-se dizer que era a castidade conveniente a quem deve habitualmente tocar a Eucaristia e que habitualmente a fixa com todo o entusiasmo do coração e com o mesmo entusiasmo a dá aos seus fiéis. Dele se dizia que "a castidade brilhava no seu olhar", e os fiéis se apercebiam disso quando ele se voltava para o sacrário fixando-o com os olhos de um enamorado. Também a obediência de São João Maria Vianney foi toda encarnada na dolorosa adesão às exigências diárias do seu ministério. É sabido como o atormentava o pensamento da sua própria inaptidão para o ministério paroquial e o desejo que tinha de fugir "para chorar a sua pobre vida, na solidão". Somente a obediência e a paixão pelas almas conseguiam convencê-lo a continuar no seu lugar. A si próprio e aos seus fiéis explicava: "Não há duas maneiras boas de servir a Deus. Há apenas uma: servi-Lo como Ele quer ser servido". A regra de ouro para levar uma vida obediente parecia-lhe ser esta: "Fazer só aquilo que pode ser oferecido ao bom Deus".

No contexto da espiritualidade alimentada pela prática dos conselhos evangélicos, aproveito para dirigir aos sacerdotes, neste Ano a eles dedicado, um convite particular para saberem acolher a nova primavera que, em nossos dias, o Espírito suscita na Igreja, através nomeadamente dos Movimentos Eclesiais e das Novas Comunidades. "O Espírito é multiforme nos seus dons. (…) Ele sopra onde quer. E o faz de maneira inesperada, em lugares imprevistos e segundo formas precedentemente inimagináveis (…); mas nos demonstra também que Ele age em vista do único Corpo e na unidade do único Corpo". A propósito disto, vale a indicação do Decreto Presbyterorum ordinis: "Sabendo discernir se os espíritos vêm de Deus, [os presbíteros] perscrutem com o sentido da fé, reconheçam com alegria e promovam com diligência os multiformes carismas dos leigos, tanto os mais modestos como os mais altos". Estes dons, que impelem não poucos para uma vida espiritual mais elevada, podem ser de proveito não só para os fiéis leigos mas também para os próprios ministros. Com efeito, da comunhão entre ministros ordenados e carismas pode brotar "um válido impulso para um renovado compromisso da Igreja no anúncio e no testemunho do Evangelho da esperança e da caridade em todos os recantos do mundo". Queria ainda acrescentar, apoiado na exortação apostólica Pastores dabo vobis do Papa João Paulo II, que o ministério ordenado tem uma radical "forma comunitária" e pode ser cumprido apenas na comunhão dos presbíteros com o seu bispo. É preciso que esta comunhão entre os sacerdotes e com o respectivo bispo, baseada no sacramento da Ordem e manifestada na concelebração eucarística, se traduza nas diversas formas concretas de uma fraternidade sacerdotal efetiva e afetiva. Só deste modo é que os sacerdotes poderão viver em plenitude o dom do celibato e serão capazes de fazer florir comunidades cristãs onde se renovem os prodígios da primeira pregação do Evangelho.

O Ano Paulino, que está para chegar ao fim, encaminha o nosso pensamento também para o Apóstolo das nações, em quem refulge aos nossos olhos um modelo esplêndido de sacerdote, totalmente "doado" ao seu ministério. "O amor de Cristo nos impele – escrevia ele –, ao pensarmos que um só morreu por todos e que todos, portanto, morreram" (2 Cor 5, 14). E acrescenta: Ele "morreu por todos, para que os vivos deixem de viver para si próprios, mas vivam para Aquele que morreu e ressuscitou por eles" (2 Cor 5, 15). Que programa melhor do que este poderia ser proposto a um sacerdote empenhado a avançar pela estrada da perfeição cristã?

Amados sacerdotes, a celebração dos 150 anos da morte de São João Maria Vianney (1859) segue imediatamente às celebrações há pouco encerradas dos 150 anos das aparições de Lourdes (1858). Já em 1959, o Beato Papa João XXIII anotara: "Pouco antes que o Cura d’Ars concluísse a sua longa carreira cheia de méritos, a Virgem Imaculada aparecera, noutra região da França, a uma menina humilde e pura para lhe transmitir uma mensagem de oração e penitência, cuja imensa ressonância espiritual há um século que é bem conhecida. Na realidade, a vida do santo sacerdote, cuja comemoração celebramos, fora de antemão uma viva ilustração das grandes verdades sobrenaturais ensinadas à vidente de Massabielle. Ele próprio nutria pela Imaculada Conceição da Santíssima Virgem uma vivíssima devoção, ele que, em 1836, tinha consagrado a sua paróquia a Maria concebida sem pecado e havia de acolher com tanta fé e alegria a definição dogmática de 1854". O Santo Cura d’Ars sempre recordava aos seus fiéis que "Jesus Cristo, depois de nos ter dado tudo aquilo que nos podia dar, quis ainda nos fazer herdeiros de quanto Ele tem de mais precioso, ou seja, da sua Santa Mãe".

À Virgem Santíssima entrego este Ano Sacerdotal, pedindo-Lhe para suscitar no ânimo de cada presbítero um generoso relançamento daqueles ideais de total doação a Cristo e à Igreja que inspiraram o pensamento e a ação do Santo Cura d’Ars. Com a sua fervorosa vida de oração e o seu amor apaixonado a Jesus crucificado, João Maria Vianney alimentou a sua quotidiana doação sem reservas a Deus e à Igreja. Possa o seu exemplo suscitar nos sacerdotes aquele testemunho de unidade com o bispo, entre eles próprios e com os leigos que é tão necessário hoje, como o foi sempre. Não obstante o mal que existe no mundo, ressoa sempre atual a palavra de Cristo aos seus apóstolos, no Cenáculo: "No mundo sofrereis tribulações. Mas tende confiança: Eu venci o mundo" (Jo 16, 33). A fé no divino Mestre nos dá a força para olhar confiadamente o futuro. Amados sacerdotes, Cristo conta convosco. A exemplo do Santo Cura d’Ars, deixai-vos conquistar por Ele e sereis também vós, no mundo atual, mensageiros de esperança, de reconciliação, de paz.

Com a minha bênção.

Vaticano, 16 de Junho de 2009.

Saiba como começou o processo de escrita da Bíblia
2/9/2009
 



Milênios de história reunidos em um único livro. Exortações, parábolas, ensinamentos de sabedoria, rastros de culturas milenares. O livro das lutas, desobediências e conquistas do povo escolhido. O livro da revelação. A fé cristã sustenta que Deus, autor e inspirador dos textos sagrados, sabiamente dispôs que o Novo Testamento estivesse escondido no Antigo. E o Antigo se tornasse plenamente claro no novo.

Para o biblista, Dom Enzo Cortese, "esta ideia do Novo Testamento é colocada em destaque, sobretudo, nos antigos profetas. Isaías já apresentava o futuro descendente de Davi. Assim se chega ao Novo Testamento".

A história do povo de Deus começa com Abrãao, entre os séculos 19 e 17 a.C. O que se passou com Abrãao e os patriarcas, a princípio, começou a tomar corpo através da tradição oral - os filhos que ouviam dos pais as histórias de seus antepassados.

Os textos da Bíblia começaram a ser escritos desde os tempos anteriores a Moisés (1200 a.C). Escrever era uma arte rara e cara, privilegio de poucos.

No Monte Sinai (península montanhosa e desértica no Egito), Deus revela a Moisés os Dez Mandamentos, ele foi o primeiro codificador das leis e tradições orais e escritas de Israel. Os princípios vindos de Moisés se tornaram as bases do culto e da moral do povo.

"O Sinai se encontra no deserto e Deus fala no deserto. Um lugar que não pertence a ninguém, um lugar misterioso. O que significa Deus falar com seu povo? Falar com alguém é fazer com que ele exista, é isso que Deus procura", afirma frei Frederico Manns, do Estúdio Bíblico Franciscano (Studium Biblicum Franciscanum), em Jerusalém.

Os autores, inspirados por Deus, redigiam os textos segundo sua mentalidade e em sua própria língua. Essas traduções foram registradas, primeiramente, em pedra. Em seguida, por longos séculos, os manuscritos foram transmitidos em papiro e depois em pergaminhos, que são feitos com peles de animais.

De acordo com o prof. Alberto Mello, do Estúdio Bíblico Franciscano, "o profeta é alguém que é capaz de sintonizar, com o atual sentimento de Deus, que pode ser de ira e de misericórdia. Duas coisas não muito distantes, porque a ira de Deus é uma tentativa de mostrar sua misericórdia".

Depois de ter falado aos profetas, Deus então se manifesta ao homem de forma ainda mais íntima e direta, através do seu próprio Filho.

Jesus deixa ao seu povo narrações muito simples e seus discípulos transmitiram o testemunho de Sua vida no Evangelho. Desde o segundo século, a tradição da Igreja atribuiu como verídico os textos de Mateus, Marcos, Lucas e João.

Os monges preservaram estes escritos até o advento da era moderna, quando iniciou o processo de impressão.

Johannes Gutenberg, inventor alemão, foi o primeiro a produzir uma versão impressa da Bíblia no século XV.

Pastoral Familiar
2/9/2009
 



Pastoral Familiar

A Pastoral Familiar é como o “eixo”das pastorais. Ela é o ponto básico e fundamental, pois todas as pastorais têm alguma coisa a ver com a família ,e a pastoral familiar também tem muito a ver com as outras pastorais.Vamos saber logo,então ,o que é a pastoral familiar.

A pastoral familiar se interessa por toda e qualquer realidade familiar e da igreja.É uma pastoral ampla, abrangente que age unida a outras pastorais.Tem contudo, uma atuação própria, especifica. Por isso precisa de agentes especializados. Ela é muito mais abrangente que os movimentos familiares e os serviços à família com a pastoral familiar. São coisas distintas, que precisam ser integradas.

A pastoral familiar é mais ampla e contém tudo isso. Mas, mesmo associada a outras pastorais e Movimentos, a pastoral familiar tem dimensões próprias. É muito importante deixar claro que a pastoral familiar não pode ser substituída pelos Movimentos e serviços familiares. Ela coordena e une estes, para alcançar os objetivos de pastoral. Os movimentos e serviços, por sua vez, oferecem a espiritualidade, a ação especializada, para que as diversas situações da família sejam atingidas.

Como exemplos dessas diversas situações podemos citar: o Planejamento familiar natural, a terceira idade, a formação política, religiosa, a educação sexual , a vivência dos sacramentos, etc. E quais são os objetivos da pastoral familiar? O objetivo central é a evangelização da família.

Mas, explicando melhor, a pastoral da família é uma ação organizada e planejada, que se realiza na igreja, por meio de agentes específicos, capazes de oferecer os instrumentos necessários para a formação das família. Para fornecer orientações para a vivência familiar. Para levar a todos a Boa Nova do Sacramento do Matrimônio. Para transformar a sociedade pela obra de evangelização humana e cristã. Para defender e promover a vida e o amor , como valores essenciasis da dignidade humana. A quem se destina tudo isso? A que tipo de pessoa e de famílias? A todas as famílias e a todas as situações familiares para ajuda-las e para servir a elas. Destina-se às famílias que já estão bem construídas, mas também as desestruturadas e aquelas a que chamamos “casos difíceis”.

A pastoral familiar age, basicamente, em três campos ou etapas de atuação: a pastoral familiar pré- matrimonial (que compreende as fases da preparação remota para o Sacramento do Matrimônio, da preparação próxima e da preparação imediata), a pastoral pós- matrimonial e os assim chamados casos difíceis (ou casos especiais ). 1- Setor pré- matrimonial: atividades que visam preparar as pessoas para constituirem famílias. Este setor está ligado à catequese de crianças e jovens, grupos de jovens, encontros para namorados, cursos de noivos, acompanhamento de casamentos, etc. 2- Setor pós – matrimonial: atividades que buscam, atender as famílias já construídas.

Esse setor desenvolve serviços de evangelização para casais, visitas as famílias, aconselhamento, temas relativos à defesa da vida, como planejamento familiar, métodos naturais de controle, aborto, eutanásia, sexualidade, etc. 3- Setor casos difíceis: atividades que buscam a evangelização de famílias incompletas ou em situações irregulares separadas, mães ou pais solteiros, uniões livres, batizados em segunda união civil, etc.

Maiores informações no horário comercial pelo telefone 3307.8587


Armas contra o inimigo!
1/9/2009
 



Na Bíblia e na vida dos santos encontramos muitas dicas interessantes e práticas sobre como lutar contra as artimanhas do maligno. Erra quem subestima esta criatura do mal que existe e age. Erra quem imagina que o mal é apenas o fruto de nossos erros e falhas. Não se trata de uma “energia negativa” ou algo parecido. Segundo a doutrina católica o inimigo de Deus existe e precisamos estar atentos às suas artimanhas.

O Demônio é o príncipe das trevas e o pai da mentira. Ele gosta de coisas feitas às escondidas. Por outro lado, não suporta a verdade e a luz. O melhor exorcismo, portanto, é abrir-se com o diretor espiritual, o confessor, ou com uma pessoa de confiança. Você já percebeu que quando estamos em uma situação difícil preferimos mais ficar sozinhos, no escuro, calados, ensimesmados? É um prato cheio para o maligno. Ele é a incoerência em pessoa. Primeiro se aproxima de nós como sedutor e diz que não tem problema, é normal, nem é pecado… Depois que caímos na tentação ele muda de atitude. De sedutor passa para acusador. Diz que aquilo que fizemos é horrível, que é um grande pecado, que não merecemos mais o céu, que viver nem vale a pena, que melhor seria morrer. Tudo errado. Não era tão bom antes e não tão ruim agora. O que precisamos é mudar de vida. Deus é um pai que está sempre de braços abertos. Mas o inimigo apaga as luzes para que não percebamos a misericórdia de Deus.

O que precisamos fazer nesta hora é acender a luz… e não haverá mais lugar para as trevas; precisamos contar a verdade… e não haverá mais lugar para a mentira. É por isso que o sacramento da confissão é um grande momento de cura e libertação. Procure um sacerdote e conte seu pecado sem rodeios nem maquiagem. Tem gente que enfeita tanto o pecado que no final dá vontade de elogiar e não de absolver.
E acima de tudo cerque sua vida com a palavra e a eucaristia!

Precisamos nos antecipar a satanás. Podemos contar até mesmo a tentação que estamos sofrendo. É claro que devemos encontrar alguém de confiança. Não precisamos dar testemunho diante das câmeras e das multidões. É ingênuo mostrar sua intimidade para toda a comunidade. O próprio Jesus reconheceu o valor destes níveis de intimidade quando ensinou que devemos corrigir o irmão primeiro em particular. Somente se ele não aceitar devemos procurar mais alguém e falar em dois. De qualquer maneira colocar as “cartas na mesa” sempre é uma ótima forma de afastar aquele que se diverte com nossas fraquezas e tribulações.



Que nada desvie o nosso coração do Senhor
1/9/2009
 



A nossa atitude principal como filhos de Deus precisa ser a confiança e a fidelidade a Deus. O Senhor não se deixa vencer em fidelidade; mesmo quando nós somos infiéis, Deus é fiel. Que nada desvie o nosso coração do Senhor.

”Cuidai, irmãos, que não se ache em algum de vós um coração transviado pela incredulidade, levando-o a afastar-se do Deus vivo. Antes, animai-vos uns aos outros, dia após dia, enquanto ainda se disser hoje, para que nenhum de vós se endureça pela sedução do pecado, pois tornamo-nos companheiros de Cristo, contanto que mantenhamos firme até ao fim a nossa confiança inicial” (Hebreus 3,12-14).

Quando realmente confiamos em Deus, Ele realiza em nós e por meio de nós obras prodigiosas. Agora, neste exato momento, o Senhor está nos chamando de volta e pedindo que nos rendamos à Sua infinita Misericórdia, que se derrama copiosamente por nós.

Este é o apelo do coração de Jesus, que continua batendo, sem se cansar, na porta do nosso coração até que a abramos. O Senhor espera uma decisão da nossa parte, porque Ele sente saudade de nós.

Muitos de nós temos coragem para fazer tantas coisas a fim de progredirmos na vida; então, por que não abrir a porta do coração e entregar as rédeas da nossa vida nas mãos de um Deus que é apaixonado por nós? Esse é um desafio ao qual estamos sendo chamados hoje: nos abrirmos ao amor de Deus. Comecemos rezando durante todo o dia este ato de confiança:

Jesus, eu confio em Vós!

Há pobreza de palavras, porque há pobreza de silêncio!
1/9/2009
 



“Precisamos ser prontos para escutar e lentos no falar” (Tiago 1,19b). Quando aprendemos a escutar, evitamos o mal-entendido e adquirimos o autodomínio, porque temos mais tempo para pensar, rezar e responder coerentemente, evitando julgar pelas aparências e ser grosseiros ou inconvenientes com as pessoas.

O Santo Padre Pio dizia: “Quem fala, semeia; quem escuta, colhe”.

O verdadeiro silêncio é aquele que nos coloca diante de Deus. Essa experiência enriquece os nossos valores, reflexões, sentimentos e ideias, e mais: no íntimo da alma formam-se as convicções e enraízam-se as virtudes. Dessa forma, as linhas mestras da luta pessoal por melhorarmos a cada dia um pouco mais vão sendo formadas.

Temos o hábito de falar muito e quase não sabemos escutar. Há pobreza de palavras, porque há pobreza de silêncio. Só teremos condições de responder com prontidão, justiça e amor a Deus e aos irmãos se nos exercitarmos no dom da escuta.

“O Senhor veio, pôs-se junto dele e chamou-o como das outras vezes: Samuel! Samuel! E ele respondeu: Fala, que teu servo escuta” (I Samuel 3,10).

Peçamos, hoje, ao Senhor, que nos ensine a silenciar, para que possamos ouvir a Sua voz, a exemplo do Profeta Samuel.

Peçamos a Nossa Senhora, a Virgem do silêncio, que nos ensine a escutar os nossos irmãos e a voz de Deus.

Setembro mês da Bíblia
1/9/2009
 



Há 38 anos a Igreja do Brasil celebra no mês de setembro o Mês da Bíblia. A celebração teve sua origem na arquidiocese de Belo Horizonte, em 1971, e foi se espalhando para todo o Brasil.

O objetivo do mês da Biblia, segundo a assessora da Comissão Bíblico-Catequético da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), é infundir no povo a convicção de que a Palavra de Deus é, por excelência, o livro que deve ser inserido na vida de cada pessoa. Fazer com que as famílias sintam necessidade de ter uma Bíblia em casa e incentivar a reunião das comunidades para o estudo e a vivência da Palavra de Deus.

“A centralidade da Palavra de Deus tem impulsionado a vida e a ação evangelizadora da nossa Igreja. A redescoberta da Sagrada Escritura e o seu uso constante por todas as Igrejas Cristãs no Brasil tem sido muito significativo para o processo e crescimento da experiência da fé das comunidades espalhadas pelo nosso imenso país”, afirmou a assessora da CNBB.


Sobre o mês da Bíblia, o membro da Comissão Episcopal Bíblico-Catequética da CNBB, dom Jacinto Bergmann, explica que setembro é dedicado de forma especial “à Palavra de Deus”, e que o período é um estímulo para os fiéis se tornarem responsáveis pela causa de Jesus por meio do discipulado. “Isso também nos ajudará a sermos mais discípulos missionários de Jesus Cristo - Caminho certo, Verdade segura e Vida plena”, enfatizou.

Para este ano o livro proposto é a Carta de São Paulo ao Filipenses, cujo tema é “Alegria de servir no amor e na gratuidade” e o lema: “Tende em vós os mesmos sentimentos de Cristo Jesus” (Fl 2,5).



A Família e seus Símbolos
1/9/2009
 



Tão prioritária é a família na vida da pessoa, da sociedade e da Igreja, que nos servimos de símbolos para avaliar e explicar sua centralidade. Vamos aqui nos ocupar com alguns símbolos, provavelmente os mais conhecidos, porém muito significativos e iluminadores, para que a família recupere sua credibilidade e seu primado.

1. Família, nossa “primeira pátria”. É nosso primeiro chão, nossa identidade original, nossa casa. Nela somos gerados, cuidados, educados como cidadãos e dela recebemos as condições para a convivência pública e as virtudes sociais. Sem a família, primeira pátria, não teremos a segunda pátria, a comunidade nacional, o povo, a nação. A família é a primeira sociedade natural. Está no centro da vida social.

2. Família, nosso “segundo útero”. Entendemos por segundo útero, a educação, cultura, valores que recebemos na família. Ela é o útero cultural, educacional, espiritual, religioso, ali nascemos para a convivência humana e recebemos as condições para sermos pessoas centradas, civilizadas, humanizadas, amadurecidas.

3. Família, “patrimônio da humanidade”. Todos os povos têm a família como instituição, organização e patrimônio social. È a mais antiga instituição social com a função procriativa, econômica, educativa e afetiva. Pela alteridade, reciprocidade e complementariedade a família é o primeiro lugar de nossa convivência humana. É a primeira sociedade natural, uma comunidade natural, um patrimônio da humanidade.

4. Família, “tesouro dos povos”. É a maior riqueza da pessoa e da sociedade, porque gera a vida, facilita o relacionamento, é escola de “comunhão com os outros e de doação aos outros”. Nela recebemos as primeiras noções a respeito do amor, do bem, da verdade, dos valores. Nela aprende-se ser pessoa.

5. Família “ninho da vida”. A família está a serviço da vida. A vida é concebida, gerada, nascida, desenvolvida, amada, amadurecida na família. Ninho é símbolo de calor humano, do afeto, do cuidado, significa também abrigo e proteção da vida. Na família se desenvolve a “ecologia humana”.

6. Família “berço de vocações”. Na família as vocações e as profissões têm sua origem, motivação, incentivo. A família que cultiva a espiritualidade, participa da comunidade, respeita as vocações, educa para os valores e ensina as limitações, torna-se berço de vocações e de profissões.

7. Família “sacrário da fé”. O sacramento do matrimônio, a educação e vivência da fé fazem da família o sacrário da fé onde os pais transmitem para as novas gerações o tesouro da fé. É preciso falar de Deus aos filhos, ensinar religião e praticar a oração. Tudo isso colabora para a serenidade, motivação e educação dos filhos. A espiritualidade familiar defende nossos lares dos ataques do mal.

8. Família, “igreja doméstica”. É a primeira comunidade religiosa, onde os pais são sacerdotes pelo batismo, são os primeiro catequistas. A família é uma comunidade de vida, de amor e de fé. Nossas casas são também santuários.

9. Família “santuário do amor”. A Palavra de Deus ensina que “não é bom o homem estar só” (Gn 2,18). O fundamento da família é a união entre um homem e uma mulher, no sacramento do matrimonio, para o bem deles mesmos, dos filhos e da sociedade. Como aliança de amor, comunidade de amor a família é a realização das pessoas no amor em distintas experiências: amor conjugal, amor filial, amor fraternal, amor familiar, amor social.

10. Família “escola de valores”, a função educativa, cultural, ética da família tem singular importância. Ela é o primeiro lugar de humanização, célula vital da sociedade, educadora de valores e de limites, promotora das virtudes. Os pais são mestres. Os filhos aprendem imitando. O bem da pessoa e o bom funcionamento da sociedade estão conexos com o bem-estar conjugal e familiar.

11. Família “célula da sociedade”. É a primeira comunidade, portanto, existe antes da sociedade e do Estado e tem direitos próprios e inalienáveis. A sociedade e o Estado estão para a família, ela é a célula do organismo social. Cabe ao Estado defender e proteger a família com políticas públicas efetivas.

Informe da Pastoral da Criança! Dormir de barriga para cima é mais seguro!
31/8/2009
 




Coloque o seu bebê para dormir de barriga para cima.

Amamente: até o 6º mês dê somente leite materno.

Não fume e nem deixe que fumem dentro da sua casa, principalmente durante a gestação e na presença de crianças pequenas.

Não agasalhe demais o bebê.
Deixe fora do berço travesseiros, brinquedos, almofadas e outros objetos fofos.

Pastoral da Criança na Paróquia São Nicoalu

Missão

A Pastoral da Criança é uma organização comunitária, de atuação nacional, que tem seu trabalho baseado na solidariedade e na partilha do saber, para a vida plena das crianças.

Objetivo

O objetivo da Pastoral da Criança é o desenvolvimento integral das crianças, da concepção aos seis anos de idade, promovendo, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político.

Atividades

Os seus líderes visitam mensalmente as famílias acompanhadas, orientando-as sobre o desenvolvimento da criança desde o útero materno, o valor nutritivo dos alimentos e do aleitamento materno, controle da desnutrição, obesidade, doenças respiratórias, diarréia, uso do soro caseiro, prevenção de acidentes domésticos, controle social, entre outras ações.

Educação de Jovens e Adultos – alfabetização e mães e moradores das comunidades acompanhadas..

Brinquedos e Brincadeiras – para aumentar o interesse pelo brincar e pelo lazer nas comunidades, favorecendo a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento e educação das crianças.

Controle Social das Políticas Públicas - junto aos conselhos municipais de saúde, conselhos dos direitos da criança e do adolescente, conselho de segurança alimentar, entre outros.

Geração de Renda – projetos para promover a auto-sustentabilidades das famílias acompanhadas.

Rede de Comunicadores Populares em Rádio – para divulgar ações da Pastoral da Criança em todo o país.




Maiores informações no horário comercial pelo Telefone (16)3307.8587

Grupo de Jovens Shekynah
31/8/2009
 



Shekynah significa"Presença de Deus no meio do Povo"

Jovem, respire Deus e deixa-te respirar por Ele!

Há uma frase que tem vindo a borbulhar em muitos pontos deste país: " A Igreja só é jovem quando o jovem for Igreja", e o jovem só se sente Igreja se a Igreja tiver uma linguagem, desafio e vida jovem. Isto parece um nó sem pontas, mas há uma, é Jesus Jovem, foi Ele quem começou; por isso, tu que lês, não tens desculpa.

Jovens, nós os convocamos, em nome de Jesus Cristo, a transformar o mundo e a não ter medo de dar sua resposta à vocação batismal, ao matrimônio, ao sacerdócio, à vida consagrada, religiosa e secular, especialmente ao desafio missionário, sendo fermento, sal e luz na família, na Igreja e na sociedade. Convidamos toda juventude a colocar seus talentos e sua criatividade a serviço de Jesus Cristo e de sua Igreja. Confiamos em vocês para que, juntos, encontremos novos caminhos para o anúncio de Jesus Cristo e para a revitalização de nossa ação evangelizadora. Contamos com a solidariedade de todos. Assim, caminharemos juntos com coragem e esperança.
Agradecemos o amor que demonstram à Igreja através de seu testemunho de vida, doação e alegria.


Hoje completa mais um ano de vida o seminarista Marquinho
30/8/2009
 



Marquinhos um jovem seminarista está no primeiro ano no seminário menor na cidade de Araraquara.

Queremos lhe Desejar...
Muito amor, saúde, prosperidade,
paz e luz! Que os anos que se somam à
sua vida não sejam um peso, mas sim que
façam parte de uma infinita conta de
novas experiências que te fazem
crescer e aprender a viver
cada vez melhor!
Força e coragem!!

PARABÉNS

Comunidade São Nicolau de Flue

EUCARISTIA: FONTE de VIDA
30/8/2009
 




Presença permanente de Cristo em nosso meio, a Eucaristia é uma escola de fé e de amor

Eucaristia = vem da palavra grega Eucharistein, que significa “ação de Graças”.

- Sacramento da Igreja onde Jesus se faz presente sob as espécies de pão e de vinho, com seu corpo, sangue, alma e divindade.
- Instituído por Jesus na última ceia, é o memorial de sua morte e ressurreição, banquete pascal em que ele se dá em alimento.

Participar da eucaristia é participar da vitória de Jesus ressuscitado e da ceia pascal, do banquete sagrado, o pão vivo descido do céu para a vida do mundo. É adorar, nas espécies do pão e do vinho consagrados, aquele que o céu e a terra não podem conter, porque é o próprio Deus.

A fé na presença de Cristo apóia-se nas palavras pronunciadas por Cristo na última ceia, quando, tendo benzido e partido o pão, deu-o a seus discípulos dizendo: Tomai e comei, isto é o meu corpo.

Fez igualmente, tomando o cálice com o vinho: Bebei dele todos, pois este é o cálice do meu sangue que será derramado por vós para a remissão dos pecados (Mt 26, 26-29).

São Paulo (1 Cor 11, 17-31) fez-se o porta-voz desse fato e da tradição cristã primitiva a respeito da eucaristia.

Memorial da morte e ressurreição do Senhor

Memorial palavra que exprime realidade bem mais profunda que simples lembrança histórica. Significa que nesta celebração, o acontecimento torna-se novamente presente em toda a sua eficácia para os que o realizam na fé. Jesus escolheu exatamente este rito como sinal da nova páscoa, e para perpetuar a memória de sua passagem da morte para a ressurreição.

Na última ceia, oferece no pão o seu corpo: dado por vós, no vinho o seu sangue: derramado por vós e por todos, sem restrição...; e convida os apóstolos a repetir o seu gesto: Fazei isto em memória de mim (Lc 22, 19; 1 Cor 11, 24).

Fazer o quê? Repetir as palavras, os gestos e o rito, num mecanicismo e numa rotina sem fim? Não! Fazei isto tudo aquilo que Jesus fez durante a vida inteira, em gestos e palavras.

Fazei isto em memória de mim (Lc 22, 19) é um convite a fazer de nossas vidas uma ação de graças. Sede também vós eucaristia para vossos irmãos.

Vida para a Igreja

A eucaristia é o centro da vida da Igreja porque torna presente o sacrifício de Cristo na cruz e permite que dele participemos, ofertando-o com Cristo.

É vida para a Igreja que, à luz do exemplo de Cristo, realiza o lava-pés, servindo, despojando-se e doando-se, sobretudo aos mais necessitados de bens, justiça, amor e perdão.

Vida para a comunidade

Da comunhão de Deus com os que crêem é que nasce a comunidade, a assembléia cristã, que encontra, na participação do corpo e sangue de Cristo, o seu momento comunitário culminante. Por isso, a eucarisitia, além de ser banquete, convida os cristãos a viver a comunhão eucarística em uma comunidade, que age segundo o Seu exemplo.

Expressão de amor

Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os ao extremo (Jo 13, 1). A eucaristia é a expressão do infinito amor de Deus-Pai, que entrega seu Filho para nos salvar, e do Filho, que, obediente ao Pai, se imola por nós.

É esse amor que ressuscita, faz viver e transforma os discípulos em testemunhas da ressurreição e promotores da vida.

A Eucaristia hoje

A eucaristia tem a ver com a preocupação para que haja o necessário para todos até sobrar: 12 cestos cheios! Aos discípulos é dada a ordem: Fazei isto... Dai-lhes vós mesmos de comer.

Celebrar a Eucaristia hoje:

- é unir-nos ao sacrifício de Cristo, ofertando ao Pai a entrega de Cristo junto com as nossas alegria e dores.
- é olhar para Jesus de Nazaré, sua vida, seus gestos, suas atitudes e seus sentimentos, deixando-nos impregnar por eles, sobretudo por seu amor: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei (Jo 15, 17).
- é aprender a partilhar sempre os dons e os bens. É assumir a causa dos excluídos, atitude coerente com a prática de Jesus.
- é assumir o compromisso de derrubar as barreiras, construir comunhão.
- é renovar a fé, vivendo a Palavra que impulsiona à missão. É renovar a esperança no coração desesperançado. É renovar a caridade, sem a qual toda riqueza é vã.

A celebração eucarística é a celebração da nossa fé e da nossa esperança, que nos lança no seguimento de Jesus, no caminho de uma sociedade mais justa e mais fraterna.

Partice das missas em nossa Paróquia!

Santa Missa
Terça-feira às 19h
Quarta-feira às 19h
Sexta-feira às 19h
Sábado às 19h
Domingo às 8h, 10h e 19h




O MENINO E A MOEDA...PARA REFLETIR
30/8/2009
 




Um homem resolveu construir um muro. Depois que o muro ficou pronto sobrou um monte de entulho. O homem convidou um menino para remover aquele resto de obra. Combinou pagar a quantia de R$ 10,00. Era serviço para poucas horas. O serviço foi concluído em menos de 3 horas e o pagamento foi feito com uma nota de R$ 5,00 e cinco moedas de R$ 1,00. Mostrando alegria por ter recebido o seu pagamento, o menino colocou nos bolsos da frente da velha bermuda que usava, a nota e quatro moedas, no bolso de trás colocou a outra moeda. Curioso com o fato, o homem perguntou ao menino porque havia separado aquela moeda. Demonstrando muita consciência e segurança, respondeu o menino: “-O padre da minha Igreja leu na Bíblia que de tudo que a gente recebe, 10% é de Deus e que devemos devolver a Ele como Dízimo. Esta moeda é a parte de Deus que vou levar para a minha Igreja”.


OFERECER O DÍZIMO

Quando oferecemos o dízimo, por amor a Deus, o céu se abre e muitas bênçãos são derramadas. O amor de Deus invade todo o nosso ser, transcendendo o visível, fazendo-se percebido nas ações mais condizentes com o cristão: de fraternidade, justiça, paciência, humildade, alegria, coragem, fortaleza.




DÍZIMO, LEI DO AMOR

“Dá glória a Deus de bom coração e nada suprimas das primícias (do produto) de tuas mãos. Faze todas as tuas oferendas com um rosto alegre, consagra os dízimos com alegria. Dá ao Altíssimo conforme te foi dado por ele, dá de bom coração de acordo com o que tuas mãos ganharam, pois o Senhor retribui a dádiva, e recompensar-te-á tudo sete vezes mais”.(Eclesiástico 35,10-13).

A vocação do catequista
30/8/2009
 



A vocação do catequista

Ser catequista é viver a vocação do batismo. É pelo batismo e, mais tarde,
pelo crisma que o catequista é chamado a anunciar o Reino de DEUS. Por isso, é
necessário que o catequista esteja consciente dessa missão, ao assumir a
catequese na comunidade. O catequista tem sempre na lembrança que foi enviado por
DEUS e pela comunidade. Lembrando-se disso, o catequista terá forças para
perseverar. É importante também lembrar que, antes de evangelizar, o catequista deve
se deixar evangelizar e ter também a consciência de que o seu exemplo fala
mais alto do que sua palavra.

Parabéns a todos os catequistas.


ECC- Encontro de Casais com Cristo
29/8/2009
 



O QUE É O ECC?

O Encontro de Casais com Cristo – ECC – é um serviço da Igreja, em favor da evangelização das famílias. Procura construir o Reino de Deus, aqui e agora, a partir da família, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo. Para isto, busca compreender o que é "ser Igreja hoje" e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a Justiça Social.

A evangelização do matrimônio e da família é missão de toda a Igreja, em que todos os fiéis devem cooperar segundo as próprias condições e vocação. Deve partir do conceito exato de matrimônio e de família, à Luz da Revelação, segundo o Magistério da Igreja (Orientações pastorais sobre o matrimônio – CNBB Doc. Nº 12) (DN-pág. 13)



COMO NASCEU?

Nasceu da inquietude de um sacerdote (Pe. Alfonso Pastore) que dedicou sua vida sacerdotal à Pastoral Familiar, à Pastoral da Saúde e à Pastoral Carcerária.

Teve início em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompéia, em São Paulo-SP. Como disse textualmente o seu fundador: "Começou porque Deus quis, e a presença e atividade do ECC no Brasil são a prova da ação de Deus na humanidade"



O ECC HOJE

O ECC atualmente é uma realidade no Brasil inteiro, de norte a sul, de leste a oeste, estando presente e atuando em 223 (Arqui)Dioceses. Está estruturado nos 16 Regionais (divisão geográfica da CNBB).


O ECC contribui de forma efetiva para que as famílias se constituam como
“Igrejas Domésticas”,
“Formadoras de Pessoas”,
“Educadoras na Fé” e
“Promotoras do Desenvolvimento”,
tendo seu lugar insubstituível no anúncio e vivência do Evangelho,
pois o “FUTURO DA HUMANIDADE PASSA PELA FAMÍLIA”.




OBJETIVOS PASTORAIS DO ECC

O Encontro de Casais com Cristo – ECC - é um SERVIÇO da Igreja para evangelizar a família, primeiro núcleo de inculturação e da evangelização, “Igreja Doméstica” e “santuário da vida”, e para despertar os casais para as pastorais paroquiais, devidamente integrados na Pastoral de Conjunto da (Arqui)Diocese.


Pós encontros às quartas-feiras, 19h30 no Salão de Festas da Paróquia São Nicolau

Informações na secretaria da paróquia no horário comercial pelo telefone (16)3307.8587

Vocação ao casamento
28/8/2009
 



Um chamado que se delineia nos tempos de namoro

Muitas pessoas buscam um significado para suas vidas e desejam entender com o que realmente se identificam na missão confiada a elas. Responder a uma vocação é assumir um chamado que não ouvimos nem acertamos na resposta marcando um “x” na opção que mais nos agrada. Mas que nos certificamos de estar trilhando o caminho certo cada vez que vencemos um obstáculo dentro desse estado de vida, no qual buscamos fundamentar nossa vida: seja para o sacerdócio, seja para o matrimônio ou para a vida religiosa.

ECC - Encontro de Casais com Cristo da Paróquia São Nicolau
Pós encontros às quartas-feiras, 19h30 no Salão de Festas da Paróquia São Nicolau

Informações na secretaria da paróquia no horário comercial pelo telefone (16)3307.8587


A Igreja celebra hoje a memória de Santo Agostinho
28/8/2009
 



Nasceu em 13 de novembro do 354 em Tagaste, ao norte da África. O pai de Agostinho. Patrício, era um pagão de temperamento violento; mas, graças ao exemplo da Mônica, sua esposa, batizou-se pouco antes de morrer.

Embora Agostinho tenha ingressado ao catecumenato desde a infância, não recebeu o batismo, de acordo com os costumes da época. Em sua juventude se deixou arrastar pelos maus exemplos e, até os 32 anos, levou uma vida licenciosa, obstinado à heresia maniqueísta. Disso fala em seus "Confissões", que compreendem a descrição de sua conversão e a morte de Mônica, sua mãe.

Dita obra foi escrita para mostrar a misericórdia de Deus para um grande pecador, que por esta graça, chegou a ser também, e em maior medida, um grande santo. Mônica tinha ensinado a orar a seu filho desde menino, e lhe tinha instruído na fé, de modo que o próprio Agostinho que caiu gravemente doente, pediu que fosse conferido o batismo e Mônica fez todos os preparativos para que os recebesse; mas a saúde do jovem melhorou e o batismo foi diferido. O santo condenou mais tarde, com muita razão, o costume de diferir o batismo por medo de pecar depois de havê-lo recebido.

Com o saque de Roma pelo Alarico, no ano 410, os pagãos renovaram seus ataques contra o cristianismo, lhe atribuindo todas as calamidades do Império. Para responder a esses ataques, Santo Agostinho escreveu seu grande obra "A Cidade de Deus". Esta obra, é depois de "As Confissões", a obra mais conhecida do santo. Ela é não só uma resposta aos pagãos, mas também trata toda uma filosofia da história providencial do mundo. Logo depois de "As Confissões" escreveu também "As Retratações", onde expôs com a mesma sinceridade os enganos que tinha cometido em seus julgamentos.

Morreu em 28 de agosto de 430, aos 76 anos de idade, dos quais tinha passado quase 40 consagrado ao serviço de Deus





Santo Agostinho, rogai por nós!





Grupo de Jovens Kadosh da Paróquia São Nicolau
28/8/2009
 



São os jovens a vida de uma comunidade.

É neles que visamos o caminhar da Igreja. Muitas vezes, o trabalho com a juventude é algo que começa com a catequese, passa pelos adolescentes e crisma e concretiza-se no grupo. Daí surgirá os novos casais e os futuros membros de outras pastorais da Igreja, sendo assim, eles são os novos frutos da comunidade.
A juventude é algo contagiante. Somos chamados pela Igreja, a ser jovem constantemente. Jovem de espírito e respeito. Jovem no amor e na sabedoria. Jovem no lidar com as pessoas. Jovem para estar junto de todos.
Somente assim conseguiremos reunir os jovens de idade e trazê-los para a Igreja. Pois seremos espelho de que aqui, no nosso meio, vale a pena estar, viver e servir.
O trabalho do jovem é árduo, mas a nossa motivação tem que ser constante. Em Cristo tudo se renova, se faz, torna-se jovem.
Ser jovem é um estado de espírito. A nossa vocação a ser cristão passa por aí. Ser jovens de espírito, garra. Ter força e coragem de evangelizar e não ser apenas mais um no mundo, mas ser a diferença do mundo.

Mãos a Obra


O encontro será nos dias: 06,07,08 de Novembro
Retire sua ficha de inscrição na secretaria da paróquia

Maiores informações no horário comercial pelo telefone (16) 3307.8587







Ordenação Diaconal na Paróquia São Nicolau no dia 02 de Outubro de 2009 você está convidado!
21/8/2009
 



"Receber a Sagrada Ordem do Diaconado é ser fortalecido com o dom do Espírito Santo para poder auxiliar o Bispo e seu Presbitério no serviço da Palavra, do altar e da caridade, mostrando ser servo de todos. Cabe ao Diácono, portanto, resplandecer as virtudes evangélicas: o amor sincero, a solicitude para com os enfermos e os pobres, a autoridade discreta, a simplicidade de coração e uma vida segundo o Espírito."

Luciano Fernandes de Paulo

"Coloquem-se a serviço uns dos outros
através do amor"


Maique Willian Massufaro

"Quem quiser ser o maior entre vós seja
aquele vos serve"

O que aprendemos ao assumir o ato de ser dizimista !
18/8/2009
 



A Pastoral do Dízimo valoriza a missionariedade, visitação, senso de pertença à Comunidade, a participação e a transparência da administração do bem comum, através da organização da Própria Pastoral e outros meios de sustento das comunidades.
Tem por objetivo criar consciência de partilha e co-responsabilidade com a Comunidade. Organizar as Comunidades para desenvolver esse serviço evangelizador com as lideranças, ir ao encontro de pessoas afastadas e indiferentes que não freqüentam a Igreja, fortalecer a convicção católica e desenvolver a Dimensão Missionária do Dízimo.
O dízimo é o plano econômico-pedagógico de Deus para que participemos ativamente da continuidade da obra da criação. Em sua infinita bondade, Deus convida-nos a, junto com ele, completar sua Obra.....Dízimo é uma coisa, oferta é outra

Ser dizimista é ajudar a construí uma comunidade viva e manter vivo o espírito dos apóstolos quando iniciaram as primeiras comunidades.

O dízimo é um dos caminhos. Por meio dele colaboramos com nosso irmão, evangelizando-o e amparando-o em suas necessidades espirituais e materiais.

Com o ato de ser dizimista aprendemos sua espiritualidade. O que é a espiritualidade do dízimo? Ao assumirmos o dízimo, o Espírito Santo vai iluminando nossos atos gradativamente, de acordo com o "eu" mais profundo de cada um. E, na medida do entendimento e disponibilidade de cada pessoa vai soprando lindas lições de sabedoria e discernimento. Deus é Pai, amor, misericórdia, mestre e sabe quais lições necessitamos.

A bênção maior que o dizimista recebe é a de a cada mês ficar um pouquinho mais santificado, sábio e, em conseqüência, mais próspero.


Seja você também um dizimista!

Procure pela Pastoral do Dízimo no plantão em todas as missas.

Terças-Feiras, Quartas e Sextas-feiras 19h

Sábados 19h

Domingos 08h, 10h e 19:00

Quintas-Feiras 19h30 no SOS Oração

Pastoral do Dízimo, obras de misericórdia "Corrigir os que erram"
15/8/2009
 
Exercícios de misericórdia!

1-Antes de corrigir alguém,ore.Mergulhe na razão da misericórdia.Fale com firme mansidão e não se omita diante da nescessidade de corrigir.


2-Reflita sobre a facilidade ou não com que você se submete a correção. Procure alguém para conversar e ouça com atenção.Proponha-se a mudanças

3-Não raro, fofocas e calúnias assumem o lugar das verdades e comunhão fraterna nas comunidades. Não se omita. ajude a colocar fim nesse tipo de rro comunitário.


"Irmãos, se por ventura um homem for apanhado nalguma falta, vós que sois espirituais, corrigi essa pessoa com o espírito de mansidão." (Gal 6,1)


"É verdade que toda correção parece,de momento,antes motivo de pensar que de alegria.Mais tarde,porém,granjeia aos que por ela se exercitaram o melhor fruto de justiça e de paz."(Hebreus 12,11)







Paróquia São Nicolau na internet
2/8/2009
 
A Paróquia São Nicolau tem um novo canal de informações onde você fica por dentro de tudo o que acontece na nossa comunidade.

Nessa página você pode encontrar informações sobre a Paróquia, festas, galeria de fotos e muito mais.

Seja bem-vindo e aproveite!





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